SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 11
1
Texto e Guia de Actividades da Sessão
O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de
operacionalização (Parte II)
Nas primeiras sessões de formação tivemos já oportunidade de reconhecer a
importância da auto-avaliação da BE e da utilização do MAABE como ferramenta para
essa auto-avaliação.
Esta importância deriva de um conjunto de factores que podemos rever e sistematizar
de alguma forma, do modo seguinte:
Em primeiro lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como
instrumento de auto-regulação e de melhoria contínua:
 aferindo se as metas e objectivos das BE estão a ser alcançados
 identificando pontos fortes e pontos fracos a melhorar
 usando estrategicamente os resultados da avaliação no planeamento futuro
(redefinição de prioridades, metas, objectivos, estratégias, etc.)
 melhorando progressivamente o nível de desempenho das BE
 facilitando o benchmarking e apoiando a definição de políticas dirigidas às BE
Em segundo lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como um
poderoso factor de mudança:
 de reforço do papel pedagógico das BE e dos seus potenciais impactos na
aprendizagem, formação e sucesso dos alunos
 de indução de uma prática baseada em evidências, capazes de sustentar e
fundamentar a acção e tomada de decisão
 de estímulo a uma prática reflexiva de investigação-acção
 de sentido qualitativo
 de carácter sistemático e continuado, consolidando uma cultura de avaliação
Em terceiro lugar, a auto-avaliação é importante porque se constitui como uma
oportunidade única:
 de afirmação e reconhecimento do valor das BE, face aos desafios que hoje se
lhes colocam
 de visibilidade e integração das BE na Escola e na Comunidade
 de objectivação e validação interna e externa do trabalho que vai sendo
realizado pelas BE
 de envolvimento e responsabilização dos diferentes actores
Na sessão anterior iniciámos o trabalho de operacionalização do MAABE. Para o efeito,
começámos por nos debruçar sobre a planificação em cada BE, do processo de auto-
2
avaliação, usando como referência um plano geral de implementação de que faziam
parte as seguintes etapas:
 Diagnóstico
 Escolha do Domínio a avaliar
 Levantamento dos intervenientes a envolver
 Apresentação no CP
 Identificação e preparação dos instrumentos de recolha de evidências
 Recolha, análise e interpretação da informação
 Identificação dos pontos fortes e fracos
 Atribuição de níveis de desempenho
 Plano de melhoria
 Elaboração e apresentação do relatório de auto-avaliação
 Integração no relatório de avaliação interna da escola e nos tópicos de
apresentação à IGE, responsável pela avaliação externa.
A análise deste plano de avaliação torna fácil reconhecer que boa parte da sua
execução se relaciona, em grande medida, com a necessidade dos responsáveis pela
condução do processo de auto-avaliação das BE, se munirem de um conjunto de
evidências que lhes permitam vir a conhecer, de forma fundamentada, o nível de
desempenho e impacto da Biblioteca Escolar em relação com diferentes indicadores de
qualidade _ variáveis consoante o Domínio em apreciação _ e agir no sentido da sua
progressiva melhoria.
Uma das actividades mais importantes da aplicação do MAABE consiste, deste modo,
em saber identificar os instrumentos de recolha de evidências adequados e extrair
desses instrumentos a informação (evidências) que melhor esclarece o trabalho e os
resultados alcançados pela Biblioteca em relação com este ou aquele indicador ou
conjunto de indicadores.
Na presente sessão ocupar-nos-emos deste aspecto, usando mais uma vez como base
principal de trabalho, o próprio MAABE.
Para tal, começamos por reforçar que entre as diferentes fontes de evidências
recomendadas e passíveis de serem utilizadas, se destacam, pela sua importância, as
fontes documentais resultantes da actividade da própria Escola/Agrupamento e
respectiva/s BE:
 Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento
Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno,
Plano Anual de Actividades, Relatórios de avaliação, Currículos profissionais da
equipa da BE, Outros.
 Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento
3
Planificações dos Departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, Projectos
curriculares das turmas, Orientações/recomendações do CP, Trabalhos de alunos,
Resultados de avaliação dos alunos, Outros.
 Documentos de Gestão da BE
Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, Acordos de parceria, Política de
Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, Horário,
Relatórios, Plantas, Inventários, Outros.
 Documentos de funcionamento e dinamização da BE
Actas/ Registos de reuniões/contactos, Registos de projectos/actividades
realizados, Estatísticas da BE, Materiais de apoio produzidos e editados, Catálogo e
outras ferramentas utilizadas, Resultados de avaliação da colecção, Outros.
O enorme valor informativo e testemunhal destas fontes faz com que seja
fundamental tê-las em conta, não esquecendo, contudo, que para além destas fontes
documentais de carácter textual ou quantitativo, dispomos também de uma valiosa
bateria de instrumentos de recolha de dados, propositadamente construídos para a
avaliação das BE no contexto do MAABE:
 Questionários a alunos, professores e encarregados de educação
 Grelhas de observação de competências
 Grelhas de análise de trabalhos escolares
 Listas de verificação
Dada a natural heterogeneidade dos documentos a que diz respeito a primeira
categoria de fontes referidas e a necessidade da sua exploração em contexto, deter-
nos-emos na presente sessão, sobretudo, nos instrumentos produzidos e
disponibilizados no âmbito do MAABE, a que acabámos de fazer referência.
Na impossibilidade de desenvolver um exercício prático em todos os domínios que
compõem o Modelo, utilizaremos ainda, apenas a título de exemplo, o Sub-Domínio
A2.
Actividade nº 1:
Localizar nos instrumentos propostos pelo MAABE para o Sub-Domínio A2, questões
ou itens que vão ao encontro dos factores críticos definidos para cada um dos seus
Indicadores.
Para a execução deste exercício, utilize a Tabela seguinte, preenchendo a última
coluna (Nota: algumas células podem ficar vazias por o seu preenchimento exigir outro tipo de
instrumentos).
4Indicadores Factores críticos de sucesso
Instrumentos
propostos pelo
MAABE para cada
Indicador
Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a
obter evidências e situar-se face aos factores críticos
A.2.1 Organização de
actividades de formação de
utilizadores.
 O plano de trabalho da BE inclui actividades de
formação de utilizadores com turmas/ grupos/
alunos e com docentes no sentido de promover o
valor da BE, motivar para a sua utilização, esclarecer
sobre as formas como está organizada e ensinar a
utilizar os diferentes serviços.
 Questionário aos
alunos (QA1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
 Observação de
utilização da BE
(O2).
Ex: QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a
usar a BE…?
QD1: Questão 9 – Já participou em actividades de formação de
utilizadores para o uso da BE, promovidas pelo professor-bibliotecário/
equipa da BE?
GO2: 7 – Utiliza os dados informativos de um texto ou obra para a
escolher/ rejeitar de acordo com o seu conteúdo e utilidade, através da
análise dos títulos e subtítulos, índices, resumos, outros.
 Alunos e docentes desenvolvem competências para
o uso da BE revelando um maior nível de autonomia
na sua utilização após as sessões de formação de
utilizadores.
QA1: Questão 7.1 – Se respondeste Sim, achas que depois dessas
actividades te sentes mais à vontade a usar a BE?
QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus
alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de
sugestões de bibliografia a consultar?
GO2: 2 – Identifica fontes de informação potenciais e formas de lhe aceder.
 A BE produz materiais informativos e/ ou lúdicos de
apoio à formação dos utilizadores.
QD1: Questão 11 – Já colaborou com a BE na selecção ou produção de
materiais de apoio necessários àcondução deactividades naBEou sala deaula?
GO2: 9 – Localiza e extrai informação de diferentes suportes e tipos de
documentos, recorrendo à percepção global e à leitura rápida e em
diagonal do seu conteúdo, seguindo ligações preferenciais, outros.
A.2.2 Promoção do ensino
em contexto de
competências de informação.
 A BE procede, em ligação com as estruturas de
coordenação educativa e de supervisão pedagógica,
ao levantamento nos currículos das competências de
informação inerentes a cada área disciplinar/área de
conteúdo com vista à definição de um currículo de
