ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS
     E MÉTODOS
        (OSM)
ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS
     E MÉTODOS
        (OSM)
CONTRATO
• Na Avaliação Escrita e nas Atividades Práticas
  serão observados:
  – Precisão na Abordagem do Tema;
  – Coerência de raciocínio;
  – Apresentação e
  – Pontualidade das tarefas propostas.
CONTRATO
• Das Avaliações escritas : AV = média aritmética
  das Provas
• haverá Prova substitutiva a qual substitui
  exclusivamente uma das provas bimestrais.
• Dos Trabalhos e Seminários: TS será a média
  aritmética dos trabalhos/seminários.
CONTRATO
• As notas serão de 0 a 10 pontos considerando-se
  até o décimo, e com o seguinte critério de pesos:

• N = AV. 0,7 + TS . 0,3

• onde N é a nota final

• APROVADO SE N ≥ 7 E FALTAS < 25%
• Exame se N menor que 7
Objetivos Gerais


Familiarizar os alunos com os conceitos
referentes a Organização, Sistemas e
Métodos nas empresas, como um
instrumento facilitador no processo
decisório, bem como na operacionalização
das decisões tomadas e do controle e
avaliação dos resultados.
Objetivos Gerais



Para atingir estes objetivos; faz se necessária
a condução de aulas teóricas, bem como
trabalhos práticos que visam a aprendizagem e
desenvolver as habilidades de trabalho em
equipe.
BIBLIOGRAFIA
                   OSM

• Sistemas, Organizações e Métodos-Djalma de
Pinho R. de Oliveira Editora Atlas, 2007

• Organização, Sistemas e Métodos-Luis Cesar G.
de Araújo Editora Atlas, 2008 Volumes I e II.

•Sistemas, Organizações e Métodos, Tadeu Cruz,
Ed. Atlas, 2009.
OSM ... Porquê?



“ Não se pode administrar
 o que não se pode medir”
FASE ARTESANAL

              Antiguidade           1780

• Artesanato rudimentar.

• Pequenas oficinas.

         • Ferramentas toscas

• Mão de obra intensiva e não qualificada.

• Trabalho escravo.

• Sistema comercial a base de troca (escambo).
FASE DO ARTESANATO À
                 INDUSTRIALIZAÇÃO

       1780       1860    - 1° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL


 • Energia :(carvão)
            material básico (ferro).
      Mecanização: Máquina de fiar-1767-
                   Tear hidráulico-1769-
                  Descaroçador de algodão-
                    1792.
Transportes
                 Navegação a vapor-1807-
                 Locomotiva a vapor- 1823

Comunicações :Telégrafo elétrico-1835.
                  Selo postal-1840
FASE DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL

     1860         1914    - 2° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL




• Energia: Eletricidade/petróleo) e material (aço).

• Mecanização: Motor a explosão-elétrico -1873.

•Transportes : Automóvel – 1880
               Avião –1906

• Comunicações: Telégrafo sem fio /Telefone /
                         Cinema -1876
1910 – Henry Ford cria a linha de montagem seriada ,
revolucionando os métodos e processos até então
inexistentes. Surge então a produção em massa.




                            • Linha de montagem
                            • Posto de trabalho
                            • Estoques intermediários
                            • Monotonia do trabalho
                            • Arranjo físico
                            • Balanceamento de linha
   Engenharia Industrial    • Produtos em processo
                            • Motivação
                            • Sindicatos
                            • Manutenção Preventiva
                            • Controle Estatístico de Processos
                            • Fluxogramas de Processos
Ícones na História da Gestão de Operações

o Eli Whitney (fins de 1700s)
     - Intercambiabilidade de Partes

o Frederick Winslow Taylor (inicio
1900s)
    - Administração científica

o Henry Ford (inicio 1900s)
    - Produção em massa                1.   Chevrolet
                                       2.   Buick
o Alfred P. Sloan Jr. (1920s)          3.   Oldsmobile
                                       4.   Pontiac
    - Planejamento Centralizado e
                                       5.   Cadillac
     Controle Descentralizado
FASE DO GIGANTISMO INDUSTRIAL

     1914          1945       ENTRE AS GUERRAS



• Energia:Petroquímicas
          Aplicações tecno-científicas.

