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Da cevada
ao malte
Da cevada
ao malte
PAIS
Campanha do Agasalho tem
melhor resultado desde 2009
FUNDAÇÕES
Como se elegem os diretores
e conselheiros
Maio 2013
Agrária
Informativo
SAFRA DE INVERNO
Crescimento de área e
previsão de clima favorável
Por dentro da cadeia produtiva
que se inicia no cooperado e culmina
na maior maltaria comercial do Brasil
2
Informativo
Agrária
?
A cadeia produtiva da cevada, da
maneira como se desenvolve na Agrária,
além de garantir liquidez da produção e
maior rentabilidade ao cooperado, tam-
bém agrega valor à Cooperativa como
um todo, pela singularidade. Não há ou-
tro modelo similar no Brasil.
A maior e mais antiga maltaria co-
mercial do país recebe cevada cervejeira
produzida pelos cooperados com os re-
quisitos de qualidade demandados pelo
mercado de malte. Por trás do minucio-
so processo estão fatores como anos
de pesquisa da FAPA, assistência agro-
nômica específica, dezenas de análises
laboratoriais e estruturas de logística e
de armazenagem integradas. Some-se
a isso o know how da Agromalte, com
mais de 30 anos de mercado, que é
atendido em 20% da demanda com o
Malte Pilsen Agrária.
Ao cooperado cabe a tarefa de se-
guir as recomendações agronômicas
e definir quais variedades poderão lhe
garantir melhor rentabilidade, seja ime-
diata, com a produtividade no campo,
seja em médio prazo através do desem-
penho da indústria.
Na segunda parte da matéria espe-
cial sobre a cadeia produtiva da cevada,
evidencia-se a clara consciência sobre a
responsabilidade de cada elo da cadeia,
tanto por parte dos colaboradores quan-
to dos associados da Agrária.
O estreitamento da relação entre as
partes passa pela transmissão de co-
nhecimento e informação sobre todo o
processo, da pesquisa à malteação, da
assistência técnica à comercialização,
das análises laboratoriais até a logística.
Da mesma forma, campanhas desenvol-
vidas ao longo do ano, têm por objetivo
aproximar o cooperado das indústrias,
as quais, ao fim e ao cabo, são deles.
O gráfico 2013 dos resultados em
campo, tanto da cevada quanto do tri-
go, começa a ser traçado a partir deste
mês, com o início do plantio das culturas
de inverno. O Informativo mostra que as
previsões climáticas e as perspectivas
de produtividade são favoráveis, princi-
palmente se comparados aos de 2012.
Esta edição traz ainda a campanha
do agasalho 2013 e a entrega de 6.000
exemplares do Atlas Ambiental à rede
municipal de ensino.
Desejamos uma boa leitura!
Departamento de Marketing
Cooperativa Agrária Agroindustrial
Editorial
Os elos do malte
O Brasil é o terceiro maior produtor
mundial de cerveja. Em média, cada
brasileiro consome cerca de 65 litros
da bebida por ano. Mas o caminho até
o paladar do consumidor final é longo
e complexo, e se inicia longe de tulipas
e canecos. A obtenção de maltes de
qualidade demanda anos de pesquisa
e uma estrutura integrada para atender
os exigentes requisitos de qualidade
da indústria cervejeira.
Responsável por fornecer mais de
20% do malte consumido no país, a
Agromalte, da Cooperativa Agrária,
é a única do Brasil a dominar toda a
cadeia produtiva, desde a pesquisa e
o plantio da cevada até a comerciali-
zação. Por trás das 220.000 t malte-
adas anualmente pela maior e mais
antiga maltaria comercial brasileira,
há uma estrutura singular, que englo-
ba a FAPA (Fundação Agrária de Pes-
quisa Agropecuária), um Laboratório
Central acreditado pelo INMETRO,
estrutura de armazenagem e logística
de recepção e expedição integrada,
bem como cooperados comprometi-
dos em seguir recomendações agro-
nômicas específicas para atender as
demandas da indústria.
Desde que foi fundada, em 1981,
a Agromalte propicia ao cooperado a
garantia de venda e preços acima do
mercado para a produção de cevada.
3
Informativo
Agrária
Em 2009, passou por ampliação em
60% de sua produção, o que a colo-
ca na 11ª posição das maiores mal-
tarias comerciais do mundo. A partir
de 2015 entra em operação a terceira
torre de malteação, com mais 120.000
t de capacidade. “As indústrias da
Agrária fortalecem a cooperativa e,
por conseqüência, o seu cooperado”,
resumiu o gerente de malte da Agrá-
ria, Frank Nohel.
Nesta segunda e última matéria da
série sobre a cadeia produtiva da ce-
vada, o Informativo traz os detalhes
da industrialização do cereal, cuja
área de cultivo prevista para 2013 é de
quase 37 mil hectares. A edição ante-
rior desta publicação trouxe o proces-
so inicial de pesquisa, com a seleção,
avaliação e obtenção de novas varie-
dades, bem como a importância da
assistência técnica e a consciência do
cooperado em atender as exigências
da Agromalte e, ao mesmo tempo,
vislumbrar desempenhos cada vez
melhores da cevada no campo.
“Via de regra toda produção de
malte ocorre em cadeias fechadas;
não se planta cevada cervejeira sem
contratos. A possibilidade que exis-
te aqui para o cooperado da Agrária
é muito interessante, justamente por
termos a maltaria há mais de 30 anos.
Isso formou um ciclo que vai desde a
O processo de produção de malte
da Agrária é único no Brasil
Cooperados observam requisitos de
qualidade desde o campo
pesquisa até a produção final”, expli-
cou o diretor financeiro da Agrária, Ar-
naldo Stock.
Com o suporte da pesquisa, re-
alizada pela FAPA, em parceria com
diferentes empresas obtentoras de
material genético, a
maltaria dispõe atual-
mente de uma nova va-
riedade de cevada por
ano. Entre os fatores
que contribuem para a
atualização anual está
o processo de malte-
ação piloto com 300 g
de cevada, realizada
no Laboratório Central
– anteriormente se fazia
com 1.000 g. Com isso,
o pesquisador de cevada da FAPA, No-
emir Antoniazzi elevou de 60 para 280
o número de amostras enviadas para
análise no último ano. “Atualmente ini-
ciamos a avaliação da qualidade de
malte já na fase de criação da linha-
gem. Isso oferece maior possibilidade
de seleção de materiais por qualidade
de malte”, destacou Antoniazzi.
“Com isso ganhou-se tempo na
pesquisa. Antes analisávamos oito
amostras a cada oito dias, agora ana-
lisamos 32 neste período. Quadrupli-
camos a quantidade”, explicou a co-
ordenadora do Laboratório Central da
Agrária, Márcia Arruda.
Somente no processo de pesqui-
sa da FAPA, para cada variedade de
cevada são realizadas 71 análises,
antes, durante e após
o processo de maltea-
ção. Estes parâmetros
determinam, entre ou-
tros quesitos, na ceva-
da a umidade, poder
germinativo, energia
germinativa, sensibili-
dade à água, proteína;
na malteação o grau de
maceração, tempo de
maceração, perda com
radícula; e no malte a
umidade, rendimento, friabilidade, pro-
teína e classificação.
O laboratório também realiza 11
análises mensais da cevada armaze-
nada nas unidades de cereais, a fim
de determinar quais silos deverão ser
utilizados antes pela maltaria. E, após
o processo de industrialização, o malte
é analisado em mais 22 parâmetros,
incluindo, por exemplo, sortimento,
friabilidade e análise sensorial. “São
vários processos até se obter um malte
de qualidade. É uma cadeia com vários
“O pesquisador de
cevada, Noemir
Antoniazzi, elevou
de 60 para 280
o número de
amostras enviadas
para análise”.
profissionais envolvidos em prol de um
produto final com as especificações
desejáveis”, destacou a coordenado-
ra do Laboratório Central, o qual foi
acreditado em 2012 pelo INMETRO na
ISO IEC 17025, inédito no Brasil para
um escopo tão diversificado quanto o
englobado pelo laboratório da Agrária.
A preocupação com a qualidade
nasceu juntamente com a Agromalte,
que conta com o laboratório desde
1981. Os resultados das análises tanto
na cevada quanto no malte norteiam
tomadas de decisão quanto às con-
dições de malteação de determinada
cevada. “O laboratório é essencial e, o
mais importante, com resultados analí-
ticos confiáveis”, destacou Nohel.
Outro diferencial para os clien-
tes da Agromalte é a consciência
do cooperado quanto ao seu papel
no processo. Questões como teor
de proteína na faixa ideal, alto poder
germinativo, ausência de micotoxinas
e sortimento são questões observa-
das pelos produtores. “Muitas vezes
se reclama dos descontos, como da
proteína, por exemplo. Mas não é bem
assim, a indústria exige alguns requi-
sitos”, lembrou o cooperado Alfred
Abt, que participou do programa de
visita à maltaria, realizado pela Agrária
aos associados em abril (leia mais no
box da p. 6).
“Tem de ser ressalvado que o
cooperado da Agrária segue as re-
comendações agronômicas, e isso
é muito importante. Ele percebe que
isso surte resultados compensadores
para ele mesmo”, observou o gerente
de malte, em referência às recomen-
dações dos agrônomos da assistên-
cia técnica específica disponibilizada
pela Agrária aos seus associados. De
acordo com o coordenador da FAPA
Frank Nohel: “As indústrias fortalecem a
cooperativa e, por consequência, o seu
cooperado”
Márcia Arruda: “Analisávamos oito
amostras a cada oito dias, agora
analisamos 32 neste período”
Margret Wild: “É interessante saber
quantos mercados nosso malte atende
e quão longe a cevada do cooperado
transformada em malte tem chegado”
4
Informativo
Agrária
“No processo de
pesquisa, cada
variedade de
cevada passa por
71 análises de
malteação”
e do departamento de assistência
técnica, Leandro Bren, “o cooperado
criou esse sentimento de valor e re-
conhece a importância da pesquisa
e da assistência técnica. Da mesma
forma, não recomendamos um pro-
duto que não tenha importância para
a maltaria”.
Como as especificações do mal-
te variam entre os clientes, a maltaria
trabalha atualmente com três cultiva-
res de cevada nacional (BRS Elis, BRS
Brau e BRS Cauê) e uma importada
para atender as diferentes blenda-
gens. “É uma garantia para a indústria
trabalhar com mais de uma variedade,
pois dispõe de maior possibilidade de
blend”, ressalvou Antoniazzi.
Recentemente a Agrária recebeu a
certificação que a tornou a única forne-
cedora da América do Sul de malte Bud,
para fabricação da cerveja Budweiser.
“É uma especificação mais exigente
que as outras”, explicou Nohel. “Basica-
mente cada grupo cervejeiro tem a sua
especificação. Elas não
variam muito entre si,
mas existem diferenças,
que precisam ser aten-
didas”, acrescentou.