competências transversais adequado a cada
nível/ano de escolaridade.  Questionário aos
docentes (QD1)
QD1: Questão 6 – Costuma proceder à integração de competências de
informação na planificação e tratamento das diferentes áreas de
conteúdo/ unidades de ensino?
 A BE promove, com as estruturas de coordenação
educativa e supervisão pedagógica e os docentes, a
integração de um plano para a literacia da
informação no projecto educativo e curricular e nos
projectos curriculares dos grupos/turmas.
QD1: Questão 3 – Nas suas funções docentes, costuma articular e/ ou
planear actividades com o professor bibliotecário ou com a equipa da
BE?
 A BE propõe um modelo de pesquisa de informação
a ser usado por toda a escola.
QD1: Questão 7 – Na sua prática lectiva, promove a utilização da BE ou dos
seus recursos nos trabalhos de pesquisa efectuados pelos seus alunos?
5
Indicadores Factores críticos de sucesso
Instrumentos
propostos pelo
MAABE para cada
Indicador
Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a
obter evidências e situar-se face aos factores críticos
A.2.2 Promoção do ensino
em contexto de
competências de informação
(cont.)
 A BE estimula a inserção nas unidades curriculares,
ACND e outras actividades, do ensino e treino
contextualizado de competências de informação.
 Questionário aos
docentes (QD1)
QD1: Questão 6 – Costuma proceder à integração de competências
de informação na planificação e tratamento das diferentes áreas de
conteúdo/ unidades de ensino?
 A BE produz e divulga, em colaboração com os
docentes, guiões de pesquisa e outros materiais de
apoio ao trabalho de exploração dos recursos de
informação pelos alunos.
QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus
alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de
sugestões de bibliografia a consultar?
QD1: Questão 8.1 – Como apoio para os trabalhos de pesquisa dos
alunos costuma utilizar:
 A equipa da BE participa, em cooperação com os
docentes, nas actividades de educação/ensino de
competências de informação com turmas/ grupos/
alunos.
QD1: Questão 10 – Já colaborou com o professor-bibliotecário/
equipa na realização de actividades na BE ou em sala de aula com
alguma turma/ grupo?
A.2.3 Promoção do ensino
em contexto de
competências tecnológicas e
digitais.
 Os projectos escolares de iniciativa da BE, ou
apoiados por ela, incluem actividades de consulta e
produção de informação e de intercâmbio e
comunicação através das TIC: actividades de
pesquisa, utilização de serviços Web, recurso a
utilitários, software educativo e outros objectos
multimédia, manipulação de ferramentas de
tratamento de dados e de imagem, de apresentação,
outros.
 Questionário aos
alunos (QA1).
QA1: Questão 13 – Como classificas as aprendizagens que realizaste
através da BE?
 A BE organiza e participa em actividades de
formação para docentes e alunos no domínio da
literacia tecnológica e digital.
QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a usar
a BE: localização dos livros, fazer pesquisas, outros?
 A equipa da BE apoia os utilizadores na selecção e
utilização de recursos electrónicos e media, de
acordo com as suas necessidades.
QA1: Questão 12 – Gostavas de saber mais sobre…?
6
Indicadores Factores críticos de sucesso
Instrumentos
propostos pelo
MAABE para cada
Indicador
Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a
obter evidências e situar-se face aos factores críticos
A.2.3 Promoção do ensino
em contexto de
competências tecnológicas e
digitais (cont.).
 A BE colabora na concepção e dinamização de
actividades de educação para e com os media.
 Questionário aos
alunos (QA1).
QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a usar
a BE: localização dos livros, fazer pesquisas, outros?
 A BE produz, em colaboração com os docentes,
materiais informativos e de apoio à adequada
utilização da Internet: guiões de pesquisa, grelhas de
avaliação de sítios, listas de apontadores, guias de
procedimentos, outros.
QA1: Questão 10 – O trabalho na BE ou tendo por base os seus
recursos, contribui para que te vás sentindo mais seguro e confiante nas
tarefas da pesquisa, consulta e produção de informação que tens de
realizar?
A.2.4 Impacto da BE nas
competências tecnológicas,
digitais e de informação dos
alunos.
 Os alunos utilizam, de acordo com o seu nível/ano de
escolaridade, linguagens, suportes, modalidades de
recepção e de produção de informação e formas de
comunicação variados, entre os quais se destaca o
uso de ferramentas e media digitais.
 Observação de
utilização da BE
(GO2).
 Trabalhos
escolares dos
alunos (T1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
 Questionário aos
alunos da (QA1).
QD1: Questão 17 – Assinale entre os seguintes tipos de materiais/
ferramentas, aquele(s) que já alguma vez utilizou por sua iniciativa ou
sugestão da BE:
GO2: 1 – Define a questão ou problema a tratar, através de diálogo,
identificação de palavras-chave, levantamento do que já conhece sobre
o tópico, colocação de questões, outros.
T1: 1 – Utiliza diferentes fontes de informação, impressas ou digitais.
 Os alunos incorporam no seu trabalho, de acordo
com o nível/ano de escolaridade que frequentam, as
diferentes fases do processo de pesquisa e
tratamento de informação: identificam fontes de
informação e seleccionam informação, recorrendo
quer a obras de referência e materiais impressos,
quer a motores de pesquisa, directórios, bibliotecas
digitais ou outras fontes de informação electrónicas,
organizam, sintetizam e comunicam a informação
tratada e avaliam os resultados do trabalho
realizado.
QA1: Questão 9 – À medida que vais realizando mais trabalhos na BE ou
utilizando os seus recursos, nas várias disciplinas/ áreas curriculares, achas
que os teus trabalhos de pesquisa vão melhorando e fazes progressos?
QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus
alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de
sugestões de bibliografia a consultar?
GO2: 7 – Utiliza os dados informativos de um texto ou obra para a
escolher/ rejeitar de acordo com o seu conteúdo e utilidade, através da
análise dos títulos e subtítulos, índices, resumos, outros.
T1: 12 – Selecciona as modalidades de apresentação da informação
mais adequadas aos fins a que se propõe – apresentação electrónica,
portefólio, trabalho escrito, cartaz, registo sonoro, vídeo, outros.
 Os alunos demonstram, de acordo c/ o seu nível/ano
de escolaridade, compreensão sobre os problemas
éticos, legais e de responsabilidade social associados
ao acesso, avaliação e uso da informação e das TIC.
QA1: Questão 8 – Sentes-te apoiado pelo professor-bibliotecário/
equipa da BE quando a utilizas?
QD1: Questão 15 – Como classifica, em geral, as competências para o
uso autónomo da BE ou dos seus recursos, por parte dos seus alunos?
GO2: 11 – Apresenta e comunica a outros, explorando diferentes
ambientes e meios de comunicação, os resultados dos seus trabalhos.
T1: 5 – Compara, avalia e produz argumentos e pontos de vista,
revelando espírito crítico.
7
Indicadores Factores críticos de sucesso
Instrumentos
propostos pelo
MAABE para cada
Indicador
Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a
obter evidências e situar-se face aos factores críticos
A.2.4 Impacto da BE nas
competências tecnológicas,
digitais e de informação dos
alunos (cont.)
 Os alunos revelam, em cada ano e ao longo de cada
nível/ano de escolaridade, progressos no uso de
competências tecnológicas, digitais e de informação
nas diferentes disciplinas e áreas curriculares/áreas
de conteúdo.
 Observação de
utilização da BE
(GO2).
 Trabalhos
escolares dos
alunos (T1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
Questionário aos
alunos da (QA1).
QA1: Questão 8 – Sentes-te apoiado pelo professor-bibliotecário/
equipa da BE quando a utilizas?
QD1: Questão 15 – Como classifica, em geral, as competências para o
uso autónomo da BE ou dos seus recursos, por parte dos seus alunos?
GO2: 5 – Pesquisa informação na Internet e noutros suportes digitais
(CD, DVD, CD-ROM, outros).
T1: 7 – Selecciona o estilo apropriado de acordo com o tipo de
trabalho e os destinatários.
A.2.5 Impacto da BE no
desenvolvimento de valores
e atitudes indispensáveis à
formação da cidadania e à
aprendizagem ao longo da
vida.
 Os alunos aplicam modalidades de trabalho
diversificadas – individual, a pares ou em grupo – e
realizam tarefas diferenciadas, de acordo com a
estruturação espacial e funcional da BE.
 Observação de
utilização da BE
(GO1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
 Questionário aos
alunos (QA1).
QA1: Questão 4 – Em que situação mais utilizas a BE ou os seus
recursos nas tuas actividades escolares?
