O documento discute a inconstitucionalidade da Lei 12.015/09 que alterou o artigo 225 do Código Penal brasileiro. Especificamente, a lei exige representação da vítima para processar casos de estupro qualificado que resultaram em lesão grave ou morte, o que antes não era necessário. Isso beneficia os acusados desses crimes mas prejudica a dignidade da vítima, protegida pela Constituição.