O documento discute a teoria da indústria cultural desenvolvida por Adorno e Horkheimer. Eles argumentam que a indústria cultural racionaliza a produção de bens culturais de acordo com a lógica do mercado, padronizando comportamentos através dos meios de comunicação de massa controlados por poucos. A indústria cultural é criticada por alienar as massas, embora Benjamin tenha uma visão mais positiva de seu potencial de politização.