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Guia e Texto da Sessão
O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de
operacionalização (Parte II)
Nas primeiras sessões de formação tivemos já oportunidade de reconhecer a importância da
auto-avaliação da BE e da utilização do MAABE como ferramenta para essa auto-avaliação.
Esta importância deriva de um conjunto de factores que podemos rever e sistematizar de
alguma forma, do modo seguinte:
Em primeiro lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como
instrumento de auto-regulação e de melhoria contínua:
 aferindo se as metas e objectivos das BE estão a ser alcançados
 identificando pontos fortes e pontos fracos a melhorar
 usando estrategicamente os resultados da avaliação no planeamento futuro
(redefinição de prioridades, metas, objectivos, estratégias, etc.)
 melhorando progressivamente o nível de desempenho das BE
 facilitando o benchmarking e apoiando a definição de políticas dirigidas às BE
Em segundo lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como um
poderoso factor de mudança:
 de reforço do papel pedagógico das BE e dos seus potenciais impactos na
aprendizagem, formação e sucesso dos alunos
 de indução de uma prática baseada em evidências, capazes de sustentar e
fundamentar a acção e tomada de decisão
 de estímulo a uma prática reflexiva de investigação-acção
 de sentido qualitativo
 de carácter sistemático e continuado, consolidando uma cultura de avaliação
Em terceiro lugar, a auto-avaliação é importante porque se constitui como uma
oportunidade única:
 de afirmação e reconhecimento do valor das BE, face aos desafios que hoje se lhes
colocam
 de visibilidade e integração das BE na Escola e na Comunidade
 de objectivação e validação interna e externa do trabalho que vai sendo realizado
pelas BE
 de envolvimento e responsabilização dos diferentes actores
2
Na sessão anterior iniciámos o trabalho de operacionalização do MAABE. Para o efeito,
começámos por nos debruçar sobre a planificação em cada BE, do processo de auto-
avaliação, usando como referência um plano geral de implementação de que faziam parte as
seguintes etapas:
 Diagnóstico
 Escolha do Domínio a avaliar
 Levantamento dos intervenientes a envolver
 Apresentação no CP
 Identificação e preparação dos instrumentos de recolha de evidências
 Recolha, análise e interpretação da informação
 Identificação dos pontos fortes e fracos
 Atribuição de níveis de desempenho
 Plano de melhoria
 Elaboração e apresentação do relatório de auto-avaliação
 Integração no relatório de avaliação interna da escola e nos tópicos de apresentação
à IGE, responsável pela avaliação externa.
A análise deste plano de avaliação torna fácil reconhecer que boa parte da sua execução se
relaciona, em grande medida, com a necessidade dos responsáveis pela condução do
processo de auto-avaliação das BE, se munirem de um conjunto de evidências que lhes
permitam vir a conhecer, de forma fundamentada, o nível de desempenho e impacto da
Biblioteca Escolar em relação com diferentes indicadores de qualidade _ variáveis consoante
o Domínio em apreciação _ e agir no sentido da sua progressiva melhoria.
Uma das actividades mais importantes da aplicação do MAABE consiste, deste modo, em
saber identificar os instrumentos de recolha de evidências adequados e extrair desses
instrumentos a informação (evidências) que melhor esclarece o trabalho e os resultados
alcançados pela Biblioteca em relação com este ou aquele indicador ou conjunto de
indicadores.
Na presente sessão ocupar-nos-emos deste aspecto, usando mais uma vez como base
principal de trabalho, o próprio MAABE.
Para tal, começamos por reforçar que entre as diferentes fontes de evidências
recomendadas e passíveis de serem utilizadas, se destacam, pela sua importância, as fontes
documentais resultantes da actividade da própria Escola/Agrupamento e respectiva/s BE:
 Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento
Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno, Plano
Anual de Actividades, Relatórios de avaliação, Currículos profissionais da equipa da BE,
Outros.
 Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento
3
Planificações dos Departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, Projectos curriculares
das turmas, Orientações/recomendações do CP, Trabalhos de alunos, Resultados de
avaliação dos alunos, Outros.
 Documentos de Gestão da BE
Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, Acordos de parceria, Política de
Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, Horário,
Relatórios, Plantas, Inventários, Outros.
 Documentos de funcionamento e dinamização da BE
Actas/ Registos de reuniões/contactos, Registos de projectos/actividades realizados,
Estatísticas da BE, Materiais de apoio produzidos e editados, Catálogo e outras
ferramentas utilizadas, Resultados de avaliação da colecção, Outros.
O enorme valor informativo e testemunhal destas fontes faz com que seja fundamental tê-
las em conta, não esquecendo, contudo, que para além destas fontes documentais de
carácter textual ou quantitativo, dispomos também de uma valiosa bateria de instrumentos
de recolha de dados, propositadamente construídos para a avaliação das BE no contexto do
MAABE:
 Questionários a alunos, professores e encarregados de educação
 Grelhas de observação de competências
 Grelhas de análise de trabalhos escolares
 Listas de verificação
Dada a natural heterogeneidade dos documentos a que diz respeito a primeira categoria de
fontes referidas e a necessidade da sua exploração em contexto, deter-nos-emos na
presente sessão, sobretudo, nos instrumentos produzidos e disponibilizados no âmbito do
MAABE, a que acabámos de fazer referência.
Na impossibilidade de desenvolver um exercício prático em todos os domínios que
compõem o Modelo, utilizaremos ainda, apenas a título de exemplo, o Sub-Domínio A2.
Actividade nº 1
Localizar nos instrumentos propostos pelo MAABE para o Sub-Domínio A2, questões ou
itens que vão ao encontro dos factores críticos definidos para cada um dos seus
Indicadores.
Para a execução deste exercício, utilize a Tabela seguinte, preenchendo a última coluna
(Nota: algumas células podem ficar vazias por o seu preenchimento exigir outro tipo de instrumentos).
4
Indicadores Factores críticos de sucesso
Instrumentos propostos
pelo MAABE para cada
Indicador
Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e
situar-se face aos factores críticos
A.2.1 Organização
de actividades de
formação de
utilizadores.
 O plano de trabalho da BE inclui
actividades de formação de
utilizadores com turmas/ grupos/
alunos e com docentes no sentido de
promover o valor da BE, motivar para
a sua utilização, esclarecer sobre as
formas como está organizada e
ensinar a utilizar os diferentes
serviços.
 Questionário aos
alunos (QA1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
 Observação de
utilização da BE (GO2).
Questão 5 - Quando vais à BE para realizar trabalhos para as disciplinas, tens as indicações
necessárias sobre a tarefa que vais fazer e as sugestões dos documentos que deves
utilizar?
Questão 6 - Quando tens um trabalho de pesquisa para fazer, como costumas procurar a
informação de que precisas?
Ex: QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a usar a BE: localização
dos livros, fazer pesquisas, outros?
Questão 8 – Sentes-te apoiado pelo professor bibliotecário/equipa da BE quando a utilizas?
Questão 9 - Já participou em actividades de formação de utilizadores para o uso da BE,
promovidas pelo professor-bibliotecário/ equipa da BE?
