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O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
PARIS 1861
2/22
Capítulo XX: Influência moral do médium
Capítulo XXI: Influência do meio
Capítulo XXII: Da mediunidade nos animais
Capítulo XXIII: Da obsessão
Capítulo XXIV: Identidade dos espíritos
Capítulo XXV: Das evocações
Capítulo XXVI: Perguntas que se podem fazer
Capítulo XXVII: Contradições e mistificações
Capítulo XXVIII: Charlatanismo e prestidigitação
Capítulo XXIX: Reuniões e sociedade
Capítulo XXX: Regulamento
Capítulo XXXI: Dissertações espíritas
Sumário de “O livro dos médiuns”Sumário de “O livro dos médiuns”
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 A questão da identidade dos Espíritos é uma
das mais controvertidas, mesmo entre os
adeptos do Espiritismo. Porque os Espíritos
de fato não trazem nenhum documento de
identificação e sabe-se com que facilidade
alguns deles usam nomes emprestados. Esta
é, portanto, depois obsessão, uma das
maiores dificuldades da prática espírita.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Devemos julgar as comunicações pelo seu
conteudo e não pelas palavras bonitas e
nomes pomposos na assinatura;
 Há sem dúvida a objeção de que um
Espírito que tomasse nome suposto, mesmo
com mensagens boas, não deixaria de
cometer uma fraude e por isso não poderia
ser bom;
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 A identidade é muito mais fácil de constatar
quando se trata de Espíritos contemporâneos,
cujos hábitos e caráter são conhecidos.
Porque são precisamente esses hábitos, de
que ainda não tiveram tempo de se livrar
totalmente, que nos permitem reconhecê-los.
E digamos logo que são eles um dos sinais
mais certos de identidade.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Pode-se também colocar entre as provas de
identidade a semelhança de caligrafia. Mas
nem todos os médiuns podem obter esse
resultado e mesmo assim não representa uma
garantia suficiente. Há falsários no mundo dos
Espíritos, como no nosso.
 Da mesma forma que pode-se imitar a
caligrafia, também poderia ser imitada a
linguagem utilizada por um espírito.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Temos visto os que tomam afrontosamente
o nome do Cristo e para melhor enganar
imitam o estilo evangélico excedendo-se nas
expressões mais conhecidas: em verdade, em
verdade vos digo. Mas quando se estuda o
texto sem se deixar influenciar, perscrutando o
fundo dos pensamentos e o alcance das
expressões, vendo-se ao lado das belas
máximas de caridade recomendações pueris e
ridículas
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Muitos médiuns reconhecem os Espíritos
bons e maus pela sensação agradável ou
penosa que experimentam. Isto é correto?
— Quando o Espírito é feliz, seu estado é
tranquilo, calmo; quando é infeliz, é agitado,
febril e essa agitação se transmite ao sistema
nervoso do médium. Aliás, é assim. com o
homem na Terra: nos sentimos bem na
presença dos bons e incomodados com os
maus.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Podemos resumir os meios de reconhecer a
qualidade dos Espíritos nos princípios abaixo:
 Não há outro critério para se discernir o
valor dos Espíritos senão o bom senso.
 Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e
as seus sentimentos que eles inspiram;
 A linguagem dos Espíritos superiores é
sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer
mistura de trivialidade.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Não devemos julgar os Espíritos pelo
aspecto formal e a correção do seu estilo, mas
sondar-lhes o íntimo, o conteúdo.
 Os Espíritos bons só dizem o que sabem,
calando-se ou confessando a sua ignorância
sobre o que não sabem.
 Os Espíritos superiores se exprimem de
maneira simples, sem prolixidade. Seu estilo é
sempre conciso.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Os Espíritos levianos são ainda
reconhecidos pela facilidade com que
predizem o futuro e se referem com precisão a
fatos materiais que não podemos conhecer.
Os Espíritos bons podem fazer-nos pressentir
as coisas futuras, quando esse conhecimento
for útil, mas jamais precisam as datas. Todo
anúncio de acontecimento para uma época
certa é indício de mistificação
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Os Espíritos bons jamais dão ordens: não
querem impor-se, apenas aconselham e se não
forem ouvidos se retiram.
 Os Espíritos bons não fazem lisonjas.
