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Professor: João Paulo Luna
 Quanto mais quente estiver um corpo, maior a
agitação, logo maior a energia Cinética;
 Temperatura é uma grandeza física que permite
avaliar a agitação média das partículas;
 Conclui-se então:
“o aumento da temperatura de um corpo indica que
houve um aumento na energia cinética média das
partículas que o formam”.
 Energia interna: soma das energias cinéticas dos
átomos constituintes de um corpo;
 Calor: é a quantidade de energia transferida de um
corpo para outro, quando há uma diferença de
temperatura entre eles. Logo, calor é uma energia
em trânsito.
 Equilíbrio térmico: transferência de calor até os
corpos ficarem na mesma temperatura.
Por que em dias frios não entramos em
equilíbrio térmico com o ambiente?
 Em geral, os corpos dilatam quando sua
temperatura aumenta.
 Termômetros:
 Clínicos: usado para indicar a temperatura de um
corpo. Podem possuir um pequeno reservatório de
mercúrio ligado a um tubo fino de vidro.
 Doméstico: usado para indicar a temperatura do
ambiente. Geralmente possuem álcool (com um
corante) no lugar do mercúrio.
Todos os corpos aumentam seu volume quando sua
temperatura aumenta?
 Celsius: atribui-se o valor de 0ºC à temperatura de
fusão do gelo e de 100ºC à temperatura de ebulição
– medidas feitas ao nível do mar.
 Considerações:
a) O intervalo entre esses dois números são
divididos em 100 partes iguais, cada uma
correspondendo a 1 grau;
b) A escala é estendida para graus abaixo de 0 e
acima de 100.
 Fahrenheit: atribui 32ºF para a temperatura de
fusão do gelo e 212ºF para a temperatura de
ebulição da água – medidas feitas ao nível do mar.
 Considerações:
a) O intervalo entre esses dois números são
divididos em 180 partes iguais, cada uma
correspondendo a 1 grau.
b) O ponto zero da escala era o ponto de
congelamento de uma mistura de água e cloreto
de sódio (ou cloreto de amônio).
 Kelvin:
 Atribui aproximadamente -273,16ºC para a
temperatura onde a agitação das moléculas seria a
menor possível (zero absoluto);
 É usada em trabalhos científicos e é a unidade do
Sistema Internacional de Unidades;
 Nessa escala não se usa o termo grau (exemplo: 15
K, lê-se 15 Kelvin).
 Celsius para Fahrenheit ou Fahrenheit para Celsius:

𝑇𝑐
5
=
𝑇𝑓−32
9
 Celsius para Kelvin ou Kelvin para Celsius:
 𝑇𝑘 = 𝑇𝑐 + 273
 Kelvin para Fahrenheit ou Fahrenheit para Kelvin:

𝑇𝑘−273
5
=
𝑇𝑓−32
9
 Calor é a quantidade de energia transferida de um
corpo para outro;
 No S.I. essa transferência pode ser medida em
Joule (J);
 No cotidiano usa-se caloria (cal), que é uma
quantidade de calor necessária para elevar em 1ºC
a temperatura de 1 grama de água;
 1 caloria equivale a 4,18 joules, e 1 joule equivale a
0,24 caloria).
 Calor específico (c) é uma grandeza usada para
caracterizar a diferença entre as substâncias para
ganhar ou perder energia na forma de calor;
 Calor específico da água: 1cal/g∙ºC isso
significa que a quantidade de energia necessária
para elevar em 1ºC a massa de 1g de água (liquida)
é de uma caloria;
 Em geral, o calor específico dos líquidos é maior
que o dos sólidos (exemplo: calor específico do
ferro é de 0,11 cal/g∙ºC).