 Alunos e docentes desenvolvem
competências para o uso da BE
revelando um maior nível de
autonomia na sua utilização após as
sessões de formação de utilizadores.
Questão 7.1 – Se respondeste Sim, achas que depois dessas actividades te sentes mais à
vontade a usar a BE?
Item 13.1 - Aprendizagens para usar os serviços e os equipamentos da BE.
Questão 14 - Como classifica as suas competências pessoais para o uso autónomo da BE ou
dos seus recursos, com os seus alunos?
Item 14.1 - Competências para usar os serviços e equipamentos da BE.
Item 14.2 - Competências para uso das TIC.
Item 14.3 - Competências para explorar diferentes materiais (livros, CD, DVD, Internet) e
usá-los em situação de ensino-aprendizagem.
Questão 15 - Como classifica, em geral, as competências para o uso autónomo da BE ou
dos seus recursos, por parte dos seus alunos? (os 3 itens)
Questão 2 - Identifica fontes de informação potenciais e formas de lhes aceder.
Questão 3 - Consulta o catálogo da BE ou de outras bibliotecas.
Questão 4 - Localiza livros e outros recursos na biblioteca.
Questão 5 - Pesquisa informação na Internet e noutros suportes digitais (CD, DVD, CD-
ROM, outros).
5
 A BE produz materiais informativos e/
ou lúdicos de apoio à formação dos
utilizadores.
Item 6.7 - Consulto os guiões de apoio que existem na BE
Questão 17 - Assinale entre os seguintes tipos de materiais/ ferramentas, aquele(s) que já
alguma vez utilizou por sua iniciativa ou sugestão da BE
A.2.2 Promoção do
ensino em
contexto de
competências de
informação.
 A BE procede, em ligação com as
estruturas de coordenação educativa
e de supervisão pedagógica, ao
levantamento nos currículos das
competências de informação
inerentes a cada área disciplinar/área
de conteúdo com vista à definição de
um currículo de competências
transversais adequado a cada
nível/ano de escolaridade.
 Questionário aos
docentes (QD1)
 A BE promove, com as estruturas de
coordenação educativa e supervisão
pedagógica e os docentes, a
integração de um plano para a
literacia da informação no projecto
educativo e curricular e nos projectos
curriculares dos grupos/turmas.
Questão 3 - Nas suas funções docentes, costuma articular e/ ou planear actividades com o
professor bibliotecário ou com a equipa da BE?
3.1 - Em caso afirmativo, em que contexto mais acontece essa articulação?
Item 3.1.1 - Enquanto docente titular de turma/ grupo de uma disciplina/ área curricular.
Item 3.1.2 - Enquanto docente de ACND.
Item 3.1.3 - Enquanto coordenador de departamento/ responsável de área.
Item 3.1.4 - No âmbito de determinados projectos/ programas.
(Plano Nacional de Leitura; Plano Nacional do Ensino do Português; Plano de Acção para a
Matemática; outros.)
 A BE propõe um modelo de pesquisa
de informação a ser usado por toda a
escola.
Questão 8 - Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus alunos estão munidos das
indicações sobre a tarefa a executar e de sugestões de bibliografia a consultar?
8.1 Como apoio para os trabalhos de pesquisa dos alunos costuma utilizar:
Item 8.1.1 - O modelo/ guião de pesquisa proposto para a escola/ agrupamento ou usado
pela BE.
6
Indicadores Factores críticos de sucesso
Instrumentos propostos
pelo MAABE para cada
Indicador
Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e
situar-se face aos factores críticos
A.2.2 Promoção do
ensino em
contexto de
competências de
informação (cont.)
 A BE estimula a inserção nas unidades
curriculares, ACND e outras
actividades, do ensino e treino
contextualizado de competências de
informação.
 Questionário aos
docentes (QD1)
Questão 6 - Costuma proceder à integração de competências de informação na
planificação e tratamento das diferentes áreas de conteúdo/ unidades de ensino?
 A BE produz e divulga, em colaboração
com os docentes, guiões de pesquisa e
outros materiais de apoio ao trabalho
de exploração dos recursos de
informação pelos alunos.
Questão 4 - Classifique o seu conhecimento sobre os recursos da BE:
Questão 5 - Classifique o nível dos recursos da BE para apoio à sua prática educativa/
lectiva
Questão 7 - Na sua prática lectiva, promove a utilização da BE ou dos seus recursos nos
trabalhos de pesquisa efectuados pelos seus alunos?
Questão 11 - Já colaborou com a BE na selecção ou produção de materiais de apoio
necessários à condução de actividades na BE ou em sala de aula?
 A equipa da BE participa, em
cooperação com os docentes, nas
actividades de educação/ensino de
competências de informação com
turmas/ grupos/ alunos.
Item 2.1 - Ler/ consultar com os alunos obras de referência ou livros específicos.
Item 2.2 - Utilizar os computadores com os alunos.
Questão 10 - Já colaborou com o professor-bibliotecário/ equipa na realização de
actividades na BE ou em sala de aula com alguma turma/ grupo?
Questão 12 - Se respondeu afirmativamente às questões 10 e 11, que balanço faz da sua
experiência de trabalho e de colaboração com a BE?
Questão 16 - Como avalia o contributo dado pela BE para o desenvolvimento nos alunos
deste tipo de competências?
A.2.3 Promoção do
ensino em
contexto de
competências
tecnológicas e
digitais.
 Os projectos escolares de iniciativa da
BE, ou apoiados por ela, incluem
actividades de consulta e produção de
informação e de intercâmbio e
comunicação através das TIC:
actividades de pesquisa, utilização de
serviços Web, recurso a utilitários,
software educativo e outros objectos
 Questionário aos
alunos (QA1).
Item 12.5 - Como apresentar um trabalho em Word, PowerPoint, Movie Maker, outros
Item 13.3 - Aprendizagens para explorar diferentes materiais (livros, CD, DVD, Internet),
elaborar trabalhos e apresentá-los.
7
multimédia, manipulação de
ferramentas de tratamento de dados e
de imagem, de apresentação, outros.
 A BE organiza e participa em
actividades de formação para
docentes e alunos no domínio da
literacia tecnológica e digital.
Item 13.2 - Aprendizagens para uso das TIC.
 A equipa da BE apoia os utilizadores
na selecção e utilização de recursos
electrónicos e media, de acordo com
as suas necessidades.
Questão 17 - Assinale entre os seguintes tipos de materiais/ ferramentas, aquele(s) que já
alguma vez utilizou por sua iniciativa ou sugestão da BE
A.2.3 Promoção do
ensino em
contexto de
competências
tecnológicas e
digitais (cont.).
 A BE colabora na concepção e
dinamização de actividades de
educação para e com os media.
 Questionário aos
alunos (QA1).
 A BE produz, em colaboração com os
docentes, materiais informativos e de
apoio à adequada utilização da
Internet: guiões de pesquisa, grelhas
de avaliação de sítios, listas de
apontadores, guias de procedimentos,
outros.
Item 12.3 - Como encontrar a informação de que precisas na Internet.
