UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI – URCA
DISCIPLINA: ECONOMIA REGIONAL E URBANA
EQUIPE: ALAYANNA DARLLY
HADASSA JORGE
STHEFANY CARDOSO
OBRAS DO VLT ( PARANGABA E
MUCURIPE) – REMOÇÕES E
REASSENTAMENTO
VLT: Esta sigla refere-se a um "Veículo Leve sobre
Trilhos", que é um pequeno trem urbano e movido a
eletricidade. Seu tamanho permite que sua estrutura de
trilhos se encaixe no meio urbano existente. O VLT é uma
espécie de Metrô de Superfície, ou mesmo um "bonde"
moderno tornando-se alternativa de transportes em cidades
como Campinas, Maceió e Recife ou entre cidades de
médio porte como o Trem do Cariri entre Crato e Juazeiro
do Norte, e Arapiraca.
VLT NA CIDADE DE SÃO PAULO
O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que circula entre as cidades
de Santos e São Vicente, no litoral de São Paulo, já está operando
comercialmente. Os passageiros precisam pagar R$ 3,80 para usar o
transporte.
Inicialmente, a viagem pode ser feita entre as estações Mascarenhas
de Moraes, em São Vicente, e a avenida Pinheiro Machado, em
Santos.
Além do trecho que já está em operação, as obras das novas estações
continuam em Santos. Por conta disso, haverá interdição. A avenida
Francisco Glicério será parcialmente interditada para construção da
Estação Washington Luís.
VLT NA CIDADE DE RIO DE JANEIRO
O VLT está chegando ao Rio para facilitar a vida de todo carioca e
integrar o plano de mobilidade da Prefeitura do Rio para a cidade.
Com ele você acessará com maior rapidez e comodidade as
principais regiões do Centro e Região Portuária, por meio de uma
rede com aproximadamente 28 quilômetros de extensão. Um jeito
prático, moderno e confortável de se locomover.
O VLT Carioca funcionará 24 horas, sete dias por semana, e terá
integração total com o Aeroporto Santos Dumont, barcas, trens,
metrô, ônibus e BRTs. Assim, se deslocar pela cidade vai ficar ainda
mais fácil e o seu dia vai render muito mais.
Além da mobilidade urbana, o carioca passa a contar com um transporte de
qualidade ecologicamente correto, trazendo desenvolvimento econômico e
ambiental para a cidade. Com a revitalização da Região Portuária, novos
imóveis residenciais e comerciais criarão empregos e gerarão renda.
Vale lembrar que a implantação do VLT tem um custo em longo prazo
menor que outros meios de transporte sobre trilhos e, por ser um veículo
não poluente, gera retorno também em qualidade de vida para todos nós.
VLT NA CIDADE DE CUIABÁ
Iniciadas em 2012 e paradas desde o final de 2014, as obras de
implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na região
metropolitana de Cuiabá podem ser concluídas - caso todos os esforços
derem certo - em um prazo de 19 meses entre a assinatura da ordem de
serviço para a retomada dos trabalhos e a fase de testes do novo sistema
de metrô de superfície.
É o que sugere cronograma apresentado pela empresa de consultoria
KPMG em relatório parcial de auditoria entregue à Justiça Federal em
janeiro e divulgado na íntegra pela Secretaria estadual de Cidades
(Secid) no último sábado (27).
A empresa foi contratada mediante autorização judicial para avaliar
a viabilidade de retomada do contrato de R$ 1,477 bilhão para as
obras do VLT, atualmente suspensas devido a um processo em
andamento na Justiça Federal envolvendo o estado e o consórcio de
empreiteiras responsáveis pelas obras. Enquanto o contrato entre as
partes segue judicializado, ainda não há data prevista para a
retomada dos trabalhos.
Entretanto, considerando apenas o aspecto físico do
empreendimento, o relatório da KPMG aponta que, caso o estado
consiga solucionar junto ao Consórcio VLT as pendências
referentes a desapropriações, é viável conduzir em 19 meses os
trabalhos de engenharia, desde que executados paralelamente em
todas as frentes de intervenção para a implantação do metrô de
superfície.