 Calculando a quantidade de calor absorvida ou
cedida por um corpo quando sua temperatura varia:
𝑄 = 𝑚 ∙ 𝑐 ∙ (𝑡2 − 𝑡1) onde:
 Q = quantidade de calor
 M = massa
 C = calor específico
 (𝑡2 − 𝑡1) = variação de temperatura
 Se na fórmula o calor específico aparecer em
caloria por grama, por grau Celsius (cal/g∙ºC), a
massa terá que ser indicada em gramas e a
temperatura em graus Celsius.
 Quantidade de energia necessária para fazer uma
unidade de massa de uma substância mudar de
estado físico;
 No S.I é utilizada a unidade joule/quilograma (J/kg)
mas é comum também caloria/grama (cal/g);
 Pode ser de fusão ou de vaporização;
 O calor latente de fusão da água é de 80 cal/g;
 O calor latente de vaporização da água é de 540
cal/g;
 Fórmula: 𝑄 = 𝑚 ∙ 𝐿
 Dilatação térmica: aumento da temperatura
aumenta o volume dos corpos e acontece com
sólidos, líquidos e gases;
 Cada material possui um coeficiente de dilatação
diferente;
 Água: graças as ligações que ocorrem na água no
estado sólido, o volume se comporta de maneira
diferente, alcançando o maior nível aos 4ºC.
 Condução
 Ocorre na transmissão de
calor entre metais;
 Há transferência de energia
entre os átomos e os elétrons
livres;
 Ao receberem esse calor,
átomos e elétrons livres
passam a vibrar mais,
transmitindo essa energia
para os átomos vizinhos;
 Materiais que não conduzem
bem energia são chamados
de isolantes térmicos.
 Convecção
 Fenômeno físico observado
num meio fluido onde há
propagação de calor através
da diferença de densidade
desse fluido quando a sua
temperatura é modificada;
 Quando se leva ao fogo uma
panela com água,
estabelecem-se correntes
de convecção nesse líquido.
 Irradiação
 Permite transferência de calor, ou
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provenientes do Sol, atravessam
uma grande distância, no vácuo,
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O calor

  • 2.  Quanto mais quente estiver um corpo, maior a agitação, logo maior a energia Cinética;  Temperatura é uma grandeza física que permite avaliar a agitação média das partículas;  Conclui-se então: “o aumento da temperatura de um corpo indica que houve um aumento na energia cinética média das partículas que o formam”.
  • 3.
  • 4.  Energia interna: soma das energias cinéticas dos átomos constituintes de um corpo;  Calor: é a quantidade de energia transferida de um corpo para outro, quando há uma diferença de temperatura entre eles. Logo, calor é uma energia em trânsito.  Equilíbrio térmico: transferência de calor até os corpos ficarem na mesma temperatura. Por que em dias frios não entramos em equilíbrio térmico com o ambiente?
  • 5.  Em geral, os corpos dilatam quando sua temperatura aumenta.  Termômetros:  Clínicos: usado para indicar a temperatura de um corpo. Podem possuir um pequeno reservatório de mercúrio ligado a um tubo fino de vidro.  Doméstico: usado para indicar a temperatura do ambiente. Geralmente possuem álcool (com um corante) no lugar do mercúrio. Todos os corpos aumentam seu volume quando sua temperatura aumenta?
  • 6.  Celsius: atribui-se o valor de 0ºC à temperatura de fusão do gelo e de 100ºC à temperatura de ebulição – medidas feitas ao nível do mar.  Considerações: a) O intervalo entre esses dois números são divididos em 100 partes iguais, cada uma correspondendo a 1 grau; b) A escala é estendida para graus abaixo de 0 e acima de 100.
  • 7.  Fahrenheit: atribui 32ºF para a temperatura de fusão do gelo e 212ºF para a temperatura de ebulição da água – medidas feitas ao nível do mar.  Considerações: a) O intervalo entre esses dois números são divididos em 180 partes iguais, cada uma correspondendo a 1 grau. b) O ponto zero da escala era o ponto de congelamento de uma mistura de água e cloreto de sódio (ou cloreto de amônio).