A.2.4 Impacto da
BE nas
competências
tecnológicas,
digitais e de
informação dos
alunos.
 Os alunos utilizam, de acordo com o
seu nível/ano de escolaridade,
linguagens, suportes, modalidades de
recepção e de produção de
informação e formas de comunicação
variados, entre os quais se destaca o
uso de ferramentas e media digitais.
 Observação de
utilização da BE (GO2).
 Trabalhos escolares
dos alunos (T1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
 Questionário aos
alunos da (QA1).
Item 12.1 - Como fazer trabalhos de pesquisa.
Item 12.2 - Como organizar um trabalho
Item 12.4 - Como encontrar a informação de que precisas nos livros.
Questão 1 - Utiliza diferentes fontes de informação, impressas ou digitais.
Questão 4 - Distingue entre facto e opinião.
Questão 12 - Selecciona as modalidades de apresentação da informação mais adequadas
aos fins a que se propõe – apresentação electrónica, portefólio, trabalho escrito, cartaz,
registo sonoro, vídeo, outros.
Questão 13 - Manifesta criatividade e proficiência técnica na exploração das ferramentas
necessárias à produção multimédia.
 Os alunos incorporam no seu trabalho,
8
de acordo com o nível/ano de
escolaridade que frequentam, as
diferentes fases do processo de
pesquisa e tratamento de informação:
identificam fontes de informação e
seleccionam informação, recorrendo
quer a obras de referência e materiais
impressos, quer a motores de
pesquisa, directórios, bibliotecas
digitais ou outras fontes de
informação electrónicas, organizam,
sintetizam e comunicam a informação
tratada e avaliam os resultados do
trabalho realizado.
Questão 1 - Define a questão ou problema a tratar, através de diálogo, identificação de
palavras-chave, levantamento do que já conhece sobre o tópico, colocação de questões,
outros.
Questão 7 - Utiliza os dados informativos de um texto ou obra para a escolher/ rejeitar de
acordo com o seu conteúdo e utilidade, através da análise dos títulos e subtítulos, índices,
resumos, outros.
Questão 8 - Avalia a relevância, fiabilidade e validade da informação nos diferentes
recursos.
Questão 11 - Apresenta e comunica a outros, explorando diferentes ambientes e meios de
comunicação, os resultados dos seus trabalhos.
Questão 2 - Selecciona informação relevante de acordo com a tarefa/ tema abordado.
Questão 3 - Combina de forma adequada informação recolhida em diferentes fontes.
Questão 9 - Organiza o documento de acordo com um índice ordenado de que fazem parte
uma introdução, um desenvolvimento (eventualmente dividido em partes ou capítulos) e
uma conclusão.
 Os alunos demonstram, de acordo c/ o
seu nível/ano de escolaridade,
compreensão sobre os problemas
éticos, legais e de responsabilidade
social associados ao acesso, avaliação
e uso da informação e das TIC.
Questão 6 - Regista as referências bibliográficas dos documentos utilizados.
Questão 8 - Utiliza imagens com critério, devidamente relacionadas com os conteúdos e
legendadas.
Questão 11 - Regista as referências dos documentos utilizados numa bibliografia.
A.2.4 Impacto da
BE nas
competências
tecnológicas,
digitais e de
informação dos
alunos (cont.)
 Os alunos revelam, em cada ano e ao
longo de cada nível/ano de
escolaridade, progressos no uso de
competências tecnológicas, digitais e
de informação nas diferentes
disciplinas e áreas curriculares/áreas
de conteúdo.
 Observação de
utilização da BE (GO2).
 Trabalhos escolares
dos alunos (T1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
Questionário aos
alunos da (QA1).
Questão 9 – À medida que vais realizando mais trabalhos na BE ou utilizando os seus
recursos, nas várias disciplinas/áreas curriculares, achas que os teus trabalhos de pesquisa
vão melhorando e fazes progressos?
Questão 9 - Localiza e extrai informação de diferentes suportes e tipos de documentos,
recorrendo à percepção global e à leitura rápida e em diagonal do seu conteúdo, seguindo
ligações preferenciais, outros.
Questão 10 - Utiliza estratégias adequadas para registo de informação (toma notas, faz
resumos, selecciona excertos, identifica frases e palavras-chave, realiza esquemas, outros).
Questão 5 - Compara, avalia e produz argumentos e pontos de vista, revelando espírito
crítico.
9
Questão 6 - Aprofunda, por sua própria iniciativa, a tarefa inicialmente proposta (p. ex,
recorre a outras leituras e a outras fontes para além das indicadas).
Questão 7 - Selecciona o estilo apropriado de acordo com o tipo de trabalho e os
destinatários.
Questão 10 - Recorre sempre que necessário à inclusão de notas, ligações para páginas
Web ou anexos, devidamente sinalizados.
A.2.5 Impacto da
BE no
desenvolvimento
de valores e
atitudes
indispensáveis à
formação da
cidadania e à
aprendizagem ao
longo da vida.
 Os alunos aplicam modalidades de
trabalho diversificadas – individual, a
pares ou em grupo – e realizam
tarefas diferenciadas, de acordo com a
estruturação espacial e funcional da
BE.
 Observação de
utilização da BE (GO1).
 Questionário aos
docentes (QD1).
 Questionário aos
alunos (QA1).
Questão 2 - Manifesta motivação e interesse pelas tarefas atribuídas (p. ex. mostra-se
focado na tarefa e não se dispersa).
Questão 3 - Segue as orientações e sugestões dadas pelo docente ou pela equipa da BE.
 Os alunos estabelecem entre si um
ambiente de confiança e de respeito
mútuo, cumprindo normas de
actuação, de convivência e de
trabalho, inerentes ao sistema de
organização e funcionamento da BE.
Questão 11 – Consideras que os trabalhos de pesquisa realizados na BE ou utilizando os
seus recursos exigem de ti capacidade de iniciativa, autonomia e cooperação com os teus
colegas?
Questão 18 - Em que medida considera que a BE influencia, nos seus alunos, o
desenvolvimento de valores e atitudes de convivência, iniciativa, cooperação e autonomia?
Questão 7 - Assume um comportamento adequado na biblioteca (p. ex., revela cortesia no
tratamento, segue as regras de utilização da BE).
 Os alunos revelam valores de
cooperação, autonomia e
responsabilidade, conformes a uma
aprendizagem autónoma, activa e
colaborativa.
Questão 10 – O trabalho na BE ou tendo por base os seus recursos, contribui para que te
vás sentindo mais seguro e confiante nas tarefas da pesquisa, consulta e produção de
informação que tens de realizar?
Questão 1 - Manifesta autonomia no trabalho (p. ex. não está sempre a pedir ajuda).
Questão 4 - Gere de forma adequada o tempo disponível para a tarefa.
Questão 5 - Trabalha de forma adequada em grupo, ajuda os colegas.
Questão 6 - Partilha ideias e conhecimentos com os outros colegas.
 Os alunos demonstram atitudes de
curiosidade, iniciativa, criatividade e
reflexão crítica, necessárias a uma
aprendizagem baseada em recursos.