VLT NA CIDADE DE SALVADOR
Os trens que ligam os bairros do Subúrbio Ferroviário à Calçada,
em Salvador, irão dar lugar ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).
Em entrevista ao G1, o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster,
antecipou que a autorização de licitação das obras será assinada em
14 de agosto, com aporte de verbas estimado em R$ 1,1 bilhão.
Conforme o secretário, diante da crise na economia nacional, o valor
será dividido pela metade entre os governos estadual e federal.
“Com a crise fiscal, corria o risco de atraso se o estado não
assumisse”, disse. A presidente Dilma Rousseff foi convidada para
participar da cerimônia de publicação do edital de licitação, mas a
Casa Civil ainda aguarda resposta do Planalto.
Atualmente, os trens de Salvador ligam o bairro de Paripe à Calçada,
num percurso de 13,6 km. Com o novo modal de transporte, o
sistema será ampliado e se estenderá entre a Avenida São Luiz, em
Paripe, e o bairro Comércio. São 4,9 km a mais de trilhos, que,
integrados aos existentes, farão o VLT percorrer um total de 18,5 km.
Dauster detalhou que o projeto será dividido em duas etapas:
Na primeira etapa das intervenções, entre Comércio e Plataforma, o
secretário da Casa Civil apontou a criação de quatro novas paradas,
além das estações já existentes: São Joaquim, Porto, Avenida da
França e Comércio. Na segunda etapa, estão previstas novas paradas
na Baixa do Fiscal, Viaduto Suburbana, União, São João e São Luiz
de Paripe.
O estado estima que, diante das intervenções, a média diária de
público que utiliza o transporte sobre trilho suba de 15 mil para
150 mil. Embora ainda sem licitação, o estado espera que o
VLT se estenda do Comércio para a Lapa.
VLT NA CIDADE DE JUAZEIRO DO
NORTE
O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do cariri está
funcionando plenamente. Usuários que já são acostumados
com o transporte, hoje mais barato que o ônibus, para fazer a
linha entre Juazeiro do Norte e Crato reclamam da situação
e dizem se sentir prejudicados , porque segundo eles , o trem
circula raramente.
O projeto é considerado de grande relevância social por
beneficiar a camada da população de renda mais baixa.
Uma antiga expectativa dos usuários, prometida no inicio do
projeto, é de que a linha do Metrô fosse ampliada, com a
construção de mais estações, para bairros mais afetados nos
dois municípios e até para outras cidades da região
metropolitana do Cariri.
O metrô do Cariri tem uma extensão total de 13,9km, ligando
os municípios de Crato e Juazeiro do Norte. O trecho adotado é
o mesmo do antigo ramal ferroviário do Crato, utilizado pela
rede Ferroviária Federal S.A (RFFSA), até o inicio dos anos
1980.
VLT EM BRASÍLIA
Tem como objetivos desafogar o fluxo de veículos, e
incrementar o sistema público de transporte da região. O
sistema será operado pela Companhia do Metropolitano do
Distrito Federal (Metrô-DF). O Projeto completo tem como
intuito ligar o Aeroporto de Brasília ao Terminal da Asa
Norte, através da via W3, e também ligará todo Eixo
Monumental. As obras, porém, encontram-se paralisadas.
VLT EM GOIÂNIA
O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) proporcionará mais
rapidez e comodidade no deslocamento ao longo do Eixo
Anhanguera. Serão 13,6 quilômetros que ligarão os
extremos oeste e leste da capital.
O trânsito terá maior fluidez. Cada viagem do VLT equivale
à retirada de oito ônibus comuns ou 300 carros das ruas.
Movido à energia elétrica, o veículo também contribuirá
com a redução de poluentes.
Todo o trecho por onde os trens passarão será revitalizado,
valorizando a paisagem da capital com novas calçadas, faixas
para carros, sistema de drenagem, paisagismo, iluminação e
mobiliário urbano.
