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Bacias hidrográficas
Zonas costeiras
Zonas de vertente
2Professora Isabel Henriques
Capítulo 1 –
Ocupação antrópica
e problemas de
ordenamento
Capítulo 2 –
Processos e
materiais geológicos
importantes em
ambientes
terrestres
Capítulo 3 –
Exploração
sustentada de
recursos geológicos
Quais são os contributos da Geologia nas áreas da prevenção de riscos geológicos,
ordenamento do território, gestão de recursos e educação ambiental?
Quais são as consequências da
construção de barragens?
Teria sido possível reduzir e
acautelar as consequências das
grandes inundações registadas
nos arredores de Lisboa na
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edifícios e causaram vitimas?
Zonas costeiras – Ocupação
antrópica da faixa litoral
Zonas de vertente – Perigos
naturais e antrópicos
Quais as causas e
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movimentos em massa?
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possuam infra-estruturas?
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3Professora Isabel Henriques
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de organização do espaço biofísico,
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transformação de acordo com as
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superfície terrestre pelo Homem
com consequente modificação das
paisagens naturais.
4Professora Isabel Henriques
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Aumento do consumo de
recursos
Perturbações
excepcionalmente
numerosas, intensas e
rápidas no planeta Terra.
Os subsistemas terrestres
têm sido sujeitos a
profundas modificações
cujos impactes são ainda
pouco conhecidos.
5Professora Isabel Henriques
6Professora Isabel Henriques
Riscos geomórfológicos
 Bacias hidrográficas – erosão fluvial, cheias, exploração
de inertes, …
 Zonas costeiras – erosão costeira, pressão urbanística, …
 Zonas vertente – erosão das vertentes, movimento de
massas,…
7Professora Isabel Henriques
Professora Isabel Henriques 8
Bacias hidrográficas
Perfil transversal de um rio
Corte transversal do rio, em
determinada zona do seu percurso de
modo a permitir o estudo e análise dos
seus leitos.
Leito – espaço que pode ser ocupado
pelas águas do rio.
9Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
10Professora Isabel Henriques
Rio principal e
afluentes que drenam
uma determinada
região.
Área geográfica
ocupada por uma rede
hidrográfica.
Rede hidrográfica
Bacia hidrográfica
Bacias hidrográficas
11Professora Isabel Henriques
Também designado por planície
de inundação, correspondendo
a todo o espaço do vale
inundável em ocasiões de
cheia.
Leito de cheia
Canal definido pela circulação
de água e sedimentos em
situações normais.
Leito aparente
Bacias hidrográficas
12Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
13Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
14Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas do rio Tejo
15Professora Isabel Henriques
Percurso do rio Tejo
Comprimento 1.007 km
Nascente
Serra de Albarracín
(Espanha)
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nascente
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Débito médio (na foz) 444 m3/s
Foz Lisboa
Área da bacia 80.600 km2
Delta Estuário do Tejo
Afluentes
principais
Esq.: Guadiela, Algodor,
Gévalo, Ibor, Almonte,
Salor, Sever e Sorraia.
Dir.: Jarama, Guadarrama,
Alberche, Tiétar, Alagón,
Erges, Pônsul, Ocreza e
Zêzere.
País(es) da
bacia hidrográfica
Espanha
Portugal
16Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
do rio Tejo
Bacias hidrográficas
17Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
18Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
19Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
20Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
21Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
22Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
23Professora Isabel Henriques
Barragens do Rio Tejo
24Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
25Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
26Professora Isabel Henriques
Bacias hidrográficas
27Professora Isabel Henriques
Bacias
hidrográficas
28Professora Isabel Henriques
Padrão climático.
Dimensão e forma do leito.
Actividade humana (construção de barragens, infra-estruturas e
habitações na proximidade dos rios.
Impacte das cheias
Professora Isabel Henriques 29
Zonas costeiras
30Professora Isabel Henriques
31Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
32Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
33Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
34Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
35Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
Zonas costeiras
36Professora Isabel Henriques
Declive suave.
Composta
essencialmente por
material arenoso ou
cascalho.
