HISTÓRIA	DA	LITERATURA
Manoel	Neves
REALISMO
LINHAS	GERAIS	DA	PROSA	REALISTA
ANÁLISE	PSICOLÓGICA
Pôs-se	logo	a	tirar	o	chapéu	e	as	luvas,	assustada.	Daí	a	um	momento	ouviu	a	
cancela	 da	 rua	 bater	 com	 força.	 Veio	 ao	 quarto,	 viu	 o	 roupão	 de	 Luísa	
arremessado,	 a	 chapeleira	 tombada.	 Onde	 teria	 ido?	 Queixar-se	 à	 polícia?	
Procurar	 o	 marido?	 C’os	 diabos!	 Fora	 estúpida,	 com	 o	 gênio!	 Arrumou	
depressa	 o	 quarto;	 foi-se	 pôr	 a	 engomar,	 com	 o	 ouvido	 à	 escuta,	 muito	
arrependida.	Onde	diabo	teria	ido?	Devia	ter	cuidado!	Se	a	impelisse	a	fazer	
algum	despropósito,	quem	perdia?	Ela,	que	teria	de	sair	da	casa,	deixar	o	seu	
quarto	os	seus	regalos,	a	sua	posição!	Safa!	
QUEIRÓS,	Eça	de.	O	primo	Basílio.	Porto	Alegre:	L&PM,	2003.
Ele	tinha-lhe	tomado	a	mão,	repetia-lhe	as	mesmas	ternuras:	chamava-lhe	
“sua	pomba”,	“seu	ideal”.	E	pensava	baixo:	–	Estás	caída!
QUEIRÓS,	Eça	de.	O	primo	Basílio.	Porto	Alegre:	L&PM,	2003.
discurso	indireto	livre observação	das	ações	das	personagens
TIPIFICAÇÃO	SOCIAL
A	 necessidade	 de	 se	 constranger	 trouxe-lhe	 o	 hábito	 de	 odiar:	 odiou	
sobretudo	as	patroas,	com	um	ódio	irracional	e	pueril.	Tivera-as	ricas,	com	
palacetes,	e	pobres,	mulheres	de	empregados,	velhas	e	raparigas,	coléricas	e	
pacientes;	–	odiava-as	a	todas,	sem	diferença.	É	patroa	e	basta!	pela	mais	
simples	palavra,	pelo	ato	mais	trivial!	Se	as	via	sentadas:	–	Anda,	refestela-te,	
que	a	moura	trabalha!	Se	as	via	sair:	–	Vai-te,	a	negra	cá	fica	no	buraco!	Cada	
riso	 delas	 era	 uma	 ofensa	 à	 sua	 tristeza	 doentia;	 cada	 vestido	 novo	 uma	
afronta	ao	seu	velho	vestido	de	merino	tingido.	Detestava-as	na	alegria	dos	
filhos	e	nas	propriedades	da	casa.	Rogava-lhes	pragas.	Se	os	amos	tinham	
um	dia	de	contrariedade,	ou	via	as	caras	tristes,	cantarolava	todo	o	dia	em	
voz	de	falsete	a	Carta	adorada!
QUEIRÓS,	Eça	de.	O	primo	Basílio.	Porto	Alegre:	L&PM,	2003.
classes	médias	urbanas mecanismos	de	ascensão	social
SENSUALIDADE
Sentiu-se	 agarrado	 e	 acorrentado	 pelos	 braços	 de	 D.	 Severina.	 Nunca	 vira	
outros	 tão	 bonitos	 e	 tão	 frescos.	 A	 educação	 que	 tivera	 não	 lhe	 permitia	
encará-los	logo	abertamente,	parece	até	que	a	princípio	afastava	os	olhos,	
vexado.	 Encarou-os	 pouco	 a	 pouco,	 ao	 ver	 que	 eles	 não	 tinham	 outras	
mangas,	 e	 assim	 os	 foi	 descobrindo,	 mirando	 e	 amando.	 No	 fim	 de	 três	
semanas	 eram	 eles,	 moralmente	 falando,	 as	 suas	 tendas	 de	 repouso.	
