O documento explora a coexistência entre museologia e o sagrado, discutindo como objetos litúrgicos foram historicamente separados do seu contexto religioso para se tornarem obras de arte em museus. A transição da sacralidade e as mudanças nas práticas de musealização ao longo do tempo são evidentes, culminando em iniciativas que reconhecem a importância espiritual dos objetos litúrgicos, particularmente após o Concílio Vaticano II. A relação entre o sagrado e o profano se reconfigura, permitindo uma nova forma de apreciação da arte sacra no contexto museológico.