  • 8.  Kelvin:  Atribui aproximadamente -273,16ºC para a temperatura onde a agitação das moléculas seria a menor possível (zero absoluto);  É usada em trabalhos científicos e é a unidade do Sistema Internacional de Unidades;  Nessa escala não se usa o termo grau (exemplo: 15 K, lê-se 15 Kelvin).
  • 9.  Celsius para Fahrenheit ou Fahrenheit para Celsius:  𝑇𝑐 5 = 𝑇𝑓−32 9  Celsius para Kelvin ou Kelvin para Celsius:  𝑇𝑘 = 𝑇𝑐 + 273  Kelvin para Fahrenheit ou Fahrenheit para Kelvin:  𝑇𝑘−273 5 = 𝑇𝑓−32 9
  • 10.  Calor é a quantidade de energia transferida de um corpo para outro;  No S.I. essa transferência pode ser medida em Joule (J);  No cotidiano usa-se caloria (cal), que é uma quantidade de calor necessária para elevar em 1ºC a temperatura de 1 grama de água;  1 caloria equivale a 4,18 joules, e 1 joule equivale a 0,24 caloria).
  • 11.  Calor específico (c) é uma grandeza usada para caracterizar a diferença entre as substâncias para ganhar ou perder energia na forma de calor;  Calor específico da água: 1cal/g∙ºC isso significa que a quantidade de energia necessária para elevar em 1ºC a massa de 1g de água (liquida) é de uma caloria;  Em geral, o calor específico dos líquidos é maior que o dos sólidos (exemplo: calor específico do ferro é de 0,11 cal/g∙ºC).
  • 12.  Calculando a quantidade de calor absorvida ou cedida por um corpo quando sua temperatura varia: 𝑄 = 𝑚 ∙ 𝑐 ∙ (𝑡2 − 𝑡1) onde:  Q = quantidade de calor  M = massa  C = calor específico  (𝑡2 − 𝑡1) = variação de temperatura  Se na fórmula o calor específico aparecer em caloria por grama, por grau Celsius (cal/g∙ºC), a massa terá que ser indicada em gramas e a temperatura em graus Celsius.
  • 13.  Quantidade de energia necessária para fazer uma unidade de massa de uma substância mudar de estado físico;  No S.I é utilizada a unidade joule/quilograma (J/kg) mas é comum também caloria/grama (cal/g);  Pode ser de fusão ou de vaporização;  O calor latente de fusão da água é de 80 cal/g;  O calor latente de vaporização da água é de 540 cal/g;  Fórmula: 𝑄 = 𝑚 ∙ 𝐿
  • 14.
  • 15.  Dilatação térmica: aumento da temperatura aumenta o volume dos corpos e acontece com sólidos, líquidos e gases;  Cada material possui um coeficiente de dilatação diferente;  Água: graças as ligações que ocorrem na água no estado sólido, o volume se comporta de maneira diferente, alcançando o maior nível aos 4ºC.
  • 16.
  • 17.  Condução  Ocorre na transmissão de calor entre metais;  Há transferência de energia entre os átomos e os elétrons livres;  Ao receberem esse calor, átomos e elétrons livres passam a vibrar mais, transmitindo essa energia para os átomos vizinhos;  Materiais que não conduzem bem energia são chamados de isolantes térmicos.
  • 18.  Convecção  Fenômeno físico observado num meio fluido onde há propagação de calor através da diferença de densidade desse fluido quando a sua temperatura é modificada;  Quando se leva ao fogo uma panela com água, estabelecem-se correntes de convecção nesse líquido.
  • 19.  Irradiação  Permite transferência de calor, ou calor radiante. As ondas de calor provenientes do Sol, atravessam uma grande distância, no vácuo, até chegar à Terra e transferir a ela o calor vindo do Sol;  O calor de uma fogueira ou de uma lareira chega a uma pessoa por meio da irradiação.