A população terá mais conforto e segurança para suas viagens.
Os terminais de integração e as estações terão rampas de
acessibilidade e todos os trens terão ar-condicionado.
VLT NA CIDADE DE FORTALEZA
A Secretaria da Infraestrutura do Estado do Ceará (Seinfra)
concluiu nesta sexta-feira (24) a fase de recebimento de
propostas para a retomada das obras do Veículo Leve sobre
Trilhos (VLT) de Fortaleza, que vai ligar os bairros Parangaba e
Mucuripe. A obra havia sido prometida para a Copa do Mundo,
em junho de 2014, e foi suspensa por atrasos da empresa
responsável.
A obra foi dividida em três lotes:
Os serviços do primeiro trecho, referentes à passagem na avenida
Borges de Melo, estão orçados em 26,8 milhões milhões.
O segundo trecho – Estação Borges de Melo à Estação Parangaba e
o centro de manutenção, está orçado em R$ 48,3 milhões.
a terceira licitação tem valor de R$ 100 milhões e compreende o
trecho entre a Estação Iate à Estação Borges de Melo.
Os recursos para as obras são da Caixa Econômica Federal e os
trabalhos devem ficar prontos num prazo de 12 meses a partir da
assinatura da Ordem de Serviço, exceção para os serviços do
terceiro trecho, fixado em 18 meses.
“Nosso interesse não é ter simplesmente a obra pronta, mas
funcionando o mais rápido possível. Portanto, tudo que for
necessário para que essa obra transcorra da melhor forma
possível, e que o serviço seja prestado sem nenhum tipo de
intercorrência, a gente colocou dentro desse processo”, afirma o
secretário da Infraestrutura, André Facó.
CINCO MIL MORADORES AFETADOS
PELO VLT
O despejo e o baixo valor das indenizações não são os únicos
problemas enfrentados pelos moradores dessas comunidades. A
promessa de receber um apartamento do Minha Casa, Minha
Vida, contrapartida do Estado às desapropriações, ainda não se
consolidou e, enquanto esperam pelo menos um ano para os
imóveis ficarem prontos, têm que se virar com um aluguel
social – que, depois de muita luta, passou de R$200,00 para R$
400,00.
Assim, quando conseguem driblar outros obstáculos, como a falta
de fiador – o próprio mercado desconfia das garantias oferecidas
pelo governo – o máximo que as famílias obtêm são quitinetes,
para abrigar quatro, cinco pessoas. E a situação só se agrava, já
que os próprios despejos pressionam o mercado imobiliário: afinal,
são cerca de 5 mil pessoas afetadas, segundo ação da Defensoria
Pública do Estado Ceará, ameaçadas pelas obras do VLT, muitas
procurando imóveis para alugar.
Os moradores também questionam a necessidade da obra e as
verdadeiras intenções do governo ao tirá-los de lá, como explica
Cássia: “Aqui o valor do metro quadrado é muito alto, a
especulação imobiliária é muito grande, então também penso
que seja por causa disso, por achar que nós não temos direito de
morar onde moramos. Com certeza estão querendo tirar a
população mais pobre para tentar valorizar a região, que nós
ajudamos a desenvolver”, diz Cássia.
Segundo a Matriz de Responsabilidades da Copa, o VLT custará
R$ 265,5 milhões, sendo R$ 170 milhões em verbas federais,
via Caixa Econômica Federal, destinados à obra, e R$ 95,5
milhões de investimentos do Tesouro estadual do Ceará para a
elaboração do projeto básico/executivo e para as
desapropriações.
No momento, dois processos questionam a obra na Justiça: um
movido pela Defensoria Pública do Estado desde 2011 na 9ª
Vara da Fazenda Pública de Fortaleza, e outro, mais recente,
movido pelo Ministério Público Federal, na 5ª Vara da Justiça
Federal no Ceará. O Tribunal de Contas do Estado do Ceará
também vem questionando em uma série de pareceres técnicos
o EIA-RIMA do projeto, classificado como “superficial e
incompleto”.
