O documento discute como espíritos que se fixam em um único propósito egoísta (monoideísmo) podem ter seus corpos astral e mental atrofiados, transformando-os em formas ovóides. Essas entidades parasitam outras consciências, sugando sua vitalidade. A cura exige que retornem ao início do caminho e reencarne em corpos deficientes para reconstruírem seus instrumentos de evolução através do sofrimento.