QD1: Questão 3 – Nas suas funções docentes, costuma articular e/ ou
planear actividades com o professor bibliotecário ou com a equipa da BE?
GO1: 5 – Trabalha de forma adequada em grupo, ajuda os colegas.
 Os alunos estabelecem entre si um ambiente de
confiança e de respeito mútuo, cumprindo normas
de actuação, de convivência e de trabalho, inerentes
ao sistema de organização e funcionamento da BE.
QA1: Questão 10 – O trabalho na BE ou tendo por base os seus recursos,
contribui para que te vás sentindo mais seguro e confiante nas tarefas da
pesquisa, consulta e produção de informação que tens de realizar?
QD1: Questão 10 – Já colaborou com o professor-bibliotecário/ equipa na
realização de actividades na BE ou em sala de aula com alguma turma/
grupo?
GO1: 7 – Assume um comportamento adequado na biblioteca (p. ex.,
revela cortesia no tratamento, segue as regras de utilização da BE).
 Os alunos revelam valores de cooperação,
autonomia e responsabilidade, conformes a uma
aprendizagem autónoma, activa e colaborativa.
QA1: Questão 11 – Consideras que os trabalhos de pesquisa
realizados na BE ou utilizando os seus recursos exigem de ti
capacidade de iniciativa, autonomia e cooperação com os teus colegas?
QD1: Questão 18 – Em que medida considera que a BE influencia,
nos seus alunos, o desenvolvimento de valores e atitudes de
convivência, iniciativa, cooperação e autonomia?
GO1: 6 – Partilha ideias e conhecimentos com os outros colegas.
 Os alunos demonstram atitudes de curiosidade,
iniciativa, criatividade e reflexão crítica, necessárias a
uma aprendizagem baseada em recursos.
QA1: Questão 9 – À medida que vais realizando mais trabalhos na BE ou
utilizando os seus recursos, nas várias disciplinas/ áreas curriculares, achas
que os teus trabalhos de pesquisa vão melhorando e fazes progressos?
QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus
alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de
sugestões de bibliografia a consultar?
GO1: 2 – Manifesta motivação e interesse pelas tarefas atribuídas (p.
ex. mostra-se focado na tarefa e não se dispersa).
8
Como acabámos de ver com o exemplo do exercício anterior, a informação que
podermos obter com cada instrumento (independentemente da sua natureza) tem de
relacionar-se com os factores críticos, pois é desse cruzamento que resulta a
possibilidade de verificarmos que práticas e resultados estão ou não a ser alcançados e
qual o seu nível.
O Relatório de Auto-Avaliação é o documento onde, após a recolha de todos os dados,
se registam as Evidências derivadas deste processo de análise e interpretação da
informação recolhida.
Estas evidências devem ir além da apresentação de dados em bruto, facilmente
consultáveis nos Anexos da aplicação informática para o tratamento de dados
disponibilizada desde o ano transacto a todas as escolas pelo Programa RBE,
pretendendo-se que se traduzam em enunciados de carácter avaliativo, exigentes de
apreciações e juízos de valor sobre os factos apontados.
Como se esclarece no Capítulo de orientações para aplicação que integra o documento
do MAABE:
A análise dos dados obtidos deve conduzir à elaboração de avaliações sobre a BE e os
seus serviços em termos de: eficácia, valor, utilidade, impacto, etc. Neste aspecto, é
importante distinguir entre elaborar uma descrição e realizar uma avaliação. A
avaliação implica uma apreciação baseada na análise de informação relevante e de
evidências. Frequentemente inclui a explicação das consequências ou implicações
[negativas ou positivas] de uma determinada acção ou processo.
Vejamos um Exemplo:
Enunciado descritivo: “A BE procedeu à actualização da colecção”.
(Comentário: este enunciado não julga a utilização e a utilidade dos procedimentos,
apenas constata um facto.)
Enunciado avaliativo – “Como atestam os dados obtidos a partir da análise dos Docs. X
e Y, do Questionário W e da Checklist Z (cf. Anexo…) , a actualização regular e
consistente da colecção pela BE teve um impacto muito positivo sobre o grau de
satisfação dos utilizadores e o uso dos recursos”.
(Comentário: este enunciado fundamenta-se nos dados para caracterizar o processo -
“regular” e “consistente” – e referir as consequências dos procedimentos assumidos.)
Actividade nº 2:
A partir da análise dos instrumentos que já realizou e da compreensão do tipo de
informações passíveis de ser obtidas através da sua aplicação, seleccione um
9
Indicador do Sub-domínio A2 à sua escolha, e escreva livremente três enunciados
avaliativos que hipoteticamente pudesse formular na Coluna das Evidências do
respectivo Relatório de Avaliação, a partir de dados supostamente recolhidos com
aqueles instrumentos.
Só mediante esta perspectiva avaliativa, resultante da análise e interpretação dos
dados, será possível:
 Estabelecer os pontos fortes e os pontos fracos da BE no Domínio avaliado.
 Olhar para os Perfis de Desempenho de cada Domínio/Sub-Domínio, e situar a BE
sem equívocos nem ambiguidades num dos seus níveis (1, 2 , 3 ou 4).
 Estabelecer propostas de melhoria, a integrar o Plano de Actividades do ano
seguinte.
Um dos problemas recorrentes nesta apresentação de propostas de melhoria, é que
são muitas vezes formuladas de forma muito vaga e geral, sem que se especifique ou
concretize o que deve ser feito, de modo a que possam ser entendidas como
verdadeiras acções de melhoria, realistas, tangíveis e exequíveis, apontando
prioridades, etapas, destinatários ou estratégias.
Vejamos um Exemplo:
Acção de melhoria geral: “Investir na produção de materiais de apoio”
(Comentário: Investir é em si mesmo um verbo de carácter muito geral, além de nada
ser dito sobre a quantidade ou tipo de materiais a produzir”
Acção de melhoria concretizada: “ Reforçar a participação e apoio da BE nas
actividades de substituição, através da produção, ao longo do próximo ano lectivo, em
articulação com o Departamento de Língua Portuguesa, de guiões de actividades
destinados aos alunos do 2º e 3º Ciclos do EB”
A2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos
alunos.
1. Questionário aos alunos sobre o uso na Web 2.0 na BE.
2. Análise do uso da BE para investigação em trabalhos de pesquisa.
3. Análise do uso, pelos alunos, da pesquisa realizada na BE, nos trabalhos
produzidos.
10
(Comentário: Embora apresentada de forma sintética, aponta objectivos, estratégia,
tempo, responsáveis e destinatários)
A título de exemplo, também o MAABE identificou em todas as tabelas, algumas ideias
de possíveis acções de melhoria, não tendo sido, no entanto, sua preocupação,
detalhá-las, dada a natureza orientadora e abrangente do próprio documento.
Actividade nº 3:
Imagine que uma destas ideias do Sub-domínio A2, sobre o qual temos vindo a
concentrar o nosso olhar, a título exemplificativo, se enquadra naquilo que deve ser
a aposta futura de melhoria da sua biblioteca num determinado tópico.
Identifique-a e procure operacionalizá-la de um modo mais efectivo, de modo a que
se possa constituir como uma verdadeira proposta de melhoria.
Lembramos, contudo, que, integrando o relatório de auto-avaliação, esta enunciação
de propostas deve ser feita de forma sintética, de modo a não sobrecarregar o
Relatório. Tente, por isso, ser o mais objectivo possível.
Para realizar e entregar as actividades desta Sessão, use este mesmo ficheiro e,
depois de nele feitas as actividades, envie-o na forma de entrega de trabalho para a
plataforma.
ATENÇÃO:
À semelhança do que se propõe na sessão anterior, de modo a salvaguardar a
possibilidade de contacto e interacção entre os formandos, sempre desejável, a
respeito dos conteúdos desta sessão, decorre em simultâneo ao longo da semana de
trabalho, um Fórum de discussão no qual se espera que cada formando apresente
A2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos
alunos.
Introduzir uma política na escola orientada para o ensino em contexto
curricular de competências tecnológicas, digitais e de informação, procurando
dinamizar o Blogue da BE e co-responsabilizando a comunidade docente para
essa necessidade através do CP e do Conselho de Directores de Turma, no
sentido de usarem e dinamizarem mais quer o Blogue da BE e o Moodle do
Agrupamento, quer a Página Web do Agrupamento.
11
em um ou dois posts, uma ou duas sugestões de melhoria decorrentes da sua
experiência de trabalho passada ou mais recente na BE, e interaja com um ou dois
colegas formandos, comentando as sugestões que por ele/s tiverem sido
apresentadas.
Desejamos a todos uma boa semana de formação.
As formadoras
Agradeço todo o trabalho que me deram para um dia de Greve Geral.
Se for para bem das BE’s e do país, ainda bem. Louvado seja Deus e os deuses.
O formando,
Delfim Fernandes