Obras VLT (Parangaba Mucuripe)

Obras VLT (Parangaba Mucuripe)

  • 1.
    UNIVERSIDADE REGIONAL DOCARIRI – URCA DISCIPLINA: ECONOMIA REGIONAL E URBANA EQUIPE: ALAYANNA DARLLY HADASSA JORGE STHEFANY CARDOSO OBRAS DO VLT ( PARANGABA E MUCURIPE) – REMOÇÕES E REASSENTAMENTO
  • 2.
    VLT: Esta siglarefere-se a um "Veículo Leve sobre Trilhos", que é um pequeno trem urbano e movido a eletricidade. Seu tamanho permite que sua estrutura de trilhos se encaixe no meio urbano existente. O VLT é uma espécie de Metrô de Superfície, ou mesmo um "bonde" moderno tornando-se alternativa de transportes em cidades como Campinas, Maceió e Recife ou entre cidades de médio porte como o Trem do Cariri entre Crato e Juazeiro do Norte, e Arapiraca.
  • 4.
    VLT NA CIDADEDE SÃO PAULO O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que circula entre as cidades de Santos e São Vicente, no litoral de São Paulo, já está operando comercialmente. Os passageiros precisam pagar R$ 3,80 para usar o transporte. Inicialmente, a viagem pode ser feita entre as estações Mascarenhas de Moraes, em São Vicente, e a avenida Pinheiro Machado, em Santos.
  • 5.
    Além do trechoque já está em operação, as obras das novas estações continuam em Santos. Por conta disso, haverá interdição. A avenida Francisco Glicério será parcialmente interditada para construção da Estação Washington Luís.
  • 7.
    VLT NA CIDADEDE RIO DE JANEIRO O VLT está chegando ao Rio para facilitar a vida de todo carioca e integrar o plano de mobilidade da Prefeitura do Rio para a cidade. Com ele você acessará com maior rapidez e comodidade as principais regiões do Centro e Região Portuária, por meio de uma rede com aproximadamente 28 quilômetros de extensão. Um jeito prático, moderno e confortável de se locomover. O VLT Carioca funcionará 24 horas, sete dias por semana, e terá integração total com o Aeroporto Santos Dumont, barcas, trens, metrô, ônibus e BRTs. Assim, se deslocar pela cidade vai ficar ainda mais fácil e o seu dia vai render muito mais.
  • 8.
    Além da mobilidadeurbana, o carioca passa a contar com um transporte de qualidade ecologicamente correto, trazendo desenvolvimento econômico e ambiental para a cidade. Com a revitalização da Região Portuária, novos imóveis residenciais e comerciais criarão empregos e gerarão renda. Vale lembrar que a implantação do VLT tem um custo em longo prazo menor que outros meios de transporte sobre trilhos e, por ser um veículo não poluente, gera retorno também em qualidade de vida para todos nós.
  • 10.
    VLT NA CIDADEDE CUIABÁ Iniciadas em 2012 e paradas desde o final de 2014, as obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na região metropolitana de Cuiabá podem ser concluídas - caso todos os esforços derem certo - em um prazo de 19 meses entre a assinatura da ordem de serviço para a retomada dos trabalhos e a fase de testes do novo sistema de metrô de superfície. É o que sugere cronograma apresentado pela empresa de consultoria KPMG em relatório parcial de auditoria entregue à Justiça Federal em janeiro e divulgado na íntegra pela Secretaria estadual de Cidades (Secid) no último sábado (27).
  • 11.
    A empresa foicontratada mediante autorização judicial para avaliar a viabilidade de retomada do contrato de R$ 1,477 bilhão para as obras do VLT, atualmente suspensas devido a um processo em andamento na Justiça Federal envolvendo o estado e o consórcio de empreiteiras responsáveis pelas obras. Enquanto o contrato entre as partes segue judicializado, ainda não há data prevista para a retomada dos trabalhos. Entretanto, considerando apenas o aspecto físico do empreendimento, o relatório da KPMG aponta que, caso o estado consiga solucionar junto ao Consórcio VLT as pendências referentes a desapropriações, é viável conduzir em 19 meses os trabalhos de engenharia, desde que executados paralelamente em todas as frentes de intervenção para a implantação do metrô de superfície.