Ao todo, a Agro-
malte atende aproxima-
damente 250 clientes,
desde o Rio Grande do
Sul até Rondônia, entre
cervejarias, destilarias
e indústrias alimentícias - misturas
para pães e achocolatados são al-
guns exemplos. “É interessante saber
quantos mercados nosso malte atende
e quão longe a cevada do cooperado
transformada em malte tem chegado”,
destacou a coordenadora comercial
de malte da Agrária, Margret Wild.
A cooperativa possui capacidade
de armazenagem de 35.000 t de malte
e de expedição de aproximadamente
2.000 t por dia, fatores sustentados
pela estrutura interna da cooperativa.
“Temos o suporte de muitos setores da
Agrária, como as unida-
des de cereais para ar-
mazenagem e a logísti-
ca, entre muitos outros,
para que tudo funcione
perfeitamente”, expli-
cou o coordenador da
maltaria, Vilmar Schüs-
sler. “Temos que desta-
car ainda a importância
do colaborador, pois na
produção trabalhamos com três tur-
nos, sete dias por semana, 24 horas
por dia”, acrescentou.
Da mesma forma, a logística exter-
na conta com centros de distribuição
(CD) localizados nas cidades de As-
curra (SC), Araucária (PR) e Campinas
(SP). “Os três centros de distribuição
são da Agrária e fazem a expedição do
Vilmar Schüssler: “Temos mercado para
mais ampliações e isso dá a segurança
de compra da cevada ao cooperado”
Alfred Abt e Frank Nohel debatem
sobre a Agromalte durante a visita dos
cooperados
Cássia Fassbinder: “É o pós-porteira que
nos dá sustentabilidade, minimizando os
riscos do mercado”
malte. Eles estão localizados em polos
mais estratégicos”, frisou Margret.
A partir do primeiro semestre de
2014, a Agrária deverá dispor de uma
cervejaria experimental própria, que
atenderá parte determinante e o último
passo do processo de avaliação de no-
vas cultivares. O projeto está em fase
final de aprovação e o objetivo é tam-
bém disponibilizar o local para clientes
realizarem seus testes sensoriais, bem
como promover eventos, uma vez que
haverá ambiente para acomodar 96
pessoas sentadas.
“Agora, com a cervejaria experi-
mental, teremos a cadeia fechada.
Poderemos fazer cerveja de determi-
nadas cultivares de cevada, não para
comercializar, mas para testes ou para
que clientes nossos possam testar
maltes especiais, novas formulações
de cerveja, lúpulos, enfim, estará à
nossa disposição e dos nosso clien-
tes”, explicou Nohel.
Investimento maior ocorrerá a partir
Em 2012, o Laboratório Central foi acreditado pelo INMETRO
na ISO IEC 17025, inédito no Brasil
5
Informativo
Agrária
6
Informativo
Agrária
do ano que vem. A fim de atender o
mercado, será construída a terceira tor-
re de malteação da Agromalte. O incre-
mento foi aprovado pelos cooperados
na Assembléia Geral Ordinária, realiza-
da em março passado. De acordo com
o gerente de malte, trata-se de uma
necessidade. “Se não for a Agrária,
alguém fará e estaremos fora. Não tem
mais volta, temos que acompanhar o
mercado”, observou. Schüssler ratifica
a posição. “Temos mercado para mais
ampliações e isso dá a segurança de
compra da cevada ao cooperado. A
cadeia existe por causa dele, para dar
mais uma opção de cultivo e maior ren-
dimento”, analisou.
O potencial não se restringe, po-
rém, a Entre Rios. Uma vez que a dis-
tância física dos clientes reduz a com-
petitividade da Agrária (o cliente mais
longínquo está situado a 3.200 km de
distância), existe o estudo de construir
uma nova maltaria na região Nordeste,
que está entre as que mais crescem no
Brasil em consumo de cerveja. “A Agrá-
ria tem um bom nome no mercado, o
nosso malte é reconhecido, conhece-
mos esse mercado como ninguém,
não se pode desperdiçar a oportunida-
de”, sublinhou Nohel.
Nos últimos anos, a Agrária tam-
bém firmou parcerias com empresas
internacionais, como a Weyermann®
e
a HVG, ambas da Alemanha, e a Lalle-
mand, do Canadá, e passou a oferecer
produtos como maltes especiais, lúpu-
los e fermentos. “O objetivo é ampliar
nosso portfólio e oferecer um serviço
a mais aos nossos clientes, especial-
mente os de médias e pequenas cer-
vejarias”, destacou Nohel.
O processo de produção de malte
da Agrária é singular no Brasil, pelo
fato de englobar uma cadeia produti-
va completa da cevada, além de ser
fortalecida por um mercado em ex-
pansão. “O negócio do malte é de ex-
trema importância dentro da Agrária”,
frisou o gerente agrícola da Agrária,
André Spitzner. “E ao cooperado ga-
rante a liquidez, pois ele planta com a
certeza de que vai vender”, acrescen-
tou. Fator observado com clareza pe-
los associados. “É o pós-porteira que
nos dá a sustentabilidade, minimizan-
do os riscos e oscilações do merca-
do”, destacou a cooperada Cássia
Fassbinder. Cenário favorável, a ser
apreciado pelos cooperados da Agrá-
ria – se for acompanhado por cerveja,
que seja com moderação. n
Após ser entregue pelo produtor e ter a amostra colhida e analisada,
a cevada segregada, beneficiada, secada e ressecada está em condi-
ções de ser utilizada para obtenção de malte cervejeiro. A malteação é
composta por três etapas: maceração, germinação e secagem.
O principal objetivo da malteação é ativar e formar enzimas, que
serão necessárias na cervejaria para a degradação do amido em açú-
cares, por sua vez fundamentais para a fermentação e a consequente
formação do álcool e do gás carbônico.
O processo se inicia pela maceração, quando se fornece a umidade
necessária para o grão iniciar a germinação. Cerca de 260 t de cevada
são divididas em quatro funis a uma umidade de 11 a 12%. Quando o
grão atinge cerca de 38% de umidade, inicia-se o processo bioquímico
de germinação. Na etapa seguinte, as 260 t se agrupam em uma caixa
de germinação, onde se controla a temperatura, umidade e se fornece
oxigênio durante o tempo de germinação (quatro dias). Neste período
de germinação ocorre a formação e ativação enzimática, a degradação
de alguns compostos e o crescimento das radículas.
Na sequência, o chamado “malte verde” é transferido para a es-
tufa, onde ocorre uma secagem lenta a temperaturas que atingem
85ºC. “O aroma e a cor desejados pela cervejaria são formados du-
rante a malteação da cevada”, explicou o coordenador da Agromalte,
Vilmar Schüssler.
A umidade do malte é reduzida para cerca de 4,5%, dando-lhe condi-
ções de armazenagem durante até um ano. Retira-se também a radícu-
la, logo após a secagem, por meio de um sistema de peneiras. “A partir
de então fazemos a blendagem (mistura de várias qualidades de malte)
de acordo com as necessidades dos clientes”, destacou Schüssler.
A Agromalte possui política de boas práticas de fabricação e, desde
2010, é certificada pela ISO 22.000 de segurança de alimentos. Todos
os lotes de cevada e malte passam por análises de micotoxinas, metais
pesados e pesticidas, entre outros parâmetros qualitativos. “O cliente
recebe o malte livre de contaminação física, química e biológica, tendo
a garantia da qualidade desejada e rastreabilidade, pois conseguimos
determinar qual produtor entregou a cevada, que foi para tal cliente”,
ressalvou o coordenador.
Como funciona o processo
de malteação
7
Informativo
Agrária
COOPERADOS
Durante os meses de maio e ju-
nho, a Agrária desenvolveu ações da
campanha “Cooperado, Agrária é você
quem faz”, relacionadas às atividades
despenhadas pela Agromalte. Os três
programas, apesar de distintos entre
si, tinham o mesmo objetivo: trazer os
associados mais próximos da indústria
de malte e do próximo alvo da campa-
nha – a Unidade de Sementes.
No dia 16 de maio, 26 cooperados
foram recepcionados na Unidade Vitó-
ria, onde assistiram a uma apresenta-
ção institucional sobre a Agromalte e
visitaram a nova torre de malteação e
o Laboratório Central. O encontro foi
finalizado com almoço, caracterizado
como momento de interação com in-
tegrantes da diretoria e da superinten-
dência da Agrária.
“Conhecemos detalhes de como
a indústria funciona, quem são os
clientes e porque é exigido certo grau
de qualidade”, analisou o cooperado
Manfred Becker. A iniciativa também
Ações aproximam
cooperados de
unidades de negócio
agradou ao cooperado Alfred Abt, que
há anos não visitava a maltaria. “A in-
dústria é do cooperado e é importante
saber como os processos ocorrem.
Aqui se vê o que é feito na pesquisa,
o que a gente produz e o resultado fi-
nal”, analisou.
No dia 27, um inédito “Café Báva-
ro” atraiu cerca de cem pessoas até
o foyer do Centro Cultural. A temática
também era alusiva à maltaria e os
presentes degustaram o tradicional
pretzel, a Weisswurst (linguiça branca)
com mostarda doce e cerveja de trigo.
“O nosso plano de marketing prevê
uma série de novos eventos ao longo
do ano. Este Café Bávaro tinha por ob-
jetivo oferecer uma novidade aos nos-
sos cooperados, relacionada à maltaria
e ao estado da Baviera, com o qual te-
mos vários contatos e relações comer-
ciais”, explicou o presidente da Agrária,
Jorge Karl. Leia abaixo as declarações
dos cooperados sobre o evento.
Já nos dias 5 e 6 de junho, 17 in-
tegrantes, entre cooperados e cola-
boradores, tiveram a oportunidade de
conhecer as instalações da cliente da
maltaria, AmBev, em Lages (SC), bem
como a cooperativa Coopercampos,
em Campos Novos (SC). A viagem mar-
cou o final da campanha da Agromalte
e o início das ações de divulgação da
Unidade de Sementes da Agrária.
“Foi muito bom conhecer o depar-
tamento de sementes de outra coope-
rativa, pois pudemos visualizar e tirar
dúvidas sobre como é o funcionamen-
to deste setor lá”, ressaltou o coope-
rado Johann Vollweiter, que participou
da viagem. “E conhecer a AmBev tam-
bém foi relevante, eu não conhecia o
processo deste porte de fabricação de
cervejas”, acrescentou.
O gerente de malte da Agrária, Frank
Nohel, destaca que as ações “propi-
ciam oportunidades de sanar dúvidas
junto aos cooperados, pois se trata de
uma conversa aberta e esperamos que
o interesse cresça sempre mais”. n
“Pudemos trocar ideias
com outros cooperados
e ter maior proximidade
com a diretoria. Isso
é muito importante” -
cooperada Edith Leh
Sander
“Infelizmente há tantas coisas
que já não podemos mais
comer na nossa idade (risos).
