Documentos hipermídia em tempos de web 2.0   SOARES, S. B. C., novembro/2009  Apresentação licenciada por uma licença   Creative   Commons Mini-Curso Pré-evento -   http://www2.uel.br/eventos/secin/program.php   http://slideshare.net/suelybcs
SKYPE: suelybcs Suely de Brito Clemente Soares SOARES, S. B. C., novembro/2009  Apresentação licenciada por uma licença   Creative   Commons Mestre em Educação, Ciência e Tecnologia (FE-UNICAMP) Cibertecária - Bibliotecária aposentada/UNESP - Palestrante  Profa. EaD pela FEBAB -   http://www.febab.org.br   MSN:   [email_address]   http://delicious.com/suelybcs   http://twitter.com/suelybcs   Blog: Ciberteclando com suelybcs http://suelybcs.wordpress.com   Sala virtual  [agendar]   http://connectnow.acrobat.com/suelybcs   http://slideshare.net/suelybcs   Gtalk:   [email_address]
Sumário 01  Depoimento  redação de dissertação hipertextual 02  A história da escrita  -  de “0”  a “2.0” 03  Web 2.0  Compartilhamento - Redes Sociais   04  Upgrade de “1.0” para “2.0” 05  Blogs  Wikis  RSS  Twitter ... 06  Comunicação científica   visibilidade – onde publicar? - fator de impacto e índice-h 07  Documentos hipermídia   08  DOI  Handle   09  Direitos Autorais  Copyleft  Creative Commons
01  Depoimento   redação de dissertação hipertextual
Redação de dissertação hipertextual um depoimento sobre produção de documento hipermídia Mestrado em Educação, Ciência e Tecnologia   Faculdade de Educação - UNICAMP  (março/2003 – fevereiro/2006) Dissertação em PDF disponível na Biblioteca Digital:   http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000384508 Versão hipertextual disponível somente em CD-ROM anexo à versão impressa
 
 
SUMÁRIO -  CONTENTS 1   INTRODUÇÃO   -  INTRODUCTION   . . .  1 2  COMUNIDADES VIRTUAIS  -  VIRTUAL COMMUNITIES   . . . 21 2.1  Comunidades: uma retrospectiva   -  Communities: a retrospective  . . .   24 2.2  Comunidades: alguns conceitos   -  Communities: some concepts  . . . 25   2.3  Bibliotecas universitárias e seus serviços de referência  –  University libraries and its reference services  . . .   34 2.3.1  Para quê comunidades virtuais de bibliotecários?   -  For what virtual communities to librarians?  . . .   46 2.3.2  Para quais bibliotecários?   -  For which kind of librarians?   . . .   48 2.3.3  Como?  -  How ?   . . .   49 3  METODOLOGIA DA PESQUISA  -  RESEARCH METHODOLOGY  . . .   53 4  CONSTRUÇÃO DA COMUNIDADE CIBEREDUC  -  BUILDING THE CYBEREDUC  COMMUNITY  . . . 65 4.1  Construção  do  ambiente  no  TelEduc  -  Building the environment on  TelEduc  . . .  68 4.2  Das ferramentas do  CiberEduc  -  About CyberEduc´s tools  . . . 74 4.3  Dos sujeitos da pesquisa  -  About research´s subjects  . . . 81
REFERÊNCIAS  –  REFERENCES  . . .   147 GLOSSÁRIO  –  GLOSSARY  . . .   173 9  APÊNDICES  -  APPENDIXES  . . .   183 APÊNDICE A  – Telas do CiberEduc -  APPENDIX A – CyberEduc´s screens . . .   187 APÊNDICE B  – Formulário da entrevista inicial -  APPENDIX B – Initial interview  . . .   227 APÊNDICE C  – Formulário da entrevista final -  APPENDIX C – Final interview  . . . 231 APÊNDICE D  – Arquivo “Minha Agenda” -  APPENDIX D – “My Agenda” File  . . .   233 APÊNDICE E  – Mensagem de convite para inscrição no CiberEduc -  APPENDIX E -  Invitation message to subscribe CyberEduc . . .  239 APÊNDICE F  – Totais de acesso por ferramenta do CiberEduc –  APPENDIX F - Total access to CyberEduc´s tools  . . .   241 APÊNDICE G  – Questionário de avaliação de indicadores de qualidade –  APPENDIX G - Quality benchmarks evaluation questions  . . .   247 APÊNDICE H  – Matriz reduzida de dados coletados do questionário de avaliação –  APPENDIX H - Collected data reduced matrix from evaluation questions  . . .  255
10  ANEXOS  -  ANNEXES  . . .   259 ANEXO A  -  Certificado de participação no CiberEduc –  ANNEX A – Participation certificate at CyberEduc  . . .   263 ANEXO B  -  Relatório individual do maior número de Acessos –  ANNEX B - Individual access report sample .  . .   265 ANEXO C  -  1 CD-ROM - versão linear e versão hipertextual da dissertação  -  ANNEX C - 1 CD-ROM - dissertation´s linear and hypertext  versions  . . . 271 11  ÍNDICE  -  INDEX  . . .   273
 
 
 
 
7 REFERÊNCIAS  -  REFERENCES ABRAM, S. Communities: the three R´s-roles, relevance, and respect.  Information Outlook,  Washington, v. 7, n. 6, p. 37-38, 2003. ALAVA, S. (Org.)  Ciberespaço e formações abertas:  rumo a novas práticas educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2002.  *   ALMEIDA JÚNIOR,  O. F. Implicações entre formação e objeto da área de informação.  In: ENCUENTRO DE DIRECTORES, 8.;  ENCUENTRO DE DOCENTES DE ESCUELAS DE BIBLIOTECOLOGÍA Y CIENCIAS DE LA INFORMACIÓN DEL MERCOSUR, 6.,  2004a, Mar Del Plata, Argentina.  Anais.  1 CD. ** ARAÚJO, L. H. L.  Uma aplicação da dinâmica não-linear para avaliação de desempenho de comunidades virtuais de  aprendizagem:  além da tela do computador: linguagem, emocionalidade e corporalidade.  Brasília, DF. 2004.  198 fls. Dissertação  (Mestrado em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação) – Universidade Católica de Brasília,  Brasília. Disponível em:  http://www.bdtd.ucb.br/tede/tde_arquivos/3/TDE-2005-03-08T15:27:32Z-170/Publico/Dissetacao_LuizHenrique.pdf   Acesso em 1 jun. 2005.  ROCHA, H.V.  Perspectivas de desenvolvimento doTelEduc .  Vídeo de palestra  proferida no dia 26 de novembro   de 2003, no  Auditório do Centro de Computação da UNICAMP. Disponível em:  http://www.ccuec.unicamp.br/ead/index_html?foco2=Eventos/ 75574/943135&focomenu=Eventos   Acesso em: 10 jun. 2004.  -------------------- SENGE, P. M.  A quinta disciplina : arte e prática da organização de aprendizagem. 10. ed. São Paulo: Nova Cultural, 2002. *   **  *** WORLD SUMMIT ON THE INFORMATION SOCIETY, Geneve, 2003 – Tunis 2005.  Tunis Commitment:  president of the PrepCom  of the Tunis phase: Document WSIS-05/TUNIS/DOC/7-E. 18 november 2005. Original: english.  Disponível em: http://www.itu.int/wsis/docs2/tunis/off/7.pdf   Acesso em: 17 dez. 2005.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Redação Acadêmica –  [email_address] Referências:  espaço simples, duplo entre elas  Alinhar à esquerda - Não Justificar (abre espaços)  Títulos  negritados , sub-títulos  não:  livros, teses Negritar  títulos dos   periódicos  e não dos artigos EVENTOS – nome do evento em maiúsculas, seguido do número ordinal, data, local.  Anais...  Lugar: Editora, data. Primeiras letras das palavras dos títulos dos artigos, dos livros e das teses: sempre em  minúsculas , com exceção da  P rimeira e dos  N omes  P róprios Autores são separados entre si por ponto e vírgula, nas referências e no texto ( quando estão entre parêntesis) Separá-los com “ , ”  “ e ”, e  não &,  se citados em  frases Os  títulos dos periódicos  são seguidos do nome da cidade de publicação e sigla do estado  se  homônimas