Questão 8 - Interagem em ambientes em linha, cumpre regras de utilização e adopta
comportamentos de segurança na utilização da Internet.
Questão 9 - Respeita os direitos de autor, identificando a autora das fontes de informação
utilizadas e reacusando o plágio.
10
Como acabámos de ver com o exemplo do exercício anterior, a informação que
podermos obter com cada instrumento (independentemente da sua natureza) tem de
relacionar-se com os factores críticos, pois é desse cruzamento que resulta a
possibilidade de verificarmos que práticas e resultados estão ou não a ser alcançados e
qual o seu nível.
O Relatório de Auto-Avaliação é o documento onde, após a recolha de todos os dados,
se registam as Evidências derivadas deste processo de análise e interpretação da
informação recolhida.
Estas evidências devem ir além da apresentação de dados em bruto, facilmente
consultáveis nos Anexos da aplicação informática para o tratamento de dados
disponibilizada desde o ano transacto a todas as escolas pelo Programa RBE,
pretendendo-se que se traduzam em enunciados de carácter avaliativo, exigentes de
apreciações e juízos de valor sobre os factos apontados.
Como se esclarece no Capítulo de orientações para aplicação que integra o documento
do MAABE:
A análise dos dados obtidos deve conduzir à elaboração de avaliações sobre a BE e os
seus serviços em termos de: eficácia, valor, utilidade, impacto, etc. Neste aspecto, é
importante distinguir entre elaborar uma descrição e realizar uma avaliação. A
avaliação implica uma apreciação baseada na análise de informação relevante e de
evidências. Frequentemente inclui a explicação das consequências ou implicações
[negativas ou positivas] de uma determinada acção ou processo.
Vejamos um Exemplo:
Enunciado descritivo: “A BE procedeu à actualização da colecção”.
(Comentário: este enunciado não julga a utilização e a utilidade dos procedimentos,
apenas constata um facto.)
Enunciado avaliativo – “Como atestam os dados obtidos a partir da análise dos Docs. X
e Y, do Questionário W e da Checklist Z (cf. Anexo…) , a actualização regular e
consistente da colecção pela BE teve um impacto muito positivo sobre o grau de
satisfação dos utilizadores e o uso dos recursos”.
(Comentário: este enunciado fundamenta-se nos dados para caracterizar o processo -
“regular” e “consistente” – e referir as consequências dos procedimentos assumidos.)
11
Actividade nº 2
A partir da análise dos instrumentos que já realizou e da compreensão do tipo de
informações passíveis de ser obtidas através da sua aplicação, seleccione um
Indicador do Sub-domínio A2 à sua escolha, e escreva livremente três enunciados
avaliativos que hipoteticamente pudesse formular na Coluna das Evidências do
respectivo Relatório de Avaliação, a partir de dados supostamente recolhidos com
aqueles instrumentos.
Indicador seleccionado - A.2.1 Organização de actividades de formação de utilizadores.
1) A análise dos dados obtidos a partir das questões 6, 7 e 8 do questionário aos
alunos (QA1) e da questão 9 do questionário aos docentes (QD1) permite
afirmar que a biblioteca realizou actividades de formação de utilizadores com
turmas/grupos e com docentes, que promoveram o desenvolvimento da
autonomia na sua utilização em 55% dos seus utilizadores.
2) Os resultados do inquérito aos alunos (QA1 – item 6.7) evidencia que 60%
utiliza os guiões de apoio produzidos pela BE para procurar a informação
necessária à realização de trabalhos de pesquisa, o que tem impacto na
capacidade de, autonomamente, identificarem fontes de informação e
pesquisarem informação na Internet e noutros suportes digitais, bem expresso
nos resultados das questões 2 e 5 da Grelha de Observação (GO2).
3) Os resultados da questão 3 da Grelha de Observação (GO2) revelam que
apenas 10% dos alunos é capaz de consultar o catálogo da BE ou de outras
Bibliotecas, havendo um impacto negativo no nível desejado de autonomia na
realização de pesquisas.
Só mediante esta perspectiva avaliativa, resultante da análise e interpretação dos
dados, será possível:
 Estabelecer os pontos fortes e os pontos fracos da BE no Domínio avaliado.
 Olhar para os Perfis de Desempenho de cada Domínio/Sub-Domínio, e situar a BE
sem equívocos nem ambiguidades num dos seus níveis (1, 2 , 3 ou 4).
 Estabelecer propostas de melhoria, a integrar o Plano de Actividades do ano
seguinte.
Um dos problemas recorrentes nesta apresentação de propostas de melhoria, é que
são muitas vezes formuladas de forma muito vaga e geral, sem que se especifique ou
concretize o que deve ser feito, de modo a que possam ser entendidas como
12
verdadeiras acções de melhoria, realistas, tangíveis e exequíveis, apontando
prioridades, etapas, destinatários ou estratégias.
Vejamos um Exemplo:
Acção de melhoria geral: “Investir na produção de materiais de apoio”
(Comentário: Investir é em si mesmo um verbo de carácter muito geral, além de nada
ser dito sobre a quantidade ou tipo de materiais a produzir”
Acção de melhoria concretizada: “ Reforçar a participação e apoio da BE nas
actividades de substituição, através da produção, ao longo do próximo ano lectivo, em
articulação com o Departamento de Língua Portuguesa, de guiões de actividades
destinados aos alunos do 2º e 3º Ciclos do EB”
(Comentário: Embora apresentada de forma sintética, aponta objectivos, estratégia,
tempo, responsáveis e destinatários)
A título de exemplo, também o MAABE identificou em todas as tabelas, algumas ideias
de possíveis acções de melhoria, não tendo sido, no entanto, sua preocupação,
detalhá-las, dada a natureza orientadora e abrangente do próprio documento.
Actividade nº 3
Imagine que uma destas ideias do Sub-domínio A2, sobre o qual temos vindo a
concentrar o nosso olhar, a título exemplificativo, se enquadra naquilo que deve ser
a aposta futura de melhoria da sua biblioteca num determinado tópico.
Identifique-a e procure operacionalizá-la de um modo mais efectivo, de modo a que
se possa constituir como uma verdadeira proposta de melhoria.
Lembramos, contudo, que, integrando o relatório de auto-avaliação, esta enunciação
de propostas deve ser feita de forma sintética, de modo a não sobrecarregar o
Relatório. Tente, por isso, ser o mais objectivo possível.
Promover acções informais com os docentes, num dos dias de interrupção lectiva do
1º período, tendo como objectivos:
- explicitar o âmbito de actuação da BE;
- levar os docentes a compreenderem que este novo recurso (BE) não serve apenas
para “fazer” animações de leitura, constituindo antes um centro de aprendizagens
com recursos diversificados;
- sensibilizar os docentes para a importância do trabalho articulado entre a BE e a
sala de aula, para melhorar as aprendizagens efectivas dos alunos.
Formanda – Joaquina Tomé
13
ATENÇÃO
1. Para realizar e entregar as actividades desta Sessão, use este mesmo ficheiro e,
depois de nele feitas as actividades, envie-o na forma de entrega de trabalho para a
plataforma.
