Apresentação do Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Ana Soares Ericeira
MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO Tradicionalmente , segundo Sarah Mencol, as Bibliotecas eram avaliadas pela sua  gestão e o impacto que tinham no ensino/aprendizagem era pouco relevante. Hoje , em tempo de grande mudança a BE contribui de forma valiosa para o ensino/aprendizagem. É necessário que a BE esteja apta a demonstrar que os seus serviços são uma mais valia para o sucesso educativo. Ana Soares
O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO ENQUANTO INSTRUMENTO  PEDAGÓGICO E DE MELHORIA A Biblioteca Escolar  – espaço com recursos e informações em diversos suportes que visa dinamizar actividades articuladas com professores/educadores, PCT, PAA, PEA, Coordenadores, Orgãos de Gestão, RBE… Avaliar o quê?    Pontos Fortes e fracos da BE Consciencializar a comunidade escolar e o papel da BE  Repensar práticas Envolver a escola “ Reflection and evalution are key to improving the effectiveness of the school library resource center” Scott  Ana Soares
QUE DOMÍNIOS A AVALIAR? A.  Apoio ao desenvolvimento Curricular A.1  Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e docentes. A.2  Desenvolvimento da literacia da informação. B.  Leitura e Literacias Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C.1  Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular. C.2  Projectos e parcerias D. Gestão da Biblioteca Escolar D.1  Articulação da BE com escola/agrupamento. Acessos e serviços prestados pela BE D.2   Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D.3  Gestão da colecção Ana Soares
COMO ANALISAR? Será uma análise contínua e integrada por um ciclo de 4 anos estabelecendo-se prioridades sobre o  domínio a testar. A análise tem em conta  os instrumentos de  recolha de dados/evidências: Registos diversos (actas de reuniões,  relatos de actividades, estatísticas , questionários; Materiais produzidos pela BE (planos de trabalho, trabalhos dos alunos…); Documentos reguladores da BE  e da Escola. Ana Soares
QUE CONCEITOS IMPLICADOS? A noção de valor  – análise dos resultados da BE na recolha de evidências e impacto dos mesmos no sucesso educativo dos alunos. Melhoria contínua  _ consciência da realidade da BE – pontos fortes e fracos. Auto-Avaliação  _ um processo pedagógico e regulador da gestão da BE, implicação no Plano de Acção que é importante porque determina prioridades e “começa por tornar boas ideias em boas práticas” Scott Ana Soares
ENVOLVIMENTO DA ESCOLA/AGRUPAMENTO O trabalho desenvolvido na BE deverá ser articulado com o trabalho dos alunos /professores/escola de forma a aumentar níveis de literacias. O Plano de acção da BE  é um instrumento de planeamento que deve ser simples, claro e flexível (podendo ser revisto a qualquer momento). Deve ser conhecido e apropriado pela equipa da BE e pela Direcção da Escola/AE. “  Self-evalution is an integral part of the development planning cycle.(…) At its simplest level, development planning consists of three questions”  Scott, E. S. How are we doing?  Como fazemos? How do we know?  O que sabemos? What are we going to do now?  O que vamos fazer agora? Ana Soares
OS RESULTADOS DA AUTO-AVALIAÇÃO A Auto-Avaliação na Escola terá o objectivo de facultar um instrumento pedagógico e de melhoria contínua que permitirá ao orgão directivo  e coordenadores avaliar o trabalho da BE e o seu  impacto no funcionamento geral da escola e no sucesso educativo dos alunos. Identificar as áreas de sucesso e menos sucesso. Contribuir para uma procura de melhoria através da identificação de estratégias que permitirão atingir o nível seguinte, numa perspectiva realista e ao contexto que a BE se insere. Ana Soares
OS RESULTADOS DA AUTO-AVALIAÇÃO Os resultados devem ser partilhados com o Director e divulgados e discutidos nos orgãos de gestão pedagógica. Esta avaliação deverá ser feita em articulação com toda a comunidade escolar, sendo ela a maior beneficiada neste processo que  nos conduzirá à reflexão e mudança, se necessário. A avaliação permite aos indivíduos aprenderem sobre a sua própria prática e melhorarem. Ericson Ana Soares
CONCLUINDO… Macbeath “  A Auto-Avaliação  é uma colaboração intrínseca das escolas e da prática profissional. Como uma parte integrante da Escola, a BE faz parte de qualquer avaliação.” Ericson “  As escolas precisam de demonstrar que estão a fazer um trabalho profissional e continuar a melhorar.” Stenhouse “  Os avaliadores externos como internos têm igual importância. Os papeis são distintos mas complementam-se,   os primeiros são objectivos e competentes ,os últimos são compreensivos e estão familiarizados com o meio, ambos são necessários para efectiva avaliação”. Ana Soares

Modelo De Auto AvaliaçãO

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    Apresentação do Modelode Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares Ana Soares Ericeira