Os fenómenos de
transporte, deposição e
abrasão marinha (erosão)
são intensos.
Praia
Linha de costa com
elevações abruptas.
Abrasão marinha muito
intensa na base da
arriba.
Arriba
Zonas costeiras
37Professora Isabel Henriques
38Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
39Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
Professora Isabel Henriques 40
Professora Isabel Henriques 41
Zonas costeiras
Professora Isabel Henriques 42
Professora Isabel Henriques 43
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Professora Isabel Henriques 47
Formas de deposição
Professora Isabel Henriques 48
Formas de deposição
Professora Isabel Henriques 49
Professora Isabel Henriques 50
Formas de deposição
Formas de deposição - Restinga
Professora Isabel Henriques 51
Formas de deposição - Tômbolo
Professora Isabel Henriques 52
Formas de deposição - Tômbolo
Professora Isabel Henriques 53
Formas de deposição - Tômbolo
Professora Isabel Henriques 54
Zonas costeiras
55Professora Isabel Henriques
 Transgressões
Costa de recuo ou de transgressão
marinha deve-se à ascensão de nível
do mar, subsidência do continente
Professora Isabel Henriques 56
 Regressões
Costa de avanço ou de regressão
marinha resulta da descida de
nível do mar, soerguimento do
continente.
Professora Isabel Henriques 57
SUBIDA DO NÍVEL MÉDIO DAS ÁGUAS DO MAR
Período interglaciário
Fusão do gelo e dos pólos e glaciares
Aumento do nível das águas
Transgressões
Professora Isabel Henriques
Recuo da costa
(Visto de terra)
58
Professora Isabel Henriques 59
DESCIDA DO NÍVEL MÉDIO DAS ÁGUAS DO MAR
Período glaciar
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Regressões
Avanço da costa
(Visto de terra)
Variações eustáticas:
Aquecimento da temperatura
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Expansão da água dos oceanos
Subida do nível das águas
entre 0,3 a 0,7 mm
60Professora Isabel Henriques
Variações eustáticas:
Durante um período
Glaciario
O gelo nas regiões polares e
glaciares aumenta
Descida do nível das águas
Regressão
61Professora Isabel Henriques
Regressão
 Quando a avanço do litoral ou da
linha de costa pode deixar
terraços marinhos ou terraços
fluviais.
 Os terraços marinhos constituem
plataformas planares e fornecem
indicações sobre o nível máximo do
mar e sobre as condições de
sedimentação.
 Estes aspetos são essenciais na
reconstituição das linhas de costa
ancestrais.
 Os terraços fluviais localizados nas
proximidades das planícies de
inundação atuais.
Professora Isabel Henriques 62
CONSEQUÊNCIAS DA REGRESSÃO MARINHA
Terraços Marinhos
 Quando a linha de costa regride pode deixar terraços
marinhos ou terraços fluviais.
 São plataformas planares e fornecem indicações sobre o
nível máximo do mar e sobre as condições de
sedimentação.
 Estes aspetos são essenciais na reconstituição das linhas de
costa ancestrais.
 Localizam-se na proximidade das planícies de inundação
atuais.
 Durante uma regressão marinha ocorre um abaixamento do
leito do rio, que se encaixa mais nos vales, deixando os
terraços fluviais a cotas superiores.
Professora Isabel Henriques 63
Atualmente, é possível observar,
em alguns locais, depósitos de
sedimentos formando terraços
marinhos ou fluviais, que
ocorrem a altitudes
relativamente elevadas quando
comparadas com o nível atual
do mar.
Por vezes, estes terraços
constituem paleoformas
(formas antigas) localizadas a
longa distância da linha de
costa.
Prova das regressões e
transgressões
64Professora Isabel Henriques
Terraços fluviais
Terraços marinhos
Professora Isabel Henriques 65
Subida do nível do mar
Zero fluxo de
sedimentos
Subida do nível do mar
Baixo fluxo de
sedimentos
Aumento do nível do
mar, aumenta a
sedimentação.