• Mecanização:Tecnologia para fins bélicos.

• Transportes: Navegação de grande porte
              Estradas de ferro e rodovias-
FASE MODERNA


           1945             1980         PÓS GUERRA

Separação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento .

• Materiais: plástico, alumínio, fibras têxteis sintéticas,
concreto.

• Energia: Nuclear e Solar. Petróleo e Eletricidade se mantém.

• Tecnologias: circuito integrado, o transistor, TV a cores,
computador, máquina de calcular eletrônica, tv por satélite,
popularização do automóvel.
• Automação
• Retração, escassez de recursos, inflação, juros e custos
• Incerteza e imprevisibilidade
1960         Conceito da Produção Enxuta

   • “Just in Time”(JIT)
   • Engenharia Simultânea
   • Tecnologia de Grupo
   • Consorcio modular
   • Células de Produção
   • Desdobramento da função qualidade (QFD)
   • Sistemas Flexíveis de Manufatura
   • Manufatura Integrada por Computador
   • “Benchmarking”
   • “Comakership”


       Produção Customizada ...!
FASE DA GLOBALIZAÇÃO

    1980         1990      3° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL


• Desafios, dificuldades, ameaças, coações,
  contingências, restrições e toda sorte de
  adversidades.

• Ambiente externo: Complexo e mutante
                    Muita incerteza

• Concorrência acirrada

• Tradição e passado não contam mais.
A ERA DO CONHECIMENTO


    1990                ERA DO CONHECIMENTO


• Fonte de riqueza-Conhecimento
• Tipo de organização-Rede Humana
Conceitos:
• Rede sem hierarquia
• Processos Integrados
• Trabalho através de diálogo
• Ajuste e Tempo do Homem
• Equipes focalizadas em tarefas
A Fábrica do Futuro

• Organização da produção (alto valor agregado, 5 Ss,
  dispositivos a prova de erros, etc);
• Projeto dos produtos e dos processos (QFD,
Engenharia Simultânea, produtos simplificados, etc);
• Layout (Manufatura Celular, Tecnologia de Grupo,
etc);
• Comunicação visual (Andon, KANBAN, relatórios,
código de barras, códigos de cores, etc);
• Posto de trabalho;
• Compromisso com o meio ambiente (ISO 14000...);
• Gestão do conhecimento.
ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA
             Taylor / Ford / Gilbreth

             (ÊNFASE NAS TAREFAS)


Estudo de Tempos e Movimentos (Therbligs)

   •Re-elaboração das tarefas.

   •Padrões para escala de pagamento.

   •Descrição completa de tarefas para recrutamento
    e seleção de pessoal.

   •Trabalho mais rápido e com menor fadiga.
OS THERBLIGS
               NA BUSCA DA PADRONIZAÇÃO

                                          9. Separar:
1. Procurar;
   2. Escolher;                          10. Utilizar;
                                         11. Soltar a carga;
   3. Pegar;
   4. Transportar vazio;                 12. Inspecionar;
                                         13. Segurar;
    5. Transportar cheio;
                                         14. Esperar inevitavelmente;
    6. Posicionar(Colocar em posição);
                                         15. Esperar quando inevitável;
    7. Pré-posicionar (preparar para
    colocar em posição);                 16. Repousar;

  8. Unir (amontoar);                    17. Planejar.
SIMBOLOGIA THERBLIG
                        Cor              Simbologia   Therblig            Colr               Simbologia

Procurar                Preto                         Usar                Roxo


Encontar                Cinza                         Desmontar           Violeta claro



Selecionar              Cinza claro                   Inspecionar         Laranja queimada



Pegar                   Vermelho                      Pré-posicionar      Azul celeste


Segurar                 Ouro ocre                     Liberar carga       Vermelho carmim



Transportat carregado   Verde                         Demora inevitável   Amarelo ocre




