Aula 2
Inovação E Negócios E Oportunidades
FONTE DE INOVAÇÕES
Agenda
Aula 1 – Introdução a Inovação negócios e oportunidade;
Aula 2 – Fonte de Inovação;
Aula 3 – Tipos de Oportunidade, no mercado e na industria;
Aula 4 – Fonte de Oportunidade;
Aula 5 – Fonte de geração de idéias;
Aula 6 – O Posicionamento;
Aula 7 – Qualidade do gestor de novos negócios;
Aula 8 – Programas e Certificações da Qualidade;
Prezado(a) aluno(a),
A interação entre conhecimento e inovação é fundamentada em elementos
teóricos e práticos, gerando melhores resultados para as organizações.
O ambiente empresarial está em constante evolução e a concorrência é intensa.
Nesse contexto, é crucial identificar tanto as fontes internas quanto as externas de
conhecimento que impulsionam a inovação.
Vale ressaltar que essa jornada não é linear, pois existem múltiplas possibilidades a serem
exploradas.
Neste módulo, abordaremos o tema da inovação e sua ênfase no mundo dos
negócios, visto que ela se tornou um fator central para a obtenção de vantagem
competitiva.
Bons estudos!
Conhecimento e Inovação:
Uma Simbiose Estratégica
Em um cenário empresarial dinâmico, a busca por
inovação é vital.
A interação entre conhecimento e inovação é
fundamental.
Ela gera resultados superiores para as organizações.
Esta apresentação explora essa sinergia.
GL
GERALDO MORETTI
Fontes Internas de
Conhecimento
1 Experiência dos
Colaboradores
O conhecimento
tácito reside nos
talentos da
empresa. A
valorização da
experiência
impulsiona a
inovação.
2 Pesquisa e
Desenvolvimento
Investimentos em
P&D geram
descobertas. Novas
tecnologias e
soluções emergem.
3 Cultura de Aprendizagem
Um ambiente que incentiva a experimentação
e a troca de ideias. Este ambiente favorece a
inovação.
Fontes Externas de Conhecimento
Parcerias Estratégicas
A colaboração com universidades e outras
empresas. O compartilhamento de
expertise acelera a inovação.
Análise de Mercado
O estudo das tendências e necessidades
dos clientes. Este estudo direciona o
desenvolvimento de produtos e serviços.
O Processo Não Linear da
Inovação
Ideação
Geração de ideias a partir do conhecimento disponív
Experimentação
Testes e protótipos para validar as ideias.
Implementação
Lançamento de produtos e serviços inovadores.
Avaliação
Análise dos resultados e aprendizado contínuo.
Gestão do Conhecimento
para Inovação
Criação
Desenvolvimen
to de novas
informações.
Compartilh
amento
Disseminação
para todos na
empresa.
Aplicação
Utilização para
resolver
problemas.
O Papel da Tecnologia
Inteligência Artificial
Análise de dados e
identificação de padrões
para insights inovadores.
Big Data
Extração de informações
relevantes para a tomada
de decisões estratégicas.
Cloud Computing
Acesso a recursos e
ferramentas para a
inovação em qualquer
lugar.
Cultura Organizacional
Abertura
Incentivar a comunicação
transparente.
1
Colaboração
Promover o trabalho em equipe.
2
Autonomia
Permitir a tomada de
decisão descentralizada.
3
Exemplo Prático: Inovação
Aberta
1 Desafio
Identificação de um problema específico.
2 Chamada
Convite a especialistas externos para apresentar
soluções.
3 Seleção
Escolha das melhores propostas.
4 Implementação
Desenvolvimento e lançamento da solução.
Mensuração dos Resultados
da Inovação
30%
Crescimento
Aumento na receita.
15%
Redução
Corte nos custos.
20%
Market Share
Expansão no mercado.
Conclusões e Próximos
Passos
A simbiose entre conhecimento e inovação é
crucial.
Ela impulsiona o sucesso no ambiente
empresarial atual.
Invista em fontes internas e externas de
conhecimento.
Fomente uma cultura de experimentação.
Abrace a tecnologia.