Importância de normalizar filiação acadêmica  em periódicos científicos - Resolução UNESP-72, de 5-11-2009  http://www.unesp.br/cgb/int_noticia_imgesq. php ?artigo=4633
http://unesp.br/cgb/mostra_arq_multi.php?arquivo=1
http://www.rc.unesp.br/biblioteca/normasabnt. php
MORE  http://www.rexlab.ufsc.br:8080/more/
Redação Acadêmica   http://palazzo.pro.br/cronicas/020.htm
http://www.pucrs.br/gpt/index. php
http://www.pucrs.br/manualred/
02  A história da escrita  de “0”  a “2.0”
Como evoluímos no registro da informação, da pictografia à web 2.0?  Seria a web 2.0 uma volta à oralidade [mediatizada]?  A  maneira  como o homem registra/escreve/documenta a informação de sua época bem como o(s)  suporte (s) e  formato (s) que utiliza  revela(m) a época ><   imagem >< desenho ><   oralidade >< Pictografia   (25 mil a.C.)   Escrita   (4 mil a.C.) Imprensa – Gutenberg  (séc. XV) Internet  (séc. XX  - web 1.0) Web 2.0  (séc. XXI)   >< imagem >< desenho >< oralidade ><
http://www.youtube.com/watch?v=NJsacDCsiPg
03  Web 2.0  Compartilhamento  -  Redes Sociais
Popularização do uso do termo  2005
O  pai  do termo  web 2.0 é  Tim O'REILLY que, em 2005, publicou o artigo: What is web 2.0?   http://oreilly.com/
Tim O´Reilly – O que é a  web 2.0  ? http://www.youtube.com/watch?v=CQibri7gpLM& feature = related
Web 2.0 a partir de 2005 tudo passou a ser “2.0”   Profissional 2.0, biblioteca 2.0 o uso deste termo seria somente um modismo?  como foi nos   anos 90 o uso destes prefixos? “ cyber ”  -  “ e ” Cyber Cafe,  Cyb rarian,  Cyber space,  Ciber tecária...   e Money,  e Government,  e Finance,  e Commerce,  e Theses atualmente uso do “i” para  iPhone, iPOD...
Web “2.0”   kit de aplicações desenvolvidas por pessoas que adotaram novas posturas
Twitter - SlideShare
Web“2.0” inversão de   consumidor   para  produtor de conteúdos de agente   passivo  (leitor) (individual) para agente   ativo  (lautor) (coletivo)
Os documentos on-line hipermídia  interativos  refletem a era  que estamos  vivendo hoje: tempos de web 2.0...  3.0...
Web 1.0  =  somente  leitura Web 2.0  = leitura/escrita Web 3.0  = leitura/escrita/executável  web executável/web semântica
Sites Interativos   Blog  Twitter   RSS Integração/Mídias   Wiki  Mashup  Del.icio.us  PodCast  Tagging YouTube   Slideshare  Redes Sociais:   Orkut,  MySpace,  FaceBook,  Ning...   Web 2.0 é sinônimo de  compartilhamento aplicações web 2.0 facilitam a interação humana mediatizada
O que é  Web  2.0 http://webinsider.uol.com.br/index. php /2006/10/30/ o-que-e-web -20/ Mashup Blog Tagging Wikis Redes Sociais on-line Streaming media Social bookmarking
“ 2.0” = compartilhar é um privilégio Somos seres sociais = dependemos uns dos outros Dependência se resolve  com  comunicação Comunicação poderá gerar um documento  [sonoro, textual, audiovisual] Documentos hipermídia  compartilhados  em redes   não de máquinas  mas de   pessoas
Privilégio:  ter competência informacional para estar inserido na rede social de pares Compartilhar:  privilégio de poder suprir necessidades  [próprias e/ou de indivíduos/grupos] A história da escrita mostra que  privilegiados  documentaram as épocas  Em todas elas existiram  excluídos Nós temos o  privilégio  [e responsabilidade]   de estarmos documentando o momento atual: web 2.0
Aplicações 2.0 Compartilhamento de imagem, texto, áudio e vídeo
Compartilhamento de vídeos – YouTube  Broadcast Yourself  (divulgue-se) -   http://www.youtube.com YouTube vem do  inglês   you   você  e  tube  -  tubo , ou, no caso,  gíria   utilizada para designar a  televisão .  Antes do lançamento do YouTube em  2005 , havia poucos métodos simples disponíveis a usuários normais de  computadores  que queriam  colocar seus vídeos na Internet.  Com sua interface de fácil uso, YouTube tornou possível a qualquer  um que usa  computador  a postar na Internet um vídeo que milhões de  pessoas poderiam ver em poucos  minutos .  A grande variedade de tópicos cobertos pelo YouTube tornou o  compartilhamento de vídeo uma das mais importantes partes da  cultura  da Internet.   Fonte:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Youtube#Anota.C3.A7.C3.B5es
YouTube no seu celular http://www.youtube.com/mobile
YouTube na sua Tv http://www.youtube.com/youtubeonyourtv
Compartilhar imagens/fotos: flickr http://www.flickr.com
http://www.slide.com/arrange?song=231371&fx=0&tt=0&bc=0&sk=0&cy=lt&mode=music&th=0&sc=0   http://www.slide.com   Compartilhar fotos em Slideshow
Compartilhar slides: Slideshare  http://slideshare.net/suelybcs
Compartilhamento em Blog de slides em SlideShare   http://scholarlypublishing.blogspot.com/search/label/Librarian
PodCast – Compartilhar áudio MP3 http://www.gengibre.com.br/perfil/nepomuceno
Compartilhamento de arquivos em áudio http://www.gengibre.com.br/perfil/suelybcs PodCast gratuito, basta se cadastrar gravar áudio no celular e enviar  ou gravar áudio diretamente no gengibre
Compartilhamento share – social bookmarking D el.icio.us  Twitter  Facebook  ... http://www.addthis.com
BOOKMARK & SHARE   possibilidade do leitor adicionar aos seus favoritos, enviar e-mail a quem queira ou adicionar nosso(s) portal(ais) em sites de favoritos como Del.icio.us e muitos outros observem como revistas do portal CAPES já incluíram este logo nas suas páginas  utilize o  AddThis -  serviço gratuito http://www.addthis.com
 
http://portal.unesco.org/ci/en/ev. php-URL _ID=27501&URL_DO= DO_TOPIC&URL_SECTION =201. html Compartilhar favoritos gravar em sistemas para reuso por outros e não no próprio micro
http://www.del.icio.us.com   Compartilhar favoritos
Abrir conta gratuita em 3 passos: Tutorial em português sobre Delicious http://www.meiobit.com/meio-bit/tutorial/tutorial-delicious
Link  Del.icio.us em periódicos
do  Del.icio.us  para o  Twitter
Redes Sociais on-line http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social# Redes_Sociais_na_Internet Rede Social  é uma das formas de representação dos  relacionamentos   afetivos  ou  profissionais  dos seres entre si ou entre seus  agrupamentos  de interesses mútuos.  A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem  identidades  semelhantes.  Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na  Internet  devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum. Segundo  Fritjof  Capra ,  &quot;redes sociais são  redes de comunicação  que envolvem a  linguagem simbólica , os limites  culturais  e as  relações de poder &quot; .