Transportar vazio       Verde Oliva                   Demora evitável     Amarelo limão



Posicionar              Azul                          Planejar            Marrom




Montar                  Violeta escuro                Repousar            Laranja
Abordagem da administração científica
                       Taylor & Gilbreth


              Seleção
                                       Plano de
             científica
                                      Incentivo
                 do
                                       salarial
            trabalhador



Estudo de    Método                                              Maiores
                          Padrão de   Supervisão     Máxima        lucros
 tempos        de                      funcional    eficiência
                          Produção                               e salários
 métodos     Trabalho



                                      Condições
              Lei da                  Ambientais
              fadiga                  de trabalho
Escopo
 • Qual a conceituação de sistemas?

 • Qual a sua importância para os executivos
  em seus trabalhos nas empresas?
 •Quais os seus aspectos básicos?

 •Como foi a evolução dos estudos de sistemas?

•Quais as contribuições específicas da Teoria
 Geral de Sistemas para o analista de sistemas,
organização e métodos?
Sistema - o que é?



  É um conjunto de partes interagentes e
  interdependentes que, conjuntamente,
  formam um todo unitário com determinado
   objetivo e efetuam função específica.



”Princípio da mútua dependência das partes”
         (OLIVEIRA, Djalma P. R. Sistemas, Organização & Métodos. São Paulo: Atlas, 2002)
Modelos de interpretação social
• Modelo mecânico
  – Surgimento da ciência, física, mecânica, etc
  – Sociedade entendida como máquinas complexas
  – Inter-relacionados e previsíveis.
• Modelo orgânico
  –   Progresso da biologia
  –   Estado de equilíbrio
  –   Alterações promovem reações para novo equilíbrio
  –   Mútua dependência das partes
Moderno enfoque dos sistemas
           empresariais
                  Modelo sistêmico
• Procura desenvolver:
  – Uma técnica para lidar com a complexidade;
  – Um enfoque sintético do todo:
     • Não permite a análise separada das partes devido as complexas
       inter-relações;
  – Um estudo das relações entre os elementos:
     • Processos e probabilidades de transição;
     • Arranjos estruturais e dinâmica;
     • Estudos dos elementos em separado não atende este conceito.
Sistemas - Conceito




Inputs        Sistema           Outputs       (Cliente)
 Materiais                        Produto
 Energia                         ou serviço
 Informação    Abordagem da
 Insumos       ISO-9000 :2000



 Custos                         Faturamento
ELEMENTOS DE UM SISTEMA


Entradas        Processo           Saídas
  (Inputs)         de            (outputs)

              Transformação

                      Entropia
                       (Perda)

             Retroalimentação


                Objetivos
Conceito de entropia


 É uma lei universal da natureza, na qual todas
 as formas de vida se movem para a desorganização
  e a morte”


Entropia de um sistema pode ser considerada como perda.


  Entropia positiva (+) é má (perda), por definição
      Entropia negativa (-) é boa (não perda)
COMPONENTES DE UM SISTEMA


  • Os Objetivos;

  • As Entradas;

  • O Processo de Transformação;

  •As Saídas;

  •Os Controles e avaliação do Sistema;
COMPONENTES DE UM SISTEMA


  • Os Objetivos;

  -dos usuários
  -do próprio sistema

  Razão da existência, a finalidade da criação
COMPONENTES DE UM SISTEMA


  • As Entradas:
     • Forças:
        • Material
        • Informação
        • energia
COMPONENTES DE UM SISTEMA

• O Processo de Transformação:
  – Função que possibilita a transformação dos
    elementos de entrada
  – Considera-se a entropia
COMPONENTES DE UM SISTEMA


• As Saídas:
  – Resultados dos processos de transformação;
  – As finalidades para que se uniram os:
     • Objetivos;
     • Atributos e
     • Relações do sistema.
COMPONENTES DE UM SISTEMA



• Os Controles e avaliações do Sistema:
  – Verificar as saídas
  – Desempenho do sistema:
     • Indicadores ou padrão
COMPONENTES DE UM SISTEMA

• A Retroalimentação (ou realimentação ou
  feedback):
  – Reintrodução de uma saída na forma de
    informação;
  – Processo de comunicação; reage e incorpora ao
    sistema;
  – Resultado da divergência verificada (respostas do
    sistema e parâmetros);
  – Objetivo de tornar o sistema auto regulado.