Subida do nível do mar,
aumenta o fluxo de
sedimento
Professora Isabel Henriques 66
Praia Zona costa Plataforma aberta
Transgressão resulta um empilhamento de sedimentos padrão
Transgressão Subida do mar com recuo do litoral e mudanças de fácies
Regressão - Descida do mar com avanço do litoral e mudanças de fácies
Regressão resulta um empilhamento de sedimentos padrão
Professora Isabel Henriques 67
 Transgressão
Subida do nível médio da
água dos oceanos, que pode
resultar do degelo acentuado
(transgressão glácio-
eustática) ou subsidência da
bacia sedimentar.
Professora Isabel Henriques 68
Recuo do litoral ou da linha de costa
 Regressão
Descida do nível médio da
água dos oceanos, que pode
resultar da acumulação de
gelo nos glaciares (regressão
glácio-eustática ou da
atividade tectónica).
Professora Isabel Henriques 69
Avanço do litoral ou da linha de costa
Estudo de sequências de estratos
Estabelecer os períodos de subida e descida do
nível do mar
Desta forma podemos relacionar as variações da linha de
costa com períodos glaciações e inter-glaciações.
Torna possível
Regressões
70Professora Isabel Henriques
Transgressões
Transgressão
 O nível dos oceanos sobe e a
costa migra para o interior
(recuo do litoral) do continente.
 Os sedimentos que formavam a
praia passam a ser cobertos por
sedimentos mais finos,
depositados em ambientes de
água mais profunda.
 A sequência estratigráfica onde
na base temos sedimentos mais
grosseiros, e sedimentos mais
finos no topo sequência positiva,
revelando a deposição em
ambiente marinho
sucessivamente mais profundo.
Professora Isabel Henriques 71
Recuo do litoral ou da linha de costa
Transgressão
 Ocorre quando o nível do mar
sobe e inunda um continente
lentamente, movendo-se do
litoral para o interior, até que
finalmente toda a terra
desaparece debaixo de água.
 Este fenómeno geológico pode
ser causada por o afundamento
lento do continente ou através
de um aumento do nível do mar .
Professora Isabel Henriques 72
Recuo do litoral ou da linha de costa
Quando o mar invade a terra
A sedimentação nas zonas costeiras
Ocorre
Base: depositam-se grão mais grosseiros
(Calhaus, seixos e areias grossas)
Topo:  depositam-se os grãos mais finos
(Areias finas, silte ou limo e argilas)
Sequência Transgressiva Marinha
ou Positiva
73Professora Isabel Henriques
Recuo do litoral ou da linha de costa
Variações eustáticas:
Durante um período
Inter-glaciario
O gelo nas regiões polares e
glaciares sofre fusão
Aumento do nível das águas
Transgressão
74Professora Isabel Henriques
Regressão
 O nível dos oceanos desce, a
plataforma continental pode
ficar exposta e a avanço do
litoral no sentido do oceano.
 Os sedimentos mais
grosseiros passam a
depositar-se por cima de
sedimentos mais finos
sequência negativa,
indicando uma mudança para
ambientes de deposição
aquáticos menos profundos.
Professora Isabel Henriques 75
Avanço do litoral ou da linha de costa
Regressão
 Ocorre a retirada gradual das
águas que cobrem um
continente, que está
emergindo lentamente para
atender toda a superfície da
terra submersa acima exposto
a fenómenos de erosão.
 Este fenómeno geológico pode
ser produzido por uma
dobragem orogênica, com a
consequente elevação do
fundo do mar camadas, ou por
uma diminuição do nível do
mar.
Professora Isabel Henriques 76
Avanço do litoral ou da linha de costa
Quando o mar se retira do continente
A sedimentação nas zonas costeiras
Ocorre
Base:  depositam-se os grãos mais finos
(Areias finas, silte ou limo e argilas)
Topo: depositam-se grão mais grosseiros
(Calhaus, seixos e areias grossas)
Sequência Regressiva Marinha
ou Negativa
77Professora Isabel Henriques
Avanço do litoral ou da linha de costa
 Regressões e transgressões
Uma regressão marinha (A) é o nome que se dá quando o mar recua.