Mas o objetivo de integrar
as pessoas é muito válido” –
Stefan Detlinger
“Conhecemos detalhes
de como a indústria
funciona, quem são
os clientes e porque é
exigido certo grau de
qualidade” - cooperado
Manfred Becker
“Sou cooperada da Agrária há mais de 50 anos. Eu era uma
cooperada ativa. Ainda me lembro quando recebemos as
primeiras sementes de cevada (...). A safra não era tão boa
quanto hoje, mas continuávamos plantando. Antigamente,
uma cooperada ativa - hoje me autodenomino apenas uma
fiel cooperada da Agrária” – cooperada Theresia Jungert em
fala preparada aos presentes.
“Nunca havia provado um
‘Café Bávaro”, gostei muito.
Além disso, pudemos
conhecer um pouco mais
sobre a maltaria” – Heinrich
Siegmund Stader
“É algo que realmente atrai o cooperado.
Muitas vezes permanecemos apenas no
escritório e essa interação, que era tão
comum no passado, acaba se perdendo.
Por isso considero esse contato interpessoal
tão importante, senão perde-se o senso de
coletividade” – Cooperado Karl Milla (à dir.)
FALA COOPERADO!
8
Informativo
Agrária
Perspectivas para a
safra de inverno:
clima e produtividade
Em junho se inicia a semeadura
dos cereais de inverno pelos coope-
rados da Agrária. Neste ano, serão
cultivados 22.676 hectares de trigo
e 36.975 hectares de cevada, um au-
mento de 3.608 hectares na área das
duas principais culturas do período,
em relação a 2012.
As projeções do departamento de
assistência técnica da Agrária para
a produtividade em 2013 apontam
3.325kg/ha de trigo e 3.900kg/ha de
cevada. Isso significa um aumento de
22,1% para o trigo e 16,5% para a ce-
vada, em relação aos resultados de
2012. Na safra passada, a produção
foi afetada por condições climáticas
desfavoráveis, como estiagem pro-
longada em agosto, geadas tardias
em setembro e chuva de granizo na
época de pré-colheita, que fizeram a
produtividade de trigo e cevada cair.
Para este ano, apesar da condi-
ção de neutralidade climática, res-
ponsável pelas intempéries de 2012,
se manter, as previsões são mais oti-
mistas. De acordo com o meteorolo-
gista do Inmet, Luiz Renato Lazinski,
são esperadas chuvas mais irregula-
res em termos de distribuição, com
Plantio de trigo e cevada aumenta em 3.608 hectares
períodos curtos de dois ou três dias
com muita precipitação, intercala-
dos com momentos maiores com
pouca ou nenhuma chuva. Porém,
a probabilidade de que estes perí-
odos de estiagem cheguem a mais
de um mês, como em 2012, é muito
pequena. “Não acredito que teremos
mais de 20 a 25 dias sem chuva, os
períodos de seca não devem passar
disto”, explicou.
As temperaturas terão extremos
acentuados neste inverno, sendo que
haverá massas de ar frio mais inten-
sas que o normal chegando ao sul
do Brasil.“O clima para o período é
muito bom para culturas como trigo e
cevada, uma vez que, será mais seco
e com ondas de frio mais intensas”,
analisou Lazinski. O coordenador da
assistência técnica da Agrária e da
FAPA, Leandro Bren, também ava-
lia o clima mais seco como melhor
para os cereais de inverno. “Nesse
sentido, sem muitas chuvas, temos
a perspectiva para um inverno bem
promissor. Porém, em anos neutros
fica algum receio referente a ques-
tões de geadas no final do ciclo das
culturas”, ressaltou. O clima neutro
traz consigo maior incidência de ge-
adas mais fortes e tardias no inverno,
conforme Lazinski.
Mais uma vez, a pesquisa e a
assistência técnica focada da Coo-
perativa trabalham em conjunto para
garantir bons resultados ao coopera-
do. As informações provenientes do
Projeto Radar continuam a orientar o
produtor. Para a safra de inverno de
2013 serão monitorados entre 28 e 34
pontos de controle.
O monitoramento proporciona-
do pelo projeto traz, de acordo com
Bren, segurança para o produtor em
Luiz Renato Lazinski prevê chuvas
irregulares, com períodos de muita
precipitação intercalados com estiagem
9
Informativo
Agrária
Leandro Bren: pesquisa e assistência
técnica são determinantes para a alta
produtividade, mesmo com clima
desfavorável
Fonte: Banco de dados técnico da Cooperativa Agrária/SEAB/CONAB
relação a doenças foliares e de es-
piga nas culturas de inverno, já que
possibilita a aplicação de defensivos
no momento mais propício. “Con-
seguimos assegurar produção e a
qualidade dos grãos por meio das
aplicações de defensivos de controle
preventivo”, ressalta.
O aporte técnico direcionado aos
cooperados mostrou resultados mes-
mo em anos de clima desfavorável na
região de abrangência da Agrária. “O
que vai dar números finais é o clima,
já que as culturas de inverno são de
maior risco nesta questão. “Mas com
a tecnologia que possuímos hoje,
tanto de pesquisa quanto de assis-
tência técnica, temos condições de
apresentar altas produtividades”, ex-
plicou Bren. Em 2011 com condições
Área cultivada por cooperados
na safra de inverno (ha)
2013 2012 Variação (%)
Trigo 22.676 21.613 4,91
Cevada 36.975 34.430 7,39
Triticale 525 297 76,76
Canola 1.119 555 101,62
Aveia 4.805 3.146 52,73
TOTAL 66.100 60.041 10,09
climáticas mais favoráveis, a média
de produtividade dos cooperados em
trigo foi de 3.866 kg/ha e de cevada
4.425 kg/ha, sendo que a média da re-
Resultado Histórico - Cultura do Trigo
0
500
1.000
1.500
2.000
2.500
3.000
3.500
4.000
4.500
2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13
Anos
kg/ha
Brasil Paraná Regional Agrária
Resultado Histórico - Cultura do Cevada
1.500
2.500
3.500
4.500
5.500
2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13
Anos
kg/ha
Brasil Paraná Regional Agrária
gião de Guarapuava, de acordo com
informações do Seab/Núcleo Regio-
nal de Guarapuava, foi de 3.635 kg/
ha e 4.325 kg/ha, respectivamente.
Mesmo em 2012, com os problemas
climáticos na área de abrangência
da Agrária, a média dos cooperados
equiparou-se a de Guarapuava na ce-
vada e superou a de trigo em 206 kg.
Além de lucro financeiro, as cul-
turas de inverno têm importância
agronômica para o produtor. A ma-
téria orgânica e os nutrientes que os
cereais de inverno deixam no solo
são estratégicos para as culturas
de verão subsequentes. “O inverno
para a Agrária é fundamental, além
de propiciar uma receita a mais
para o cooperado, ele traz uma se-
gurança para as culturas de verão”.
Da mesma forma, a demanda de
cereais de inverno é crescente. De
acordo com Bren, os clientes das
indústrias continuam demandando
matéria-prima. n
10
Informativo
Agrária
Um material raro, desenvolvido em
cooperação entre a Agrária e a empre-
sa BASF, passa a enriquecer o material
didático da rede pública de ensino do
município. O Atlas Ambiental de Gua-
rapuava foi entregue oficialmente ao
prefeito Cesar Silvestri Filho, no dia 21
de maio, pelo presidente da Agrária,
Jorge Karl e pelo representante téc-
nico de vendas da BASF, José Carlos
Sandrini - empresas idealizadoras do
projeto.
Cerca de 6.000 exemplares do
material já se encontram nas escolas
municipais, à disposição dos alunos. A
cerimônia realizada na prefeitura con-
tou ainda com a presença da vice-pre-
feita, Eva Schran, de representantes da
secretaria municipal de Educação e da
imprensa local. Um termo de entrega
foi assinado.
O Atlas Ambiental apresenta, de
forma didática e lúdica, aspectos his-
tóricos, geográficos, culturais, ambien-
Agrária entrega
Atlas Ambiental
ao município
tais e sociais de Guarapuava. Em mais
de cem páginas, ilustrações, fotogra-
fias, imagens de satélite, infográficos e
dados científicos atuais contextualizam
o município, no âmbito estadual, nacio-
nal e global - navegando inclusive pelo
espaço sideral.
“O mundo é rico e surpreendente”,
destaca um trecho inicial do material.
“Soubemos da iniciativa da BASF e
decidimos trazer o projeto para a Agrá-
ria. Sabemos da importância de o alu-
no, como cidadão, se sentir parte do
local onde vive”, destacou Jorge Karl.
“O atlas só será útil se for realmente
empregado, e temos certeza que será.
É um pequeno gesto realizado pela
Agrária e esperamos que os resultados
sejam colhidos no futuro”, acrescentou
o presidente da cooperativa.
O prefeito de Guarapuava elogiou
tanto a qualidade do Atlas Ambien-
tal quanto a iniciativa de desenvolvê-
-lo. “Quero agradecer a Agrária, essa
Jorge Karl entrega oficialmente o Atlas Ambiental ao prefeito Cesar Filho
Parceria com a BASF gera rico material
grande parceira, tão importante para o
desenvolvimento do nosso município.
É elogiável essa preocupação demons-
trada para com Guarapuava, ao trazer
para cá um projeto que beneficiará nos-
sos alunos”, destacou Cesar Filho.
Antes da Agrária, apenas duas co-
operativas haviam desenvolvido o Atlas
Ambiental juntamente com a BASF.
“Nossa empresa está sempre preocu-
pada com o contexto sócio-ambiental
no qual está inserido e, através do pro-
grama Mata Viva, desenvolvemos este
excelente material juntamente com a
Agrária”, explicou Sandrini.
Para incentivar a utilização do Atlas
Ambiental de forma criativa, foi lança-
do um concurso cultural destinado aos
professores, regentes de turma e equi-
pes de ensino da rede municipal de
ensino. O objetivo é inscrever um pla-
no de aula a ser desenvolvido com os
alunos no segundo semestre letivo. Os
melhores trabalhos serão premiados.
“O Atlas Ambiental é muito didáti-
co. A ideia é que seja repassado aos
alunos, ano após ano”, destacou o
vice-presidente da Agrária, Paul Illich.
Também os estudantes do Colégio Im-
peratriz Dona Leopoldina, do distrito
de Entre Rios, receberam o material. n
11
Informativo
Agrária
Do tamanho da
solidariedade
O inverno de Guarapuava é um
dos mais intensos do Paraná, mas
bem agasalhado é possível enfrentá-
-lo sem maiores dificuldades. Por
isso, campanhas para arrecadação
de agasalhos são realizadas todos os
anos contando com a solidariedade
para amenizar a necessidade.