Osm 1

  • 1.
    ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS (OSM)
  • 2.
    ORGANIZAÇÃO, SISTEMAS E MÉTODOS (OSM)
  • 3.
    CONTRATO • Na AvaliaçãoEscrita e nas Atividades Práticas serão observados: – Precisão na Abordagem do Tema; – Coerência de raciocínio; – Apresentação e – Pontualidade das tarefas propostas.
  • 4.
    CONTRATO • Das Avaliaçõesescritas : AV = média aritmética das Provas • haverá Prova substitutiva a qual substitui exclusivamente uma das provas bimestrais. • Dos Trabalhos e Seminários: TS será a média aritmética dos trabalhos/seminários.
  • 5.
    CONTRATO • As notasserão de 0 a 10 pontos considerando-se até o décimo, e com o seguinte critério de pesos: • N = AV. 0,7 + TS . 0,3 • onde N é a nota final • APROVADO SE N ≥ 7 E FALTAS < 25% • Exame se N menor que 7
  • 6.
    Objetivos Gerais Familiarizar osalunos com os conceitos referentes a Organização, Sistemas e Métodos nas empresas, como um instrumento facilitador no processo decisório, bem como na operacionalização das decisões tomadas e do controle e avaliação dos resultados.
  • 7.
    Objetivos Gerais Para atingirestes objetivos; faz se necessária a condução de aulas teóricas, bem como trabalhos práticos que visam a aprendizagem e desenvolver as habilidades de trabalho em equipe.
  • 8.
    BIBLIOGRAFIA OSM • Sistemas, Organizações e Métodos-Djalma de Pinho R. de Oliveira Editora Atlas, 2007 • Organização, Sistemas e Métodos-Luis Cesar G. de Araújo Editora Atlas, 2008 Volumes I e II. •Sistemas, Organizações e Métodos, Tadeu Cruz, Ed. Atlas, 2009.
  • 9.
    OSM ... Porquê? “Não se pode administrar o que não se pode medir”
  • 10.
    FASE ARTESANAL Antiguidade 1780 • Artesanato rudimentar. • Pequenas oficinas. • Ferramentas toscas • Mão de obra intensiva e não qualificada. • Trabalho escravo. • Sistema comercial a base de troca (escambo).
  • 11.
    FASE DO ARTESANATOÀ INDUSTRIALIZAÇÃO 1780 1860 - 1° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL • Energia :(carvão) material básico (ferro). Mecanização: Máquina de fiar-1767- Tear hidráulico-1769- Descaroçador de algodão- 1792. Transportes Navegação a vapor-1807- Locomotiva a vapor- 1823 Comunicações :Telégrafo elétrico-1835. Selo postal-1840
  • 12.
    FASE DO DESENVOLVIMENTOINDUSTRIAL 1860 1914 - 2° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL • Energia: Eletricidade/petróleo) e material (aço). • Mecanização: Motor a explosão-elétrico -1873. •Transportes : Automóvel – 1880 Avião –1906 • Comunicações: Telégrafo sem fio /Telefone / Cinema -1876
  • 13.
    1910 – HenryFord cria a linha de montagem seriada , revolucionando os métodos e processos até então inexistentes. Surge então a produção em massa. • Linha de montagem • Posto de trabalho • Estoques intermediários • Monotonia do trabalho • Arranjo físico • Balanceamento de linha Engenharia Industrial • Produtos em processo • Motivação • Sindicatos • Manutenção Preventiva • Controle Estatístico de Processos • Fluxogramas de Processos
  • 14.
    Ícones na Históriada Gestão de Operações o Eli Whitney (fins de 1700s) - Intercambiabilidade de Partes o Frederick Winslow Taylor (inicio 1900s) - Administração científica o Henry Ford (inicio 1900s) - Produção em massa 1. Chevrolet 2. Buick o Alfred P. Sloan Jr. (1920s) 3. Oldsmobile 4. Pontiac - Planejamento Centralizado e 5. Cadillac Controle Descentralizado
  • 15.