Principais Redes Sociais on-line em ordem de data de lançamento LinkedIn  (maio/2003)   http://www.linkedin.com/   MySpace  (ago./2003)   http://br.myspace.com/   hi5  (19/jan.2004)   http://www.hi5.com/   Orkut/google  (24/jan./2004)   http://www.orkut.com   Facebook  (4/fev./2004)   http://www.facebook.com   Ning  (out./2004)   http://www.ning.com/   YouTube  (fev./2005)   http://www.youtube.com   Twitter  (mar./2006)   http://twitter.com   Via6  (fev./2007)   http://www.via6.com/   Sonico  (28/jul./2007)   http://www.sonico.com/ Lista de redes sociais   http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_redes_sociais
http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A43129& xgs =1   COMO PODERÃO SER ARTICULADAS AS REDES SOCIAIS?
Instituições  HIERÁRQUICAS   versus  redes  DISTRIBUÍDAS http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A43129& xgs =1 Augusto de Franco: redes sociais (distribuídas) são  movimentos de desconstituição  de hierarquia   (na exata medida dos seus graus de distribuição) http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A30853&xgs=1                Augusto de Franco  criou esta rede social no  Ning .
Diagramas de Paul Baran redes centralizadas – descentralizadas – distribuídas BARAN, P.  On distributed communications:  I. introduction to distributed communications networks.   In:  Memorandum  RM-3420-PR, August 1964. Santa Mônica: The Rand Corporation, 1964. C horizontal  [não hierárquica] AB verticais  [hieráquicas]
C horizontal  [não hierárquica] Instituições  HIERÁRQUICAS   versus  redes  DISTRIBUÍDAS  AB verticais  [hieráquicas]
Redes sociais e política Não basta estar na web para se eleger,  advertem os estrategistas políticos de  Barack Obama, que estiveram no Brasil  em out/2009. Bem Self, Scoot  Goodstein, Peter Giangreco e Jason  Ralston, vieram participar de seminário  em São Paulo.  Eles ganharam fama mundial ao usar  com habilidade as redes sociais e  ferramentas na web para fazer a  campanha do presidente eleito dos  Estados Unidos. Visite o blog  http://www.efeitoobama.wordpress.com   e o microblog http://twitter.com/efeito_obama   Campanha Digital de Barack Obama http://www.slideshare.net/tarushijio/campanha-digital-de-barack-obama
04  Upgrade de “1.0” para “2.0”
Ser  ou  não ser   “ 2.0”   Eu sou  ou  não sou?
SIM NÃO Por que sim?  Por que não?
Ser  “ 2.0”   upgrade  1.0  p/   2.0 de  consumidor  a  produtor de conteúdo
Ser  1.0  é ...
Usar  o computador  somente  como máquina de escrever e/ou pesquisar
Usar  a internet  somente  como leitor passivo: pesquisar baixar  imprimir
Usar o celular  somente para falar Despertador Câmera Filmadora MP3,4,5... Rádio FM Torpedo Calendário Calculadora   Agenda    E-mail Bluetooth  Check-in  TVdigital Modem M-banking GPS Leitor/cartões  MSN RealPlayer Gravador
Celular 2.0 como artefato completo: “tudo em um só aparelho” smartphones  cada vez mais sofisticados  [+cérebro!  e  +bolso!]   http://www.nextel.com.br/NextelWebSite/blackberry/tour-virtual. aspx
Ser 2.0  =  Compartilhar INFORMAÇÃO é   perder   poder? quem detinha a informação, tinha o poder não compartilhando aumentava o seu domínio sobre determinada área ou assunto   A informação, de certa forma, não circulava e você passava a ter um valor acumulado   ( Carlos Nepomuceno )
INFORMAÇÃO é / ou era   poder? a visão antiga de colocar na gaveta, pelo contrário, ao invés de ser um símbolo de poder,  é uma perda de status,  pois rapidamente aquela  informação tende a perder cada vez mais o valor Compartilhar e estar no centro do compartilhamento, nos leva não mais a perder, mas a ganhar o tempo todo,  no ritmo que a  rede exige ( Carlos Nepomuceno )
colaborador inteligente  é aquele que está o tempo todo colocando o seu conhecimento à prova e  evoluindo-o com o que há  de mais novo naquele campo, não deixando que aquilo  que ele sabe perca o valor.   ( Carlos Nepomuceno ) Ser 2.0
Para ser 2.0 é  preciso ter  disposição interesse infra-estrutura [a 3.0 vem aí...]
AUTODIDATISMO Ser autodidata é um estilo de vida Ser 2.0 também...
A chave é ter motivação para a  APRENDIZAGEM  AO LONGO DA VIDA
Ser  ou  não ser  “2.0”: uma decisão de cunho pessoal! Por que ser criativo, empreendedor ou inovador? Há um preço a ser pago... Quem se “atreveria” ?
Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite... A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Como a superfície era muito  lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.