Neste ano, a Agrária, por meio do
PAIS (Programa Agrária de Integração
Solidária), realizou mais uma campa-
nha do agasalho. Entre 1º de abril e
17 de maio foram arrecadadas quase
três toneladas de donativos, o melhor
resultado desde 2009. As quatro equi-
pes de colaboradores doaram 2.890
kg de roupas e colchões que serão
destinados às entidades apoiadas
nesta edição do programa. “O PAIS
é o canal pelo qual os colaboradores
A equipe “Mão Amiga” arrecadou 1.340 kg de agasalhos, que
foram encaminhados ao Lar São Francisco de Assis, de Pinhão.
O grupo “Amigos Voluntários” encaminhou 460 kg de donativos
ao SOS-Serviço de Obras Sociais, de Guarapuava
Os 780 kg doados pela equipe “Interação” foram destinados à
Associação Canaã de Entre Rios.
O Albergue Noturno Frederico Ozanan de Guarapuava recebeu
310 kg de agasalhos arrecadados pela equipe “Ação/Cidadania”.
podem expressar e manifestar seu
espírito solidário. Fez-se visível nesta
Campanha do Agasalho 2013 que as
equipes trabalham arduamente para
superar o objetivo de ajudar as institui-
ções apoiadas”, ressalta Agustin Lom-
bardi, membro do comitê organizador
do programa.
O PAIS desenvolve ações que pro-
curam fortalecer o interesse pelas ativi-
dades solidárias e desenvolver a cultu-
ra de saúde e segurança durante todo
o ano. Em 22 de junho, colaboradores
apresentarão paródias sobre temas
de atualidade relacionados a crianças
e adolescentes no Projeção, de Entre
Rios; em julho haverá programação
especial com perguntas e respostas
sobre as certificações ISO 14001 e
OHSAS 18001, as quais pretendem ser
implantadas na Agrária em 2014. Além
das doações mensais de sangue ao
Hemocentro de Guarapuava.
Já a partir de 1º de agosto inicia-
-se a campanha de arrecadação de
alimentos, da qual toda a comunidade
pode participar. “Caso alguém queira
doar, mas não possa vir até a Coope-
rativa pode entrar em contato com os
líderes das equipes ou diretamente co-
migo”, reforçou Lombardi. n
12
Informativo
Agrária
A Cooperativa Agrária é instituido-
ra de três fundações em Entre Rios: a
FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa
Agropecuária), a Fundação Cultural
Suábio-Brasileira e a Fundação Sem-
melweis. Todas possuem um estatuto
que condiz com sua finalidade, além
de regulamentar e orientar o funciona-
mento e organização das entidades.
Estes estatutos prevêem assembleias
para escolha de diretores e conselhei-
ros que coordenem as fundações, mas
cada entidade apresenta particularida-
des nesse processo.
Na FAPA a administração é feita por
um Conselho Curador, Diretoria Exe-
cutiva e Conselho Fiscal. O Conselho
Curador elege membros para um man-
dato de três anos. A Diretoria Executiva
é formada por quatro diretores indica-
dos pela Agrária. O diretor presidente
é, necessariamente, um cooperado
ativo; o diretor vice-presidente é um di-
retor da Agrária; o diretor financeiro é o
gerente de cooperados da Agrária; e o
diretor administrativo é o coordenador
da assistência técnica da Agrária. E o
Conselho Fiscal é formado anualmente
por membros do Conselho Fiscal da
Agrária indicados entre si.
Na Fundação Cultural Suábio-
-Brasileira o processo é ligeiramen-
te diferente. Nessa fundação há um
Conselho Curador, a Diretoria e o
Conselho Fiscal, todos com gestão
de três anos. O Conselho Curador
tem cinco membros, dois designados
pela Agrária, dois designados pelos
A escolha dos diretores
e conselheiros das
fundações
grupos culturais, sendo que um deles
deve ser coordenador dos grupos e
um designado pelo Colégio Impera-
triz. A gerente de coligadas da Coo-
perativa, Viviane Schüssler, explicou
que um dos conselheiros é sempre
um diretor da Cooperativa. “Em 2010
vimos que seria importante se algum
membro da Agrária estivesse incluí-
do na diretoria para que pudéssemos
decidir certos assuntos na hora”. Os
membros do Conselho Curador ele-
gem, entre eles, um presidente, e
nomeiam a Diretoria. Esta Diretoria
da Fundação é composta por três
membros: um diretor presidente, um
diretor administrativo-financeiro e um
diretor cultural. O Conselho Fiscal é
formado por três membros, um de-
signado pela Agrária, um designado
pelos grupos culturais e um designa-
do pelo colégio.
A Fundação Semmelweis é admi-
nistrada por um Conselho Curador
com cinco membros, um Conselho de
Administração com três representan-
tes e um Conselho Fiscal composto
de três titulares e três suplentes elei-
tos em assembleias para mandatos
de três anos.
Para Viviane estes processos de
seleção de diretores e conselheiros
são positivos. “A diretoria e os conse-
lhos são a representação da comuni-
dade dentro da fundação, é um canal
entre os dois. Os moradores conse-
guem trazer as suas ideias através
desses representantes”, finalizou. n
Viviane Schüssler: “Diretorias e
conselhos são a representação da
comunidade dentro da fundação”
13
Informativo
Agrária
Conheça os diretores e conselheiros das
fundações instituídas pela Agrária
FAPA
Fundação Cultural Suábio-Brasileira
Fundação Semmelweis
Conselho Curador
Gabriel Gerster, Rafael Majowski, Priscila Klein, Rodrigo
Ferreira, Edegar Leh e Adam Stemmer.
Conselho Fiscal
Osmar Karly, Edmund Gumpl e Ricardo Leh.
Diretoria Executiva
Diretor Presidente: Karl Milla
Diretor Vice-Presidente: Jorge Karl
Diretor Administrativo: Leandro Bren
Diretor Financeiro: André Luiz Spitzner
Conselho Curador
Presidente: Jorge Karl
Conselheiros: Arnaldo Stock; Cristian Abt,
Hermann Josef Scherer e Helga Remlinger.
Conselho Fiscal
Brigite Müllerleily Abt; Kassiana Milla e Wolfgang Müllerleily.
Diretoria
Diretor Presidente: Adam Stemmer
Diretora Financeira: Brigit Tereza Leh Weckl
Diretora Cultural: Clara Milla Fassbinder
Conselho Curador
Presidente: Jorge Karl;
Vice-Presidente: Hildegard Reinhofer;
Segundo Vice-Presidente: Jakob Weckl;
Primeira Secretária: Maria Henriette Jaster;
Segunda Secretária: Ulrike Stock
Conselho de Administração
Presidente: Norbert Geier;
Vice-Presidente de administração e
finanças: Reinholt Holzhofer
Vice-Presidente de Assessoria de Planejamento e
Coordenação Geral: Ernst Jungert
Conselho Fiscal
Titulares:	 Gerard Temari; João Pfaff Pertschy e
	 Johann Gartner.
Suplentes:	Jair Clemente Zart; Cristian Abt e
	 Hermann Josef Scherer.
14
Informativo
Agrária
fatos e notas
Duas turmas de cooperadas e esposas de coo-
perados da Agrária assistiram à palestra “Mulher,
formadora de valores”, nos dias 9 e 10 de maio.
Por meio de falas e dinâmicas comandadas pelo
professor Ney de Almeida Guimarães, as 54 par-
ticipantes puderam refletir sobre a liderança femi-
nina na família e no cooperativismo. Como parte
do projeto de integração, que busca envolver mais
a família do cooperado com a Agrária, o evento
estimulou a presença das mulheres dentro da co-
operativa. “Procuramos trazer às mulheres uma
reflexão sobre a essência de uma cooperativa, em
que a família, a solidariedade e a democracia de-
senvolvem um papel muito importante”, ressaltou
Guimarães.
Sob o tema “Sustentabilidade”, projetos dos alunos do Co-
légio Imperatriz Dona Leopoldina, foram visitados por apro-
ximadamente 700 pessoas durante a “4ª Feira de Ciências”
realizada no colégio no dia 29 de maio. Os estudantes, a
partir do 2º ano do ensino fundamental até os cursos técni-
cos, apresentaram estudos em áreas como agropecuária,
indústria, mecânica e elétrica voltados ao espírito sustentá-
vel. Membros do conselho fiscal, conselho de administra-
ção e diretores da Cooperativa Agrária também prestigia-
ram o evento.
Os alunos do ensino médio do Colégio Imperatriz Dona Leo-
poldina participaram, no dia 9 de maio, da palestra “Projeto
de Vida: seu futuro e a Cooperativa Agrária”. Assim como o
curso direcionado às cooperadas e esposas de cooperados,
foi proferido por Ney de Almeida Guimarães e teve como
principal objetivo a aproximação dos jovens com a Agrária.
“Buscamos atingir os nossos jovens e integrá-los com a coo-
perativa, mostrando a eles quantas possibilidades eles têm,
pois o futuro da Agrária, da comunidade, é deles”, explicou
a coordenadora do departamento Atendimento Cooperado,
Elisabeth Stader Cunha.
Duas toneladas de cos-
tela, bolos, doces, brin-
cadeiras, homenagens e
prêmios. No sábado, dia
25 de maio, 2.617 cola-
boradores e familiares
comemoraram o Dia do
Trabalhador no estádio
Josef Klein.
15
Informativo
Agrária
fatos e notas
Expediente
Informativo Agrária é uma publicação mensal e tem como objetivo divulgar fatos relevantes da Cooperativa Agrária Agroindustrial.
Opinião: os pontos de vista expressos por pessoas entrevistadas e/ou em artigos assinados não refletem necessariamente a
opinião da Agrária. Jornalista responsável: Klaus Georg Pettinger – (42) 3625 8008 (klaus@agraria.com.br) – Cooperativa Agrária
Agroindustrial – Fundação: 5 de maio de 1951. Endereço: Pça. Nova Pátria s/nº, Colônia Vitória / distrito de Entre Rios / Guarapuava
(PR) / CEP 85.139-400. Telefone geral: (42) 3625 8000. Site: www.agraria.com.br. Diagramação: Prêmio|Arkétipo Comunicação -
www.arketipo.com.br - Direção de Arte: Roberto Niczay - Tiragem: 800 exemplares. Impressão: Gráfica Positiva e Editora - Cascavel - PR
No dia 28 de maio o PACR (Programa de
Certificação Rural) desenvolvido pela Agrá-
ria entregou a certificação de mais duas
propriedades de cooperados. As fazendas
Santa Bárbara e Campo Bonito, do Grupo
Reinhofer, receberam os certificados em Sis-
tema de Gestão em 5S e foram as pioneiras
na implantação e certificação em Gestão de
Saúde e Segurança Ocupacional. Na próxi-
ma edição do Informativo confira a matéria
completa sobre o programa PACR.