2. À semelhança do que se propôs na sessão anterior, de modo a salvaguardar a
possibilidade de contacto e interacção entre os formandos, sempre desejável, a
respeito dos conteúdos desta sessão, decorre em simultâneo um Fórum de discussão
no qual se espera que cada formando apresente em um ou dois posts, uma ou duas
sugestões de melhoria decorrentes da sua experiência de trabalho passada ou mais
recente na BE, e interaja com um ou dois colegas formandos, comentando as
sugestões que por ele/s tiverem sido apresentadas.
Desejamos a todos bom trabalho.
As Formadoras

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  • 1. 1 Guia e Texto da Sessão O Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização (Parte II) Nas primeiras sessões de formação tivemos já oportunidade de reconhecer a importância da auto-avaliação da BE e da utilização do MAABE como ferramenta para essa auto-avaliação. Esta importância deriva de um conjunto de factores que podemos rever e sistematizar de alguma forma, do modo seguinte: Em primeiro lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como instrumento de auto-regulação e de melhoria contínua:  aferindo se as metas e objectivos das BE estão a ser alcançados  identificando pontos fortes e pontos fracos a melhorar  usando estrategicamente os resultados da avaliação no planeamento futuro (redefinição de prioridades, metas, objectivos, estratégias, etc.)  melhorando progressivamente o nível de desempenho das BE  facilitando o benchmarking e apoiando a definição de políticas dirigidas às BE Em segundo lugar, a auto-avaliação da BE é importante porque se constitui como um poderoso factor de mudança:  de reforço do papel pedagógico das BE e dos seus potenciais impactos na aprendizagem, formação e sucesso dos alunos  de indução de uma prática baseada em evidências, capazes de sustentar e fundamentar a acção e tomada de decisão  de estímulo a uma prática reflexiva de investigação-acção  de sentido qualitativo  de carácter sistemático e continuado, consolidando uma cultura de avaliação Em terceiro lugar, a auto-avaliação é importante porque se constitui como uma oportunidade única:  de afirmação e reconhecimento do valor das BE, face aos desafios que hoje se lhes colocam  de visibilidade e integração das BE na Escola e na Comunidade  de objectivação e validação interna e externa do trabalho que vai sendo realizado pelas BE  de envolvimento e responsabilização dos diferentes actores
  • 2. 2 Na sessão anterior iniciámos o trabalho de operacionalização do MAABE. Para o efeito, começámos por nos debruçar sobre a planificação em cada BE, do processo de auto- avaliação, usando como referência um plano geral de implementação de que faziam parte as seguintes etapas:  Diagnóstico  Escolha do Domínio a avaliar  Levantamento dos intervenientes a envolver  Apresentação no CP  Identificação e preparação dos instrumentos de recolha de evidências  Recolha, análise e interpretação da informação  Identificação dos pontos fortes e fracos  Atribuição de níveis de desempenho  Plano de melhoria  Elaboração e apresentação do relatório de auto-avaliação  Integração no relatório de avaliação interna da escola e nos tópicos de apresentação à IGE, responsável pela avaliação externa. A análise deste plano de avaliação torna fácil reconhecer que boa parte da sua execução se relaciona, em grande medida, com a necessidade dos responsáveis pela condução do processo de auto-avaliação das BE, se munirem de um conjunto de evidências que lhes permitam vir a conhecer, de forma fundamentada, o nível de desempenho e impacto da Biblioteca Escolar em relação com diferentes indicadores de qualidade _ variáveis consoante o Domínio em apreciação _ e agir no sentido da sua progressiva melhoria. Uma das actividades mais importantes da aplicação do MAABE consiste, deste modo, em saber identificar os instrumentos de recolha de evidências adequados e extrair desses instrumentos a informação (evidências) que melhor esclarece o trabalho e os resultados alcançados pela Biblioteca em relação com este ou aquele indicador ou conjunto de indicadores. Na presente sessão ocupar-nos-emos deste aspecto, usando mais uma vez como base principal de trabalho, o próprio MAABE. Para tal, começamos por reforçar que entre as diferentes fontes de evidências recomendadas e passíveis de serem utilizadas, se destacam, pela sua importância, as fontes documentais resultantes da actividade da própria Escola/Agrupamento e respectiva/s BE:  Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno, Plano Anual de Actividades, Relatórios de avaliação, Currículos profissionais da equipa da BE, Outros.  Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento
  • 3. 3 Planificações dos Departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, Projectos curriculares das turmas, Orientações/recomendações do CP, Trabalhos de alunos, Resultados de avaliação dos alunos, Outros.  Documentos de Gestão da BE Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, Acordos de parceria, Política de Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, Horário, Relatórios, Plantas, Inventários, Outros.  Documentos de funcionamento e dinamização da BE Actas/ Registos de reuniões/contactos, Registos de projectos/actividades realizados, Estatísticas da BE, Materiais de apoio produzidos e editados, Catálogo e outras ferramentas utilizadas, Resultados de avaliação da colecção, Outros. O enorme valor informativo e testemunhal destas fontes faz com que seja fundamental tê- las em conta, não esquecendo, contudo, que para além destas fontes documentais de carácter textual ou quantitativo, dispomos também de uma valiosa bateria de instrumentos de recolha de dados, propositadamente construídos para a avaliação das BE no contexto do MAABE:  Questionários a alunos, professores e encarregados de educação  Grelhas de observação de competências  Grelhas de análise de trabalhos escolares  Listas de verificação Dada a natural heterogeneidade dos documentos a que diz respeito a primeira categoria de fontes referidas e a necessidade da sua exploração em contexto, deter-nos-emos na presente sessão, sobretudo, nos instrumentos produzidos e disponibilizados no âmbito do MAABE, a que acabámos de fazer referência. Na impossibilidade de desenvolver um exercício prático em todos os domínios que compõem o Modelo, utilizaremos ainda, apenas a título de exemplo, o Sub-Domínio A2. Actividade nº 1 Localizar nos instrumentos propostos pelo MAABE para o Sub-Domínio A2, questões ou itens que vão ao encontro dos factores críticos definidos para cada um dos seus Indicadores. Para a execução deste exercício, utilize a Tabela seguinte, preenchendo a última coluna (Nota: algumas células podem ficar vazias por o seu preenchimento exigir outro tipo de instrumentos).