Uma transgressão marinha (B) quando o mar avança sobre a costa.
TRANSGRESSÃO MARINHA OU POSITIVA
Quando o mar invade a terra, a sedimentação nas zonas costeiras ocorre de forma
a que:
o Na base depositem-se os grãos mais grosseiros (calhaus, seixos e areias grossas)
o No topo depositem-se os grãos mais finos (areias finas, silte e argilas).
o Esta sequência de deposição constitui uma sequência transgressiva marinha ou
positiva.
REGRESSÃO MARINHA OU NEGATIVA
Quando o mar se retira do continente, a sedimentação nas zonas costeiras dá- se
de forma a que:
o Na base depositem-se os grãos mais finos (areias finas, silte, argila).
o No topo depositem-se os grãos mais grosseiros (calhaus, seixos e areias grossas).
o Esta sequência de deposição constitui uma sequência transgressiva marinha ou
negativa.
Professora Isabel Henriques 78
 Regressões e transgressões
Professora Isabel Henriques 79
 Regressões e transgressões
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Professora Isabel Henriques 80
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Recuo do litoral
ou da linha de costa
Avanço do litoral
ou da linha de costa
Zonas costeiras
82Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
83Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
84Professora Isabel Henriques
Função das correntes
oceânicas (influenciadas
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Depende em forte
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Tipo de praia
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Actividade humana
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Zonas costeiras
85Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
86Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
87Professora Isabel Henriques
Construção de infra-estruturas, como por exemplo os esporões, os
quebra-mar e os paredões que afectam a dinâmica costeira.
Impactes antrópicos
Riscos associado às zonas costeiras
Professora Isabel Henriques 88
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5013
Riscos associado às zonas costeiras
Professora Isabel Henriques 89
Riscos associado às zonas costeiras
Professora Isabel Henriques 90
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Riscos associado às zonas costeiras
Professora Isabel Henriques 91
Zonas costeiras
92Professora Isabel Henriques
Riscos associado às zonas costeiras
Medidas de prevenção:
 Obras de engenharia
 Retirada estratégica
 Estabilização de arribas
 Alimentação artificial das praias com inertes
 Recuperação das dunas
Professora Isabel Henriques 93
Riscos associado às zonas costeiras
Medidas de prevenção:
Professora Isabel Henriques 94
Riscos associado às zonas costeiras
Medidas de prevenção:
Professora Isabel Henriques 95
Zonas costeiras
96Professora Isabel Henriques
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97Professora Isabel Henriques
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98Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras - Esporão
99Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
100Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras - costeiras - Enrrocamento
101Professora Isabel Henriques
Zonas costeiras
102Professora Isabel Henriques
Riscos associado às zonas costeiras
Retirada estratégica
Desocupar a faixa costeira que previsivelmente virá a ser
perturbada nas próximas décadas, transferindo para local
seguro as construções mais importantes e destruindo as menos
importantes.
Professora Isabel Henriques 103
Riscos associado às zonas costeiras
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Professora Isabel Henriques 104
Riscos associado às zonas costeiras
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Professora Isabel Henriques 105
Riscos associado às zonas costeiras
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Professora Isabel Henriques 106
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Zonas vertente
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Zonas vertente
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Zonas vertente
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Zonas vertente
129Professora Isabel Henriques
Processos pelos quais massas
de material rochoso,
frequentemente misturado
com água, são transportadas
ao longo de vertentes, sob o
efeito da gravidade.
Movimentos em massa
São importantes modeladores
do relevo.
Causados por:
• sismos.
• erosão costeira.
• precipitação intensa.
• cheias.
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Zonas vertente
130Professora Isabel Henriques
Dependem:
• Propriedades litológicas
das
vertentes.
• Declive.
• Teor de água.
• Posição do estratos
(estabilidade e
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dos estratos).
Movimentos em massa
Zonas vertente
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150Professora Isabel Henriques
Disciplina de Biologia e
Geologia
11º Ano
Professora: Isabel
Henriques
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