Meça os resultados. Transforme o
conhecimento em inovação contínua.
Exoesqueleto,
Agregando mais novidades à Linha de Cabinas, o
exoesqueleto é uma evolução do posto de trabalho com foco
na ergonomia, saúde ocupacional e segurança para os
colaboradores.
Já são mais de três meses de estudos e testes, realizados em
parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São
Paulo – Poli-USP em um laboratório montado dentro da própria
Empresa.
Esta solução moderna e avançada é inédita na montagem de
cabinas no País e na Mercedes-Benz do Brasil.
O exoesqueleto é uma estrutura de suporte ao colaborador
projetada ergonomicamente para ajudar nas realizações de
movimentos repetitivos.
Conforme o modelo, pode diminuir esforços nos ombros,
coluna, quadril e pernas. Não aumenta a força do colaborador,
mas reduz a fadiga muscular e o risco de lesões.
Contextualização
Virtual
Sociedade Feudal
–exploração da terra
–vassalagem
–agricultura de subsistência
economia auto-suficiente
Sociedade Industrial
–máquinas e ferramentas
–trabalhadores
especializados
–produção em série
produção de bens materiais
Sociedade Pós-industrial
– experiência organizacional
– Equipes de especialistas
– tecnologia de ponta
– produção modular
– projetos
tratamento de informação e produção
do conhecimento
Revolução ou
Evolução???
Campo
Cidade
Inovações na Educação
Ciclos de Inovação
Fonte: The Economist (1999).
Ciclos de
Inovação
Schumpeter – Destruição criativa
sustentabilidade
Mudança
Organizacion
al
Cris
e
Transformaçõe
s
Inovação
Capita
l
Intelectu
al
Cresciment
o
Tecnologi
a
Cíclico
ORGANIZAÇÕES
ÉTICA e MORAL
PRODUÇÃO
SEGURANÇA
SOCIAL
FAMÍLIA
MEIO
AMBIEN
TE
Crises
•SAÚDE
• RELIGIÃO
• EDUCAÇÃO
CAPITAL
•POLÍTICA
TRABALHO
•UNIVERSIDADES
JUSTIÇA
as demandas impostas às
universidades superam sua
capacidade de resposta ....
(José Dias Sobrinho, 2005)
UNIVERSIDADE
Transcende a política universitária
UNIVERSIDADE
Repensar a universidade
INOVAÇÃO
SUSTEN
TABILIDADE
INTERNACIO
NALIZAÇÃO
INCLUSÃO E
ACESSO
Cultura
Educação
Profissional
MERCADO
DE TRABALHO
GESTÃO E
GOVERNANÇA
ESPORTE
Complexidade a Gestão de IES
Estratégias
Cultura
Processos
Informação
Conhecimento
Inovação
Pessoas
Extensão
Governança
Estrutura
• O que é inovação?
• INOVAÇÃO = CONCEPÇÃO TEÓRICA + INVENÇÃO + EXPLOTAÇÃO
• Concepção de ideias novas é o ponto de partida da inovação – é
meramente um conceito ou pensamento
• Invenção é o processo de conversão de pensamentos intelectuais
em um novo e tangível artefato (um processo, produto,
serviço, etc.) .
• Explotação é a exploração comercial, aplicação, e transferência.
TROTT, Paul. Gestão da inovação e desenvolvimento de novos produtos. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
• Inovação é um PROCESSO
• Inovação não é uma ação única, mas um processo total de
subprocessos inter-relacionados. Não é apenas a
concepção de uma ideia nova, nem a invenção de um
novo dispositivo, nem o desenvolvimento de um novo
mercado.
• O processo consiste em todas essas coisas, agindo de
forma integrada.
Myers e Marquis (1969)
• Importa pouco, no que diz respeito ao
comportamento humano, se uma ideia é ou
não “objetivamente” nova na forma como é
medida pelo lapso de tempo, desde seu
primeiro uso ou descoberta.... Se a ideia ainda
parece nova e difere para o indivíduo, ela é
uma inovação.
