“ O   G a t o   M a l h a d o   e   a   A n d o r i n h a   S i n h á ” História de Jorge Amado
Gato Malhado  e a  Andorinha Sinhá Parênteses
Sapo Cururu Companheiro do Vento, o Sapo conta a história da obra ao narrador. Ele é um ilustre, um intelectual, um académico.  “… Doutor em Filosofia, Catedrático de Linguística e Expressão Corporal, cultor de rock, membro de direito, correspondente e benemérito de Academias nacionais e estrangeiras, famoso em várias línguas mortas.”
  Personagens: A Manhã; A Noite;  O Vento;  O Sol; O Relógio;
O Vento O Vento é um velho atrevido, ousado, viajante, aventureiro, alegre, dançarino de fama. Ele soube desta  história de amor através de suas aventuras e resolve contar à Manhã, pois tem uma paixão por ela.
Madrugada   A Manhã … era fanática  por uma boa história, era pouco dada ao trabalho. Era risonha, jovem, aloucada, pouco afeita a regras e códigos
A Noite … tinha medo do escuro, era uma apavorada e tinha horror a trevas. A Noite suspirava ao ver o vento fazer as suas brincadeiras habituais.
O Relógio … Era universalmente famoso, campeão olímpico da hora exacta, era um relógio Suíço com exemplar senso de responsabilidade e imenso patriotismo industrial.
O Vento … tinha uma paixão pela manhã, era velhaco e atrevido. Era irresponsável. A caçoada predilecta do vento é meter-se por baixo da saia das mulheres, suspendendo-as com malévola intenção exibicionista. O Vento era alegre, ágil, dançarino de fama, pé-de-valsa celebrado, amigueiro, sempre disposto a ajudar sobretudo quando se trata de senhoras e donzelas. Era bisbilhoteiro e audacioso. Tem uma voz cariciosa.
A  e s t a ç ã o   d a   P r i m a v e r a A acção decorre num parque durante a estação da Primavera. A chegada das andorinhas.
C a r a c t e r i z a ç ã o   d a   P r i m a v e r a A Primavera chegou cheia de luz, cor, alegria, olorosa de perfumes… Encheu as árvores de novas folhagem verdes e trouxe de novo vida às flores. Está preparado o cenário para uma história   de amor vivida com paixão.
D e s c r i ç ã o   d o   G a t o   M a l h a d o – Personagem principal O Gato Malhado tinha os olhos pardos, feios e maus, reflectiam maldade. Todo o seu corpanzil era forte, ágil, de riscas amarelas e negras.
Era um Gato de meia-idade, egoísta e solitário, não tinha amizades era anti-social, não respondia aos cumprimentos que os outros lhe dirigiam, era ingrato e andava sempre mal humorado.  Era mal visto pelos seus companheiros, os habitantes do parque.
A História de Amor A Andorinha Sinhá estava sempre a dizer ao Gato que ele era feio e convencido. E com um dialogo idiota sobre este assunto começou toda a história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá!!!!!
Era risonha e trêfega, não havia pássaro em idade casadoira que não suspirasse quando ela passava. Era muito jovem, mas, onde quer que estivesse, logo a cercavam todos os moços do parque.  Faziam-lhe declarações, escreviam-lhe poemas, o Rouxinol, seresteiro afamado, vinha ao clarão do luar cantar à sua janela. Ela ria para todos, com todos se dava, mas não amava nenhum. Livre de todas as preocupações voava de árvore em árvore pelo parque, curiosa e conversadeira, inocente  coração.  No geral não existia em nenhum dos parques por ali espalhados, andorinha tão bela e tão gentil como esta.
Trabalho realizado pelos aluno do 8º Ano, turmas A, C e D

O gato malhado

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    “ O G a t o M a l h a d o e a A n d o r i n h a S i n h á ” História de Jorge Amado
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    Gato Malhado e a Andorinha Sinhá Parênteses
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    Sapo Cururu Companheirodo Vento, o Sapo conta a história da obra ao narrador. Ele é um ilustre, um intelectual, um académico. “… Doutor em Filosofia, Catedrático de Linguística e Expressão Corporal, cultor de rock, membro de direito, correspondente e benemérito de Academias nacionais e estrangeiras, famoso em várias línguas mortas.”
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    Personagens:A Manhã; A Noite; O Vento; O Sol; O Relógio;
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    O Vento OVento é um velho atrevido, ousado, viajante, aventureiro, alegre, dançarino de fama. Ele soube desta história de amor através de suas aventuras e resolve contar à Manhã, pois tem uma paixão por ela.
  • 6.
    Madrugada A Manhã … era fanática por uma boa história, era pouco dada ao trabalho. Era risonha, jovem, aloucada, pouco afeita a regras e códigos
  • 7.
    A Noite …tinha medo do escuro, era uma apavorada e tinha horror a trevas. A Noite suspirava ao ver o vento fazer as suas brincadeiras habituais.
  • 8.
    O Relógio …Era universalmente famoso, campeão olímpico da hora exacta, era um relógio Suíço com exemplar senso de responsabilidade e imenso patriotismo industrial.
  • 9.
    O Vento …tinha uma paixão pela manhã, era velhaco e atrevido. Era irresponsável. A caçoada predilecta do vento é meter-se por baixo da saia das mulheres, suspendendo-as com malévola intenção exibicionista. O Vento era alegre, ágil, dançarino de fama, pé-de-valsa celebrado, amigueiro, sempre disposto a ajudar sobretudo quando se trata de senhoras e donzelas. Era bisbilhoteiro e audacioso. Tem uma voz cariciosa.
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    A es t a ç ã o d a P r i m a v e r a A acção decorre num parque durante a estação da Primavera. A chegada das andorinhas.
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    C a ra c t e r i z a ç ã o d a P r i m a v e r a A Primavera chegou cheia de luz, cor, alegria, olorosa de perfumes… Encheu as árvores de novas folhagem verdes e trouxe de novo vida às flores. Está preparado o cenário para uma história de amor vivida com paixão.
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    D e sc r i ç ã o d o G a t o M a l h a d o – Personagem principal O Gato Malhado tinha os olhos pardos, feios e maus, reflectiam maldade. Todo o seu corpanzil era forte, ágil, de riscas amarelas e negras.
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    Era um Gatode meia-idade, egoísta e solitário, não tinha amizades era anti-social, não respondia aos cumprimentos que os outros lhe dirigiam, era ingrato e andava sempre mal humorado. Era mal visto pelos seus companheiros, os habitantes do parque.
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    A História deAmor A Andorinha Sinhá estava sempre a dizer ao Gato que ele era feio e convencido. E com um dialogo idiota sobre este assunto começou toda a história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá!!!!!
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    Era risonha etrêfega, não havia pássaro em idade casadoira que não suspirasse quando ela passava. Era muito jovem, mas, onde quer que estivesse, logo a cercavam todos os moços do parque. Faziam-lhe declarações, escreviam-lhe poemas, o Rouxinol, seresteiro afamado, vinha ao clarão do luar cantar à sua janela. Ela ria para todos, com todos se dava, mas não amava nenhum. Livre de todas as preocupações voava de árvore em árvore pelo parque, curiosa e conversadeira, inocente coração. No geral não existia em nenhum dos parques por ali espalhados, andorinha tão bela e tão gentil como esta.
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    Trabalho realizado pelosaluno do 8º Ano, turmas A, C e D