O Hospital Semmelweis e a Abser
(Associação Beneficente das Se-
nhoras de Entre Rios) promoveram
no dia 2 de junho, no Clube Sa-
mambaia, o almoço "Suíno à moda
Entre Rios". A renda obtida com a
venda de 556 refeições foi revertida
ao hospital.
Os projetos de sustentabilidade da Agrária deram um novo passo em maio. Os 49 cooperados interessados nas
atividades de suinocultura e pecuária leiteira conheceram o sistema de produção adotado nas cooperativas Cas-
trolanda e Batavo. A primeira viagem foi realizada em 8 e 9 de maio e a segunda em 14 e 15 do mesmo mês.
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Informativo agraria 2013

  • 1. Da cevada ao malte Da cevada ao malte PAIS Campanha do Agasalho tem melhor resultado desde 2009 FUNDAÇÕES Como se elegem os diretores e conselheiros Maio 2013 Agrária Informativo SAFRA DE INVERNO Crescimento de área e previsão de clima favorável Por dentro da cadeia produtiva que se inicia no cooperado e culmina na maior maltaria comercial do Brasil
  • 2. 2 Informativo Agrária ? A cadeia produtiva da cevada, da maneira como se desenvolve na Agrária, além de garantir liquidez da produção e maior rentabilidade ao cooperado, tam- bém agrega valor à Cooperativa como um todo, pela singularidade. Não há ou- tro modelo similar no Brasil. A maior e mais antiga maltaria co- mercial do país recebe cevada cervejeira produzida pelos cooperados com os re- quisitos de qualidade demandados pelo mercado de malte. Por trás do minucio- so processo estão fatores como anos de pesquisa da FAPA, assistência agro- nômica específica, dezenas de análises laboratoriais e estruturas de logística e de armazenagem integradas. Some-se a isso o know how da Agromalte, com mais de 30 anos de mercado, que é atendido em 20% da demanda com o Malte Pilsen Agrária. Ao cooperado cabe a tarefa de se- guir as recomendações agronômicas e definir quais variedades poderão lhe garantir melhor rentabilidade, seja ime- diata, com a produtividade no campo, seja em médio prazo através do desem- penho da indústria. Na segunda parte da matéria espe- cial sobre a cadeia produtiva da cevada, evidencia-se a clara consciência sobre a responsabilidade de cada elo da cadeia, tanto por parte dos colaboradores quan- to dos associados da Agrária. O estreitamento da relação entre as partes passa pela transmissão de co- nhecimento e informação sobre todo o processo, da pesquisa à malteação, da assistência técnica à comercialização, das análises laboratoriais até a logística. Da mesma forma, campanhas desenvol- vidas ao longo do ano, têm por objetivo aproximar o cooperado das indústrias, as quais, ao fim e ao cabo, são deles. O gráfico 2013 dos resultados em campo, tanto da cevada quanto do tri- go, começa a ser traçado a partir deste mês, com o início do plantio das culturas de inverno. O Informativo mostra que as previsões climáticas e as perspectivas de produtividade são favoráveis, princi- palmente se comparados aos de 2012. Esta edição traz ainda a campanha do agasalho 2013 e a entrega de 6.000 exemplares do Atlas Ambiental à rede municipal de ensino. Desejamos uma boa leitura! Departamento de Marketing Cooperativa Agrária Agroindustrial Editorial Os elos do malte O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de cerveja. Em média, cada brasileiro consome cerca de 65 litros da bebida por ano. Mas o caminho até o paladar do consumidor final é longo e complexo, e se inicia longe de tulipas e canecos. A obtenção de maltes de qualidade demanda anos de pesquisa e uma estrutura integrada para atender os exigentes requisitos de qualidade da indústria cervejeira. Responsável por fornecer mais de 20% do malte consumido no país, a Agromalte, da Cooperativa Agrária, é a única do Brasil a dominar toda a cadeia produtiva, desde a pesquisa e o plantio da cevada até a comerciali- zação. Por trás das 220.000 t malte- adas anualmente pela maior e mais antiga maltaria comercial brasileira, há uma estrutura singular, que englo- ba a FAPA (Fundação Agrária de Pes- quisa Agropecuária), um Laboratório Central acreditado pelo INMETRO, estrutura de armazenagem e logística de recepção e expedição integrada, bem como cooperados comprometi- dos em seguir recomendações agro- nômicas específicas para atender as demandas da indústria. Desde que foi fundada, em 1981, a Agromalte propicia ao cooperado a garantia de venda e preços acima do mercado para a produção de cevada.
  • 3. 3 Informativo Agrária Em 2009, passou por ampliação em 60% de sua produção, o que a colo- ca na 11ª posição das maiores mal- tarias comerciais do mundo. A partir de 2015 entra em operação a terceira torre de malteação, com mais 120.000 t de capacidade. “As indústrias da Agrária fortalecem a cooperativa e, por conseqüência, o seu cooperado”, resumiu o gerente de malte da Agrá- ria, Frank Nohel. Nesta segunda e última matéria da série sobre a cadeia produtiva da ce- vada, o Informativo traz os detalhes da industrialização do cereal, cuja área de cultivo prevista para 2013 é de quase 37 mil hectares. A edição ante- rior desta publicação trouxe o proces- so inicial de pesquisa, com a seleção, avaliação e obtenção de novas varie- dades, bem como a importância da assistência técnica e a consciência do cooperado em atender as exigências da Agromalte e, ao mesmo tempo, vislumbrar desempenhos cada vez melhores da cevada no campo. “Via de regra toda produção de malte ocorre em cadeias fechadas; não se planta cevada cervejeira sem contratos. A possibilidade que exis- te aqui para o cooperado da Agrária é muito interessante, justamente por termos a maltaria há mais de 30 anos. Isso formou um ciclo que vai desde a
  • 4. O processo de produção de malte da Agrária é único no Brasil Cooperados observam requisitos de qualidade desde o campo pesquisa até a produção final”, expli- cou o diretor financeiro da Agrária, Ar- naldo Stock. Com o suporte da pesquisa, re- alizada pela FAPA, em parceria com diferentes empresas obtentoras de material genético, a maltaria dispõe atual- mente de uma nova va- riedade de cevada por ano. Entre os fatores que contribuem para a atualização anual está o processo de malte- ação piloto com 300 g de cevada, realizada no Laboratório Central – anteriormente se fazia com 1.000 g. Com isso, o pesquisador de cevada da FAPA, No- emir Antoniazzi elevou de 60 para 280 o número de amostras enviadas para análise no último ano. “Atualmente ini- ciamos a avaliação da qualidade de malte já na fase de criação da linha- gem. Isso oferece maior possibilidade de seleção de materiais por qualidade de malte”, destacou Antoniazzi. “Com isso ganhou-se tempo na pesquisa. Antes analisávamos oito amostras a cada oito dias, agora ana- lisamos 32 neste período. Quadrupli- camos a quantidade”, explicou a co- ordenadora do Laboratório Central da Agrária, Márcia Arruda. Somente no processo de pesqui- sa da FAPA, para cada variedade de cevada são realizadas 71 análises, antes, durante e após o processo de maltea- ção. Estes parâmetros determinam, entre ou- tros quesitos, na ceva- da a umidade, poder germinativo, energia germinativa, sensibili- dade à água, proteína; na malteação o grau de maceração, tempo de maceração, perda com radícula; e no malte a umidade, rendimento, friabilidade, pro- teína e classificação. O laboratório também realiza 11 análises mensais da cevada armaze- nada nas unidades de cereais, a fim de determinar quais silos deverão ser utilizados antes pela maltaria. E, após o processo de industrialização, o malte é analisado em mais 22 parâmetros, incluindo, por exemplo, sortimento, friabilidade e análise sensorial. “São vários processos até se obter um malte de qualidade. É uma cadeia com vários “O pesquisador de cevada, Noemir Antoniazzi, elevou de 60 para 280 o número de amostras enviadas para análise”. profissionais envolvidos em prol de um produto final com as especificações desejáveis”, destacou a coordenado- ra do Laboratório Central, o qual foi acreditado em 2012 pelo INMETRO na ISO IEC 17025, inédito no Brasil para um escopo tão diversificado quanto o englobado pelo laboratório da Agrária. A preocupação com a qualidade nasceu juntamente com a Agromalte, que conta com o laboratório desde 1981. Os resultados das análises tanto na cevada quanto no malte norteiam tomadas de decisão quanto às con- dições de malteação de determinada cevada. “O laboratório é essencial e, o mais importante, com resultados analí- ticos confiáveis”, destacou Nohel. Outro diferencial para os clien- tes da Agromalte é a consciência do cooperado quanto ao seu papel no processo. Questões como teor de proteína na faixa ideal, alto poder germinativo, ausência de micotoxinas e sortimento são questões observa- das pelos produtores. “Muitas vezes se reclama dos descontos, como da proteína, por exemplo. Mas não é bem assim, a indústria exige alguns requi- sitos”, lembrou o cooperado Alfred Abt, que participou do programa de visita à maltaria, realizado pela Agrária aos associados em abril (leia mais no box da p. 6). “Tem de ser ressalvado que o cooperado da Agrária segue as re- comendações agronômicas, e isso é muito importante. Ele percebe que isso surte resultados compensadores para ele mesmo”, observou o gerente de malte, em referência às recomen- dações dos agrônomos da assistên- cia técnica específica disponibilizada pela Agrária aos seus associados. De acordo com o coordenador da FAPA Frank Nohel: “As indústrias fortalecem a cooperativa e, por consequência, o seu cooperado” Márcia Arruda: “Analisávamos oito amostras a cada oito dias, agora analisamos 32 neste período” Margret Wild: “É interessante saber quantos mercados nosso malte atende e quão longe a cevada do cooperado transformada em malte tem chegado” 4 Informativo Agrária