Rogers e Shoemaker (1972)
• A Inovação é a gestão de todas as atividades envolvidas no
processo de geração de ideias, desenvolvimento de
tecnologias, fabricação e marketing de um produto/serviço
novo (ou aperfeiçoado) ou de um processo de fabricação ou
equipamento.
Inovação:
“É a exploração
bem sucedida
de novas
ideias”
TIPOS DE
INOVAÇÃO
PRODUTOS
SERVIÇOS
PROCESSO MARKETING
ORGANIZ
ACIONAL
SOCIAL
INCREMENTAL
RADICAL
ORGANIZ
ACIONAL
UNIVERSIDADE
INOVAÇÃO
GERAÇÃO
DE VALOR
Método - Dica
1. Idéia: percepção
2. Patrocínio: auto
investimento, foco,
persistência
3. Formatação:
desenvolver protótipo
4. Relevância: ver se gera
valor a quem é
destinado
5. Aprofundamento:
desenvolve
produto/serviço
Martha Gabriel
• Inovação é um processo que envolve diferentes
concepções, modelos, teorias, atores e valores, mas
acima de tudo engloba as pessoas, ou seja: aquilo que
sentem, percebem, conhecem, pensam, valorizam, se
comportam, acreditam, agem, ensinam, pesquisam,
respiram e compartilham!
• Inovação está diretamente relacionada à gestão de
pessoas!!!
IES
IES
ICT
1ª Fase
UNIVERSIDADE
Evolução
UNIVERSIDADE
GOVERNO EMPRESAS
2ª Fase – Triple Hélix
NI
T
Fundações
de
Pesquisa
Pró-
Reitoria
Pré-
incubadoras
Agências de
Desenvolvimento
Agências reguladoras
Empresas
Estatais
Ministério de Educação
Ministério de Ciência
eTecnologia Ministério do
Planejamento Ministério da
Fazenda
Grupos de Pesquisa
Prof. Doutor
Pesquisadores
Pós-Graduação
Mestrandos / Doutorandos
Graduação
Iniciação Científica
LaboraLtaóbroio
rastorios
Fundos
Setoriais
Associaçõe
s
Institutos de
Pesquisa
Fundos de
Investiment
o
Habitats de
Inovação
GOVERNO
UNIVERSIDADE
EMPRESAS
AGÊNCIAS
Governanç
a Articulaçã
o
3ª FASE
Redes de Inovação
• Espaços diferenciados, propícios para que as inovações
ocorram, pois são locus de compartilhamento de
informações e conhecimento, formando networking, e
permitem minimizar os riscos e maximizar os resultados
associados aos negócios.
Habitats de inovação
•Ambientes que
estimulam a sinergia de
experiências entre as
empresas (todos os atores),
tornando-as mais
competitivas.
• Ex: Cidades Intensivas em Conhecimento | Cidades
Inteligentes, Technopolis, Parques (Parques Científicos,
Parques Tecnológicos, Parques Científicos e Tecnológicos,
Parques de Inovação e Parques de Pesquisa), Centros de
Inovação, Pré-incubadoras, Incubadoras, Aceleradoras,
Coworking e Laboratórios de prototipagem como os
Markespace.
• Há também os NITs que são regulamentados pela Lei de
Inovação e buscam realizar a interação universidade-
empresa e gerir a política de inovação.
Disponível em: http://via.ufsc.br/o-que-sao-habitats-de-inovacao/.
•Incubadoras
• Iniciativa na qual as empresas recém criadas
ficam concentradas num espaço limitado.
• Objetivo é aumentar a probabilidade de
sobrevivência dessas empresas.
• Estas empresas nascentes são instaladas em
prédios modulares que contam com serviços
comuns (fax, serviços de informação, etc.),
bem como de apoio gerencial.
• Podem incubar virtualmente também.
• Têm gestores com experiência em mediar o
poder público, as universidades e empresas.
• Aproveitam a disponibilidade de verbas
públicas em editais tanto para si próprias
como também para os incubados.
Pré-Incubadoras
• Preparar os estudantes
com ideias
empreendedoras para
que possam
apresentar de forma
melhor seus projetos
de empreendimentos
para as incubadoras.