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Intro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopesIntro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopes
alexandranuneslopes
 
5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...
5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...
5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...
Be Moinho Das Leituras
 
O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)
O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)
O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)
Teresa Gonçalves
 
Maabe tarefa 6ª sessão
Maabe  tarefa 6ª sessãoMaabe  tarefa 6ª sessão
Maabe tarefa 6ª sessão
sandraazevedo
 
Texto e guia de actividades da sessão
Texto e guia de actividades da sessãoTexto e guia de actividades da sessão
Texto e guia de actividades da sessão
mariasalgueiro
 
MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)
MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)
MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)
Manuela Mantas
 

Mais procurados (15)

Intro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopesIntro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopes
 
5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...
5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...
5 o modelo-de_auto-avaliacao_das_bibliotecas_escolares_metodologias_de_operac...
 
Guia e texto_da_sessao_5
Guia e texto_da_sessao_5Guia e texto_da_sessao_5
Guia e texto_da_sessao_5
 
Tarefa 4 Guião
Tarefa 4 Guião Tarefa 4 Guião
Tarefa 4 Guião
 
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
 
O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)
O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)
O Modelo de Auto-Avaliação da BE: Metodologias de Operacionalização (Parte II)
 
30 novembro
30 novembro30 novembro
30 novembro
 
Sessão 6 abilio
Sessão 6   abilioSessão 6   abilio
Sessão 6 abilio
 
Maabe tarefa 6ª sessão
Maabe  tarefa 6ª sessãoMaabe  tarefa 6ª sessão
Maabe tarefa 6ª sessão
 
BE_ARROIO_AUTOAVALIAÇÃO_D
BE_ARROIO_AUTOAVALIAÇÃO_DBE_ARROIO_AUTOAVALIAÇÃO_D
BE_ARROIO_AUTOAVALIAÇÃO_D
 
Maabe Metodologias De OperacionalizaçãO L
Maabe   Metodologias De OperacionalizaçãO LMaabe   Metodologias De OperacionalizaçãO L
Maabe Metodologias De OperacionalizaçãO L
 
Texto e guia de actividades da sessão
Texto e guia de actividades da sessãoTexto e guia de actividades da sessão
Texto e guia de actividades da sessão
 
MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)
MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)
MAABE-Metodologias e Operacionalização -(1.ª parte)
 
Sintese5 Metodologias Parte Ii Drealg Turma2 Dez09
Sintese5  Metodologias Parte Ii Drealg Turma2 Dez09Sintese5  Metodologias Parte Ii Drealg Turma2 Dez09
Sintese5 Metodologias Parte Ii Drealg Turma2 Dez09
 
Sessão 6
Sessão 6Sessão 6
Sessão 6
 

Destaque

Att prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget Games
Att prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget GamesAtt prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget Games
Att prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget Games
Ulf Hannelius
 
Campos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´s
Campos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´sCampos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´s
Campos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´s
Roberto Campos Ibarra
 
La globalización de la esperanza
La globalización de la esperanzaLa globalización de la esperanza
La globalización de la esperanza
Aura Aburto
 
Un Viejo Que Leia Novelas De Amor
Un Viejo Que Leia Novelas De AmorUn Viejo Que Leia Novelas De Amor
Un Viejo Que Leia Novelas De Amor
rafaelbkn
 
Question 6
Question 6Question 6
Question 6
jely2
 

Destaque (20)

Girel - Secondo incontro 2006-07
Girel - Secondo incontro 2006-07Girel - Secondo incontro 2006-07
Girel - Secondo incontro 2006-07
 
посттравматичний стресовий розлад_самодопомога
посттравматичний стресовий розлад_самодопомогапосттравматичний стресовий розлад_самодопомога
посттравматичний стресовий розлад_самодопомога
 
Vaya Casta de Políticos
Vaya Casta de PolíticosVaya Casta de Políticos
Vaya Casta de Políticos
 
Att prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget Games
Att prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget GamesAtt prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget Games
Att prioritera en budget med kunden i fokus - San Jose Budget Games
 
Isabel power genero trans.
 Isabel power genero trans. Isabel power genero trans.
Isabel power genero trans.
 
Beatriz
BeatrizBeatriz
Beatriz
 
Campos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´s
Campos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´sCampos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´s
Campos, roberto. presentación proyecto del uso de las tic´s
 
Proyecto de presentación personal
Proyecto de presentación personalProyecto de presentación personal
Proyecto de presentación personal
 
Estadísticas sobre la violencia contra las mujeres en El Salvador
Estadísticas sobre la violencia contra las mujeres en El SalvadorEstadísticas sobre la violencia contra las mujeres en El Salvador
Estadísticas sobre la violencia contra las mujeres en El Salvador
 
мотиваторы
мотиваторымотиваторы
мотиваторы
 
Apresentacao Tp2
Apresentacao Tp2Apresentacao Tp2
Apresentacao Tp2
 
My wonderful world by foziya alhalabi cursive
My wonderful world by foziya alhalabi cursiveMy wonderful world by foziya alhalabi cursive
My wonderful world by foziya alhalabi cursive
 
La globalización de la esperanza
La globalización de la esperanzaLa globalización de la esperanza
La globalización de la esperanza
 
Esculturas com lápis
Esculturas com lápisEsculturas com lápis
Esculturas com lápis
 
U5 pain g9-elham & bashair
U5 pain g9-elham & bashairU5 pain g9-elham & bashair
U5 pain g9-elham & bashair
 
VIP Card
VIP CardVIP Card
VIP Card
 
Artigo 2
Artigo 2Artigo 2
Artigo 2
 
Un Viejo Que Leia Novelas De Amor
Un Viejo Que Leia Novelas De AmorUn Viejo Que Leia Novelas De Amor
Un Viejo Que Leia Novelas De Amor
 
Question 6
Question 6Question 6
Question 6
 
Tesina
TesinaTesina
Tesina
 

Semelhante a Intro e-guia-aval-part ii-nov2010[1]

Guia e texto da sessão
Guia e texto da sessãoGuia e texto da sessão
Guia e texto da sessão
Bibliotecajac
 
Guia e texto_da_sessao_5
Guia e texto_da_sessao_5Guia e texto_da_sessao_5
Guia e texto_da_sessao_5
Bibliotecajac
 
Intro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopesIntro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopes
alexandranuneslopes
 
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamentoIntegração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Maria Da Graça Gonçalves
 
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamentoIntegração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Maria Da Graça Gonçalves
 