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    MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃOTradicionalmente , segundo Sarah Mencol, as Bibliotecas eram avaliadas pela sua gestão e o impacto que tinham no ensino/aprendizagem era pouco relevante. Hoje , em tempo de grande mudança a BE contribui de forma valiosa para o ensino/aprendizagem. É necessário que a BE esteja apta a demonstrar que os seus serviços são uma mais valia para o sucesso educativo. Ana Soares
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    O MODELO DEAUTO-AVALIAÇÃO ENQUANTO INSTRUMENTO PEDAGÓGICO E DE MELHORIA A Biblioteca Escolar – espaço com recursos e informações em diversos suportes que visa dinamizar actividades articuladas com professores/educadores, PCT, PAA, PEA, Coordenadores, Orgãos de Gestão, RBE… Avaliar o quê?  Pontos Fortes e fracos da BE Consciencializar a comunidade escolar e o papel da BE Repensar práticas Envolver a escola “ Reflection and evalution are key to improving the effectiveness of the school library resource center” Scott Ana Soares
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    QUE DOMÍNIOS AAVALIAR? A. Apoio ao desenvolvimento Curricular A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e docentes. A.2 Desenvolvimento da literacia da informação. B. Leitura e Literacias Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C.1 Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular. C.2 Projectos e parcerias D. Gestão da Biblioteca Escolar D.1 Articulação da BE com escola/agrupamento. Acessos e serviços prestados pela BE D.2 Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D.3 Gestão da colecção Ana Soares
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    COMO ANALISAR? Seráuma análise contínua e integrada por um ciclo de 4 anos estabelecendo-se prioridades sobre o domínio a testar. A análise tem em conta os instrumentos de recolha de dados/evidências: Registos diversos (actas de reuniões, relatos de actividades, estatísticas , questionários; Materiais produzidos pela BE (planos de trabalho, trabalhos dos alunos…); Documentos reguladores da BE e da Escola. Ana Soares
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    QUE CONCEITOS IMPLICADOS?A noção de valor – análise dos resultados da BE na recolha de evidências e impacto dos mesmos no sucesso educativo dos alunos. Melhoria contínua _ consciência da realidade da BE – pontos fortes e fracos. Auto-Avaliação _ um processo pedagógico e regulador da gestão da BE, implicação no Plano de Acção que é importante porque determina prioridades e “começa por tornar boas ideias em boas práticas” Scott Ana Soares
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    ENVOLVIMENTO DA ESCOLA/AGRUPAMENTOO trabalho desenvolvido na BE deverá ser articulado com o trabalho dos alunos /professores/escola de forma a aumentar níveis de literacias. O Plano de acção da BE é um instrumento de planeamento que deve ser simples, claro e flexível (podendo ser revisto a qualquer momento). Deve ser conhecido e apropriado pela equipa da BE e pela Direcção da Escola/AE. “ Self-evalution is an integral part of the development planning cycle.(…) At its simplest level, development planning consists of three questions” Scott, E. S. How are we doing? Como fazemos? How do we know? O que sabemos? What are we going to do now? O que vamos fazer agora? Ana Soares
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    OS RESULTADOS DAAUTO-AVALIAÇÃO A Auto-Avaliação na Escola terá o objectivo de facultar um instrumento pedagógico e de melhoria contínua que permitirá ao orgão directivo e coordenadores avaliar o trabalho da BE e o seu impacto no funcionamento geral da escola e no sucesso educativo dos alunos. Identificar as áreas de sucesso e menos sucesso. Contribuir para uma procura de melhoria através da identificação de estratégias que permitirão atingir o nível seguinte, numa perspectiva realista e ao contexto que a BE se insere. Ana Soares
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    OS RESULTADOS DAAUTO-AVALIAÇÃO Os resultados devem ser partilhados com o Director e divulgados e discutidos nos orgãos de gestão pedagógica. Esta avaliação deverá ser feita em articulação com toda a comunidade escolar, sendo ela a maior beneficiada neste processo que nos conduzirá à reflexão e mudança, se necessário. A avaliação permite aos indivíduos aprenderem sobre a sua própria prática e melhorarem. Ericson Ana Soares
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    CONCLUINDO… Macbeath “ A Auto-Avaliação é uma colaboração intrínseca das escolas e da prática profissional. Como uma parte integrante da Escola, a BE faz parte de qualquer avaliação.” Ericson “ As escolas precisam de demonstrar que estão a fazer um trabalho profissional e continuar a melhorar.” Stenhouse “ Os avaliadores externos como internos têm igual importância. Os papeis são distintos mas complementam-se, os primeiros são objectivos e competentes ,os últimos são compreensivos e estão familiarizados com o meio, ambos são necessários para efectiva avaliação”. Ana Soares