Sua companheira  de infortúnio,  apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se  debater  e a lutar Aos poucos  com tanta agitação,  o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga no qual ela subiu Dali,  conseguiu levantar vôo e sair do copo
Tempos depois, a mosca tenaz, por descuido, novamente caiu num copo, desta vez cheio de água Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:
soluções do passado,  em contextos diferentes,  podem transformar-se  em problemas ... se a situação se modificou,  dê um jeito de mudar tem um canudo ali,  nade até lá e suba A mosca tenaz respondeu: &quot;Pode deixar que eu sei como resolver este problema&quot; E continuou a se debater mais  e mais até que, exausta,  afundou na água
Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao redor e  ficamos lutando inutilmente  até afundarmos em  nossa própria falta de visão! Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir
É por isso que os japoneses dizem que na garupa do sucesso vem sempre o fracasso.  Os dois estão tão próximos que  a arrogância pelo sucesso pode levar à displicência que conduz ao fracasso. Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação. (Os donos do futuro - Roberto Shinyashiki) Se a única ferramenta que você conhece é o martelo, todo problema que aparece você pensa que é prego .
05  Blogs  Wikis  RSS   Twitter...
Web 2.0: você está pronto para  dividir o poder? http://nepo.com.br/2009/05/04/livro20_web20/
Blog  Não Zero  pensando em rede http://www.naozero.com.br/blog-do-planalto
Blog do YouTube Brasil http://youtubebrblog.blogspot.com/
Wikipédia   enciclopédia livre http://www.wikipedia.org
Aplicações  web  2.0 em  Wiki Por livre, entende-se material em  domínio público  ou que se possa fazer absolutamente qualquer uso, inclusive criar novos trabalhos originais baseados em um anterior sem a necessidade de prévia autorização e o uso com interesse comercial dos mesmos.   Coletânea de citações   Livros e manuais livres   Dicionário em várias línguas   Fonte de notícias livre   Centro ilimitado do aprender   Diretório de espécies   Coordenação  dos projetos   Imagens, sons, vídeos   Acervo/textos originais
Wiki - Uso da Web 2.0 em cursos http://oficina-seer.wikidot.com/
Wiki - Web 2.0 na sala de aula http://editora.wikidot.com/
RSS feeds  (notícias)  em RSS R eally  S imple  S yndication ferramenta que   distribui notícias sem usar e-mail versões mais recentes dos sistemas já incluem ferramenta RSS
DOI  –  FEED
RSS –  Feeds (notícias)
Como se inscrever em um FEED
Enviar  feeds  diretamente da PubMed http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=helppubmed.section.pubmedhelp.Saving_and_Emailing_
http://twitter.com/suelybcs   Mini blog com msg de  até  140 caracteres
Twitter - Conceitos, Estratégias e Ferramentas, por Martha Gabriel http://www.slideshare.net/marthagabriel/twitter-conceitos-estratgias-e-ferramentas-por-martha-gabriel Twitter na Wikipédia -   http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter   Twitter  é uma  rede social  e  servidor  para  microblogging  que permite aos  usuários  que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos  (em textos de até 140  caracteres , conhecidos como &quot;tweets&quot;), através da própria  Web , por  SMS  e por  softwares  específicos instalados em  dispositivos  portáteis como o  Twitterberry  desenvolvido para o  Blackberry
O que é o Twitter, como usar e como responder  http://www.vejaisso.com/2007/12/20/o-que-e-o-twitter-como-usar-e-como-responder/
100 maneiras de usar o Twitter em sua biblioteca http://mobile-libraries.blogspot.com/2009/09/100-ways-to-use-twitter-in-your-library.html
Inúmeros aplicativos para Twitter
Aumentar caixa de texto que é só até 140 caracteres   http://tweetextend.com/index. php Adicione até 14.000 caracteres – Digite sua msg nesta caixa de texto e clique “Sign”
Extensão do Firefox que permite postagens  além dos 140 caracteres no Twitter   http://twitzer.com/twitzer. aspx
Inserir Widget do Twitter em site, FaceBook , MySpace http://twitter.com/goodies/widgets Atualiza automaticamente os twetts do Twitter no seu site  ou em redes sociais configurar
06   Comunicação científica   visibilidade – onde publicar? - Fator de Impacto e Índice-h
No contexto da comunicação científica e da produção de documentos hipermídia qual a importância da  web 2.0  ? conhecimento:  compartilhamento - redes sociais  transformações nas inter-relações pessoais  (tempo real – deterritorializada) informação:  suportes - hipermidiática - híbrida   transformações na editoração formal
A comunicação científica está mudando porque a COMUNICAÇÃO mudou
COMUNICAÇÃO MEDIATIZADA séc XX: De 1 para muitos  (Rádio – TV – web 1.0) De 1 para 1  - via dupla  (telefone) séc XXI:   audiovisual  e de muitos  para muitos  (web 2.0)
A redação acadêmica ainda está dependente do computador como  máquina de  escrever/gravar em PDF
Apesar de todos os avanços tecnológicos resultantes da própria evolução da ciência, a academia tem sido  tradicional e conservadora  na produção dos documentos/veículos da comunicação científica
Por que a mudança está sendo tão lenta?  Segundo Declan Butler (2005):  = the conservatism of scientists  = their habit of communicating via seminars and peer-reviewed journals BUTLER, D.  Science in the web age: joint efforts.  Nature,  n. 438, p. 548- 549, 2005. Disponível em:  http://www.nature.com/nature/journal/v438/n7068/full/438548a.htm
princípio fundamental da comunicação científica:  qualquer pesquisador precisa de v i s i b i l i d a d e     ser lido - ser citado isto é, precisa estar   i nserido  na  rede social de seus pares   publicar em periódicos  indexados - bem avaliados revisados pelos pares (peer-reviewed)  (Fator de Impacto  +   Qualis/CAPES  +  Índice-h) livros - capítulos - palestras - eventos
“ C i t a ç õ e s”  aviso ao pesquisador navegante: Sorria!  você está sendo   totalmente   vigiado! controle automatizado: avaliação  da produção científica pelas citações (Fator de Impacto – Qualis/CAPES - Índice-h)
sugestões – onde publicar? nacionais:  SCIELO – SEER – DOAJ - PKP estrangeiros:  Acesso Aberto - WoS HighWire free - Scopus Repositórios  importantes da área e- Teses   BDTD  NDLTD
FATOR DE IMPACTO   é o indicador bibliométrico publicado  anualmente no  Journal of Citation Reports  (JCR) pelo  ISI-Thomson Scientific  (ISI) é calculado com base em citações feitas por publicações  predominantemente  internacionais, indexadas pela WoS (MUGNAINI, 2008)
O Fator de Impacto de determinado  periódico é definido como a razão entre  o  número de citações  feitas no  corrente ano a itens publicados nesse  periódico nos últimos dois anos,  e o  número de artigos  (itens fonte)  publicados nos mesmos dois anos  pelo mesmo periódico (JCR, 2006)
Exemplo de cálculo do FI de 2006   Periódico:  Physical Review Letters -  FI 2006: 7.072 N.º de  citações recebidas em 2006  para os artigos publicados em:  2005 = 28078 2004 =  23332 Total =  51410 N.º de  artigos publicados  em:    2005 = 3694 2004 =  3575 Total =  7269 Citações recebidas  51410   =  7.072 Número de artigos  7269 Fonte: Journal Citation Reports (2006)