  • 13.
    VLT NA CIDADEDE SALVADOR Os trens que ligam os bairros do Subúrbio Ferroviário à Calçada, em Salvador, irão dar lugar ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Em entrevista ao G1, o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, antecipou que a autorização de licitação das obras será assinada em 14 de agosto, com aporte de verbas estimado em R$ 1,1 bilhão. Conforme o secretário, diante da crise na economia nacional, o valor será dividido pela metade entre os governos estadual e federal. “Com a crise fiscal, corria o risco de atraso se o estado não assumisse”, disse. A presidente Dilma Rousseff foi convidada para participar da cerimônia de publicação do edital de licitação, mas a Casa Civil ainda aguarda resposta do Planalto.
  • 14.
    Atualmente, os trensde Salvador ligam o bairro de Paripe à Calçada, num percurso de 13,6 km. Com o novo modal de transporte, o sistema será ampliado e se estenderá entre a Avenida São Luiz, em Paripe, e o bairro Comércio. São 4,9 km a mais de trilhos, que, integrados aos existentes, farão o VLT percorrer um total de 18,5 km. Dauster detalhou que o projeto será dividido em duas etapas: Na primeira etapa das intervenções, entre Comércio e Plataforma, o secretário da Casa Civil apontou a criação de quatro novas paradas, além das estações já existentes: São Joaquim, Porto, Avenida da França e Comércio. Na segunda etapa, estão previstas novas paradas na Baixa do Fiscal, Viaduto Suburbana, União, São João e São Luiz de Paripe.
  • 15.
    O estado estimaque, diante das intervenções, a média diária de público que utiliza o transporte sobre trilho suba de 15 mil para 150 mil. Embora ainda sem licitação, o estado espera que o VLT se estenda do Comércio para a Lapa.
  • 17.
    VLT NA CIDADEDE JUAZEIRO DO NORTE O Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) do cariri está funcionando plenamente. Usuários que já são acostumados com o transporte, hoje mais barato que o ônibus, para fazer a linha entre Juazeiro do Norte e Crato reclamam da situação e dizem se sentir prejudicados , porque segundo eles , o trem circula raramente. O projeto é considerado de grande relevância social por beneficiar a camada da população de renda mais baixa.
  • 18.
    Uma antiga expectativados usuários, prometida no inicio do projeto, é de que a linha do Metrô fosse ampliada, com a construção de mais estações, para bairros mais afetados nos dois municípios e até para outras cidades da região metropolitana do Cariri. O metrô do Cariri tem uma extensão total de 13,9km, ligando os municípios de Crato e Juazeiro do Norte. O trecho adotado é o mesmo do antigo ramal ferroviário do Crato, utilizado pela rede Ferroviária Federal S.A (RFFSA), até o inicio dos anos 1980.
  • 20.
    VLT EM BRASÍLIA Temcomo objetivos desafogar o fluxo de veículos, e incrementar o sistema público de transporte da região. O sistema será operado pela Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF). O Projeto completo tem como intuito ligar o Aeroporto de Brasília ao Terminal da Asa Norte, através da via W3, e também ligará todo Eixo Monumental. As obras, porém, encontram-se paralisadas.
  • 22.
    VLT EM GOIÂNIA OVeículo Leve sobre Trilhos (VLT) proporcionará mais rapidez e comodidade no deslocamento ao longo do Eixo Anhanguera. Serão 13,6 quilômetros que ligarão os extremos oeste e leste da capital. O trânsito terá maior fluidez. Cada viagem do VLT equivale à retirada de oito ônibus comuns ou 300 carros das ruas. Movido à energia elétrica, o veículo também contribuirá com a redução de poluentes.
  • 23.