• Espaços que oferecem oportunidade
para as empresas transformarem
pesquisa em produto, aproximando os
centros de conhecimento
(universidades, centros de pesquisas e
escolas) do setor produtivo (empresas
em geral).
• Ambientes propícios para o
desenvolvimento de Empresas de Base
Tecnológica (EBTs) e para a difusão da
CT&I
Parques Tecnológicos
• São lideradas por empreendedores
ou investidores experientes, enquanto
incubadoras
• Usam capital privado para seu próprio
financiamento, e incubadoras
• Estão focadas não em uma necessidade
prévia, mas sim em empresas que
tenham o potencial para crescerem
muito rápido.
• Justamente por isso, aceleradoras
buscam startups escaláveis (e não
somente uma pequena empresa
promissora).
Aceleradoras
• As incubadoras e parques tecnológicos dizem respeito a iniciativas
sem fins lucrativos que oferecem apoio nos primeiros anos de
existência desses empreendimentos, a fim de prepará-los para
uma inserção no mercado de maneira proveitosa.
• As empresas aceleradoras, que, ao contrário das incubadoras,
oferecem aportes de dinheiro privado para acelerar o crescimento
do negócio em troca de uma participação nos resultados.
• Como terceira opção, existe ainda o investidor anjo, uma pessoa física
que apóia financeiramente o projeto, tornando-se sócio dele.
• O fato e que sem um investimento nem as melhores das melhores
ideias
• conseguem ser desenvolvidas.
Investidor Anjo
O Processo
Empreendedor
Pré-Incubadora INCUBADORAS
SINAPSE
CONCURSO
SEBRAE
INVESTIDOR
ANJO
VENTURE
CAPITAL
INVESTIMENTO
BOOTSRAP
Fonte: Adaptado de Hisrich, Peters & Shepherd (2006)
• Para o conselheiro do fundo
de private equity Warburg
Pincus:
– "A inovação não sobrevive
sem apoio político“
– “Não se faz pesquisa sem
uma quantidade enorme de
"lixo" , resultante do processo
de tentativa e de erro
envolvido na criação
científica.
– Sai caro. Se os gestores não
entenderem isso, a crise
resultará em menos inovação
daqui para a frente.”
-Investidor americano William
H Janeway,
- Autor do livro:
Doing Capitalism in the Innovation
Economy: Markets, Speculation and the
State
Conselho
Universitário
Ambiente Complexo
Laboratórios
e Grupos de
Pesquisa
Departamentos
Centros
NIT
Co Conselho
Curador
Pró-
Reitorias Procuradoria
Empresas e
Sociedade
Governo
Fundações
Us
TCU
MPU
CGU
Sindicatos
Cultura
Interesses Política
Burocracia
Poder
Dinheiro Ciúme
Ideologias
Ego
Disputas
Conflitos
Disputas
Competição
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13243.htm
Fonte de inovação e negócios e oportunidades

Fonte de inovação e negócios e oportunidades

  • 1.
    Aula 2 Inovação ENegócios E Oportunidades FONTE DE INOVAÇÕES
  • 2.
    Agenda Aula 1 –Introdução a Inovação negócios e oportunidade; Aula 2 – Fonte de Inovação; Aula 3 – Tipos de Oportunidade, no mercado e na industria; Aula 4 – Fonte de Oportunidade; Aula 5 – Fonte de geração de idéias; Aula 6 – O Posicionamento; Aula 7 – Qualidade do gestor de novos negócios; Aula 8 – Programas e Certificações da Qualidade;
  • 3.
    Prezado(a) aluno(a), A interaçãoentre conhecimento e inovação é fundamentada em elementos teóricos e práticos, gerando melhores resultados para as organizações. O ambiente empresarial está em constante evolução e a concorrência é intensa. Nesse contexto, é crucial identificar tanto as fontes internas quanto as externas de conhecimento que impulsionam a inovação. Vale ressaltar que essa jornada não é linear, pois existem múltiplas possibilidades a serem exploradas. Neste módulo, abordaremos o tema da inovação e sua ênfase no mundo dos negócios, visto que ela se tornou um fator central para a obtenção de vantagem competitiva. Bons estudos!
  • 4.