Aguentava	 toda	 a	 trabalheira	 de	 fora	 toda	 a	 melancolia	 da	 solidão	 e	 do	
silêncio,	toda	a	grosseria	do	patrão,	pela	única	paga	de	ver,	três	vezes	por	
dia,	o	famoso	par	de	braços.
ASSIS,	Machado	de.	Uns	braços.	Disponível	em:	http://biblio.com.br.	Acesso	em:	28	dez.	2015.
temáticas	eróticas	e	sensuais tratamento	velado,	sutil
DESIDEALIZAÇÃO
Não	bonita,	nem	simpática	[...]	Dona	Evarista	reunia	condições	fisiológicas	e	
anatômicas	de	primeira	ordem,	digeria	com	facilidade,	dormia	regularmente,	
tinha	 bom	 pulso,	 e	 excelente	 vista;	 estava	 assim	 apta	 para	 dar-lhe	 filhos	
robustos,	 sãos	 e	 inteligentes.	 Se	 além	 dessas	 prendas,	 –	 únicas	 dignas	 da	
preocupação	de	um	sábio,	D.	Evarista	era	mal	composta	de	feições,	longe	de	
lastimá-lo,	agradecia-o	a	Deus,	porquanto	não	corria	o	risco	de	preterir	os	
interesses	da	ciência	na	contemplação	exclusiva,	miúda	e	vulgar	da	consorte.
ASSIS,	Machado	de.	O	alienista.	In.:	Papeis	avulsos.	Belo	Horizonte:	Itatiaia,	2005.
personagens	apresentadas	objetivamente verossimilhança
DESCRIÇÕES	DETALHADAS
Estavam	 umas	 grossas	 botas	 de	 montar,	 enlameadas,	 com	 esporas	 de	
correia;	 os	 sapatos	 brancos	 dum	 caçador;	 botas	 de	 proprietário,	 de	 altos	
canos	vermelhos;	as	botas	dum	padre,	altas,	com	a	sua	borla	de	retrós;	os	
botins	cambados,	de	bezerro,	de	um	estudante,	e	uma	das	portas,	o	número	
15,	havia	umas	botinas	de	mulher,	de	duraque,	pequeninas	e	finas,	e	ao	lado	
as	pequeninas	botas	duma	criança,	todas	coçadas	e	batidas,	e	os	seus	canos	
de	pelica-mor	caíam-lhe	para	os	lados	com	atacadores	desatados.	
QUEIRÓS,	Eça	de.	Singularidades	de	uma	rapariga	loira.	Disponível	em:	http://manoelneves.com.	Acesso	em	28	dez.	2015.
as	descrições	deixam	a	narrativa	lenta tal	procedimento	confere	efeito	de	real
ANTIRROMANTISMO
A	 noite	 era	 clara;	 fiquei	 cerca	 de	 meia	 hora,	 entre	 o	 mar	 e	 a	 sua	 casa.	 A	
senhora	aposto	que	nem	sonhava	comigo?	Entretanto	eu	quase	que	ouvia	a	
sua	respiração.	O	mar	batia	com	força,	é	verdade,	com	esta	diferença	que	o	
mar	é	estúpido,	bate	sem	saber	por	quê,	e	o	meu	coração	sabe	que	batia	
pela	senhora.
ASSIS,	Machado	de.	Quincas	Borba.	São	Paulo:	Ática,	2001.
crítica	aos	clichês	românticos
ARRIVISMO	SOCIAL
–	E	você	ainda	não	sabe	do	melhor	episódio	da	noite?	[…]	Pois	saiba	que	
ouvi	nada	menos	que	uma	declaração	de	amor.	[…]
–	Mas	quem	foi	o	patife?	disse	ele	impaciente.