A validade do indicador FATOR DE IMPACTO  está diretamente associada à aceitação  de duas premissas: as publicações relevantes  são freqüentemente citadas  [QUANTITATIVA]; b) o conjunto de publicações indexadas pelo ISI é suficiente para apreender os resultados  das pesquisas a serem avaliadas  [QUALITATIVA] as evidências comprovam que a utilização do indicador, de modo não contextualizado e relativizado,  pode resultar no estabelecimento de  critérios de avaliação injustos
Críticas ao Fator de Impacto Complexidade   - Huth (2001, p. 16) afirma que &quot;o FI representa os resultados finais de um conjunto complexo de variáveis. As pessoas que consultam o FI não podem desconsiderar esta complexidade“ Densidade/Área   - o número de citações feitas aos artigos varia de forma proporcional à densidade/área (n. referências) @ Engenharia, Tecnologia e Matemática: citam poucas referências por artigo - média entre 5 e 6 @ Psicologia e Biologia: média entre 8 e 10 citações por publicação.  @ Astronomia, Geologia, Física, Química e Medicina Clínica, artigos com 12 a 15 referências e receberem, em média, esse mesmo número de citações @ Pesquisa biomédica, com um número superior de referências e citações: entre 18 e 20 por publicação
Críticas ao Fator de Impacto o ritmo de obsolescência da literatura é uma variável  importante para a análise de impacto, considerando que a  velocidade com que novos conhecimentos de uma área são  incorporados à literatura tem reflexos na idade das referências  citadas nos artigos Como para o cálculo do FI de um periódico são contabilizadas  apenas as citações feitas aos artigos publicados nos últimos  dois anos, verifica-se que áreas que obsolescem mais  lentamente, ou seja, que referem trabalhos mais antigos,  tendem a receber poucas citações no exato período valorizado  pelo ISI Desse modo, mesmo que determinada área apresente, em  média, artigos muito densos, ela não apresentará  necessariamente FI alto se os trabalhos citados forem mais  antigos do que dois anos
A Biblioteca  (local ou da rede)  de uma Instituição poderá colaborar com sua comunidade acadêmica publicando na  web  a produção  científica em: Portal de Periódicos   publicar todos os títulos em um único portal institucional em sistema que permita busca simultânea em todos – produção da instituição O SEER faz isso  -  http://cecemca.rc.unesp.br/ojs   Repositório Institucional   publicar toda produção acadêmica - de qualquer tipo – em qualquer formato - inclusive separatas de artigos já publicados em periódicos comercializados - com indexação automática - dentro de padrões internacionais – com acesso aberto (gratuito) – sistema que permita busca simultânea em todos O DSpace faz isso (gratuito)  -  O DigiTool faz isso (proprietário/compatível/Aleph)   Portal de Eventos   publicar todos os eventos em um único portal institucional em sistema que permita busca simultânea em todos – produção da instituição O SOAC faz isso –  http://200.145.36.250/ocs
Citações: CrossRef – Scopus - PubMed Google Scholar – Web of Science
http://scholar.google.com     acadêmico – onde fui citado?
Onde fui citado? = Scopus
 
Onde fui citado? = CrossRef
Onde fui citado? = ligação p/ ISI
Onde fui citado? ligação p/ Google
WOS: 23 artigos que citaram este
Scholar recuperou 19 citações
O que é Índice- h  ? HIRSCH, J. E.   propôs o índice- h  neste artigo, publicado em 2005, em agosto no repositório  arXiv  e em novembro no  Proceedings of the National Academy of Sciences “ An index to quantify an  individual's scientific research output” http://arxiv.orgabsphysics0508025   http://www.pnas.org/cgi/content/abstract/102/46/16569
Obviamente a base de dados a ser utilizada deverá ter cobertura suficiente  para abranger todo o período da produção científica de um pesquisador (tradução nossa)
O que é Índice- h  ? H   de  H IRSCH, J. E. “ I propose the index  `h ´  defined as the  number of papers  with citation number  higher or equal to  `h ´,  as a useful index  to characterize the  scientific output of a researcher”
O que é Índice- h  ? “ Eu proponho o índice- h ,  definindo-o como o número de h   trabalhos  com número igual ou superior  a  h   citações ,  como um índice útil para  caracterizar a produção científica  de um pesquisador” (HIRSCH, 2005,  tradução nossa )
Como se calcula o Índice- h  ? Ordenar todos os trabalhos  de um determinado autor,  do 1º. ao último, do mais  citado para o menos citado,  em duas colunas O índice “h” será  ≥   ao número em que as linhas se cruzam   A primeira coluna em  ordem crescente pela  quantidade de trabalhos A segunda coluna em  ordem decrescente pela quantidade de citações 45 44 43 42 ... 41 Trabalhos 40 45 50 72 87 Citações
Como se calcula o Índice- h  ? Autor com  índice- h =  44  tem pelo menos   44  trabalhos   com  44 ou +  citações O índice “h” será  ≥  ao número  em que as linhas se cruzam   45 44 43 42 ... 41 Trabalhos 40 45 50 72 87 Citações
Fonte:  HIRSCH, J. E. (2005) Proc. Natl. Acad. Sci. USA, 102, p.16569-16572 http://www.pnas.org/cgi/content/abstract/102/46/16569   Curva esquemática do número de citações  versus  número de trabalhos, enumerados em ordem decrescente de citações  (tradução nossa) o  índice- h  é igual ou maior ao valor onde se cruzam as linhas  do número de  citações   com a do número de  trabalhos
SPIRES ,  WEB of SCIENCE  e  SCOPUS  fornecem o índice- h  O programa livre  ”PUBLISH or PERISH”   calcula o índice- h  tendo como base o Google Acadêmico Informações completas sobre o  Publish or Perish :   http://en.wikipedia.org/wiki/Publish_or_perish
CITAÇÕES DA PRODUÇÃO ACADÊMICA Avaliação Docente - Institucional  Programas PG http://en.wikipedia.org/wiki/Publish_or_perish   P U B L I S H OR  P E R I S H
 
http://www.harzing.com/index.htm
QUADRO COMPARATIVO DOS INDICADORES  FATOR DE IMPACTO E ÍNDICE- h O ato de medir implica em:  quem  mede,  o que  mede,  porque  mede e  qual  régua  usa Busca pelo PoP ... busca por ISSN e etc. acesso aberto/gratuito acesso restrito/pago predominante e periférica ciência predominante citações qq documento citações em periódicos qualquer período 2 anos qualquer base Web of Science periódicos - autores periódicos ÍNDICE- h FATOR DE IMPACTO
http://arxiv.org/abs/0809.0290   NIF  (Normalized Impact Factor) Prof. George E. A. Matsas – IFT - UNESP *   Físico formula novo critério para identificar lideranças  em comunidades de pesquisa  *   NIF mede impacto do pesquisador pela média das lideranças de sua própria área de pesquisa *  Média de número de citações que tem e que faz  *  NIF superior a 1 é  líder , inferior a 1 é  seguidor
PostRank: uma nova medida de valor  para a produção intelectual Fonte:  lista bib_virtual@ibict.br em nome de  [email_address]   -  Enviada:segunda-feira, 7 de setembro de 2009 PostRank  é um sistema desenvolvido pela AideRSS pontuação  para classificar qualquer conteúdo online tipo itens de feed  RSS, postagem e comentário em um blog, artigos, ou  NewsStories e  Postagem em uma Lista.  O PostRank baseia-se no engajamento social que aquela peça  de informação movimentou e remete para uma medida de  valor do interesse ou da relevância, baseadas no que as  pessoas acham,  que um item de informação online na web  possa ter. Exemplos de envolvimento incluem escrever um post no blog,  responder a uma postagem, bookmarking uma URL  publicamente, referenciando um artigo, deixar  um comentário  em um blog, enviar um link  ou clicar em um link para ler um  um item de noticia no NewsRSS.