    Conhecimento e Inovação: UmaSimbiose Estratégica Em um cenário empresarial dinâmico, a busca por inovação é vital. A interação entre conhecimento e inovação é fundamental. Ela gera resultados superiores para as organizações. Esta apresentação explora essa sinergia. GL GERALDO MORETTI
  • 5.
    Fontes Internas de Conhecimento 1Experiência dos Colaboradores O conhecimento tácito reside nos talentos da empresa. A valorização da experiência impulsiona a inovação. 2 Pesquisa e Desenvolvimento Investimentos em P&D geram descobertas. Novas tecnologias e soluções emergem. 3 Cultura de Aprendizagem Um ambiente que incentiva a experimentação e a troca de ideias. Este ambiente favorece a inovação.
  • 6.
    Fontes Externas deConhecimento Parcerias Estratégicas A colaboração com universidades e outras empresas. O compartilhamento de expertise acelera a inovação. Análise de Mercado O estudo das tendências e necessidades dos clientes. Este estudo direciona o desenvolvimento de produtos e serviços.
  • 7.
    O Processo NãoLinear da Inovação Ideação Geração de ideias a partir do conhecimento disponív Experimentação Testes e protótipos para validar as ideias. Implementação Lançamento de produtos e serviços inovadores. Avaliação Análise dos resultados e aprendizado contínuo.
  • 8.
    Gestão do Conhecimento paraInovação Criação Desenvolvimen to de novas informações. Compartilh amento Disseminação para todos na empresa. Aplicação Utilização para resolver problemas.
  • 9.
    O Papel daTecnologia Inteligência Artificial Análise de dados e identificação de padrões para insights inovadores. Big Data Extração de informações relevantes para a tomada de decisões estratégicas. Cloud Computing Acesso a recursos e ferramentas para a inovação em qualquer lugar.
  • 10.
    Cultura Organizacional Abertura Incentivar acomunicação transparente. 1 Colaboração Promover o trabalho em equipe. 2 Autonomia Permitir a tomada de decisão descentralizada. 3
  • 11.
    Exemplo Prático: Inovação Aberta 1Desafio Identificação de um problema específico. 2 Chamada Convite a especialistas externos para apresentar soluções. 3 Seleção Escolha das melhores propostas. 4 Implementação Desenvolvimento e lançamento da solução.
  • 12.
    Mensuração dos Resultados daInovação 30% Crescimento Aumento na receita. 15% Redução Corte nos custos. 20% Market Share Expansão no mercado.
  • 13.
    Conclusões e Próximos Passos Asimbiose entre conhecimento e inovação é crucial. Ela impulsiona o sucesso no ambiente empresarial atual. Invista em fontes internas e externas de conhecimento. Fomente uma cultura de experimentação. Abrace a tecnologia. Meça os resultados. Transforme o conhecimento em inovação contínua.
  • 14.
    Exoesqueleto, Agregando mais novidadesà Linha de Cabinas, o exoesqueleto é uma evolução do posto de trabalho com foco na ergonomia, saúde ocupacional e segurança para os colaboradores. Já são mais de três meses de estudos e testes, realizados em parceria com a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Poli-USP em um laboratório montado dentro da própria Empresa. Esta solução moderna e avançada é inédita na montagem de cabinas no País e na Mercedes-Benz do Brasil. O exoesqueleto é uma estrutura de suporte ao colaborador projetada ergonomicamente para ajudar nas realizações de movimentos repetitivos. Conforme o modelo, pode diminuir esforços nos ombros, coluna, quadril e pernas. Não aumenta a força do colaborador, mas reduz a fadiga muscular e o risco de lesões.
  • 15.
    Contextualização Virtual Sociedade Feudal –exploração daterra –vassalagem –agricultura de subsistência economia auto-suficiente Sociedade Industrial –máquinas e ferramentas –trabalhadores especializados –produção em série produção de bens materiais Sociedade Pós-industrial – experiência organizacional – Equipes de especialistas – tecnologia de ponta – produção modular – projetos tratamento de informação e produção do conhecimento Revolução ou Evolução??? Campo Cidade
  • 23.
  • 25.