Sintese Da Sessao 5 Drelvt 2
Sintese Da Sessao 5  Drelvt 2Sintese Da Sessao 5  Drelvt 2
Sintese Da Sessao 5 Drelvt 2
FilipaNeves
 
Apresentação mabe fátima pedro enviada
Apresentação mabe fátima pedro enviadaApresentação mabe fátima pedro enviada
Apresentação mabe fátima pedro enviada
Fatimapedro
 
Auto AvaliaçãO Da Be Lurdes Silva
Auto AvaliaçãO Da Be Lurdes SilvaAuto AvaliaçãO Da Be Lurdes Silva
Auto AvaliaçãO Da Be Lurdes Silva
lurdesilva
 
IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3
IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3
IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3
Margarida Mota
 
Actividade sessão 6
Actividade sessão 6Actividade sessão 6
Actividade sessão 6
Anaigreja
 

Semelhante a Intro e-guia-aval-part ii-nov2010[1] (18)

Guia e texto da sessão
Guia e texto da sessãoGuia e texto da sessão
Guia e texto da sessão
 
Guia
GuiaGuia
Guia
 
Guia e texto_da_sessao_5
Guia e texto_da_sessao_5Guia e texto_da_sessao_5
Guia e texto_da_sessao_5
 
Sessão 6
Sessão 6Sessão 6
Sessão 6
 
Intro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopesIntro e-guia-aval alexandra-lopes
Intro e-guia-aval alexandra-lopes
 
Sessão 6 reflexao
Sessão 6 reflexaoSessão 6 reflexao
Sessão 6 reflexao
 
Sessão 6 reflexao
Sessão 6 reflexaoSessão 6 reflexao
Sessão 6 reflexao
 
O Modelo de Autoavaliação da BE SubdomíNio C1.1 E C1.3
O Modelo de Autoavaliação da BE   SubdomíNio C1.1 E C1.3O Modelo de Autoavaliação da BE   SubdomíNio C1.1 E C1.3
O Modelo de Autoavaliação da BE SubdomíNio C1.1 E C1.3
 
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamentoIntegração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
 
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamentoIntegração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
Integração do modelo de auto avaliação na escola.agrupamento
 
Sintese Da Sessao 5 Drelvt 2
Sintese Da Sessao 5  Drelvt 2Sintese Da Sessao 5  Drelvt 2
Sintese Da Sessao 5 Drelvt 2
 
Modelo Aa Be Power Point
Modelo Aa Be   Power PointModelo Aa Be   Power Point
Modelo Aa Be Power Point
 
Guia oper i-5_nov2010
Guia oper i-5_nov2010Guia oper i-5_nov2010
Guia oper i-5_nov2010
 
Apresentação mabe fátima pedro enviada
Apresentação mabe fátima pedro enviadaApresentação mabe fátima pedro enviada
Apresentação mabe fátima pedro enviada
 
Tarefa 4 Isabel
Tarefa 4 IsabelTarefa 4 Isabel
Tarefa 4 Isabel
 
Auto AvaliaçãO Da Be Lurdes Silva
Auto AvaliaçãO Da Be Lurdes SilvaAuto AvaliaçãO Da Be Lurdes Silva
Auto AvaliaçãO Da Be Lurdes Silva
 
IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3
IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3
IntegraçãO Do Modelo De Auto AvaliaçãO Na Escola Tarefa 1 Sessao3
 
Actividade sessão 6
Actividade sessão 6Actividade sessão 6
Actividade sessão 6
 

Mais de ddfdelfim

Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_
Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_
Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_
ddfdelfim
 
Aee 10 ag_cego_maio_r
Aee 10 ag_cego_maio_rAee 10 ag_cego_maio_r
Aee 10 ag_cego_maio_r
ddfdelfim
 
Aee 09 ag_antonio_correia_oliveira_r
Aee 09 ag_antonio_correia_oliveira_rAee 09 ag_antonio_correia_oliveira_r
Aee 09 ag_antonio_correia_oliveira_r
ddfdelfim
 
Aee 08 agr_abel_varzim_r
Aee 08 agr_abel_varzim_rAee 08 agr_abel_varzim_r
Aee 08 agr_abel_varzim_r
ddfdelfim
 
Maabe ige critica
Maabe ige criticaMaabe ige critica
Maabe ige critica
ddfdelfim
 
O modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamento
O modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamentoO modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamento
O modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamento
ddfdelfim
 
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]
ddfdelfim
 
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)
ddfdelfim
 
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
ddfdelfim
 

Mais de ddfdelfim (10)

Nome do projeto
Nome do projetoNome do projeto
Nome do projeto
 
Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_
Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_
Metodologias de operacionalizacao_quadro_maabe_e_ige_
 
Aee 10 ag_cego_maio_r
Aee 10 ag_cego_maio_rAee 10 ag_cego_maio_r
Aee 10 ag_cego_maio_r
 
Aee 09 ag_antonio_correia_oliveira_r
Aee 09 ag_antonio_correia_oliveira_rAee 09 ag_antonio_correia_oliveira_r
Aee 09 ag_antonio_correia_oliveira_r
 
Aee 08 agr_abel_varzim_r
Aee 08 agr_abel_varzim_rAee 08 agr_abel_varzim_r
Aee 08 agr_abel_varzim_r
 
Maabe ige critica
Maabe ige criticaMaabe ige critica
Maabe ige critica
 
O modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamento
O modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamentoO modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamento
O modelo de_auto-avaliacao_no_contexto_escola_agrupamento
 
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b[1]
 
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)
Metodologias de operacionalizacao_do_maabe_-_dominio_b (tarefa 4)
 
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
Intro e-guia-aval-part ii-nov2010
 

Último

História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdfHistória concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
GisellySobral
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
azulassessoria9
 

Último (20)

Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na ÁfricaPeriodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
Periodo da escravidAo O Brasil tem seu corpo na América e sua alma na África
 
Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................
 
Slides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptxSlides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptx
Slides Lição 06, Central Gospel, O Anticristo, 1Tr24.pptx
 
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
Slides Lição 7, Betel, Ordenança para uma vida de fidelidade e lealdade, 2Tr2...
 
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdfHistória concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
 
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdfUFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
UFCD_10659_Ficheiros de recursos educativos_índice .pdf
 
Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja Poema - Maio Laranja
Poema - Maio Laranja
 
Quando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth RochaQuando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
Quando a escola é de vidro, de Ruth Rocha
 
Apresentação | Símbolos e Valores da União Europeia
Apresentação | Símbolos e Valores da União EuropeiaApresentação | Símbolos e Valores da União Europeia
Apresentação | Símbolos e Valores da União Europeia
 
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - GeoprocessamentoDados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
Dados espaciais em R - 2023 - UFABC - Geoprocessamento
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
ATIVIDADE 1 - ENF - ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS - 52_2024
 
Pré-História do Brasil, Luzia e Serra da Capivara
Pré-História do Brasil, Luzia e Serra da CapivaraPré-História do Brasil, Luzia e Serra da Capivara
Pré-História do Brasil, Luzia e Serra da Capivara
 
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autoresModelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
Modelos de Inteligencia Emocional segundo diversos autores
 
Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...
Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...
Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...
 