    Todo o trechopor onde os trens passarão será revitalizado, valorizando a paisagem da capital com novas calçadas, faixas para carros, sistema de drenagem, paisagismo, iluminação e mobiliário urbano. A população terá mais conforto e segurança para suas viagens. Os terminais de integração e as estações terão rampas de acessibilidade e todos os trens terão ar-condicionado.
  • 25.
    VLT NA CIDADEDE FORTALEZA A Secretaria da Infraestrutura do Estado do Ceará (Seinfra) concluiu nesta sexta-feira (24) a fase de recebimento de propostas para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Fortaleza, que vai ligar os bairros Parangaba e Mucuripe. A obra havia sido prometida para a Copa do Mundo, em junho de 2014, e foi suspensa por atrasos da empresa responsável.
  • 26.
    A obra foidividida em três lotes: Os serviços do primeiro trecho, referentes à passagem na avenida Borges de Melo, estão orçados em 26,8 milhões milhões. O segundo trecho – Estação Borges de Melo à Estação Parangaba e o centro de manutenção, está orçado em R$ 48,3 milhões. a terceira licitação tem valor de R$ 100 milhões e compreende o trecho entre a Estação Iate à Estação Borges de Melo.
  • 27.
    Os recursos paraas obras são da Caixa Econômica Federal e os trabalhos devem ficar prontos num prazo de 12 meses a partir da assinatura da Ordem de Serviço, exceção para os serviços do terceiro trecho, fixado em 18 meses. “Nosso interesse não é ter simplesmente a obra pronta, mas funcionando o mais rápido possível. Portanto, tudo que for necessário para que essa obra transcorra da melhor forma possível, e que o serviço seja prestado sem nenhum tipo de intercorrência, a gente colocou dentro desse processo”, afirma o secretário da Infraestrutura, André Facó.
  • 29.
    CINCO MIL MORADORESAFETADOS PELO VLT O despejo e o baixo valor das indenizações não são os únicos problemas enfrentados pelos moradores dessas comunidades. A promessa de receber um apartamento do Minha Casa, Minha Vida, contrapartida do Estado às desapropriações, ainda não se consolidou e, enquanto esperam pelo menos um ano para os imóveis ficarem prontos, têm que se virar com um aluguel social – que, depois de muita luta, passou de R$200,00 para R$ 400,00.
  • 30.
    Assim, quando conseguemdriblar outros obstáculos, como a falta de fiador – o próprio mercado desconfia das garantias oferecidas pelo governo – o máximo que as famílias obtêm são quitinetes, para abrigar quatro, cinco pessoas. E a situação só se agrava, já que os próprios despejos pressionam o mercado imobiliário: afinal, são cerca de 5 mil pessoas afetadas, segundo ação da Defensoria Pública do Estado Ceará, ameaçadas pelas obras do VLT, muitas procurando imóveis para alugar.
  • 31.
    Os moradores tambémquestionam a necessidade da obra e as verdadeiras intenções do governo ao tirá-los de lá, como explica Cássia: “Aqui o valor do metro quadrado é muito alto, a especulação imobiliária é muito grande, então também penso que seja por causa disso, por achar que nós não temos direito de morar onde moramos. Com certeza estão querendo tirar a população mais pobre para tentar valorizar a região, que nós ajudamos a desenvolver”, diz Cássia.
  • 33.
    Segundo a Matrizde Responsabilidades da Copa, o VLT custará R$ 265,5 milhões, sendo R$ 170 milhões em verbas federais, via Caixa Econômica Federal, destinados à obra, e R$ 95,5 milhões de investimentos do Tesouro estadual do Ceará para a elaboração do projeto básico/executivo e para as desapropriações. No momento, dois processos questionam a obra na Justiça: um movido pela Defensoria Pública do Estado desde 2011 na 9ª Vara da Fazenda Pública de Fortaleza, e outro, mais recente, movido pelo Ministério Público Federal, na 5ª Vara da Justiça Federal no Ceará. O Tribunal de Contas do Estado do Ceará também vem questionando em uma série de pareceres técnicos o EIA-RIMA do projeto, classificado como “superficial e incompleto”.