  • 5. “No processo de pesquisa, cada variedade de cevada passa por 71 análises de malteação” e do departamento de assistência técnica, Leandro Bren, “o cooperado criou esse sentimento de valor e re- conhece a importância da pesquisa e da assistência técnica. Da mesma forma, não recomendamos um pro- duto que não tenha importância para a maltaria”. Como as especificações do mal- te variam entre os clientes, a maltaria trabalha atualmente com três cultiva- res de cevada nacional (BRS Elis, BRS Brau e BRS Cauê) e uma importada para atender as diferentes blenda- gens. “É uma garantia para a indústria trabalhar com mais de uma variedade, pois dispõe de maior possibilidade de blend”, ressalvou Antoniazzi. Recentemente a Agrária recebeu a certificação que a tornou a única forne- cedora da América do Sul de malte Bud, para fabricação da cerveja Budweiser. “É uma especificação mais exigente que as outras”, explicou Nohel. “Basica- mente cada grupo cervejeiro tem a sua especificação. Elas não variam muito entre si, mas existem diferenças, que precisam ser aten- didas”, acrescentou. Ao todo, a Agro- malte atende aproxima- damente 250 clientes, desde o Rio Grande do Sul até Rondônia, entre cervejarias, destilarias e indústrias alimentícias - misturas para pães e achocolatados são al- guns exemplos. “É interessante saber quantos mercados nosso malte atende e quão longe a cevada do cooperado transformada em malte tem chegado”, destacou a coordenadora comercial de malte da Agrária, Margret Wild. A cooperativa possui capacidade de armazenagem de 35.000 t de malte e de expedição de aproximadamente 2.000 t por dia, fatores sustentados pela estrutura interna da cooperativa. “Temos o suporte de muitos setores da Agrária, como as unida- des de cereais para ar- mazenagem e a logísti- ca, entre muitos outros, para que tudo funcione perfeitamente”, expli- cou o coordenador da maltaria, Vilmar Schüs- sler. “Temos que desta- car ainda a importância do colaborador, pois na produção trabalhamos com três tur- nos, sete dias por semana, 24 horas por dia”, acrescentou. Da mesma forma, a logística exter- na conta com centros de distribuição (CD) localizados nas cidades de As- curra (SC), Araucária (PR) e Campinas (SP). “Os três centros de distribuição são da Agrária e fazem a expedição do Vilmar Schüssler: “Temos mercado para mais ampliações e isso dá a segurança de compra da cevada ao cooperado” Alfred Abt e Frank Nohel debatem sobre a Agromalte durante a visita dos cooperados Cássia Fassbinder: “É o pós-porteira que nos dá sustentabilidade, minimizando os riscos do mercado” malte. Eles estão localizados em polos mais estratégicos”, frisou Margret. A partir do primeiro semestre de 2014, a Agrária deverá dispor de uma cervejaria experimental própria, que atenderá parte determinante e o último passo do processo de avaliação de no- vas cultivares. O projeto está em fase final de aprovação e o objetivo é tam- bém disponibilizar o local para clientes realizarem seus testes sensoriais, bem como promover eventos, uma vez que haverá ambiente para acomodar 96 pessoas sentadas. “Agora, com a cervejaria experi- mental, teremos a cadeia fechada. Poderemos fazer cerveja de determi- nadas cultivares de cevada, não para comercializar, mas para testes ou para que clientes nossos possam testar maltes especiais, novas formulações de cerveja, lúpulos, enfim, estará à nossa disposição e dos nosso clien- tes”, explicou Nohel. Investimento maior ocorrerá a partir Em 2012, o Laboratório Central foi acreditado pelo INMETRO na ISO IEC 17025, inédito no Brasil 5 Informativo Agrária
  • 6. 6 Informativo Agrária do ano que vem. A fim de atender o mercado, será construída a terceira tor- re de malteação da Agromalte. O incre- mento foi aprovado pelos cooperados na Assembléia Geral Ordinária, realiza- da em março passado. De acordo com o gerente de malte, trata-se de uma necessidade. “Se não for a Agrária, alguém fará e estaremos fora. Não tem mais volta, temos que acompanhar o mercado”, observou. Schüssler ratifica a posição. “Temos mercado para mais ampliações e isso dá a segurança de compra da cevada ao cooperado. A cadeia existe por causa dele, para dar mais uma opção de cultivo e maior ren- dimento”, analisou. O potencial não se restringe, po- rém, a Entre Rios. Uma vez que a dis- tância física dos clientes reduz a com- petitividade da Agrária (o cliente mais longínquo está situado a 3.200 km de distância), existe o estudo de construir uma nova maltaria na região Nordeste, que está entre as que mais crescem no Brasil em consumo de cerveja. “A Agrá- ria tem um bom nome no mercado, o nosso malte é reconhecido, conhece- mos esse mercado como ninguém, não se pode desperdiçar a oportunida- de”, sublinhou Nohel. Nos últimos anos, a Agrária tam- bém firmou parcerias com empresas internacionais, como a Weyermann® e a HVG, ambas da Alemanha, e a Lalle- mand, do Canadá, e passou a oferecer produtos como maltes especiais, lúpu- los e fermentos. “O objetivo é ampliar nosso portfólio e oferecer um serviço a mais aos nossos clientes, especial- mente os de médias e pequenas cer- vejarias”, destacou Nohel. O processo de produção de malte da Agrária é singular no Brasil, pelo fato de englobar uma cadeia produti- va completa da cevada, além de ser fortalecida por um mercado em ex- pansão. “O negócio do malte é de ex- trema importância dentro da Agrária”, frisou o gerente agrícola da Agrária, André Spitzner. “E ao cooperado ga- rante a liquidez, pois ele planta com a certeza de que vai vender”, acrescen- tou. Fator observado com clareza pe- los associados. “É o pós-porteira que nos dá a sustentabilidade, minimizan- do os riscos e oscilações do merca- do”, destacou a cooperada Cássia Fassbinder. Cenário favorável, a ser apreciado pelos cooperados da Agrá- ria – se for acompanhado por cerveja, que seja com moderação. n Após ser entregue pelo produtor e ter a amostra colhida e analisada, a cevada segregada, beneficiada, secada e ressecada está em condi- ções de ser utilizada para obtenção de malte cervejeiro. A malteação é composta por três etapas: maceração, germinação e secagem. O principal objetivo da malteação é ativar e formar enzimas, que serão necessárias na cervejaria para a degradação do amido em açú- cares, por sua vez fundamentais para a fermentação e a consequente formação do álcool e do gás carbônico. O processo se inicia pela maceração, quando se fornece a umidade necessária para o grão iniciar a germinação. Cerca de 260 t de cevada são divididas em quatro funis a uma umidade de 11 a 12%. Quando o grão atinge cerca de 38% de umidade, inicia-se o processo bioquímico de germinação. Na etapa seguinte, as 260 t se agrupam em uma caixa de germinação, onde se controla a temperatura, umidade e se fornece oxigênio durante o tempo de germinação (quatro dias). Neste período de germinação ocorre a formação e ativação enzimática, a degradação de alguns compostos e o crescimento das radículas. Na sequência, o chamado “malte verde” é transferido para a es- tufa, onde ocorre uma secagem lenta a temperaturas que atingem 85ºC. “O aroma e a cor desejados pela cervejaria são formados du- rante a malteação da cevada”, explicou o coordenador da Agromalte, Vilmar Schüssler. A umidade do malte é reduzida para cerca de 4,5%, dando-lhe condi- ções de armazenagem durante até um ano. Retira-se também a radícu- la, logo após a secagem, por meio de um sistema de peneiras. “A partir de então fazemos a blendagem (mistura de várias qualidades de malte) de acordo com as necessidades dos clientes”, destacou Schüssler. A Agromalte possui política de boas práticas de fabricação e, desde 2010, é certificada pela ISO 22.000 de segurança de alimentos. Todos os lotes de cevada e malte passam por análises de micotoxinas, metais pesados e pesticidas, entre outros parâmetros qualitativos. “O cliente recebe o malte livre de contaminação física, química e biológica, tendo a garantia da qualidade desejada e rastreabilidade, pois conseguimos determinar qual produtor entregou a cevada, que foi para tal cliente”, ressalvou o coordenador. Como funciona o processo de malteação
  • 7. 7 Informativo Agrária COOPERADOS Durante os meses de maio e ju- nho, a Agrária desenvolveu ações da campanha “Cooperado, Agrária é você quem faz”, relacionadas às atividades despenhadas pela Agromalte. Os três programas, apesar de distintos entre si, tinham o mesmo objetivo: trazer os associados mais próximos da indústria de malte e do próximo alvo da campa- nha – a Unidade de Sementes. No dia 16 de maio, 26 cooperados foram recepcionados na Unidade Vitó- ria, onde assistiram a uma apresenta- ção institucional sobre a Agromalte e visitaram a nova torre de malteação e o Laboratório Central. O encontro foi finalizado com almoço, caracterizado como momento de interação com in- tegrantes da diretoria e da superinten- dência da Agrária. “Conhecemos detalhes de como a indústria funciona, quem são os clientes e porque é exigido certo grau de qualidade”, analisou o cooperado Manfred Becker. A iniciativa também Ações aproximam cooperados de unidades de negócio agradou ao cooperado Alfred Abt, que há anos não visitava a maltaria. “A in- dústria é do cooperado e é importante saber como os processos ocorrem. Aqui se vê o que é feito na pesquisa, o que a gente produz e o resultado fi- nal”, analisou. No dia 27, um inédito “Café Báva- ro” atraiu cerca de cem pessoas até o foyer do Centro Cultural. A temática também era alusiva à maltaria e os presentes degustaram o tradicional pretzel, a Weisswurst (linguiça branca) com mostarda doce e cerveja de trigo. “O nosso plano de marketing prevê uma série de novos eventos ao longo do ano. Este Café Bávaro tinha por ob- jetivo oferecer uma novidade aos nos- sos cooperados, relacionada à maltaria e ao estado da Baviera, com o qual te- mos vários contatos e relações comer- ciais”, explicou o presidente da Agrária, Jorge Karl. Leia abaixo as declarações dos cooperados sobre o evento. Já nos dias 5 e 6 de junho, 17 in- tegrantes, entre cooperados e cola- boradores, tiveram a oportunidade de conhecer as instalações da cliente da maltaria, AmBev, em Lages (SC), bem como a cooperativa Coopercampos, em Campos Novos (SC). A viagem mar- cou o final da campanha da Agromalte e o início das ações de divulgação da Unidade de Sementes da Agrária. “Foi muito bom conhecer o depar- tamento de sementes de outra coope- rativa, pois pudemos visualizar e tirar dúvidas sobre como é o funcionamen- to deste setor lá”, ressaltou o coope- rado Johann Vollweiter, que participou da viagem. “E conhecer a AmBev tam- bém foi relevante, eu não conhecia o processo deste porte de fabricação de cervejas”, acrescentou. O gerente de malte da Agrária, Frank Nohel, destaca que as ações “propi- ciam oportunidades de sanar dúvidas junto aos cooperados, pois se trata de uma conversa aberta e esperamos que o interesse cresça sempre mais”. n “Pudemos trocar ideias com outros cooperados e ter maior proximidade com a diretoria. Isso é muito importante” - cooperada Edith Leh Sander “Infelizmente há tantas coisas que já não podemos mais comer na nossa idade (risos). Mas o objetivo de integrar as pessoas é muito válido” – Stefan Detlinger “Conhecemos detalhes de como a indústria funciona, quem são os clientes e porque é exigido certo grau de qualidade” - cooperado Manfred Becker “Sou cooperada da Agrária há mais de 50 anos. Eu era uma cooperada ativa. Ainda me lembro quando recebemos as primeiras sementes de cevada (...). A safra não era tão boa quanto hoje, mas continuávamos plantando. Antigamente, uma cooperada ativa - hoje me autodenomino apenas uma fiel cooperada da Agrária” – cooperada Theresia Jungert em fala preparada aos presentes. “Nunca havia provado um ‘Café Bávaro”, gostei muito. Além disso, pudemos conhecer um pouco mais sobre a maltaria” – Heinrich Siegmund Stader “É algo que realmente atrai o cooperado. Muitas vezes permanecemos apenas no escritório e essa interação, que era tão comum no passado, acaba se perdendo. Por isso considero esse contato interpessoal tão importante, senão perde-se o senso de coletividade” – Cooperado Karl Milla (à dir.) FALA COOPERADO!