Considerações Ciência “predominante” - Ciência “periférica” Brasil “periférico” - critérios de “predominante” Opção: Movimento “Open Access” – Acesso Aberto Importância das citações e referências corretas  Importância de colocar DOI -  http://dx.doi.org/ ... Uniformidade dos SOBRENOMES (seu e de outros) Não usar travessão para substituir AUTOR Continuar publicando com sobrenome de solteira (hífen novo sobrenome)  Colocar nas referências de seus trabalhos no Lattes e em todas as suas publicações on-line: Disponível em: <...>.  Acesso em: 29 ago 2008
07  Documentos Hipermídia
O periódico científico  eletrônico ou não tem 4 atores:  Autores Editores Avaliadores Leitores Atores deste processo  precisam  de  upgrade?  com raras exceções?
Periódicos  “ 2.0”   ou Periódicos  ”1.0”  on-line ? Autores  ainda escrevem como se fossem publicar  na versão impressa  com raras exceções
Periódicos  “ 2.0”   ou Periódicos  ”1.0”  on-line ? Editores  publicam na web  a versão impressa de seus periódicos  com raras exceções
* Fluxo editorial exclusivamente on-line  * habilitar ferramentas para leitores publicarem  comentários  nos artigos e participarem do  processo de avaliação
Periódicos  “ 2.0”   ou Periódicos  ”1.0”  on-line ? Avaliadores  com sérias restrições ao modelo on-line Mesmo fluxo da versão impressa  com raras exceções
Editores respeitam restrições pois grande parte dos mais conceituados avaliadores preferem  modelo tradicional
Periódicos  “ 2.0”   ou Periódicos  ”1.0”  on-line ? Leitores “ 1.0” pesquisam baixam imprimem
Há leitores  “2.0”  de periódicos  “1.0”  e o contrário também é verdadeiro  pertencemos à geração “interface”
Periódicos  “ 2.0”   ou Periódicos  ”1.0”  on-line ? Como mudar? disposição interesse infra-estrutura [a web 3.0 vem aí...]
utilizar  Tabelas Dinâmicas   http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-med/tab_dinamica/tabdin.html#_Toc452783936   Tabela Dinâmica é uma  tabela interativa  que resume uma grande quantidade de dados rapidamente, ou os combina de tabelas diferentes.  É possível  girar  suas linhas e colunas para ver resumos diferentes dos dados de origem, filtrar os dados exibindo páginas diferentes ou exibir os detalhes das áreas de interesse.
Google Scholar, Scopus e WOS  (em 2006)   http://www.bio-diglib.com/content/3/1/7
Comentários de leitores neste artigo http://www.bio-diglib.com/content/3/1/7/comments
 
Interação leitor/autor http://www.dicas-l.com.br/educacao_tecnologia/educacao_tecnologia_20060921.php
[Bib_virtual]  Peer-review on-line? Será o fim dos feudos? ‏ De:  bib_virtual-bounces@ibict.br em nome de Cicero Silva  (ciceroinaciodasilva@gmail.com)   Enviada: quinta-feira, 9 de abril de 2009 20:00:21 - Para:  [email_address] Revista Leonardo (MIT Press) e a Universidade do Maine adotam  novo sistema de peer-review  baseado na avaliação não só de pares, mas on-line de todos interessados nos assuntos, através de sistemas eletrônicos de votação, comentários e anotações.  Vejam um dos primeiros exemplos, um livro que é todo comentado on-line (peer review) a ser publicado pela MIT Press:  http://lab.softwarestudies.com/2008/05/mit-autoriza-o-uso-de-blog-para-reviso.html   Cicero   AVALIAÇÃO/comentários ABAIXO DOS ORIGINAIS SUBMETIDOS – AVALIAÇÃO FEITA ON-LINE PELOS  PARES LEITORES  E NÃO SOMENTE PELOS REFEREES
Audio Summary http://beta.nejm.org/AudioSummary/
Artigos falados http://beta.nejm.org/AudioArticle/default.aspx
ouvir o artigo e ver  slideshow  em ppt http://beta.nejm.org/AudioSummary/#
Áudio Vídeo Slides   http://sdu.ictp.it/openaccess/
Editorial em vídeo   http://www.freemedicaljournals.com/htm/index.htm
http://www.myjove.com/index.stt   What is JoVE?   Journal of Visualized Experiments (JoVE) is a  video journal   for biological research.   Video   publications   will   be   indexed  in MEDLINE/ Pubmed Back in 2006  we   wrote   enthusiastically  about the first issue of the online  Journal   of   Visualized   Experiments  — the aim of which is to publish video films of experimental work to help apply laboratory protocols. A &quot;YouTube for test tubes&quot;, as  it  was   then   called . Since then JoVE has published more than 200 videos of laboratory procedures. Now (says  Nature,  4 Sept, p 13), the content of JoVE will be indexed in the  MEDLINE base  and thus available through the  PubMed  search engine.  An interesting policy move from the side of the  National   Library   of  Medicine , because it means that the video format is now being endorsed on a par with text articles as an acknowledged form of publication (cf. how NLM last year began to endorse blogs as publications, see  earlier   post   here ).
