O documento discute os pilares éticos do conceito de Bem-Viver na Amazônia, que são o sentido de pertença à natureza e o sentido de comunidade. Além disso, explora os desafios atuais para a construção do Bem-Viver, como a exploração irracional da natureza e a falta de perspectivas para o bem-estar universal sob o atual sistema econômico.