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
425416820-Testes-7º-Ano-Leandro-Rei-Da-Heliria-Com-Solucoes.pdf
 
662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica
 
Quiz | Dia da Europa 2024 (comemoração)
Quiz | Dia da Europa 2024  (comemoração)Quiz | Dia da Europa 2024  (comemoração)
Quiz | Dia da Europa 2024 (comemoração)
 
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)
Sopa de letras | Dia da Europa 2024 (nível 1)
 
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentesMaio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
Maio Laranja - Combate à violência sexual contra crianças e adolescentes
 

Intro e-guia-aval-part ii-nov2010[1]

  • 1. 1 Texto e Guia de Actividades da Sessão O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte II) Nas primeiras sessões de formação tivemos já oportunidade de reconhecer a importância da auto-avaliação da BE e da utilização do MAABE como ferramenta para essa auto-avaliação. Esta importância deriva de um conjunto de factores que podemos rever e sistematizar de alguma forma, do modo seguinte: Em primeiro lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como instrumento de auto-regulação e de melhoria contínua:  aferindo se as metas e objectivos das BE estão a ser alcançados  identificando pontos fortes e pontos fracos a melhorar  usando estrategicamente os resultados da avaliação no planeamento futuro (redefinição de prioridades, metas, objectivos, estratégias, etc.)  melhorando progressivamente o nível de desempenho das BE  facilitando o benchmarking e apoiando a definição de políticas dirigidas às BE Em segundo lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como um poderoso factor de mudança:  de reforço do papel pedagógico das BE e dos seus potenciais impactos na aprendizagem, formação e sucesso dos alunos  de indução de uma prática baseada em evidências, capazes de sustentar e fundamentar a acção e tomada de decisão  de estímulo a uma prática reflexiva de investigação-acção  de sentido qualitativo  de carácter sistemático e continuado, consolidando uma cultura de avaliação Em terceiro lugar, a auto-avaliação é importante porque se constitui como uma oportunidade única:  de afirmação e reconhecimento do valor das BE, face aos desafios que hoje se lhes colocam  de visibilidade e integração das BE na Escola e na Comunidade  de objectivação e validação interna e externa do trabalho que vai sendo realizado pelas BE  de envolvimento e responsabilização dos diferentes actores Na sessão anterior iniciámos o trabalho de operacionalização do MAABE. Para o efeito, começámos por nos debruçar sobre a planificação em cada BE, do processo de auto-
  • 2. 2 avaliação, usando como referência um plano geral de implementação de que faziam parte as seguintes etapas:  Diagnóstico  Escolha do Domínio a avaliar  Levantamento dos intervenientes a envolver  Apresentação no CP  Identificação e preparação dos instrumentos de recolha de evidências  Recolha, análise e interpretação da informação  Identificação dos pontos fortes e fracos  Atribuição de níveis de desempenho  Plano de melhoria  Elaboração e apresentação do relatório de auto-avaliação  Integração no relatório de avaliação interna da escola e nos tópicos de apresentação à IGE, responsável pela avaliação externa. A análise deste plano de avaliação torna fácil reconhecer que boa parte da sua execução se relaciona, em grande medida, com a necessidade dos responsáveis pela condução do processo de auto-avaliação das BE, se munirem de um conjunto de evidências que lhes permitam vir a conhecer, de forma fundamentada, o nível de desempenho e impacto da Biblioteca Escolar em relação com diferentes indicadores de qualidade _ variáveis consoante o Domínio em apreciação _ e agir no sentido da sua progressiva melhoria. Uma das actividades mais importantes da aplicação do MAABE consiste, deste modo, em saber identificar os instrumentos de recolha de evidências adequados e extrair desses instrumentos a informação (evidências) que melhor esclarece o trabalho e os resultados alcançados pela Biblioteca em relação com este ou aquele indicador ou conjunto de indicadores. Na presente sessão ocupar-nos-emos deste aspecto, usando mais uma vez como base principal de trabalho, o próprio MAABE. Para tal, começamos por reforçar que entre as diferentes fontes de evidências recomendadas e passíveis de serem utilizadas, se destacam, pela sua importância, as fontes documentais resultantes da actividade da própria Escola/Agrupamento e respectiva/s BE:  Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno, Plano Anual de Actividades, Relatórios de avaliação, Currículos profissionais da equipa da BE, Outros.  Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento
  • 3. 3 Planificações dos Departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, Projectos curriculares das turmas, Orientações/recomendações do CP, Trabalhos de alunos, Resultados de avaliação dos alunos, Outros.  Documentos de Gestão da BE Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, Acordos de parceria, Política de Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, Horário, Relatórios, Plantas, Inventários, Outros.  Documentos de funcionamento e dinamização da BE Actas/ Registos de reuniões/contactos, Registos de projectos/actividades realizados, Estatísticas da BE, Materiais de apoio produzidos e editados, Catálogo e outras ferramentas utilizadas, Resultados de avaliação da colecção, Outros. O enorme valor informativo e testemunhal destas fontes faz com que seja fundamental tê-las em conta, não esquecendo, contudo, que para além destas fontes documentais de carácter textual ou quantitativo, dispomos também de uma valiosa bateria de instrumentos de recolha de dados, propositadamente construídos para a avaliação das BE no contexto do MAABE:  Questionários a alunos, professores e encarregados de educação  Grelhas de observação de competências  Grelhas de análise de trabalhos escolares  Listas de verificação Dada a natural heterogeneidade dos documentos a que diz respeito a primeira categoria de fontes referidas e a necessidade da sua exploração em contexto, deter- nos-emos na presente sessão, sobretudo, nos instrumentos produzidos e disponibilizados no âmbito do MAABE, a que acabámos de fazer referência. Na impossibilidade de desenvolver um exercício prático em todos os domínios que compõem o Modelo, utilizaremos ainda, apenas a título de exemplo, o Sub-Domínio A2. Actividade nº 1: Localizar nos instrumentos propostos pelo MAABE para o Sub-Domínio A2, questões ou itens que vão ao encontro dos factores críticos definidos para cada um dos seus Indicadores. Para a execução deste exercício, utilize a Tabela seguinte, preenchendo a última coluna (Nota: algumas células podem ficar vazias por o seu preenchimento exigir outro tipo de instrumentos).
  • 4. 4Indicadores Factores críticos de sucesso Instrumentos propostos pelo MAABE para cada Indicador Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e situar-se face aos factores críticos A.2.1 Organização de actividades de formação de utilizadores.  O plano de trabalho da BE inclui actividades de formação de utilizadores com turmas/ grupos/ alunos e com docentes no sentido de promover o valor da BE, motivar para a sua utilização, esclarecer sobre as formas como está organizada e ensinar a utilizar os diferentes serviços.  Questionário aos alunos (QA1).  Questionário aos docentes (QD1).  Observação de utilização da BE (O2). Ex: QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a usar a BE…? QD1: Questão 9 – Já participou em actividades de formação de utilizadores para o uso da BE, promovidas pelo professor-bibliotecário/ equipa da BE? GO2: 7 – Utiliza os dados informativos de um texto ou obra para a escolher/ rejeitar de acordo com o seu conteúdo e utilidade, através da análise dos títulos e subtítulos, índices, resumos, outros.  Alunos e docentes desenvolvem competências para o uso da BE revelando um maior nível de autonomia na sua utilização após as sessões de formação de utilizadores. QA1: Questão 7.1 – Se respondeste Sim, achas que depois dessas actividades te sentes mais à vontade a usar a BE? QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de sugestões de bibliografia a consultar? GO2: 2 – Identifica fontes de informação potenciais e formas de lhe aceder.  A BE produz materiais informativos e/ ou lúdicos de apoio à formação dos utilizadores. QD1: Questão 11 – Já colaborou com a BE na selecção ou produção de materiais de apoio necessários àcondução deactividades naBEou sala deaula? GO2: 9 – Localiza e extrai informação de diferentes suportes e tipos de documentos, recorrendo à percepção global e à leitura rápida e em diagonal do seu conteúdo, seguindo ligações preferenciais, outros. A.2.2 Promoção do ensino em contexto de competências de informação.  A BE procede, em ligação com as estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica, ao levantamento nos currículos das competências de informação inerentes a cada área disciplinar/área de conteúdo com vista à definição de um currículo de competências transversais adequado a cada nível/ano de escolaridade.  Questionário aos docentes (QD1) QD1: Questão 6 – Costuma proceder à integração de competências de informação na planificação e tratamento das diferentes áreas de conteúdo/ unidades de ensino?  A BE promove, com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes, a integração de um plano para a literacia da informação no projecto educativo e curricular e nos projectos curriculares dos grupos/turmas. QD1: Questão 3 – Nas suas funções docentes, costuma articular e/ ou planear actividades com o professor bibliotecário ou com a equipa da BE?  A BE propõe um modelo de pesquisa de informação a ser usado por toda a escola. QD1: Questão 7 – Na sua prática lectiva, promove a utilização da BE ou dos seus recursos nos trabalhos de pesquisa efectuados pelos seus alunos?