    FASE DO GIGANTISMOINDUSTRIAL 1914 1945 ENTRE AS GUERRAS • Energia:Petroquímicas Aplicações tecno-científicas. • Mecanização:Tecnologia para fins bélicos. • Transportes: Navegação de grande porte Estradas de ferro e rodovias-
  • 16.
    FASE MODERNA 1945 1980 PÓS GUERRA Separação entre países desenvolvidos e em desenvolvimento . • Materiais: plástico, alumínio, fibras têxteis sintéticas, concreto. • Energia: Nuclear e Solar. Petróleo e Eletricidade se mantém. • Tecnologias: circuito integrado, o transistor, TV a cores, computador, máquina de calcular eletrônica, tv por satélite, popularização do automóvel. • Automação • Retração, escassez de recursos, inflação, juros e custos • Incerteza e imprevisibilidade
  • 17.
    1960 Conceito da Produção Enxuta • “Just in Time”(JIT) • Engenharia Simultânea • Tecnologia de Grupo • Consorcio modular • Células de Produção • Desdobramento da função qualidade (QFD) • Sistemas Flexíveis de Manufatura • Manufatura Integrada por Computador • “Benchmarking” • “Comakership” Produção Customizada ...!
  • 18.
    FASE DA GLOBALIZAÇÃO 1980 1990 3° REVOLUÇÃO INDUSTRIAL • Desafios, dificuldades, ameaças, coações, contingências, restrições e toda sorte de adversidades. • Ambiente externo: Complexo e mutante Muita incerteza • Concorrência acirrada • Tradição e passado não contam mais.
  • 19.
    A ERA DOCONHECIMENTO 1990 ERA DO CONHECIMENTO • Fonte de riqueza-Conhecimento • Tipo de organização-Rede Humana Conceitos: • Rede sem hierarquia • Processos Integrados • Trabalho através de diálogo • Ajuste e Tempo do Homem • Equipes focalizadas em tarefas
  • 20.
    A Fábrica doFuturo • Organização da produção (alto valor agregado, 5 Ss, dispositivos a prova de erros, etc); • Projeto dos produtos e dos processos (QFD, Engenharia Simultânea, produtos simplificados, etc); • Layout (Manufatura Celular, Tecnologia de Grupo, etc); • Comunicação visual (Andon, KANBAN, relatórios, código de barras, códigos de cores, etc); • Posto de trabalho; • Compromisso com o meio ambiente (ISO 14000...); • Gestão do conhecimento.
  • 21.
    ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA Taylor / Ford / Gilbreth (ÊNFASE NAS TAREFAS) Estudo de Tempos e Movimentos (Therbligs) •Re-elaboração das tarefas. •Padrões para escala de pagamento. •Descrição completa de tarefas para recrutamento e seleção de pessoal. •Trabalho mais rápido e com menor fadiga.
  • 22.
    OS THERBLIGS NA BUSCA DA PADRONIZAÇÃO 9. Separar: 1. Procurar; 2. Escolher; 10. Utilizar; 11. Soltar a carga; 3. Pegar; 4. Transportar vazio; 12. Inspecionar; 13. Segurar; 5. Transportar cheio; 14. Esperar inevitavelmente; 6. Posicionar(Colocar em posição); 15. Esperar quando inevitável; 7. Pré-posicionar (preparar para colocar em posição); 16. Repousar; 8. Unir (amontoar); 17. Planejar.
  • 23.
    SIMBOLOGIA THERBLIG Cor Simbologia Therblig Colr Simbologia Procurar Preto Usar Roxo Encontar Cinza Desmontar Violeta claro Selecionar Cinza claro Inspecionar Laranja queimada Pegar Vermelho Pré-posicionar Azul celeste Segurar Ouro ocre Liberar carga Vermelho carmim Transportat carregado Verde Demora inevitável Amarelo ocre Transportar vazio Verde Oliva Demora evitável Amarelo limão Posicionar Azul Planejar Marrom Montar Violeta escuro Repousar Laranja
  • 24.
    Abordagem da administraçãocientífica Taylor & Gilbreth Seleção Plano de científica Incentivo do salarial trabalhador Estudo de Método Maiores Padrão de Supervisão Máxima lucros tempos de funcional eficiência Produção e salários métodos Trabalho Condições Lei da Ambientais fadiga de trabalho