  • 4. 4 Indicadores Factores críticos de sucesso Instrumentos propostos pelo MAABE para cada Indicador Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e situar-se face aos factores críticos A.2.1 Organização de actividades de formação de utilizadores.  O plano de trabalho da BE inclui actividades de formação de utilizadores com turmas/ grupos/ alunos e com docentes no sentido de promover o valor da BE, motivar para a sua utilização, esclarecer sobre as formas como está organizada e ensinar a utilizar os diferentes serviços.  Questionário aos alunos (QA1).  Questionário aos docentes (QD1).  Observação de utilização da BE (GO2). Questão 5 - Quando vais à BE para realizar trabalhos para as disciplinas, tens as indicações necessárias sobre a tarefa que vais fazer e as sugestões dos documentos que deves utilizar? Questão 6 - Quando tens um trabalho de pesquisa para fazer, como costumas procurar a informação de que precisas? Ex: QA1: Questão 7 – Já participaste em actividades para aprender a usar a BE: localização dos livros, fazer pesquisas, outros? Questão 8 – Sentes-te apoiado pelo professor bibliotecário/equipa da BE quando a utilizas? Questão 9 - Já participou em actividades de formação de utilizadores para o uso da BE, promovidas pelo professor-bibliotecário/ equipa da BE?  Alunos e docentes desenvolvem competências para o uso da BE revelando um maior nível de autonomia na sua utilização após as sessões de formação de utilizadores. Questão 7.1 – Se respondeste Sim, achas que depois dessas actividades te sentes mais à vontade a usar a BE? Item 13.1 - Aprendizagens para usar os serviços e os equipamentos da BE. Questão 14 - Como classifica as suas competências pessoais para o uso autónomo da BE ou dos seus recursos, com os seus alunos? Item 14.1 - Competências para usar os serviços e equipamentos da BE. Item 14.2 - Competências para uso das TIC. Item 14.3 - Competências para explorar diferentes materiais (livros, CD, DVD, Internet) e usá-los em situação de ensino-aprendizagem. Questão 15 - Como classifica, em geral, as competências para o uso autónomo da BE ou dos seus recursos, por parte dos seus alunos? (os 3 itens) Questão 2 - Identifica fontes de informação potenciais e formas de lhes aceder. Questão 3 - Consulta o catálogo da BE ou de outras bibliotecas. Questão 4 - Localiza livros e outros recursos na biblioteca. Questão 5 - Pesquisa informação na Internet e noutros suportes digitais (CD, DVD, CD- ROM, outros).
  • 5. 5  A BE produz materiais informativos e/ ou lúdicos de apoio à formação dos utilizadores. Item 6.7 - Consulto os guiões de apoio que existem na BE Questão 17 - Assinale entre os seguintes tipos de materiais/ ferramentas, aquele(s) que já alguma vez utilizou por sua iniciativa ou sugestão da BE A.2.2 Promoção do ensino em contexto de competências de informação.  A BE procede, em ligação com as estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica, ao levantamento nos currículos das competências de informação inerentes a cada área disciplinar/área de conteúdo com vista à definição de um currículo de competências transversais adequado a cada nível/ano de escolaridade.  Questionário aos docentes (QD1)  A BE promove, com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes, a integração de um plano para a literacia da informação no projecto educativo e curricular e nos projectos curriculares dos grupos/turmas. Questão 3 - Nas suas funções docentes, costuma articular e/ ou planear actividades com o professor bibliotecário ou com a equipa da BE? 3.1 - Em caso afirmativo, em que contexto mais acontece essa articulação? Item 3.1.1 - Enquanto docente titular de turma/ grupo de uma disciplina/ área curricular. Item 3.1.2 - Enquanto docente de ACND. Item 3.1.3 - Enquanto coordenador de departamento/ responsável de área. Item 3.1.4 - No âmbito de determinados projectos/ programas. (Plano Nacional de Leitura; Plano Nacional do Ensino do Português; Plano de Acção para a Matemática; outros.)  A BE propõe um modelo de pesquisa de informação a ser usado por toda a escola. Questão 8 - Quando utilizam a BE ou os seus recursos, os seus alunos estão munidos das indicações sobre a tarefa a executar e de sugestões de bibliografia a consultar? 8.1 Como apoio para os trabalhos de pesquisa dos alunos costuma utilizar: Item 8.1.1 - O modelo/ guião de pesquisa proposto para a escola/ agrupamento ou usado pela BE.
  • 6. 6 Indicadores Factores críticos de sucesso Instrumentos propostos pelo MAABE para cada Indicador Questões ou Itens dos Instrumentos propostos que ajudam a BE a obter evidências e situar-se face aos factores críticos A.2.2 Promoção do ensino em contexto de competências de informação (cont.)  A BE estimula a inserção nas unidades curriculares, ACND e outras actividades, do ensino e treino contextualizado de competências de informação.  Questionário aos docentes (QD1) Questão 6 - Costuma proceder à integração de competências de informação na planificação e tratamento das diferentes áreas de conteúdo/ unidades de ensino?  A BE produz e divulga, em colaboração com os docentes, guiões de pesquisa e outros materiais de apoio ao trabalho de exploração dos recursos de informação pelos alunos. Questão 4 - Classifique o seu conhecimento sobre os recursos da BE: Questão 5 - Classifique o nível dos recursos da BE para apoio à sua prática educativa/ lectiva Questão 7 - Na sua prática lectiva, promove a utilização da BE ou dos seus recursos nos trabalhos de pesquisa efectuados pelos seus alunos? Questão 11 - Já colaborou com a BE na selecção ou produção de materiais de apoio necessários à condução de actividades na BE ou em sala de aula?  A equipa da BE participa, em cooperação com os docentes, nas actividades de educação/ensino de competências de informação com turmas/ grupos/ alunos. Item 2.1 - Ler/ consultar com os alunos obras de referência ou livros específicos. Item 2.2 - Utilizar os computadores com os alunos. Questão 10 - Já colaborou com o professor-bibliotecário/ equipa na realização de actividades na BE ou em sala de aula com alguma turma/ grupo? Questão 12 - Se respondeu afirmativamente às questões 10 e 11, que balanço faz da sua experiência de trabalho e de colaboração com a BE? Questão 16 - Como avalia o contributo dado pela BE para o desenvolvimento nos alunos deste tipo de competências? A.2.3 Promoção do ensino em contexto de competências tecnológicas e digitais.  Os projectos escolares de iniciativa da BE, ou apoiados por ela, incluem actividades de consulta e produção de informação e de intercâmbio e comunicação através das TIC: actividades de pesquisa, utilização de serviços Web, recurso a utilitários, software educativo e outros objectos  Questionário aos alunos (QA1). Item 12.5 - Como apresentar um trabalho em Word, PowerPoint, Movie Maker, outros Item 13.3 - Aprendizagens para explorar diferentes materiais (livros, CD, DVD, Internet), elaborar trabalhos e apresentá-los.
