Este poema discute como o sofrimento é inerente à condição humana e não pode ser escapado. No mote, o poeta pergunta o que serve fugir da morte, dor e perigo se ele leva seu sofrimento consigo. Nas voltas, o poeta explica que tentou se persuadir que poderia ser feliz, mas seu tormento está sempre unido a ele e ele é seu próprio perigo. Portanto, ele é forçado a continuar vivendo ou com desgosto ou sem alegria e perigo.