–	Mau,	se	vamos	assim,	não	digo	nada.	Quem	foi?	Quer	saber	quem	foi?	Há	
de	ouvir	sossegado.	Foi	o	Rubião.	[…]
–	Parece	que	te	amofinaste	mais	do	que	o	caso	merecia.	Comparar	os	olhos	
de	uma	moça	às	estrelas,	e	as	estrelas	aos	olhos,	afinal	de	contas	é	coisa	que	
até	se	pode	fazer	à	vista	de	todos,	em	família,	e	em	prosa	ou	verso	para	o	
público.	A	culpa	é	de	quem	tem	olhos	bonitos.	Demais,	apesar	do	que	me	
contas,	sabes	que	ele	é	ainda	matuto…
–	Então	o	diabo	também	é	matuto,	porque	ele	pareceu-me	nada	menos	que	
o	diabo.	E	pedir-me	que	a	certa	hora	olhasse	para	o	Cruzeiro,	a	fim	de	que	as	
nossas	almas	se	encontrassem?	Mas,	Cristiano,	como	queres	tu	que	lhe	fale	
a	primeira	vez	que	ele	cá	vier?	Não	tenho	cara	para	tanto;	olha,	o	melhor	de	
tudo	é	acabar	com	as	relações.	[…]
–	Mas,	meu	amor,	eu	devo-lhe	muito	dinheiro.	
ASSIS,	Machado	de.	Quincas	Borba.	São	Paulo:	Ática,	2001.
as	personagens	planejam	e	executam	um	projeto	de	ascensão	social
HUMOR	NEGRO
Era	 uma	 vez	 uma	 choupana	 que	 ardia	 na	 estrada;	 a	 dona	 –	 um	 triste	
molambo	de	mulher	–,	chorava	o	seu	desastre,	a	poucos	passos,	sentada	no	
chão.	Senão	quando,	indo	a	passear	um	homem	ébrio,	viu	o	incêndio,	viu	a	
mulher,	perguntou-lhe	se	a	casa	era	dela.	
ASSIS,	Machado	de.	Quincas	Borba.	São	Paulo:	Ática,	2001.
–	É	minha,	sim,	meu	senhor;	é	tudo	o	que	eu	possuía	neste	mundo.
–	Dá-me	então	licença	que	acenda	ali	o	meu	charuto?
CETICISMO,	NIILISMO
Este	 último	 capítulo	 é	 todo	 de	 negativas.	 Não	 alcancei	 a	 celebridade	 do	
emplastro,	não	fui	ministro,	não	fui	califa,	não	conheci	o	casamento.	Verdade	
é	que,	ao	lado	dessas	faltas,	coube-se	a	boa	fortuna	de	não	comprar	o	pão	
com	o	suor	do	meu	rosto.	Mais;	não	padeci	a	morte	de	Dona	Plácida,	nem	a	
semidemência	do	Quincas	Borba.	Somadas	umas	coisas	e	outros,	qualquer	
pessoa	imaginará	que	não	houve	míngua	nem	sobre,	e	conseguintemente	saí	
quite	com	a	vida.	E	imaginará	mal;	porque	ao	chegar	a	este	outro	lado	do	
mistério,	 achei-me	 com	 um	 pequeno	 saldo,	 que	 é	 a	 derradeira	 negativa	
deste	 capítulo	 de	 negativas:	 Não	 tive	 filhos,	 não	 transmiti	 a	 nenhuma	
criatura	o	legado	da	nossa	miséria.
ASSIS,	Machado	de.	Memórias	póstumas	de	Brás	Cubas.	São	Paulo:	Ática,	2008.