  • 7. 7 multimédia, manipulação de ferramentas de tratamento de dados e de imagem, de apresentação, outros.  A BE organiza e participa em actividades de formação para docentes e alunos no domínio da literacia tecnológica e digital. Item 13.2 - Aprendizagens para uso das TIC.  A equipa da BE apoia os utilizadores na selecção e utilização de recursos electrónicos e media, de acordo com as suas necessidades. Questão 17 - Assinale entre os seguintes tipos de materiais/ ferramentas, aquele(s) que já alguma vez utilizou por sua iniciativa ou sugestão da BE A.2.3 Promoção do ensino em contexto de competências tecnológicas e digitais (cont.).  A BE colabora na concepção e dinamização de actividades de educação para e com os media.  Questionário aos alunos (QA1).  A BE produz, em colaboração com os docentes, materiais informativos e de apoio à adequada utilização da Internet: guiões de pesquisa, grelhas de avaliação de sítios, listas de apontadores, guias de procedimentos, outros. Item 12.3 - Como encontrar a informação de que precisas na Internet. A.2.4 Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos.  Os alunos utilizam, de acordo com o seu nível/ano de escolaridade, linguagens, suportes, modalidades de recepção e de produção de informação e formas de comunicação variados, entre os quais se destaca o uso de ferramentas e media digitais.  Observação de utilização da BE (GO2).  Trabalhos escolares dos alunos (T1).  Questionário aos docentes (QD1).  Questionário aos alunos da (QA1). Item 12.1 - Como fazer trabalhos de pesquisa. Item 12.2 - Como organizar um trabalho Item 12.4 - Como encontrar a informação de que precisas nos livros. Questão 1 - Utiliza diferentes fontes de informação, impressas ou digitais. Questão 4 - Distingue entre facto e opinião. Questão 12 - Selecciona as modalidades de apresentação da informação mais adequadas aos fins a que se propõe – apresentação electrónica, portefólio, trabalho escrito, cartaz, registo sonoro, vídeo, outros. Questão 13 - Manifesta criatividade e proficiência técnica na exploração das ferramentas necessárias à produção multimédia.  Os alunos incorporam no seu trabalho,
  • 8. 8 de acordo com o nível/ano de escolaridade que frequentam, as diferentes fases do processo de pesquisa e tratamento de informação: identificam fontes de informação e seleccionam informação, recorrendo quer a obras de referência e materiais impressos, quer a motores de pesquisa, directórios, bibliotecas digitais ou outras fontes de informação electrónicas, organizam, sintetizam e comunicam a informação tratada e avaliam os resultados do trabalho realizado. Questão 1 - Define a questão ou problema a tratar, através de diálogo, identificação de palavras-chave, levantamento do que já conhece sobre o tópico, colocação de questões, outros. Questão 7 - Utiliza os dados informativos de um texto ou obra para a escolher/ rejeitar de acordo com o seu conteúdo e utilidade, através da análise dos títulos e subtítulos, índices, resumos, outros. Questão 8 - Avalia a relevância, fiabilidade e validade da informação nos diferentes recursos. Questão 11 - Apresenta e comunica a outros, explorando diferentes ambientes e meios de comunicação, os resultados dos seus trabalhos. Questão 2 - Selecciona informação relevante de acordo com a tarefa/ tema abordado. Questão 3 - Combina de forma adequada informação recolhida em diferentes fontes. Questão 9 - Organiza o documento de acordo com um índice ordenado de que fazem parte uma introdução, um desenvolvimento (eventualmente dividido em partes ou capítulos) e uma conclusão.  Os alunos demonstram, de acordo c/ o seu nível/ano de escolaridade, compreensão sobre os problemas éticos, legais e de responsabilidade social associados ao acesso, avaliação e uso da informação e das TIC. Questão 6 - Regista as referências bibliográficas dos documentos utilizados. Questão 8 - Utiliza imagens com critério, devidamente relacionadas com os conteúdos e legendadas. Questão 11 - Regista as referências dos documentos utilizados numa bibliografia. A.2.4 Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e de informação dos alunos (cont.)  Os alunos revelam, em cada ano e ao longo de cada nível/ano de escolaridade, progressos no uso de competências tecnológicas, digitais e de informação nas diferentes disciplinas e áreas curriculares/áreas de conteúdo.  Observação de utilização da BE (GO2).  Trabalhos escolares dos alunos (T1).  Questionário aos docentes (QD1). Questionário aos alunos da (QA1). Questão 9 – À medida que vais realizando mais trabalhos na BE ou utilizando os seus recursos, nas várias disciplinas/áreas curriculares, achas que os teus trabalhos de pesquisa vão melhorando e fazes progressos? Questão 9 - Localiza e extrai informação de diferentes suportes e tipos de documentos, recorrendo à percepção global e à leitura rápida e em diagonal do seu conteúdo, seguindo ligações preferenciais, outros. Questão 10 - Utiliza estratégias adequadas para registo de informação (toma notas, faz resumos, selecciona excertos, identifica frases e palavras-chave, realiza esquemas, outros). Questão 5 - Compara, avalia e produz argumentos e pontos de vista, revelando espírito crítico.
  • 9. 9 Questão 6 - Aprofunda, por sua própria iniciativa, a tarefa inicialmente proposta (p. ex, recorre a outras leituras e a outras fontes para além das indicadas). Questão 7 - Selecciona o estilo apropriado de acordo com o tipo de trabalho e os destinatários. Questão 10 - Recorre sempre que necessário à inclusão de notas, ligações para páginas Web ou anexos, devidamente sinalizados. A.2.5 Impacto da BE no desenvolvimento de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania e à aprendizagem ao longo da vida.  Os alunos aplicam modalidades de trabalho diversificadas – individual, a pares ou em grupo – e realizam tarefas diferenciadas, de acordo com a estruturação espacial e funcional da BE.  Observação de utilização da BE (GO1).  Questionário aos docentes (QD1).  Questionário aos alunos (QA1). Questão 2 - Manifesta motivação e interesse pelas tarefas atribuídas (p. ex. mostra-se focado na tarefa e não se dispersa). Questão 3 - Segue as orientações e sugestões dadas pelo docente ou pela equipa da BE.  Os alunos estabelecem entre si um ambiente de confiança e de respeito mútuo, cumprindo normas de actuação, de convivência e de trabalho, inerentes ao sistema de organização e funcionamento da BE. Questão 11 – Consideras que os trabalhos de pesquisa realizados na BE ou utilizando os seus recursos exigem de ti capacidade de iniciativa, autonomia e cooperação com os teus colegas? Questão 18 - Em que medida considera que a BE influencia, nos seus alunos, o desenvolvimento de valores e atitudes de convivência, iniciativa, cooperação e autonomia? Questão 7 - Assume um comportamento adequado na biblioteca (p. ex., revela cortesia no tratamento, segue as regras de utilização da BE).  Os alunos revelam valores de cooperação, autonomia e responsabilidade, conformes a uma aprendizagem autónoma, activa e colaborativa. Questão 10 – O trabalho na BE ou tendo por base os seus recursos, contribui para que te vás sentindo mais seguro e confiante nas tarefas da pesquisa, consulta e produção de informação que tens de realizar? Questão 1 - Manifesta autonomia no trabalho (p. ex. não está sempre a pedir ajuda). Questão 4 - Gere de forma adequada o tempo disponível para a tarefa. Questão 5 - Trabalha de forma adequada em grupo, ajuda os colegas. Questão 6 - Partilha ideias e conhecimentos com os outros colegas.  Os alunos demonstram atitudes de curiosidade, iniciativa, criatividade e reflexão crítica, necessárias a uma aprendizagem baseada em recursos. Questão 8 - Interagem em ambientes em linha, cumpre regras de utilização e adopta comportamentos de segurança na utilização da Internet. Questão 9 - Respeita os direitos de autor, identificando a autora das fontes de informação utilizadas e reacusando o plágio.