Aprovam o bem, mas sempre de maneira
prudente. Os maus exageram nos elogios,
excitam o orgulho e a vaidade, embora falem de
humildade, e procuram exaltar a importância
pessoal daqueles que desejam conquistar.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Os Espíritos bons são também
reconhecfveis pela sua prudente reserva no
tocante às coisas que possam comprometer-
nos. Repugna-lhes desvendar o mal. Os
Espíritos levianos ou malfazejos gostam de
expô-lo. Enquanto os bons procuram abrandar
os erros e pregam a indulgência, os maus os
exageram e sopram a discórdia por meio de
pérfidas insinuações.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Não basta que um Espírito tenha sido na um
grande homem para possuir a soberana ciência.
Só a virtude pode, purificando-o, aproximá-lo de
Deus e ampliar os seus conhecimentos.
 Os Espíritos que na Terra, tinham uma
preocupação exclusiva, material ou moral, se
ainda não conseguiram libertar-se da influência
da matéria continuam dominados pelas idéias
terrenas, com os preconceitos, as predileções e
até mesmo das manias que tiveram aqui.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 Estudando-se com atenção o caráter dos
Espíritos que se manifestam, sobretudo sob o
aspecto moral, reconhece-se a sua condição e
o grau de confiança que devem merecer. O bom
senso não se enganará.
 Para julgar os Espíritos, como para julgar os
homens, é necesário antes saber julgar-se a si
mesmo. Há infelizmente gente que toma a sua
própria opinião por medida exclusiva do bem e
do mal, do verdadeiro e do falso.
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos

“Muitos entendem que não devemos importar-
nos com as mistificações, pois a verdade acaba
prevalecendo. Kardec toca o nó da questão ao
advertir que estes embustes entravam a marcha
do Espiritismo e prejudicam a atividade dos
médiuns, perturbando-lhes o discernimento
necessário ao cumprimento de suas missões.
Dever dos espíritas, portanto, é combater as
mistificações. Esse é o bom combate de que
falava o apóstolo Paulo” - Herculano Pires
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Cap. XXIV – Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos
 E a estória que o Chico teria deixado um código
a 3 pessoas para atestar as suas mensagens?
 OLM Certos Espíritos disseram possuir
sinais gráficos inimitáveis, espécies de selos
pelos quais se pode reconhecer e constatar a sua
identidade. Isso é verdade?
— Os Espíritos superiores só possuem como
sinais de sua identidade a elevação de suas
idéias e de sua linguagem. Qualquer Espírito
pode imitar um sinal material.
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Cap. XXV – Das evocaçõesCap. XXV – Das evocações
 Os Espíritos podem comunicar-se
espontaneamente ou serem evocados. Essas
duas maneiras de agir têm as suas vantagens
 As comunicações espontâneas não têm
nenhum inconveniente quando controlamos os
Espíritos e temos a certeza de não deixar que
os maus venham a dominar.
 Quando se quer comunicar com um Espírito
determinado é absolutamente necessário
evocá-lo
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Cap. XXV – Das evocaçõesCap. XXV – Das evocações
 Podemos evocar todos os Espíritos, seja
qual for o grau da escala a que pertençam: os
bons e os maus, os que deixaram
recentemente a vida e os que viveram nas
épocas mais distantes.
 Mas isso não quer dizer que eles sempre
queiram ou possam atender ao nosso apelo.
 Eis a grande dificuldade das evocações.
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Cap. XXV – Das evocaçõesCap. XXV – Das evocações
 A prática atual das reuniões espíritas, não
se utiliza muito das evocações, mas não
existe nenhuma condenação, para as duas
formas de recepcionarmos os espíritos, seja a
expontânea ou a evocada, Kardec expões os
prós e contras de cada método;
 Mais do que chamados verbais, os espíritos
atendem ao nosso chamado pelo
pensamento.
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Capítulo XX: Influência moral do médium
Capítulo XXI: Influência do meio
Capítulo XXII: Da mediunidade nos animais
Capítulo XXIII: Da obsessão
Capítulo XXIV: Identidade dos espíritos
Capítulo XXV: Das evocações
Capítulo XXVI: Perguntas que se podem fazer
Capítulo XXVII: Contradições e mistificações
Capítulo XXVIII: Charlatanismo e prestidigitação
Capítulo XXIX: Reuniões e sociedade
Capítulo XXX: Regulamento
Capítulo XXXI: Dissertações espíritas
Sumário de “O livro dos médiuns”Sumário de “O livro dos médiuns”
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“A ignorância jamaisA ignorância jamais
imitará o verdadeiro saber,imitará o verdadeiro saber,
como jamais o vício imitarácomo jamais o vício imitará
a verdadeira virtude.a verdadeira virtude.”
Allan Kardec

Olm 101020-identidade dos espíritos-das evocações

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    1/22 O LIVRO DOSMÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS PARIS 1861
  • 2.