CONFLITO	APARÊNCIA	X	ESSÊNCIA
Lavrava	 então	 na	 cidade	 uma	 […]	 doença,	 que	 consistia	 em	 fazer	 inchar	 os	
narizes,	tanto	[…],	que	tomavam	metade	e	mais	da	cara	ao	paciente,	e	não	só	a	
punham	horrenda,	senão	que	era	molesto	carregar	tamanho	peso.	Conquanto	os	
físicos	da	terra	propusessem	extrair	os	narizes	[…],	para	alívio	e	melhoria	dos	
enfermos,	 nenhum	 destes	 consentia	 em	 prestar-se	 ao	 curativo,	 preferindo	 o	
excesso	à	lacuna	[…].	[…]	Diogo	Meireles	[…]	estudou	a	moléstia	e	reconheceu	
que	 não	 havia	 perigo	 em	 desnarigar	 os	 doentes	 […].	 Então	 ocorreu-lhe	 uma	
graciosa	 invenção	 […]	 comunicou-lhes	 que	 tinha	 um	 segredo	 para	 eliminar	 o	
órgão;	[que]	era	nada	menos	que	substituir	o	nariz	achacado	por	um	nariz	são,	
mas	 de	 pura	 natureza	 metafísica,	 isto	 é,	 inacessível	 aos	 sentidos	 humanos,	 e	
contudo	 tão	 verdadeiro	 ou	 ainda	 mais	 do	 que	 o	 cortado.	 […]	 A	 assembleia	
aclamou	 Diogo	 […]	 e	 os	 doentes	 começaram	 a	 buscá-lo	 […].	 […]	 Meireles	
desnarigava-os	[…];	depois	estendia	delicadamente	os	dedos	a	uma	caixa,	onde	
fingia	 ter	 os	 narizes	 substitutos,	 colhia	 um	 e	 aplicava-o	 ao	 lugar	 vazio.	 Os	
enfermos	[…]	olhavam	uns	para	os	outros	[…]	não	viam	nada	no	lugar	do	órgão	
cortado;	mas,	certos	e	certíssimos	de	que	ali	estava	o	[…]	substituto,	e	que	este	
era	inacessível	aos	sentidos	[…],	não	se	davam	por	defraudados,	e	tornavam	aos	
seus	ofícios.	[…],	continuaram	a	prover-se	dos	mesmos	lenços	de	assoar.	
ASSIS,	Machado	de.	O	segredo	do	bonzo.	In.:	Papeis	avulsos.	Belo	Horizonte:	Itatiaia,	2007.
O	CASO	MACHADO	DE	ASSIS
O	ESTILO	MACHADIANO
Começo	a	arrepender-me	deste	livro.	Não	que	ele	me	canse;	eu	não	tenho	
que	fazer;	e,	realmente,	expedir	alguns	magros	capítulos	para	esse	mundo	
sempre	 é	 tarefa	 que	 distrai	 um	 pouco	 da	 eternidade.	 Mas	 o	 livro	 é	
enfadonho,	cheira	a	sepulcro,	traz	certa	contração	cadavérica;	vício	grave,	e	
aliás	ínfimo,	porque	o	maior	defeito	deste	livro	és	tu,	leitor.	Tu	tens	pressa	de	
envelhecer,	e	o	livro	anda	devagar;	tu	amas	a	narração	direita	e	nutrida,	o	
estilo	 regular	 e	 fluente,	 e	 este	 livro	 e	 o	 meu	 estilo	 são	 como	 os	 ébrios,	
guinam	 à	 direita	 e	 à	 esquerda,	 andam	 e	 param,	 resmungam,	 urram,	
gargalham,	ameaçam	o	céu,	escorregam	e	caem...	
ASSIS,	Machado	de.	Memórias	póstumas	de	Brás	Cubas.	São	Paulo:	Ática,	2008.
metalinguagem
Começo	a	arrepender-me	deste	livro.	Não	que	ele	me	canse;	eu	não	tenho	
que	fazer;	e,	realmente,	expedir	alguns	magros	capítulos	para	esse	mundo	
sempre	 é	 tarefa	 que	 distrai	 um	 pouco	 da	 eternidade.	 Mas	 o	 livro	 é	
enfadonho,	cheira	a	sepulcro,	traz	certa	contração	cadavérica;	vício	grave,	e	
aliás	ínfimo,	porque	o	maior	defeito	deste	livro	és	tu,	leitor.	Tu	tens	pressa	de	
envelhecer,	e	o	livro	anda	devagar;	tu	amas	a	narração	direita	e	nutrida,	o	
estilo	 regular	 e	 fluente,	 e	 este	 livro	 e	 o	 meu	 estilo	 são	 como	 os	 ébrios,	
guinam	 à	 direita	 e	 à	 esquerda,	 andam	 e	 param,	 resmungam,	 urram,	
gargalham,	ameaçam	o	céu,	escorregam	e	caem...	
