Agenda
Aula 1 –Introdução a Inovação negócios e oportunidade;
Aula 2 – Fonte de Inovação;
Aula 3 – Tipos de Oportunidade, no mercado e na industria;
Aula 4 – Fonte de Oportunidade;
Aula 5 – Fonte de geração de idéias;
Aula 6 – O Posicionamento;
Aula 7 – Qualidade do gestor de novos negócios;
Aula 8 – Programas e Certificações da Qualidade;
3.
Prezado(a) aluno(a),
A interaçãoentre conhecimento e inovação é fundamentada em elementos
teóricos e práticos, gerando melhores resultados para as organizações.
O ambiente empresarial está em constante evolução e a concorrência é intensa.
Nesse contexto, é crucial identificar tanto as fontes internas quanto as externas de
conhecimento que impulsionam a inovação.
Vale ressaltar que essa jornada não é linear, pois existem múltiplas possibilidades a serem
exploradas.
Neste módulo, abordaremos o tema da inovação e sua ênfase no mundo dos
negócios, visto que ela se tornou um fator central para a obtenção de vantagem
competitiva.
Bons estudos!
4.
Conhecimento e Inovação:
UmaSimbiose Estratégica
Em um cenário empresarial dinâmico, a busca por
inovação é vital.
A interação entre conhecimento e inovação é
fundamental.
Ela gera resultados superiores para as organizações.
Esta apresentação explora essa sinergia.
GL
GERALDO MORETTI
5.
Fontes Internas de
Conhecimento
1Experiência dos
Colaboradores
O conhecimento
tácito reside nos
talentos da
empresa. A
valorização da
experiência
impulsiona a
inovação.
2 Pesquisa e
Desenvolvimento
Investimentos em
P&D geram
descobertas. Novas
tecnologias e
soluções emergem.
3 Cultura de Aprendizagem
Um ambiente que incentiva a experimentação
e a troca de ideias. Este ambiente favorece a
inovação.
6.
Fontes Externas deConhecimento
Parcerias Estratégicas
A colaboração com universidades e outras
empresas. O compartilhamento de
expertise acelera a inovação.
Análise de Mercado
O estudo das tendências e necessidades
dos clientes. Este estudo direciona o
desenvolvimento de produtos e serviços.
7.
O Processo NãoLinear da
Inovação
Ideação
Geração de ideias a partir do conhecimento disponív
Experimentação
Testes e protótipos para validar as ideias.
Implementação
Lançamento de produtos e serviços inovadores.
Avaliação
Análise dos resultados e aprendizado contínuo.
8.
Gestão do Conhecimento
paraInovação
Criação
Desenvolvimen
to de novas
informações.
Compartilh
amento
Disseminação
para todos na
empresa.
Aplicação
Utilização para
resolver
problemas.
9.
O Papel daTecnologia
Inteligência Artificial
Análise de dados e
identificação de padrões
para insights inovadores.
Big Data
Extração de informações
relevantes para a tomada
de decisões estratégicas.
Cloud Computing
Acesso a recursos e
ferramentas para a
inovação em qualquer
lugar.
Exemplo Prático: Inovação
Aberta
1Desafio
Identificação de um problema específico.
2 Chamada
Convite a especialistas externos para apresentar
soluções.
3 Seleção
Escolha das melhores propostas.
4 Implementação
Desenvolvimento e lançamento da solução.
12.
Mensuração dos Resultados
daInovação
30%
Crescimento
Aumento na receita.
15%
Redução
Corte nos custos.
20%
Market Share
Expansão no mercado.
13.
Conclusões e Próximos
Passos
Asimbiose entre conhecimento e inovação é
crucial.
Ela impulsiona o sucesso no ambiente
empresarial atual.
Invista em fontes internas e externas de
conhecimento.
Fomente uma cultura de experimentação.
Abrace a tecnologia.
Meça os resultados. Transforme o
conhecimento em inovação contínua.
14.
Exoesqueleto,
Agregando mais novidadesà Linha de Cabinas, o
exoesqueleto é uma evolução do posto de trabalho com foco
na ergonomia, saúde ocupacional e segurança para os
colaboradores.
Já são mais de três meses de estudos e testes, realizados em
parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São
Paulo – Poli-USP em um laboratório montado dentro da própria
Empresa.