  • 10. 10 Como acabámos de ver com o exemplo do exercício anterior, a informação que podermos obter com cada instrumento (independentemente da sua natureza) tem de relacionar-se com os factores críticos, pois é desse cruzamento que resulta a possibilidade de verificarmos que práticas e resultados estão ou não a ser alcançados e qual o seu nível. O Relatório de Auto-Avaliação é o documento onde, após a recolha de todos os dados, se registam as Evidências derivadas deste processo de análise e interpretação da informação recolhida. Estas evidências devem ir além da apresentação de dados em bruto, facilmente consultáveis nos Anexos da aplicação informática para o tratamento de dados disponibilizada desde o ano transacto a todas as escolas pelo Programa RBE, pretendendo-se que se traduzam em enunciados de carácter avaliativo, exigentes de apreciações e juízos de valor sobre os factos apontados. Como se esclarece no Capítulo de orientações para aplicação que integra o documento do MAABE: A análise dos dados obtidos deve conduzir à elaboração de avaliações sobre a BE e os seus serviços em termos de: eficácia, valor, utilidade, impacto, etc. Neste aspecto, é importante distinguir entre elaborar uma descrição e realizar uma avaliação. A avaliação implica uma apreciação baseada na análise de informação relevante e de evidências. Frequentemente inclui a explicação das consequências ou implicações [negativas ou positivas] de uma determinada acção ou processo. Vejamos um Exemplo: Enunciado descritivo: “A BE procedeu à actualização da colecção”. (Comentário: este enunciado não julga a utilização e a utilidade dos procedimentos, apenas constata um facto.) Enunciado avaliativo – “Como atestam os dados obtidos a partir da análise dos Docs. X e Y, do Questionário W e da Checklist Z (cf. Anexo…) , a actualização regular e consistente da colecção pela BE teve um impacto muito positivo sobre o grau de satisfação dos utilizadores e o uso dos recursos”. (Comentário: este enunciado fundamenta-se nos dados para caracterizar o processo - “regular” e “consistente” – e referir as consequências dos procedimentos assumidos.)
  • 11. 11 Actividade nº 2 A partir da análise dos instrumentos que já realizou e da compreensão do tipo de informações passíveis de ser obtidas através da sua aplicação, seleccione um Indicador do Sub-domínio A2 à sua escolha, e escreva livremente três enunciados avaliativos que hipoteticamente pudesse formular na Coluna das Evidências do respectivo Relatório de Avaliação, a partir de dados supostamente recolhidos com aqueles instrumentos. Indicador seleccionado - A.2.1 Organização de actividades de formação de utilizadores. 1) A análise dos dados obtidos a partir das questões 6, 7 e 8 do questionário aos alunos (QA1) e da questão 9 do questionário aos docentes (QD1) permite afirmar que a biblioteca realizou actividades de formação de utilizadores com turmas/grupos e com docentes, que promoveram o desenvolvimento da autonomia na sua utilização em 55% dos seus utilizadores. 2) Os resultados do inquérito aos alunos (QA1 – item 6.7) evidencia que 60% utiliza os guiões de apoio produzidos pela BE para procurar a informação necessária à realização de trabalhos de pesquisa, o que tem impacto na capacidade de, autonomamente, identificarem fontes de informação e pesquisarem informação na Internet e noutros suportes digitais, bem expresso nos resultados das questões 2 e 5 da Grelha de Observação (GO2). 3) Os resultados da questão 3 da Grelha de Observação (GO2) revelam que apenas 10% dos alunos é capaz de consultar o catálogo da BE ou de outras Bibliotecas, havendo um impacto negativo no nível desejado de autonomia na realização de pesquisas. Só mediante esta perspectiva avaliativa, resultante da análise e interpretação dos dados, será possível:  Estabelecer os pontos fortes e os pontos fracos da BE no Domínio avaliado.  Olhar para os Perfis de Desempenho de cada Domínio/Sub-Domínio, e situar a BE sem equívocos nem ambiguidades num dos seus níveis (1, 2 , 3 ou 4).  Estabelecer propostas de melhoria, a integrar o Plano de Actividades do ano seguinte. Um dos problemas recorrentes nesta apresentação de propostas de melhoria, é que são muitas vezes formuladas de forma muito vaga e geral, sem que se especifique ou concretize o que deve ser feito, de modo a que possam ser entendidas como
  • 12. 12 verdadeiras acções de melhoria, realistas, tangíveis e exequíveis, apontando prioridades, etapas, destinatários ou estratégias. Vejamos um Exemplo: Acção de melhoria geral: “Investir na produção de materiais de apoio” (Comentário: Investir é em si mesmo um verbo de carácter muito geral, além de nada ser dito sobre a quantidade ou tipo de materiais a produzir” Acção de melhoria concretizada: “ Reforçar a participação e apoio da BE nas actividades de substituição, através da produção, ao longo do próximo ano lectivo, em articulação com o Departamento de Língua Portuguesa, de guiões de actividades destinados aos alunos do 2º e 3º Ciclos do EB” (Comentário: Embora apresentada de forma sintética, aponta objectivos, estratégia, tempo, responsáveis e destinatários) A título de exemplo, também o MAABE identificou em todas as tabelas, algumas ideias de possíveis acções de melhoria, não tendo sido, no entanto, sua preocupação, detalhá-las, dada a natureza orientadora e abrangente do próprio documento. Actividade nº 3 Imagine que uma destas ideias do Sub-domínio A2, sobre o qual temos vindo a concentrar o nosso olhar, a título exemplificativo, se enquadra naquilo que deve ser a aposta futura de melhoria da sua biblioteca num determinado tópico. Identifique-a e procure operacionalizá-la de um modo mais efectivo, de modo a que se possa constituir como uma verdadeira proposta de melhoria. Lembramos, contudo, que, integrando o relatório de auto-avaliação, esta enunciação de propostas deve ser feita de forma sintética, de modo a não sobrecarregar o Relatório. Tente, por isso, ser o mais objectivo possível. Promover acções informais com os docentes, num dos dias de interrupção lectiva do 1º período, tendo como objectivos: - explicitar o âmbito de actuação da BE; - levar os docentes a compreenderem que este novo recurso (BE) não serve apenas para “fazer” animações de leitura, constituindo antes um centro de aprendizagens com recursos diversificados; - sensibilizar os docentes para a importância do trabalho articulado entre a BE e a sala de aula, para melhorar as aprendizagens efectivas dos alunos. Formanda – Joaquina Tomé
  • 13. 13 ATENÇÃO 1. Para realizar e entregar as actividades desta Sessão, use este mesmo ficheiro e, depois de nele feitas as actividades, envie-o na forma de entrega de trabalho para a plataforma. 2. À semelhança do que se propôs na sessão anterior, de modo a salvaguardar a possibilidade de contacto e interacção entre os formandos, sempre desejável, a respeito dos conteúdos desta sessão, decorre em simultâneo um Fórum de discussão no qual se espera que cada formando apresente em um ou dois posts, uma ou duas sugestões de melhoria decorrentes da sua experiência de trabalho passada ou mais recente na BE, e interaja com um ou dois colegas formandos, comentando as sugestões que por ele/s tiverem sido apresentadas. Desejamos a todos bom trabalho. As Formadoras