  • 8. 8 Informativo Agrária Perspectivas para a safra de inverno: clima e produtividade Em junho se inicia a semeadura dos cereais de inverno pelos coope- rados da Agrária. Neste ano, serão cultivados 22.676 hectares de trigo e 36.975 hectares de cevada, um au- mento de 3.608 hectares na área das duas principais culturas do período, em relação a 2012. As projeções do departamento de assistência técnica da Agrária para a produtividade em 2013 apontam 3.325kg/ha de trigo e 3.900kg/ha de cevada. Isso significa um aumento de 22,1% para o trigo e 16,5% para a ce- vada, em relação aos resultados de 2012. Na safra passada, a produção foi afetada por condições climáticas desfavoráveis, como estiagem pro- longada em agosto, geadas tardias em setembro e chuva de granizo na época de pré-colheita, que fizeram a produtividade de trigo e cevada cair. Para este ano, apesar da condi- ção de neutralidade climática, res- ponsável pelas intempéries de 2012, se manter, as previsões são mais oti- mistas. De acordo com o meteorolo- gista do Inmet, Luiz Renato Lazinski, são esperadas chuvas mais irregula- res em termos de distribuição, com Plantio de trigo e cevada aumenta em 3.608 hectares períodos curtos de dois ou três dias com muita precipitação, intercala- dos com momentos maiores com pouca ou nenhuma chuva. Porém, a probabilidade de que estes perí- odos de estiagem cheguem a mais de um mês, como em 2012, é muito pequena. “Não acredito que teremos mais de 20 a 25 dias sem chuva, os períodos de seca não devem passar disto”, explicou. As temperaturas terão extremos acentuados neste inverno, sendo que haverá massas de ar frio mais inten- sas que o normal chegando ao sul do Brasil.“O clima para o período é muito bom para culturas como trigo e cevada, uma vez que, será mais seco e com ondas de frio mais intensas”, analisou Lazinski. O coordenador da assistência técnica da Agrária e da FAPA, Leandro Bren, também ava- lia o clima mais seco como melhor para os cereais de inverno. “Nesse sentido, sem muitas chuvas, temos a perspectiva para um inverno bem promissor. Porém, em anos neutros fica algum receio referente a ques- tões de geadas no final do ciclo das culturas”, ressaltou. O clima neutro traz consigo maior incidência de ge- adas mais fortes e tardias no inverno, conforme Lazinski. Mais uma vez, a pesquisa e a assistência técnica focada da Coo- perativa trabalham em conjunto para garantir bons resultados ao coopera- do. As informações provenientes do Projeto Radar continuam a orientar o produtor. Para a safra de inverno de 2013 serão monitorados entre 28 e 34 pontos de controle. O monitoramento proporciona- do pelo projeto traz, de acordo com Bren, segurança para o produtor em Luiz Renato Lazinski prevê chuvas irregulares, com períodos de muita precipitação intercalados com estiagem
  • 9. 9 Informativo Agrária Leandro Bren: pesquisa e assistência técnica são determinantes para a alta produtividade, mesmo com clima desfavorável Fonte: Banco de dados técnico da Cooperativa Agrária/SEAB/CONAB relação a doenças foliares e de es- piga nas culturas de inverno, já que possibilita a aplicação de defensivos no momento mais propício. “Con- seguimos assegurar produção e a qualidade dos grãos por meio das aplicações de defensivos de controle preventivo”, ressalta. O aporte técnico direcionado aos cooperados mostrou resultados mes- mo em anos de clima desfavorável na região de abrangência da Agrária. “O que vai dar números finais é o clima, já que as culturas de inverno são de maior risco nesta questão. “Mas com a tecnologia que possuímos hoje, tanto de pesquisa quanto de assis- tência técnica, temos condições de apresentar altas produtividades”, ex- plicou Bren. Em 2011 com condições Área cultivada por cooperados na safra de inverno (ha) 2013 2012 Variação (%) Trigo 22.676 21.613 4,91 Cevada 36.975 34.430 7,39 Triticale 525 297 76,76 Canola 1.119 555 101,62 Aveia 4.805 3.146 52,73 TOTAL 66.100 60.041 10,09 climáticas mais favoráveis, a média de produtividade dos cooperados em trigo foi de 3.866 kg/ha e de cevada 4.425 kg/ha, sendo que a média da re- Resultado Histórico - Cultura do Trigo 0 500 1.000 1.500 2.000 2.500 3.000 3.500 4.000 4.500 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 Anos kg/ha Brasil Paraná Regional Agrária Resultado Histórico - Cultura do Cevada 1.500 2.500 3.500 4.500 5.500 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08 2008/09 2009/10 2010/11 2011/12 2012/13 Anos kg/ha Brasil Paraná Regional Agrária gião de Guarapuava, de acordo com informações do Seab/Núcleo Regio- nal de Guarapuava, foi de 3.635 kg/ ha e 4.325 kg/ha, respectivamente. Mesmo em 2012, com os problemas climáticos na área de abrangência da Agrária, a média dos cooperados equiparou-se a de Guarapuava na ce- vada e superou a de trigo em 206 kg. Além de lucro financeiro, as cul- turas de inverno têm importância agronômica para o produtor. A ma- téria orgânica e os nutrientes que os cereais de inverno deixam no solo são estratégicos para as culturas de verão subsequentes. “O inverno para a Agrária é fundamental, além de propiciar uma receita a mais para o cooperado, ele traz uma se- gurança para as culturas de verão”. Da mesma forma, a demanda de cereais de inverno é crescente. De acordo com Bren, os clientes das indústrias continuam demandando matéria-prima. n
  • 10. 10 Informativo Agrária Um material raro, desenvolvido em cooperação entre a Agrária e a empre- sa BASF, passa a enriquecer o material didático da rede pública de ensino do município. O Atlas Ambiental de Gua- rapuava foi entregue oficialmente ao prefeito Cesar Silvestri Filho, no dia 21 de maio, pelo presidente da Agrária, Jorge Karl e pelo representante téc- nico de vendas da BASF, José Carlos Sandrini - empresas idealizadoras do projeto. Cerca de 6.000 exemplares do material já se encontram nas escolas municipais, à disposição dos alunos. A cerimônia realizada na prefeitura con- tou ainda com a presença da vice-pre- feita, Eva Schran, de representantes da secretaria municipal de Educação e da imprensa local. Um termo de entrega foi assinado. O Atlas Ambiental apresenta, de forma didática e lúdica, aspectos his- tóricos, geográficos, culturais, ambien- Agrária entrega Atlas Ambiental ao município tais e sociais de Guarapuava. Em mais de cem páginas, ilustrações, fotogra- fias, imagens de satélite, infográficos e dados científicos atuais contextualizam o município, no âmbito estadual, nacio- nal e global - navegando inclusive pelo espaço sideral. “O mundo é rico e surpreendente”, destaca um trecho inicial do material. “Soubemos da iniciativa da BASF e decidimos trazer o projeto para a Agrá- ria. Sabemos da importância de o alu- no, como cidadão, se sentir parte do local onde vive”, destacou Jorge Karl. “O atlas só será útil se for realmente empregado, e temos certeza que será. É um pequeno gesto realizado pela Agrária e esperamos que os resultados sejam colhidos no futuro”, acrescentou o presidente da cooperativa. O prefeito de Guarapuava elogiou tanto a qualidade do Atlas Ambien- tal quanto a iniciativa de desenvolvê- -lo. “Quero agradecer a Agrária, essa Jorge Karl entrega oficialmente o Atlas Ambiental ao prefeito Cesar Filho Parceria com a BASF gera rico material grande parceira, tão importante para o desenvolvimento do nosso município. É elogiável essa preocupação demons- trada para com Guarapuava, ao trazer para cá um projeto que beneficiará nos- sos alunos”, destacou Cesar Filho. Antes da Agrária, apenas duas co- operativas haviam desenvolvido o Atlas Ambiental juntamente com a BASF. “Nossa empresa está sempre preocu- pada com o contexto sócio-ambiental no qual está inserido e, através do pro- grama Mata Viva, desenvolvemos este excelente material juntamente com a Agrária”, explicou Sandrini. Para incentivar a utilização do Atlas Ambiental de forma criativa, foi lança- do um concurso cultural destinado aos professores, regentes de turma e equi- pes de ensino da rede municipal de ensino. O objetivo é inscrever um pla- no de aula a ser desenvolvido com os alunos no segundo semestre letivo. Os melhores trabalhos serão premiados. “O Atlas Ambiental é muito didáti- co. A ideia é que seja repassado aos alunos, ano após ano”, destacou o vice-presidente da Agrária, Paul Illich. Também os estudantes do Colégio Im- peratriz Dona Leopoldina, do distrito de Entre Rios, receberam o material. n
  • 11. 11 Informativo Agrária Do tamanho da solidariedade O inverno de Guarapuava é um dos mais intensos do Paraná, mas bem agasalhado é possível enfrentá- -lo sem maiores dificuldades. Por isso, campanhas para arrecadação de agasalhos são realizadas todos os anos contando com a solidariedade para amenizar a necessidade. Neste ano, a Agrária, por meio do PAIS (Programa Agrária de Integração Solidária), realizou mais uma campa- nha do agasalho. Entre 1º de abril e 17 de maio foram arrecadadas quase três toneladas de donativos, o melhor resultado desde 2009. As quatro equi- pes de colaboradores doaram 2.890 kg de roupas e colchões que serão destinados às entidades apoiadas nesta edição do programa. “O PAIS é o canal pelo qual os colaboradores A equipe “Mão Amiga” arrecadou 1.340 kg de agasalhos, que foram encaminhados ao Lar São Francisco de Assis, de Pinhão. O grupo “Amigos Voluntários” encaminhou 460 kg de donativos ao SOS-Serviço de Obras Sociais, de Guarapuava Os 780 kg doados pela equipe “Interação” foram destinados à Associação Canaã de Entre Rios. O Albergue Noturno Frederico Ozanan de Guarapuava recebeu 310 kg de agasalhos arrecadados pela equipe “Ação/Cidadania”. podem expressar e manifestar seu espírito solidário. Fez-se visível nesta Campanha do Agasalho 2013 que as equipes trabalham arduamente para superar o objetivo de ajudar as institui- ções apoiadas”, ressalta Agustin Lom- bardi, membro do comitê organizador do programa. O PAIS desenvolve ações que pro- curam fortalecer o interesse pelas ativi- dades solidárias e desenvolver a cultu- ra de saúde e segurança durante todo o ano. Em 22 de junho, colaboradores apresentarão paródias sobre temas de atualidade relacionados a crianças e adolescentes no Projeção, de Entre Rios; em julho haverá programação especial com perguntas e respostas sobre as certificações ISO 14001 e OHSAS 18001, as quais pretendem ser implantadas na Agrária em 2014. Além das doações mensais de sangue ao Hemocentro de Guarapuava. Já a partir de 1º de agosto inicia- -se a campanha de arrecadação de alimentos, da qual toda a comunidade pode participar. “Caso alguém queira doar, mas não possa vir até a Coope- rativa pode entrar em contato com os líderes das equipes ou diretamente co- migo”, reforçou Lombardi. n