Esta solução moderna e avançada é inédita na montagem de
cabinas no País e na Mercedes-Benz do Brasil.
O exoesqueleto é uma estrutura de suporte ao colaborador
projetada ergonomicamente para ajudar nas realizações de
movimentos repetitivos.
Conforme o modelo, pode diminuir esforços nos ombros,
coluna, quadril e pernas. Não aumenta a força do colaborador,
mas reduz a fadiga muscular e o risco de lesões.
15.
Contextualização
Virtual
Sociedade Feudal
–exploração daterra
–vassalagem
–agricultura de subsistência
economia auto-suficiente
Sociedade Industrial
–máquinas e ferramentas
–trabalhadores
especializados
–produção em série
produção de bens materiais
Sociedade Pós-industrial
– experiência organizacional
– Equipes de especialistas
– tecnologia de ponta
– produção modular
– projetos
tratamento de informação e produção
do conhecimento
Revolução ou
Evolução???
Campo
Cidade
as demandas impostasàs
universidades superam sua
capacidade de resposta ....
(José Dias Sobrinho, 2005)
UNIVERSIDADE
Transcende a política universitária
UNIVERSIDADE
Repensar a universidade
Complexidade a Gestãode IES
Estratégias
Cultura
Processos
Informação
Conhecimento
Inovação
Pessoas
Extensão
Governança
Estrutura
34.
• O queé inovação?
• INOVAÇÃO = CONCEPÇÃO TEÓRICA + INVENÇÃO + EXPLOTAÇÃO
• Concepção de ideias novas é o ponto de partida da inovação – é
meramente um conceito ou pensamento
• Invenção é o processo de conversão de pensamentos intelectuais
em um novo e tangível artefato (um processo, produto,
serviço, etc.) .
• Explotação é a exploração comercial, aplicação, e transferência.
TROTT, Paul. Gestão da inovação e desenvolvimento de novos produtos. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
35.
• Inovação éum PROCESSO
• Inovação não é uma ação única, mas um processo total de
subprocessos inter-relacionados. Não é apenas a
concepção de uma ideia nova, nem a invenção de um
novo dispositivo, nem o desenvolvimento de um novo
mercado.
• O processo consiste em todas essas coisas, agindo de
forma integrada.
Myers e Marquis (1969)
36.
• Importa pouco,no que diz respeito ao
comportamento humano, se uma ideia é ou
não “objetivamente” nova na forma como é
medida pelo lapso de tempo, desde seu
primeiro uso ou descoberta.... Se a ideia ainda
parece nova e difere para o indivíduo, ela é
uma inovação.
Rogers e Shoemaker (1972)
37.
• A Inovaçãoé a gestão de todas as atividades envolvidas no
processo de geração de ideias, desenvolvimento de
tecnologias, fabricação e marketing de um produto/serviço
novo (ou aperfeiçoado) ou de um processo de fabricação ou
equipamento.
• Inovação éum processo que envolve diferentes
concepções, modelos, teorias, atores e valores, mas
acima de tudo engloba as pessoas, ou seja: aquilo que
sentem, percebem, conhecem, pensam, valorizam, se
comportam, acreditam, agem, ensinam, pesquisam,
respiram e compartilham!
• Inovação está diretamente relacionada à gestão de
pessoas!!!
NI
T
Fundações
de
Pesquisa
Pró-
Reitoria
Pré-
incubadoras
Agências de
Desenvolvimento
Agências reguladoras
Empresas
Estatais
Ministériode Educação
Ministério de Ciência
eTecnologia Ministério do
Planejamento Ministério da
Fazenda
Grupos de Pesquisa
Prof. Doutor
Pesquisadores
Pós-Graduação
Mestrandos / Doutorandos
Graduação
Iniciação Científica
LaboraLtaóbroio
rastorios
Fundos
Setoriais
Associaçõe
s
Institutos de
Pesquisa
Fundos de
Investiment
o
Habitats de
Inovação
GOVERNO
UNIVERSIDADE
EMPRESAS
AGÊNCIAS
Governanç
a Articulaçã
o
3ª FASE
Redes de Inovação
47.