digressão
Começo	a	arrepender-me	deste	livro.	Não	que	ele	me	canse;	eu	não	tenho	
que	fazer;	e,	realmente,	expedir	alguns	magros	capítulos	para	esse	mundo	
sempre	 é	 tarefa	 que	 distrai	 um	 pouco	 da	 eternidade.	 Mas	 o	 livro	 é	
enfadonho,	cheira	a	sepulcro,	traz	certa	contração	cadavérica;	vício	grave,	e	
aliás	ínfimo,	porque	o	maior	defeito	deste	livro	és	tu,	leitor.	Tu	tens	pressa	
de	envelhecer,	e	o	livro	anda	devagar;	tu	amas	a	narração	direita	e	nutrida,	
o	estilo	regular	e	fluente,	e	este	livro	e	o	meu	estilo	são	como	os	ébrios,	
guinam	 à	 direita	 e	 à	 esquerda,	 andam	 e	 param,	 resmungam,	 urram,	
gargalham,	ameaçam	o	céu,	escorregam	e	caem...	
conversa	com	o	leitor
Começo	a	arrepender-me	deste	livro.	Não	que	ele	me	canse;	eu	não	tenho	
que	fazer;	e,	realmente,	expedir	alguns	magros	capítulos	para	esse	mundo	
sempre	 é	 tarefa	 que	 distrai	 um	 pouco	 da	 eternidade.	 Mas	 o	 livro	 é	
enfadonho,	cheira	a	sepulcro,	traz	certa	contração	cadavérica;	vício	grave,	e	
aliás	ínfimo,	porque	o	maior	defeito	deste	livro	és	tu,	leitor.	Tu	tens	pressa	de	
envelhecer,	e	o	livro	anda	devagar;	tu	amas	a	narração	direita	e	nutrida,	o	
estilo	 regular	 e	 fluente,	 e	 este	 livro	 e	 o	 meu	 estilo	 são	 como	 os	 ébrios,	
guinam	 à	 direita	 e	 à	 esquerda,	 andam	 e	 param,	 resmungam,	 urram,	
gargalham,	ameaçam	o	céu,	escorregam	e	caem...
MACHADO,	A	CRÍTICA	LITERARIA	E	O	INSTINTO	DE	NACIONALIDADE
POSIÇÃO	DE	PARTE	DA	CRÍTICA	LITERÁRIA
estilo	destituído	de	compromisso	com	o	instinto	de	nacionalidade
[Machado	não	é	um	paisagista:	faltam-lhe	cor	local	e	interesse	pelos	temas	nacionais]
A	DEFESA	DE	MACHADO
a	fundação	dos	temas	da	nacionalidade	coube	ao	Romantismo!
[o	nacional	aparece	como	pano	de	fundo	de	grande	parte	da	obra	machadiana]
O	INSTINTO	DE	NACIONALIDADE	MACHADIANO
PROVA	01 Bentinho	pensa	em	pedir	ao	Imperador	que	demova	Dona	Glória	do	seminário
PROVA	02 discussão	do	tema	da	escravidão	no	conto	“Pai	contra	Mãe”
PROVA	03 alusão	à	disputa	entre	liberais	e	conservadores	no	romance	“Esaú	e	Jacó”
OBRAS	DE	MACHADO	DE	ASSIS
ROMANTISMO REALISMO
Helena
Iaiá	Garcia
A	mão	e	a	luva
Ressurreição
sentimentalismo,	adesão	à	moral	burguesa
caráter	melodramático
valorização	do	enredo
Memórias	póstumas	de	Brás	Cubas
Dom	Casmurro
Quincas	Borba
Casa	velha
Esaú	e	Jacó
Memorial	de	Aires
Papeis	avulsos

O realismo