  • 12. 12 Informativo Agrária A Cooperativa Agrária é instituido- ra de três fundações em Entre Rios: a FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária), a Fundação Cultural Suábio-Brasileira e a Fundação Sem- melweis. Todas possuem um estatuto que condiz com sua finalidade, além de regulamentar e orientar o funciona- mento e organização das entidades. Estes estatutos prevêem assembleias para escolha de diretores e conselhei- ros que coordenem as fundações, mas cada entidade apresenta particularida- des nesse processo. Na FAPA a administração é feita por um Conselho Curador, Diretoria Exe- cutiva e Conselho Fiscal. O Conselho Curador elege membros para um man- dato de três anos. A Diretoria Executiva é formada por quatro diretores indica- dos pela Agrária. O diretor presidente é, necessariamente, um cooperado ativo; o diretor vice-presidente é um di- retor da Agrária; o diretor financeiro é o gerente de cooperados da Agrária; e o diretor administrativo é o coordenador da assistência técnica da Agrária. E o Conselho Fiscal é formado anualmente por membros do Conselho Fiscal da Agrária indicados entre si. Na Fundação Cultural Suábio- -Brasileira o processo é ligeiramen- te diferente. Nessa fundação há um Conselho Curador, a Diretoria e o Conselho Fiscal, todos com gestão de três anos. O Conselho Curador tem cinco membros, dois designados pela Agrária, dois designados pelos A escolha dos diretores e conselheiros das fundações grupos culturais, sendo que um deles deve ser coordenador dos grupos e um designado pelo Colégio Impera- triz. A gerente de coligadas da Coo- perativa, Viviane Schüssler, explicou que um dos conselheiros é sempre um diretor da Cooperativa. “Em 2010 vimos que seria importante se algum membro da Agrária estivesse incluí- do na diretoria para que pudéssemos decidir certos assuntos na hora”. Os membros do Conselho Curador ele- gem, entre eles, um presidente, e nomeiam a Diretoria. Esta Diretoria da Fundação é composta por três membros: um diretor presidente, um diretor administrativo-financeiro e um diretor cultural. O Conselho Fiscal é formado por três membros, um de- signado pela Agrária, um designado pelos grupos culturais e um designa- do pelo colégio. A Fundação Semmelweis é admi- nistrada por um Conselho Curador com cinco membros, um Conselho de Administração com três representan- tes e um Conselho Fiscal composto de três titulares e três suplentes elei- tos em assembleias para mandatos de três anos. Para Viviane estes processos de seleção de diretores e conselheiros são positivos. “A diretoria e os conse- lhos são a representação da comuni- dade dentro da fundação, é um canal entre os dois. Os moradores conse- guem trazer as suas ideias através desses representantes”, finalizou. n Viviane Schüssler: “Diretorias e conselhos são a representação da comunidade dentro da fundação”
  • 13. 13 Informativo Agrária Conheça os diretores e conselheiros das fundações instituídas pela Agrária FAPA Fundação Cultural Suábio-Brasileira Fundação Semmelweis Conselho Curador Gabriel Gerster, Rafael Majowski, Priscila Klein, Rodrigo Ferreira, Edegar Leh e Adam Stemmer. Conselho Fiscal Osmar Karly, Edmund Gumpl e Ricardo Leh. Diretoria Executiva Diretor Presidente: Karl Milla Diretor Vice-Presidente: Jorge Karl Diretor Administrativo: Leandro Bren Diretor Financeiro: André Luiz Spitzner Conselho Curador Presidente: Jorge Karl Conselheiros: Arnaldo Stock; Cristian Abt, Hermann Josef Scherer e Helga Remlinger. Conselho Fiscal Brigite Müllerleily Abt; Kassiana Milla e Wolfgang Müllerleily. Diretoria Diretor Presidente: Adam Stemmer Diretora Financeira: Brigit Tereza Leh Weckl Diretora Cultural: Clara Milla Fassbinder Conselho Curador Presidente: Jorge Karl; Vice-Presidente: Hildegard Reinhofer; Segundo Vice-Presidente: Jakob Weckl; Primeira Secretária: Maria Henriette Jaster; Segunda Secretária: Ulrike Stock Conselho de Administração Presidente: Norbert Geier; Vice-Presidente de administração e finanças: Reinholt Holzhofer Vice-Presidente de Assessoria de Planejamento e Coordenação Geral: Ernst Jungert Conselho Fiscal Titulares: Gerard Temari; João Pfaff Pertschy e Johann Gartner. Suplentes: Jair Clemente Zart; Cristian Abt e Hermann Josef Scherer.
  • 14. 14 Informativo Agrária fatos e notas Duas turmas de cooperadas e esposas de coo- perados da Agrária assistiram à palestra “Mulher, formadora de valores”, nos dias 9 e 10 de maio. Por meio de falas e dinâmicas comandadas pelo professor Ney de Almeida Guimarães, as 54 par- ticipantes puderam refletir sobre a liderança femi- nina na família e no cooperativismo. Como parte do projeto de integração, que busca envolver mais a família do cooperado com a Agrária, o evento estimulou a presença das mulheres dentro da co- operativa. “Procuramos trazer às mulheres uma reflexão sobre a essência de uma cooperativa, em que a família, a solidariedade e a democracia de- senvolvem um papel muito importante”, ressaltou Guimarães. Sob o tema “Sustentabilidade”, projetos dos alunos do Co- légio Imperatriz Dona Leopoldina, foram visitados por apro- ximadamente 700 pessoas durante a “4ª Feira de Ciências” realizada no colégio no dia 29 de maio. Os estudantes, a partir do 2º ano do ensino fundamental até os cursos técni- cos, apresentaram estudos em áreas como agropecuária, indústria, mecânica e elétrica voltados ao espírito sustentá- vel. Membros do conselho fiscal, conselho de administra- ção e diretores da Cooperativa Agrária também prestigia- ram o evento. Os alunos do ensino médio do Colégio Imperatriz Dona Leo- poldina participaram, no dia 9 de maio, da palestra “Projeto de Vida: seu futuro e a Cooperativa Agrária”. Assim como o curso direcionado às cooperadas e esposas de cooperados, foi proferido por Ney de Almeida Guimarães e teve como principal objetivo a aproximação dos jovens com a Agrária. “Buscamos atingir os nossos jovens e integrá-los com a coo- perativa, mostrando a eles quantas possibilidades eles têm, pois o futuro da Agrária, da comunidade, é deles”, explicou a coordenadora do departamento Atendimento Cooperado, Elisabeth Stader Cunha. Duas toneladas de cos- tela, bolos, doces, brin- cadeiras, homenagens e prêmios. No sábado, dia 25 de maio, 2.617 cola- boradores e familiares comemoraram o Dia do Trabalhador no estádio Josef Klein.
  • 15. 15 Informativo Agrária fatos e notas Expediente Informativo Agrária é uma publicação mensal e tem como objetivo divulgar fatos relevantes da Cooperativa Agrária Agroindustrial. Opinião: os pontos de vista expressos por pessoas entrevistadas e/ou em artigos assinados não refletem necessariamente a opinião da Agrária. Jornalista responsável: Klaus Georg Pettinger – (42) 3625 8008 (klaus@agraria.com.br) – Cooperativa Agrária Agroindustrial – Fundação: 5 de maio de 1951. Endereço: Pça. Nova Pátria s/nº, Colônia Vitória / distrito de Entre Rios / Guarapuava (PR) / CEP 85.139-400. Telefone geral: (42) 3625 8000. Site: www.agraria.com.br. Diagramação: Prêmio|Arkétipo Comunicação - www.arketipo.com.br - Direção de Arte: Roberto Niczay - Tiragem: 800 exemplares. Impressão: Gráfica Positiva e Editora - Cascavel - PR No dia 28 de maio o PACR (Programa de Certificação Rural) desenvolvido pela Agrá- ria entregou a certificação de mais duas propriedades de cooperados. As fazendas Santa Bárbara e Campo Bonito, do Grupo Reinhofer, receberam os certificados em Sis- tema de Gestão em 5S e foram as pioneiras na implantação e certificação em Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional. Na próxi- ma edição do Informativo confira a matéria completa sobre o programa PACR. O Hospital Semmelweis e a Abser (Associação Beneficente das Se- nhoras de Entre Rios) promoveram no dia 2 de junho, no Clube Sa- mambaia, o almoço "Suíno à moda Entre Rios". A renda obtida com a venda de 556 refeições foi revertida ao hospital. Os projetos de sustentabilidade da Agrária deram um novo passo em maio. Os 49 cooperados interessados nas atividades de suinocultura e pecuária leiteira conheceram o sistema de produção adotado nas cooperativas Cas- trolanda e Batavo. A primeira viagem foi realizada em 8 e 9 de maio e a segunda em 14 e 15 do mesmo mês.
  • 16. As Sementes Agrária são produzidas a partir de um rigoroso processo de controle de qualidade.Cada lote de sementes é analisado e certificado pelo laboratório da Cooperativa Agrária Agroindustrial,credenciado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Com uma fundação de pesquisa própria,a FAPA (Fundação Agráriade Pesquisa Agropecuária) a Agrária investe constantemente em pesquisa e tecnologia a fim de auxiliar seus cooperados na busca dos melhores resultados. • Qualidade • Credibilidade • Tecnologia • Pesquisa e desenvolvimento • Rastreabilidade • Parcerias com principais obtentores 42 3625-8527 | 42 3625-8250 sementes@agraria.com.br www.agraria.com.br SEMENTES AGRÁRIATecnologia e produtividade na lavoura Entre em contato com nosso departamento comercial e saiba mais.