  • 25.
    Escopo • Quala conceituação de sistemas? • Qual a sua importância para os executivos em seus trabalhos nas empresas? •Quais os seus aspectos básicos? •Como foi a evolução dos estudos de sistemas? •Quais as contribuições específicas da Teoria Geral de Sistemas para o analista de sistemas, organização e métodos?
  • 26.
    Sistema - oque é? É um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam função específica. ”Princípio da mútua dependência das partes” (OLIVEIRA, Djalma P. R. Sistemas, Organização & Métodos. São Paulo: Atlas, 2002)
  • 27.
    Modelos de interpretaçãosocial • Modelo mecânico – Surgimento da ciência, física, mecânica, etc – Sociedade entendida como máquinas complexas – Inter-relacionados e previsíveis. • Modelo orgânico – Progresso da biologia – Estado de equilíbrio – Alterações promovem reações para novo equilíbrio – Mútua dependência das partes
  • 28.
    Moderno enfoque dossistemas empresariais Modelo sistêmico • Procura desenvolver: – Uma técnica para lidar com a complexidade; – Um enfoque sintético do todo: • Não permite a análise separada das partes devido as complexas inter-relações; – Um estudo das relações entre os elementos: • Processos e probabilidades de transição; • Arranjos estruturais e dinâmica; • Estudos dos elementos em separado não atende este conceito.
  • 29.
    Sistemas - Conceito Inputs Sistema Outputs (Cliente) Materiais Produto Energia ou serviço Informação Abordagem da Insumos ISO-9000 :2000 Custos Faturamento
  • 30.
    ELEMENTOS DE UMSISTEMA Entradas Processo Saídas (Inputs) de (outputs) Transformação Entropia (Perda) Retroalimentação Objetivos
  • 31.
    Conceito de entropia É uma lei universal da natureza, na qual todas as formas de vida se movem para a desorganização e a morte” Entropia de um sistema pode ser considerada como perda. Entropia positiva (+) é má (perda), por definição Entropia negativa (-) é boa (não perda)
  • 32.
    COMPONENTES DE UMSISTEMA • Os Objetivos; • As Entradas; • O Processo de Transformação; •As Saídas; •Os Controles e avaliação do Sistema;
  • 33.
    COMPONENTES DE UMSISTEMA • Os Objetivos; -dos usuários -do próprio sistema Razão da existência, a finalidade da criação
  • 34.
    COMPONENTES DE UMSISTEMA • As Entradas: • Forças: • Material • Informação • energia
  • 35.
    COMPONENTES DE UMSISTEMA • O Processo de Transformação: – Função que possibilita a transformação dos elementos de entrada – Considera-se a entropia
  • 36.
    COMPONENTES DE UMSISTEMA • As Saídas: – Resultados dos processos de transformação; – As finalidades para que se uniram os: • Objetivos; • Atributos e • Relações do sistema.
  • 37.
    COMPONENTES DE UMSISTEMA • Os Controles e avaliações do Sistema: – Verificar as saídas – Desempenho do sistema: • Indicadores ou padrão
  • 38.
    COMPONENTES DE UMSISTEMA • A Retroalimentação (ou realimentação ou feedback): – Reintrodução de uma saída na forma de informação; – Processo de comunicação; reage e incorpora ao sistema; – Resultado da divergência verificada (respostas do sistema e parâmetros); – Objetivo de tornar o sistema auto regulado.

Notas do Editor

  • #23 Therblig é o nome de um conjunto de movimento s fundamentais necessários para o trabalhador executar operações em tarefas manuais.