    2/22 Capítulo XX: Influênciamoral do médium Capítulo XXI: Influência do meio Capítulo XXII: Da mediunidade nos animais Capítulo XXIII: Da obsessão Capítulo XXIV: Identidade dos espíritos Capítulo XXV: Das evocações Capítulo XXVI: Perguntas que se podem fazer Capítulo XXVII: Contradições e mistificações Capítulo XXVIII: Charlatanismo e prestidigitação Capítulo XXIX: Reuniões e sociedade Capítulo XXX: Regulamento Capítulo XXXI: Dissertações espíritas Sumário de “O livro dos médiuns”Sumário de “O livro dos médiuns” O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 3.
    3/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  A questão da identidade dos Espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do Espiritismo. Porque os Espíritos de fato não trazem nenhum documento de identificação e sabe-se com que facilidade alguns deles usam nomes emprestados. Esta é, portanto, depois obsessão, uma das maiores dificuldades da prática espírita. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 4.
    4/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Devemos julgar as comunicações pelo seu conteudo e não pelas palavras bonitas e nomes pomposos na assinatura;  Há sem dúvida a objeção de que um Espírito que tomasse nome suposto, mesmo com mensagens boas, não deixaria de cometer uma fraude e por isso não poderia ser bom; O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 5.
    5/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  A identidade é muito mais fácil de constatar quando se trata de Espíritos contemporâneos, cujos hábitos e caráter são conhecidos. Porque são precisamente esses hábitos, de que ainda não tiveram tempo de se livrar totalmente, que nos permitem reconhecê-los. E digamos logo que são eles um dos sinais mais certos de identidade. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 6.
    6/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Pode-se também colocar entre as provas de identidade a semelhança de caligrafia. Mas nem todos os médiuns podem obter esse resultado e mesmo assim não representa uma garantia suficiente. Há falsários no mundo dos Espíritos, como no nosso.  Da mesma forma que pode-se imitar a caligrafia, também poderia ser imitada a linguagem utilizada por um espírito. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 7.
    7/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Temos visto os que tomam afrontosamente o nome do Cristo e para melhor enganar imitam o estilo evangélico excedendo-se nas expressões mais conhecidas: em verdade, em verdade vos digo. Mas quando se estuda o texto sem se deixar influenciar, perscrutando o fundo dos pensamentos e o alcance das expressões, vendo-se ao lado das belas máximas de caridade recomendações pueris e ridículas O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 8.
    8/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Muitos médiuns reconhecem os Espíritos bons e maus pela sensação agradável ou penosa que experimentam. Isto é correto? — Quando o Espírito é feliz, seu estado é tranquilo, calmo; quando é infeliz, é agitado, febril e essa agitação se transmite ao sistema nervoso do médium. Aliás, é assim. com o homem na Terra: nos sentimos bem na presença dos bons e incomodados com os maus. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 9.
    9/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Podemos resumir os meios de reconhecer a qualidade dos Espíritos nos princípios abaixo:  Não há outro critério para se discernir o valor dos Espíritos senão o bom senso.  Julgamos os Espíritos pela sua linguagem e as seus sentimentos que eles inspiram;  A linguagem dos Espíritos superiores é sempre digna, elevada, nobre, sem qualquer mistura de trivialidade. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 10.
    10/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Não devemos julgar os Espíritos pelo aspecto formal e a correção do seu estilo, mas sondar-lhes o íntimo, o conteúdo.  Os Espíritos bons só dizem o que sabem, calando-se ou confessando a sua ignorância sobre o que não sabem.  Os Espíritos superiores se exprimem de maneira simples, sem prolixidade. Seu estilo é sempre conciso. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 11.
    11/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Os Espíritos levianos são ainda reconhecidos pela facilidade com que predizem o futuro e se referem com precisão a fatos materiais que não podemos conhecer. Os Espíritos bons podem fazer-nos pressentir as coisas futuras, quando esse conhecimento for útil, mas jamais precisam as datas. Todo anúncio de acontecimento para uma época certa é indício de mistificação O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 12.
    12/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Os Espíritos bons jamais dão ordens: não querem impor-se, apenas aconselham e se não forem ouvidos se retiram.  Os Espíritos bons não fazem lisonjas. Aprovam o bem, mas sempre de maneira prudente. Os maus exageram nos elogios, excitam o orgulho e a vaidade, embora falem de humildade, e procuram exaltar a importância pessoal daqueles que desejam conquistar. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 13.