 
2006: textos pelo PDA ou celular http://webinsider.uol.com.br/index. php /2006/01/24/ textos-do-webinsider-em-pdas-e-celulares-via-hands /
PDA – sumários e abstracts http://www3.interscience.wiley.com/mobile_edition/
08  DOI  Handle
DOI D igital  O bject  I dentifier http://dx.doi.org/   HANDLE   http://handle.net
Dicas DOI:   Digital Object Identifier http://www.doi.org   Informações + importantes: http://seer.ibict.br/index.php?option=com_content&task=view&i d=277& Itemid =120   http://www.doi.org/infokit/0607DOIFAQs.pdf   Utilizar agência CROSSREF p/ obtenção do DOI http://www.crossref.org/   http://www.crossref.org/01company/join_crossref.html   http://www.crossref.org/help/CrossRef_Help.htm   Taxas:   http://www.crossref.org/02publishers/20pub_fees.html#annual   Informações: http://www.crossref.org/01company/15doi_info.html   Demo:   http://www.crossref.org/09demo/index.html   Formulário:   http://www.crossref.org/webDeposit/
DOI para livros e capítulos http://www.crossref.org/02publishers/dois_for_books.html
Como pesquisar pelo DOI
Pesquisa no próprio Journal pelo DOI
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09  Direitos Autorais  Copyleft  Creative Commons
Direitos Autorais Licenças  C reative  C ommons Copyright  >  Copyleft movimento  Acesso Aberto   à comunicação científica consulte:   http://kuramoto.blog.br/
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http://creativecommons.org/licenses/by-sa/1.0/deed.pt
Licenças  Creative Commons Creative   Commons : seja criativo!   http://biblio.crube.net/?p=600  apresentações em  Flash  que foram usadas no  V Fórum Internacional de Software Livre,  no debate  Creative Commons   É uma apresentação bem didática do  que é esse movimento http:// mirrors.creativecommons.org/getcreative/br /   http:// mirrors.creativecommons.org/reticulum_rex/br /
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sugestões de leituras Juliano Spyer Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter http://livrodotwitter.blogspot.com/   Para entender a internet  (texto integral gratuito) http://paraentenderainternet.blogspot.com/2009/01/ba ixe-o-pdf-do-livro.html    Conectado  (visualização quase integral do texto no books do google) http://books.google.com.br/books?id=UksDs0jcBXwC &pg=PA7&dq=conectado+%2B+zahar&sig=ACfU3U2 GAk0ta2dsupmJ2AkemggzOq-qgw#PPA176,M1
“ [...]  é irônico que pela primeira vez na história as tecnologias da informação criaram a possibilidade da comunidade global, mas fazê-la acontecer,  de fato, exige atos do  c o r a ç ã o   h u m a n o ” (Richard McDermott  - Knowing in community)   SKYPE: suelybcs MSN: suelybcs@hotmail.com Ciberteclando com Suelybcs http://suelybcs.wordpress.com http://twitter.com/suelybcs http://delicious.com/suelybcs http://slideshare.net/suelybcs Gtalk: suelybcs@gmail.com SOARES, S. B. C., outubro/2009  Apresentação licenciada por uma licença   Creative   Commons

IIISecin Curso Pre-evento

  • 1.
    Documentos hipermídia emtempos de web 2.0 SOARES, S. B. C., novembro/2009 Apresentação licenciada por uma licença Creative Commons Mini-Curso Pré-evento - http://www2.uel.br/eventos/secin/program.php http://slideshare.net/suelybcs
  • 2.
    SKYPE: suelybcs Suelyde Brito Clemente Soares SOARES, S. B. C., novembro/2009 Apresentação licenciada por uma licença Creative Commons Mestre em Educação, Ciência e Tecnologia (FE-UNICAMP) Cibertecária - Bibliotecária aposentada/UNESP - Palestrante Profa. EaD pela FEBAB - http://www.febab.org.br MSN: [email_address] http://delicious.com/suelybcs http://twitter.com/suelybcs Blog: Ciberteclando com suelybcs http://suelybcs.wordpress.com Sala virtual [agendar] http://connectnow.acrobat.com/suelybcs http://slideshare.net/suelybcs Gtalk: [email_address]
  • 3.
    Sumário 01 Depoimento redação de dissertação hipertextual 02 A história da escrita - de “0” a “2.0” 03 Web 2.0 Compartilhamento - Redes Sociais 04 Upgrade de “1.0” para “2.0” 05 Blogs Wikis RSS Twitter ... 06 Comunicação científica visibilidade – onde publicar? - fator de impacto e índice-h 07 Documentos hipermídia 08 DOI Handle 09 Direitos Autorais Copyleft Creative Commons
  • 4.
    01 Depoimento redação de dissertação hipertextual
  • 5.
    Redação de dissertaçãohipertextual um depoimento sobre produção de documento hipermídia Mestrado em Educação, Ciência e Tecnologia Faculdade de Educação - UNICAMP (março/2003 – fevereiro/2006) Dissertação em PDF disponível na Biblioteca Digital: http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000384508 Versão hipertextual disponível somente em CD-ROM anexo à versão impressa
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    SUMÁRIO - CONTENTS 1 INTRODUÇÃO - INTRODUCTION . . . 1 2 COMUNIDADES VIRTUAIS - VIRTUAL COMMUNITIES . . . 21 2.1 Comunidades: uma retrospectiva - Communities: a retrospective . . . 24 2.2 Comunidades: alguns conceitos - Communities: some concepts . . . 25 2.3 Bibliotecas universitárias e seus serviços de referência – University libraries and its reference services . . . 34 2.3.1 Para quê comunidades virtuais de bibliotecários? - For what virtual communities to librarians? . . . 46 2.3.2 Para quais bibliotecários? - For which kind of librarians? . . . 48 2.3.3 Como? - How ? . . . 49 3 METODOLOGIA DA PESQUISA - RESEARCH METHODOLOGY . . . 53 4 CONSTRUÇÃO DA COMUNIDADE CIBEREDUC - BUILDING THE CYBEREDUC COMMUNITY . . . 65 4.1 Construção do ambiente no TelEduc - Building the environment on TelEduc . . . 68 4.2 Das ferramentas do CiberEduc - About CyberEduc´s tools . . . 74 4.3 Dos sujeitos da pesquisa - About research´s subjects . . . 81
  • 9.
