Industrialização
do algodão
Gabriel Gonçalves Cambrea
Índice
Histórico;
Classificação da pluma;
Industrialização dos subprodutos;
Industrialização da pluma;
Mercado de Tecidos.
Histórico Mundial
Final do século XVIII;
Revolução Industrial;
Siderurgia e a Tecelagem.
Fonte: sohistoria, 2009.
Distribuição do setor têxtil no mundo
Fonte: leoterra, 2011.
Histórico no Brasil
Inicio do século XIX;
Dividida em 4 fases:
-Colonial (1500 ate 1844);
-Fase de implantação (1844 ate 1913);
-Fase e consolidação (1913 ate 1970);
- Modernização ( 1970 ate atualmente).
Distribuição do setor têxtil no Brasil
Fonte: ebah, 2012.
Histórico de classificação do algodão
1907;
Estados Unidos;
Intuito de padronizar a comercialização dos variados
tipos de algodão produzidos na época.
Classificação da Pluma
5 de dezembro de 2002;
Instrução normativa Nº 63;
Aprovar o regulamento técnico de IDENTIDADE e de
QUALIDADE para classificação do algodão em pluma.
Fonte: animaconsult, 2012.
Identidade
Identificação do fardo;
Deve ter de acordo com a normativa:
Fonte: codapar,2002.
Além do Certificado ou Cartão de Computador.
Identidade
Esse certificado será emitido pelo Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ou pelas pessoas
jurídicas devidamente credenciadas.
Fonte: Abrapa, 2004.
Certificado de Classificação
Fonte : codapar, 2002.
Certificado de Classificação
Fonte: codapar,2002.
Qualidade
Determinação da classificação do algodão quanto as
suas características : Cor, comprimento de fibra,
grau da folha do algodão, uniformidade do
comprimento da fibra, resistência da fibra;
Testes de HVI.
Fonte : abrapa, 2016.
Fonte : codapar, 2002.
Cor
Fonte : codapar, 2002.
Industrialização dos subprodutos
Caroço e Línter;
São uma fonte de renda complementar a pluma.
Fonte: asahi-kasei.
Caroço
Rico em proteína e óleo;
Segunda principal fonte proteíca de origem vegetal.
Fonte: scielo, 2007.
Industrialização do caroço
O processamento possui as seguintes fases:
-Limpeza > Deslintamento > Decorticamento >
Moagem >Cozimento > Extração > Refino .
Óleo e Torta.
Utilização do Óleo
Alimentação Humana;
23,8% da composição do caroço.
Fonte: osea.
Fonte: dequech.
Utilização da Torta
Fertilizante;
Adubo orgânico nitrogenado;
Porcentagens: 6-7% Nitrogênio, 2-3% Fósforo, 1-2%
Potássio, 0,5-1% Magnésio.
Fonte: agropecuariamap, 2015.
Utilização da Torta
Alimentação animal;
Farelo da torta de algodão;
Apenas para Ruminantes;
Gossipol.
Fonte: Dual.
Algodão na alimentação animal
Recomendação de doses de algodão para animais:
Suíno adulto : 100-400g.
Vaca leiteira : 500-1500g.
Gado de engorda : 1500-2500g.
Caprinos : 100-200g.
Industrialização do línter
Fibra com comprimentos menor que 12,7mm;
Obtenção média de 80kg/t de semente;
Produtos obtidos : Pólvora, estofamentos, filtros e
algodão hidrófilo.
Fonte: aquitempe.
Industrialização da Pluma
Industria têxtil;
Processamento principal é a Fiação.
Fonte: weg.net, 2017.
Tecnologia de fiação
Fardo prensado;
Abertura e Limpeza;
Carda;
Separação das fibras.
Fonte:
wikipedia, 2015.
Tecnologia de fiação
Processo de estiragem;
Afinamento;
Formação do fio.
Fonte: ebah, 2015.
Tipos de Fiação
Variam de acordo com o produto final;
4 tipos:
-Fiação de Anel;
-Fiação de rotor ou open end;
-Fiação de Jato de ar;
-Fiação à fricção.
Fiação de Anel
Cilindros de ferro e borracha;
Diferentes velocidades;
Torção.
Fonte: textileindustry.ning, 2010.
Fiação de rotor ou Open end
Passagem pelo rotor;
Fibras curtas;
Reaproveitamento.
Fonte: tradeindia, 2017.
Processo pós fiação
Tecelagem;
Acabamento;
Confecção;
Industrias verticalizadas.
Fonte: weg.net, 2017.
Mercado de Tecidos
Mercado extremamente influenciável;
Dependente da moda;
Correlação direta com todo sistema de produção.
Fonte: museumofdesign,2017.
Utilização de sintéticos
Afeta a cadeia produtiva do algodão;
Esta em crescimento;
Apesar de menor qualidade, possui custos menores;
Campanhas de incentivo ao uso de tecidos a base de
algodão.
Fonte: jornaldiadia, 2017.
Obrigado!
Gabriel Gonçalves Cambrea
cambreabr@outlook.com

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