    Ciclos de Inovação Fonte:The Economist (1999).
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 29.
    ORGANIZAÇÕES ÉTICA e MORAL PRODUÇÃO SEGURANÇA SOCIAL FAMÍLIA MEIO AMBIEN TE Crises •SAÚDE •RELIGIÃO • EDUCAÇÃO CAPITAL •POLÍTICA TRABALHO •UNIVERSIDADES JUSTIÇA
  • 30.
    as demandas impostasàs universidades superam sua capacidade de resposta .... (José Dias Sobrinho, 2005) UNIVERSIDADE Transcende a política universitária UNIVERSIDADE Repensar a universidade
  • 31.
  • 32.
    Complexidade a Gestãode IES Estratégias Cultura Processos Informação Conhecimento Inovação Pessoas Extensão Governança Estrutura
  • 34.
    • O queé inovação? • INOVAÇÃO = CONCEPÇÃO TEÓRICA + INVENÇÃO + EXPLOTAÇÃO • Concepção de ideias novas é o ponto de partida da inovação – é meramente um conceito ou pensamento • Invenção é o processo de conversão de pensamentos intelectuais em um novo e tangível artefato (um processo, produto, serviço, etc.) . • Explotação é a exploração comercial, aplicação, e transferência. TROTT, Paul. Gestão da inovação e desenvolvimento de novos produtos. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
  • 35.
    • Inovação éum PROCESSO • Inovação não é uma ação única, mas um processo total de subprocessos inter-relacionados. Não é apenas a concepção de uma ideia nova, nem a invenção de um novo dispositivo, nem o desenvolvimento de um novo mercado. • O processo consiste em todas essas coisas, agindo de forma integrada. Myers e Marquis (1969)
  • 36.
    • Importa pouco,no que diz respeito ao comportamento humano, se uma ideia é ou não “objetivamente” nova na forma como é medida pelo lapso de tempo, desde seu primeiro uso ou descoberta.... Se a ideia ainda parece nova e difere para o indivíduo, ela é uma inovação. Rogers e Shoemaker (1972)
  • 37.
    • A Inovaçãoé a gestão de todas as atividades envolvidas no processo de geração de ideias, desenvolvimento de tecnologias, fabricação e marketing de um produto/serviço novo (ou aperfeiçoado) ou de um processo de fabricação ou equipamento.
  • 38.
    Inovação: “É a exploração bemsucedida de novas ideias”
  • 39.
    TIPOS DE INOVAÇÃO PRODUTOS SERVIÇOS PROCESSO MARKETING ORGANIZ ACIONAL SOCIAL INCREMENTAL RADICAL ORGANIZ ACIONAL UNIVERSIDADE INOVAÇÃO GERAÇÃO DEVALOR Método - Dica 1. Idéia: percepção 2. Patrocínio: auto investimento, foco, persistência 3. Formatação: desenvolver protótipo 4. Relevância: ver se gera valor a quem é destinado 5. Aprofundamento: desenvolve produto/serviço Martha Gabriel
  • 40.
    • Inovação éum processo que envolve diferentes concepções, modelos, teorias, atores e valores, mas acima de tudo engloba as pessoas, ou seja: aquilo que sentem, percebem, conhecem, pensam, valorizam, se comportam, acreditam, agem, ensinam, pesquisam, respiram e compartilham! • Inovação está diretamente relacionada à gestão de pessoas!!!
  • 43.
  • 45.
  • 46.
    NI T Fundações de Pesquisa Pró- Reitoria Pré- incubadoras Agências de Desenvolvimento Agências reguladoras Empresas Estatais Ministériode Educação Ministério de Ciência eTecnologia Ministério do Planejamento Ministério da Fazenda Grupos de Pesquisa Prof. Doutor Pesquisadores Pós-Graduação Mestrandos / Doutorandos Graduação Iniciação Científica LaboraLtaóbroio rastorios Fundos Setoriais Associaçõe s Institutos de Pesquisa Fundos de Investiment o Habitats de Inovação GOVERNO UNIVERSIDADE EMPRESAS AGÊNCIAS Governanç a Articulaçã o 3ª FASE Redes de Inovação
  • 47.