  • 5. 5 Indicadores Factores críticos de sucesso Instrumentos propostos pelo MAABE para cada Indicador Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e situar-se face aos factores críticos A.2.2 Promoção do ensino em contexto de competências de informação (cont.)  A BE estimula a inserção nas unidades curriculares, ACND e outras actividades, do ensino e treino contextualizado de competências de informação.  Questionário aos docentes (QD1) QD1: Questão 6 – Costuma proceder à integração de competências de informação na planificação e tratamento das diferentes áreas de conteúdo/ unidades de ensino?  A BE produz e divulga, em colaboração com os docentes, guiões de pesquisa e outros materiais de apoio ao trabalho de exploração dos recursos de informação pelos alunos. QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de sugestões de bibliografia a consultar? QD1: Questão 8.1 – Como apoio para os trabalhos de pesquisa dos alunos costuma utilizar:  A equipa da BE participa, em cooperação com os docentes, nas actividades de educação/ensino de competências de informação com turmas/ grupos/ alunos. QD1: Questão 10 – Já colaborou com o professor-bibliotecário/ equipa na realização de actividades na BE ou em sala de aula com alguma turma/ grupo? A.2.3 Promoção do ensino em contexto de competências tecnológicas e digitais.  Os projectos escolares de iniciativa da BE, ou apoiados por ela, incluem actividades de consulta e produção de informação e de intercâmbio e comunicação através das TIC: actividades de pesquisa, utilização de serviços Web, recurso a utilitários, software educativo e outros objectos multimédia, manipulação de ferramentas de tratamento de dados e de imagem, de apresentação, outros.  Questionário aos alunos (QA1). QA1: Questão 13 – Como classificas as aprendizagens que realizaste através da BE?  A BE organiza e participa em actividades de formação para docentes e alunos no domínio da literacia tecnológica e digital. QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a usar a BE: localização dos livros, fazer pesquisas, outros?  A equipa da BE apoia os utilizadores na selecção e utilização de recursos electrónicos e media, de acordo com as suas necessidades. QA1: Questão 12 – Gostavas de saber mais sobre…?
  • 6. 6 Indicadores Factores críticos de sucesso Instrumentos propostos pelo MAABE para cada Indicador Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e situar-se face aos factores críticos A.2.3 Promoção do ensino em contexto de competências tecnológicas e digitais (cont.).  A BE colabora na concepção e dinamização de actividades de educação para e com os media.  Questionário aos alunos (QA1). QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a usar a BE: localização dos livros, fazer pesquisas, outros?  A BE produz, em colaboração com os docentes, materiais informativos e de apoio à adequada utilização da Internet: guiões de pesquisa, grelhas de avaliação de sítios, listas de apontadores, guias de procedimentos, outros. QA1: Questão 10 – O trabalho na BE ou tendo por base os seus recursos, contribui para que te vás sentindo mais seguro e confiante nas tarefas da pesquisa, consulta e produção de informação que tens de realizar? A.2.4 Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos.  Os alunos utilizam, de acordo com o seu nível/ano de escolaridade, linguagens, suportes, modalidades de recepção e de produção de informação e formas de comunicação variados, entre os quais se destaca o uso de ferramentas e media digitais.  Observação de utilização da BE (GO2).  Trabalhos escolares dos alunos (T1).  Questionário aos docentes (QD1).  Questionário aos alunos da (QA1). QD1: Questão 17 – Assinale entre os seguintes tipos de materiais/ ferramentas, aquele(s) que já alguma vez utilizou por sua iniciativa ou sugestão da BE: GO2: 1 – Define a questão ou problema a tratar, através de diálogo, identificação de palavras-chave, levantamento do que já conhece sobre o tópico, colocação de questões, outros. T1: 1 – Utiliza diferentes fontes de informação, impressas ou digitais.  Os alunos incorporam no seu trabalho, de acordo com o nível/ano de escolaridade que frequentam, as diferentes fases do processo de pesquisa e tratamento de informação: identificam fontes de informação e seleccionam informação, recorrendo quer a obras de referência e materiais impressos, quer a motores de pesquisa, directórios, bibliotecas digitais ou outras fontes de informação electrónicas, organizam, sintetizam e comunicam a informação tratada e avaliam os resultados do trabalho realizado. QA1: Questão 9 – À medida que vais realizando mais trabalhos na BE ou utilizando os seus recursos, nas várias disciplinas/ áreas curriculares, achas que os teus trabalhos de pesquisa vão melhorando e fazes progressos? QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de sugestões de bibliografia a consultar? GO2: 7 – Utiliza os dados informativos de um texto ou obra para a escolher/ rejeitar de acordo com o seu conteúdo e utilidade, através da análise dos títulos e subtítulos, índices, resumos, outros. T1: 12 – Selecciona as modalidades de apresentação da informação mais adequadas aos fins a que se propõe – apresentação electrónica, portefólio, trabalho escrito, cartaz, registo sonoro, vídeo, outros.  Os alunos demonstram, de acordo c/ o seu nível/ano de escolaridade, compreensão sobre os problemas éticos, legais e de responsabilidade social associados ao acesso, avaliação e uso da informação e das TIC. QA1: Questão 8 – Sentes-te apoiado pelo professor-bibliotecário/ equipa da BE quando a utilizas? QD1: Questão 15 – Como classifica, em geral, as competências para o uso autónomo da BE ou dos seus recursos, por parte dos seus alunos? GO2: 11 – Apresenta e comunica a outros, explorando diferentes ambientes e meios de comunicação, os resultados dos seus trabalhos. T1: 5 – Compara, avalia e produz argumentos e pontos de vista, revelando espírito crítico.
  • 7. 7 Indicadores Factores críticos de sucesso Instrumentos propostos pelo MAABE para cada Indicador Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e situar-se face aos factores críticos A.2.4 Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos (cont.)  Os alunos revelam, em cada ano e ao longo de cada nível/ano de escolaridade, progressos no uso de competências tecnológicas, digitais e de informação nas diferentes disciplinas e áreas curriculares/áreas de conteúdo.  Observação de utilização da BE (GO2).  Trabalhos escolares dos alunos (T1).  Questionário aos docentes (QD1). Questionário aos alunos da (QA1). QA1: Questão 8 – Sentes-te apoiado pelo professor-bibliotecário/ equipa da BE quando a utilizas? QD1: Questão 15 – Como classifica, em geral, as competências para o uso autónomo da BE ou dos seus recursos, por parte dos seus alunos? GO2: 5 – Pesquisa informação na Internet e noutros suportes digitais (CD, DVD, CD-ROM, outros). T1: 7 – Selecciona o estilo apropriado de acordo com o tipo de trabalho e os destinatários. A.2.5 Impacto da BE no desenvolvimento de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania e à aprendizagem ao longo da vida.  Os alunos aplicam modalidades de trabalho diversificadas – individual, a pares ou em grupo – e realizam tarefas diferenciadas, de acordo com a estruturação espacial e funcional da BE.  Observação de utilização da BE (GO1).  Questionário aos docentes (QD1).  