• Espaços diferenciados,propícios para que as inovações
ocorram, pois são locus de compartilhamento de
informações e conhecimento, formando networking, e
permitem minimizar os riscos e maximizar os resultados
associados aos negócios.
Habitats de inovação
•Ambientes que
estimulam a sinergia de
experiências entre as
empresas (todos os atores),
tornando-as mais
competitivas.
• Ex: Cidades Intensivas em Conhecimento | Cidades
Inteligentes, Technopolis, Parques (Parques Científicos,
Parques Tecnológicos, Parques Científicos e Tecnológicos,
Parques de Inovação e Parques de Pesquisa), Centros de
Inovação, Pré-incubadoras, Incubadoras, Aceleradoras,
Coworking e Laboratórios de prototipagem como os
Markespace.
• Há também os NITs que são regulamentados pela Lei de
Inovação e buscam realizar a interação universidade-
empresa e gerir a política de inovação.
Disponível em: http://via.ufsc.br/o-que-sao-habitats-de-inovacao/.
48.
•Incubadoras
• Iniciativa naqual as empresas recém criadas
ficam concentradas num espaço limitado.
• Objetivo é aumentar a probabilidade de
sobrevivência dessas empresas.
• Estas empresas nascentes são instaladas em
prédios modulares que contam com serviços
comuns (fax, serviços de informação, etc.),
bem como de apoio gerencial.
• Podem incubar virtualmente também.
• Têm gestores com experiência em mediar o
poder público, as universidades e empresas.
• Aproveitam a disponibilidade de verbas
públicas em editais tanto para si próprias
como também para os incubados.
Pré-Incubadoras
• Preparar os estudantes
com ideias
empreendedoras para
que possam
apresentar de forma
melhor seus projetos
de empreendimentos
para as incubadoras.
49.
• Espaços queoferecem oportunidade
para as empresas transformarem
pesquisa em produto, aproximando os
centros de conhecimento
(universidades, centros de pesquisas e
escolas) do setor produtivo (empresas
em geral).
• Ambientes propícios para o
desenvolvimento de Empresas de Base
Tecnológica (EBTs) e para a difusão da
CT&I
Parques Tecnológicos
• São lideradas por empreendedores
ou investidores experientes, enquanto
incubadoras
• Usam capital privado para seu próprio
financiamento, e incubadoras
• Estão focadas não em uma necessidade
prévia, mas sim em empresas que
tenham o potencial para crescerem
muito rápido.
• Justamente por isso, aceleradoras
buscam startups escaláveis (e não
somente uma pequena empresa
promissora).
Aceleradoras
50.
• As incubadorase parques tecnológicos dizem respeito a iniciativas
sem fins lucrativos que oferecem apoio nos primeiros anos de
existência desses empreendimentos, a fim de prepará-los para
uma inserção no mercado de maneira proveitosa.
• As empresas aceleradoras, que, ao contrário das incubadoras,
oferecem aportes de dinheiro privado para acelerar o crescimento
do negócio em troca de uma participação nos resultados.
• Como terceira opção, existe ainda o investidor anjo, uma pessoa física
que apóia financeiramente o projeto, tornando-se sócio dele.
• O fato e que sem um investimento nem as melhores das melhores
ideias
• conseguem ser desenvolvidas.
Investidor Anjo
• Para oconselheiro do fundo
de private equity Warburg
Pincus:
– "A inovação não sobrevive
sem apoio político“
– “Não se faz pesquisa sem
uma quantidade enorme de
"lixo" , resultante do processo
de tentativa e de erro
envolvido na criação
científica.
– Sai caro. Se os gestores não
entenderem isso, a crise
resultará em menos inovação
daqui para a frente.”
-Investidor americano William
H Janeway,
- Autor do livro:
Doing Capitalism in the Innovation
Economy: Markets, Speculation and the
State
53.
Conselho
Universitário
Ambiente Complexo
Laboratórios
e Gruposde
Pesquisa
Departamentos
Centros
NIT
Co Conselho
Curador
Pró-
Reitorias Procuradoria
Empresas e
Sociedade
Governo
Fundações
Us
TCU
MPU
CGU
Sindicatos
Cultura
Interesses Política
Burocracia
Poder
Dinheiro Ciúme
Ideologias
Ego
Disputas
Conflitos
Disputas
Competição