    13/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Os Espíritos bons são também reconhecfveis pela sua prudente reserva no tocante às coisas que possam comprometer- nos. Repugna-lhes desvendar o mal. Os Espíritos levianos ou malfazejos gostam de expô-lo. Enquanto os bons procuram abrandar os erros e pregam a indulgência, os maus os exageram e sopram a discórdia por meio de pérfidas insinuações. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 14.
    14/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Não basta que um Espírito tenha sido na um grande homem para possuir a soberana ciência. Só a virtude pode, purificando-o, aproximá-lo de Deus e ampliar os seus conhecimentos.  Os Espíritos que na Terra, tinham uma preocupação exclusiva, material ou moral, se ainda não conseguiram libertar-se da influência da matéria continuam dominados pelas idéias terrenas, com os preconceitos, as predileções e até mesmo das manias que tiveram aqui. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 15.
    15/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  Estudando-se com atenção o caráter dos Espíritos que se manifestam, sobretudo sob o aspecto moral, reconhece-se a sua condição e o grau de confiança que devem merecer. O bom senso não se enganará.  Para julgar os Espíritos, como para julgar os homens, é necesário antes saber julgar-se a si mesmo. Há infelizmente gente que toma a sua própria opinião por medida exclusiva do bem e do mal, do verdadeiro e do falso. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 16.
    16/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  “Muitos entendem que não devemos importar- nos com as mistificações, pois a verdade acaba prevalecendo. Kardec toca o nó da questão ao advertir que estes embustes entravam a marcha do Espiritismo e prejudicam a atividade dos médiuns, perturbando-lhes o discernimento necessário ao cumprimento de suas missões. Dever dos espíritas, portanto, é combater as mistificações. Esse é o bom combate de que falava o apóstolo Paulo” - Herculano Pires O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 17.
    17/22 Cap. XXIV –Identidade dos espíritosCap. XXIV – Identidade dos espíritos  E a estória que o Chico teria deixado um código a 3 pessoas para atestar as suas mensagens?  OLM Certos Espíritos disseram possuir sinais gráficos inimitáveis, espécies de selos pelos quais se pode reconhecer e constatar a sua identidade. Isso é verdade? — Os Espíritos superiores só possuem como sinais de sua identidade a elevação de suas idéias e de sua linguagem. Qualquer Espírito pode imitar um sinal material. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 18.
    18/22 Cap. XXV –Das evocaçõesCap. XXV – Das evocações  Os Espíritos podem comunicar-se espontaneamente ou serem evocados. Essas duas maneiras de agir têm as suas vantagens  As comunicações espontâneas não têm nenhum inconveniente quando controlamos os Espíritos e temos a certeza de não deixar que os maus venham a dominar.  Quando se quer comunicar com um Espírito determinado é absolutamente necessário evocá-lo O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 19.
    19/22 Cap. XXV –Das evocaçõesCap. XXV – Das evocações  Podemos evocar todos os Espíritos, seja qual for o grau da escala a que pertençam: os bons e os maus, os que deixaram recentemente a vida e os que viveram nas épocas mais distantes.  Mas isso não quer dizer que eles sempre queiram ou possam atender ao nosso apelo.  Eis a grande dificuldade das evocações. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 20.
    20/22 Cap. XXV –Das evocaçõesCap. XXV – Das evocações  A prática atual das reuniões espíritas, não se utiliza muito das evocações, mas não existe nenhuma condenação, para as duas formas de recepcionarmos os espíritos, seja a expontânea ou a evocada, Kardec expões os prós e contras de cada método;  Mais do que chamados verbais, os espíritos atendem ao nosso chamado pelo pensamento. O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 21.
    21/22 Capítulo XX: Influênciamoral do médium Capítulo XXI: Influência do meio Capítulo XXII: Da mediunidade nos animais Capítulo XXIII: Da obsessão Capítulo XXIV: Identidade dos espíritos Capítulo XXV: Das evocações Capítulo XXVI: Perguntas que se podem fazer Capítulo XXVII: Contradições e mistificações Capítulo XXVIII: Charlatanismo e prestidigitação Capítulo XXIX: Reuniões e sociedade Capítulo XXX: Regulamento Capítulo XXXI: Dissertações espíritas Sumário de “O livro dos médiuns”Sumário de “O livro dos médiuns” O LIVRO DOS MÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS
  • 22.
    22/22 O LIVRO DOSMÉDIUNSO LIVRO DOS MÉDIUNS “A ignorância jamaisA ignorância jamais imitará o verdadeiro saber,imitará o verdadeiro saber, como jamais o vício imitarácomo jamais o vício imitará a verdadeira virtude.a verdadeira virtude.” Allan Kardec