Questionário aos alunos (QA1). QA1: Questão 4 – Em que situação mais utilizas a BE ou os seus recursos nas tuas actividades escolares? QD1: Questão 3 – Nas suas funções docentes, costuma articular e/ ou planear actividades com o professor bibliotecário ou com a equipa da BE? GO1: 5 – Trabalha de forma adequada em grupo, ajuda os colegas.  Os alunos estabelecem entre si um ambiente de confiança e de respeito mútuo, cumprindo normas de actuação, de convivência e de trabalho, inerentes ao sistema de organização e funcionamento da BE. QA1: Questão 10 – O trabalho na BE ou tendo por base os seus recursos, contribui para que te vás sentindo mais seguro e confiante nas tarefas da pesquisa, consulta e produção de informação que tens de realizar? QD1: Questão 10 – Já colaborou com o professor-bibliotecário/ equipa na realização de actividades na BE ou em sala de aula com alguma turma/ grupo? GO1: 7 – Assume um comportamento adequado na biblioteca (p. ex., revela cortesia no tratamento, segue as regras de utilização da BE).  Os alunos revelam valores de cooperação, autonomia e responsabilidade, conformes a uma aprendizagem autónoma, activa e colaborativa. QA1: Questão 11 – Consideras que os trabalhos de pesquisa realizados na BE ou utilizando os seus recursos exigem de ti capacidade de iniciativa, autonomia e cooperação com os teus colegas? QD1: Questão 18 – Em que medida considera que a BE influencia, nos seus alunos, o desenvolvimento de valores e atitudes de convivência, iniciativa, cooperação e autonomia? GO1: 6 – Partilha ideias e conhecimentos com os outros colegas.  Os alunos demonstram atitudes de curiosidade, iniciativa, criatividade e reflexão crítica, necessárias a uma aprendizagem baseada em recursos. QA1: Questão 9 – À medida que vais realizando mais trabalhos na BE ou utilizando os seus recursos, nas várias disciplinas/ áreas curriculares, achas que os teus trabalhos de pesquisa vão melhorando e fazes progressos? QD1: Questão 8 – Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de sugestões de bibliografia a consultar? GO1: 2 – Manifesta motivação e interesse pelas tarefas atribuídas (p. ex. mostra-se focado na tarefa e não se dispersa).
  • 8. 8 Como acabámos de ver com o exemplo do exercício anterior, a informação que podermos obter com cada instrumento (independentemente da sua natureza) tem de relacionar-se com os factores críticos, pois é desse cruzamento que resulta a possibilidade de verificarmos que práticas e resultados estão ou não a ser alcançados e qual o seu nível. O Relatório de Auto-Avaliação é o documento onde, após a recolha de todos os dados, se registam as Evidências derivadas deste processo de análise e interpretação da informação recolhida. Estas evidências devem ir além da apresentação de dados em bruto, facilmente consultáveis nos Anexos da aplicação informática para o tratamento de dados disponibilizada desde o ano transacto a todas as escolas pelo Programa RBE, pretendendo-se que se traduzam em enunciados de carácter avaliativo, exigentes de apreciações e juízos de valor sobre os factos apontados. Como se esclarece no Capítulo de orientações para aplicação que integra o documento do MAABE: A análise dos dados obtidos deve conduzir à elaboração de avaliações sobre a BE e os seus serviços em termos de: eficácia, valor, utilidade, impacto, etc. Neste aspecto, é importante distinguir entre elaborar uma descrição e realizar uma avaliação. A avaliação implica uma apreciação baseada na análise de informação relevante e de evidências. Frequentemente inclui a explicação das consequências ou implicações [negativas ou positivas] de uma determinada acção ou processo. Vejamos um Exemplo: Enunciado descritivo: “A BE procedeu à actualização da colecção”. (Comentário: este enunciado não julga a utilização e a utilidade dos procedimentos, apenas constata um facto.) Enunciado avaliativo – “Como atestam os dados obtidos a partir da análise dos Docs. X e Y, do Questionário W e da Checklist Z (cf. Anexo…) , a actualização regular e consistente da colecção pela BE teve um impacto muito positivo sobre o grau de satisfação dos utilizadores e o uso dos recursos”. (Comentário: este enunciado fundamenta-se nos dados para caracterizar o processo - “regular” e “consistente” – e referir as consequências dos procedimentos assumidos.) Actividade nº 2: A partir da análise dos instrumentos que já realizou e da compreensão do tipo de informações passíveis de ser obtidas através da sua aplicação, seleccione um
  • 9. 9 Indicador do Sub-domínio A2 à sua escolha, e escreva livremente três enunciados avaliativos que hipoteticamente pudesse formular na Coluna das Evidências do respectivo Relatório de Avaliação, a partir de dados supostamente recolhidos com aqueles instrumentos. Só mediante esta perspectiva avaliativa, resultante da análise e interpretação dos dados, será possível:  Estabelecer os pontos fortes e os pontos fracos da BE no Domínio avaliado.  Olhar para os Perfis de Desempenho de cada Domínio/Sub-Domínio, e situar a BE sem equívocos nem ambiguidades num dos seus níveis (1, 2 , 3 ou 4).  Estabelecer propostas de melhoria, a integrar o Plano de Actividades do ano seguinte. Um dos problemas recorrentes nesta apresentação de propostas de melhoria, é que são muitas vezes formuladas de forma muito vaga e geral, sem que se especifique ou concretize o que deve ser feito, de modo a que possam ser entendidas como verdadeiras acções de melhoria, realistas, tangíveis e exequíveis, apontando prioridades, etapas, destinatários ou estratégias. Vejamos um Exemplo: Acção de melhoria geral: “Investir na produção de materiais de apoio” (Comentário: Investir é em si mesmo um verbo de carácter muito geral, além de nada ser dito sobre a quantidade ou tipo de materiais a produzir” Acção de melhoria concretizada: “ Reforçar a participação e apoio da BE nas actividades de substituição, através da produção, ao longo do próximo ano lectivo, em articulação com o Departamento de Língua Portuguesa, de guiões de actividades destinados aos alunos do 2º e 3º Ciclos do EB” A2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos. 1. Questionário aos alunos sobre o uso na Web 2.0 na BE. 2. Análise do uso da BE para investigação em trabalhos de pesquisa. 3. Análise do uso, pelos alunos, da pesquisa realizada na BE, nos trabalhos produzidos.
  • 10. 10 (Comentário: Embora apresentada de forma sintética, aponta objectivos, estratégia, tempo, responsáveis e destinatários) A título de exemplo, também o MAABE identificou em todas as tabelas, algumas ideias de possíveis acções de melhoria, não tendo sido, no entanto, sua preocupação, detalhá-las, dada a natureza orientadora e abrangente do próprio documento. Actividade nº 3: Imagine que uma destas ideias do Sub-domínio A2, sobre o qual temos vindo a concentrar o nosso olhar, a título exemplificativo, se enquadra naquilo que deve ser a aposta futura de melhoria da sua biblioteca num determinado tópico. Identifique-a e procure operacionalizá-la de um modo mais efectivo, de modo a que se possa constituir como uma verdadeira proposta de melhoria. Lembramos, contudo, que, integrando o relatório de auto-avaliação, esta enunciação de propostas deve ser feita de forma sintética, de modo a não sobrecarregar o Relatório. Tente, por isso, ser o mais objectivo possível. Para realizar e entregar as actividades desta Sessão, use este mesmo ficheiro e, depois de nele feitas as actividades, envie-o na forma de entrega de trabalho para a plataforma. ATENÇÃO: À semelhança do que se propõe na sessão anterior, de modo a salvaguardar a possibilidade de contacto e interacção entre os formandos, sempre desejável, a respeito dos conteúdos desta sessão, decorre em simultâneo ao longo da semana de trabalho, um Fórum de discussão no qual se espera que cada formando apresente A2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos. Introduzir uma política na escola orientada para o ensino em contexto curricular de competências tecnológicas, digitais e de informação, procurando dinamizar o Blogue da BE e co-responsabilizando a comunidade docente para essa necessidade através do CP e do Conselho de Directores de Turma, no sentido de usarem e dinamizarem mais quer o Blogue da BE e o Moodle do Agrupamento, quer a Página Web do Agrupamento.
  • 11. 11 em um ou dois posts, uma ou duas sugestões de melhoria decorrentes da sua experiência de trabalho passada ou mais recente na BE, e interaja com um ou dois colegas formandos, comentando as sugestões que por ele/s tiverem sido apresentadas. Desejamos a todos uma boa semana de formação. As formadoras Agradeço todo o trabalho que me deram para um dia de Greve Geral. Se for para bem das BE’s e do país, ainda bem. Louvado seja Deus e os deuses. O formando, Delfim Fernandes