    • Espaços diferenciados,propícios para que as inovações ocorram, pois são locus de compartilhamento de informações e conhecimento, formando networking, e permitem minimizar os riscos e maximizar os resultados associados aos negócios. Habitats de inovação •Ambientes que estimulam a sinergia de experiências entre as empresas (todos os atores), tornando-as mais competitivas. • Ex: Cidades Intensivas em Conhecimento | Cidades Inteligentes, Technopolis, Parques (Parques Científicos, Parques Tecnológicos, Parques Científicos e Tecnológicos, Parques de Inovação e Parques de Pesquisa), Centros de Inovação, Pré-incubadoras, Incubadoras, Aceleradoras, Coworking e Laboratórios de prototipagem como os Markespace. • Há também os NITs que são regulamentados pela Lei de Inovação e buscam realizar a interação universidade- empresa e gerir a política de inovação. Disponível em: http://via.ufsc.br/o-que-sao-habitats-de-inovacao/.
  • 48.
    •Incubadoras • Iniciativa naqual as empresas recém criadas ficam concentradas num espaço limitado. • Objetivo é aumentar a probabilidade de sobrevivência dessas empresas. • Estas empresas nascentes são instaladas em prédios modulares que contam com serviços comuns (fax, serviços de informação, etc.), bem como de apoio gerencial. • Podem incubar virtualmente também. • Têm gestores com experiência em mediar o poder público, as universidades e empresas. • Aproveitam a disponibilidade de verbas públicas em editais tanto para si próprias como também para os incubados. Pré-Incubadoras • Preparar os estudantes com ideias empreendedoras para que possam apresentar de forma melhor seus projetos de empreendimentos para as incubadoras.
  • 49.
    • Espaços queoferecem oportunidade para as empresas transformarem pesquisa em produto, aproximando os centros de conhecimento (universidades, centros de pesquisas e escolas) do setor produtivo (empresas em geral). • Ambientes propícios para o desenvolvimento de Empresas de Base Tecnológica (EBTs) e para a difusão da CT&I Parques Tecnológicos • São lideradas por empreendedores ou investidores experientes, enquanto incubadoras • Usam capital privado para seu próprio financiamento, e incubadoras • Estão focadas não em uma necessidade prévia, mas sim em empresas que tenham o potencial para crescerem muito rápido. • Justamente por isso, aceleradoras buscam startups escaláveis (e não somente uma pequena empresa promissora). Aceleradoras
  • 50.
    • As incubadorase parques tecnológicos dizem respeito a iniciativas sem fins lucrativos que oferecem apoio nos primeiros anos de existência desses empreendimentos, a fim de prepará-los para uma inserção no mercado de maneira proveitosa. • As empresas aceleradoras, que, ao contrário das incubadoras, oferecem aportes de dinheiro privado para acelerar o crescimento do negócio em troca de uma participação nos resultados. • Como terceira opção, existe ainda o investidor anjo, uma pessoa física que apóia financeiramente o projeto, tornando-se sócio dele. • O fato e que sem um investimento nem as melhores das melhores ideias • conseguem ser desenvolvidas. Investidor Anjo
  • 51.
  • 52.
    • Para oconselheiro do fundo de private equity Warburg Pincus: – "A inovação não sobrevive sem apoio político“ – “Não se faz pesquisa sem uma quantidade enorme de "lixo" , resultante do processo de tentativa e de erro envolvido na criação científica. – Sai caro. Se os gestores não entenderem isso, a crise resultará em menos inovação daqui para a frente.” -Investidor americano William H Janeway, - Autor do livro: Doing Capitalism in the Innovation Economy: Markets, Speculation and the State
  • 53.
    Conselho Universitário Ambiente Complexo Laboratórios e Gruposde Pesquisa Departamentos Centros NIT Co Conselho Curador Pró- Reitorias Procuradoria Empresas e Sociedade Governo Fundações Us TCU MPU CGU Sindicatos Cultura Interesses Política Burocracia Poder Dinheiro Ciúme Ideologias Ego Disputas Conflitos Disputas Competição
  • 55.