O documento descreve como os portugueses, ao encontrarem os povos da Costa da África Ocidental adorando ídolos de pedra e madeira, os acusaram de adorar "fetiches", ou seja, objetos fabricados que não tinham poder divino real. Os africanos insistiam que tanto fabricaram os ídolos quanto eles eram divindades, o que os portugueses viam como uma contradição. O texto também discute a origem do termo "fetiche" e como ele acabou sendo usado para designar os objetos de