O documento discute duas abordagens para a avaliação de escolas: 1) uma responsabilização burocrática do Estado para controlar o serviço educativo versus 2) uma estratégia centrada na melhoria da escola como um sistema, identificando áreas para desenvolvimento. A autora argumenta que a segunda abordagem, combinando avaliação interna e externa, é mais efetiva para a melhoria contínua das aprendizagens.