    REFERÊNCIAS – REFERENCES . . . 147 GLOSSÁRIO – GLOSSARY . . . 173 9 APÊNDICES - APPENDIXES . . . 183 APÊNDICE A – Telas do CiberEduc - APPENDIX A – CyberEduc´s screens . . . 187 APÊNDICE B – Formulário da entrevista inicial - APPENDIX B – Initial interview . . . 227 APÊNDICE C – Formulário da entrevista final - APPENDIX C – Final interview . . . 231 APÊNDICE D – Arquivo “Minha Agenda” - APPENDIX D – “My Agenda” File . . . 233 APÊNDICE E – Mensagem de convite para inscrição no CiberEduc - APPENDIX E - Invitation message to subscribe CyberEduc . . . 239 APÊNDICE F – Totais de acesso por ferramenta do CiberEduc – APPENDIX F - Total access to CyberEduc´s tools . . . 241 APÊNDICE G – Questionário de avaliação de indicadores de qualidade – APPENDIX G - Quality benchmarks evaluation questions . . . 247 APÊNDICE H – Matriz reduzida de dados coletados do questionário de avaliação – APPENDIX H - Collected data reduced matrix from evaluation questions . . . 255
  • 10.
    10 ANEXOS - ANNEXES . . . 259 ANEXO A - Certificado de participação no CiberEduc – ANNEX A – Participation certificate at CyberEduc . . . 263 ANEXO B - Relatório individual do maior número de Acessos – ANNEX B - Individual access report sample . . . 265 ANEXO C - 1 CD-ROM - versão linear e versão hipertextual da dissertação - ANNEX C - 1 CD-ROM - dissertation´s linear and hypertext versions . . . 271 11 ÍNDICE - INDEX . . . 273
  • 11.
  • 12.
  • 13.
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  • 15.
    7 REFERÊNCIAS - REFERENCES ABRAM, S. Communities: the three R´s-roles, relevance, and respect. Information Outlook, Washington, v. 7, n. 6, p. 37-38, 2003. ALAVA, S. (Org.) Ciberespaço e formações abertas: rumo a novas práticas educacionais. Porto Alegre: Artmed, 2002. * ALMEIDA JÚNIOR, O. F. Implicações entre formação e objeto da área de informação. In: ENCUENTRO DE DIRECTORES, 8.; ENCUENTRO DE DOCENTES DE ESCUELAS DE BIBLIOTECOLOGÍA Y CIENCIAS DE LA INFORMACIÓN DEL MERCOSUR, 6., 2004a, Mar Del Plata, Argentina. Anais. 1 CD. ** ARAÚJO, L. H. L. Uma aplicação da dinâmica não-linear para avaliação de desempenho de comunidades virtuais de aprendizagem: além da tela do computador: linguagem, emocionalidade e corporalidade. Brasília, DF. 2004. 198 fls. Dissertação (Mestrado em Gestão do Conhecimento e da Tecnologia da Informação) – Universidade Católica de Brasília, Brasília. Disponível em: http://www.bdtd.ucb.br/tede/tde_arquivos/3/TDE-2005-03-08T15:27:32Z-170/Publico/Dissetacao_LuizHenrique.pdf Acesso em 1 jun. 2005. ROCHA, H.V. Perspectivas de desenvolvimento doTelEduc . Vídeo de palestra proferida no dia 26 de novembro de 2003, no Auditório do Centro de Computação da UNICAMP. Disponível em: http://www.ccuec.unicamp.br/ead/index_html?foco2=Eventos/ 75574/943135&focomenu=Eventos Acesso em: 10 jun. 2004. -------------------- SENGE, P. M. A quinta disciplina : arte e prática da organização de aprendizagem. 10. ed. São Paulo: Nova Cultural, 2002. * ** *** WORLD SUMMIT ON THE INFORMATION SOCIETY, Geneve, 2003 – Tunis 2005. Tunis Commitment: president of the PrepCom of the Tunis phase: Document WSIS-05/TUNIS/DOC/7-E. 18 november 2005. Original: english. Disponível em: http://www.itu.int/wsis/docs2/tunis/off/7.pdf Acesso em: 17 dez. 2005.
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  • 26.
    Redação Acadêmica – [email_address] Referências: espaço simples, duplo entre elas Alinhar à esquerda - Não Justificar (abre espaços) Títulos negritados , sub-títulos não: livros, teses Negritar títulos dos periódicos e não dos artigos EVENTOS – nome do evento em maiúsculas, seguido do número ordinal, data, local. Anais... Lugar: Editora, data. Primeiras letras das palavras dos títulos dos artigos, dos livros e das teses: sempre em minúsculas , com exceção da P rimeira e dos N omes P róprios Autores são separados entre si por ponto e vírgula, nas referências e no texto ( quando estão entre parêntesis) Separá-los com “ , ” “ e ”, e não &, se citados em frases Os títulos dos periódicos são seguidos do nome da cidade de publicação e sigla do estado se homônimas
  • 27.
    Importância de normalizarfiliação acadêmica em periódicos científicos - Resolução UNESP-72, de 5-11-2009 http://www.unesp.br/cgb/int_noticia_imgesq. php ?artigo=4633
  • 28.
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  • 30.
  • 31.
    Redação Acadêmica http://palazzo.pro.br/cronicas/020.htm
  • 32.
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  • 34.
    02 Ahistória da escrita de “0” a “2.0”
  • 35.
    Como evoluímos noregistro da informação, da pictografia à web 2.0? Seria a web 2.0 uma volta à oralidade [mediatizada]? A maneira como o homem registra/escreve/documenta a informação de sua época bem como o(s) suporte (s) e formato (s) que utiliza revela(m) a época >< imagem >< desenho >< oralidade >< Pictografia (25 mil a.C.) Escrita (4 mil a.C.) Imprensa – Gutenberg (séc. XV) Internet (séc. XX - web 1.0) Web 2.0 (séc. XXI) >< imagem >< desenho >< oralidade ><
  • 36.
  • 37.
    03 Web2.0 Compartilhamento - Redes Sociais
  • 38.
  • 39.
    O pai do termo web 2.0 é Tim O'REILLY que, em 2005, publicou o artigo: What is web 2.0? http://oreilly.com/
  • 40.
    Tim O´Reilly –O que é a web 2.0 ? http://www.youtube.com/watch?v=CQibri7gpLM& feature = related
  • 41.
    Web 2.0 apartir de 2005 tudo passou a ser “2.0” Profissional 2.0, biblioteca 2.0 o uso deste termo seria somente um modismo? como foi nos anos 90 o uso destes prefixos? “ cyber ” - “ e ” Cyber Cafe, Cyb rarian, Cyber space, Ciber tecária... e Money, e Government, e Finance, e Commerce, e Theses atualmente uso do “i” para iPhone, iPOD...
  • 42.
    Web “2.0” kit de aplicações desenvolvidas por pessoas que adotaram novas posturas
  • 43.
  • 44.
    Web“2.0” inversão de consumidor para produtor de conteúdos de agente passivo (leitor) (individual) para agente ativo (lautor) (coletivo)
  • 45.
    Os documentos on-linehipermídia interativos refletem a era que estamos vivendo hoje: tempos de web 2.0... 3.0...
  • 46.
    Web 1.0 = somente leitura Web 2.0 = leitura/escrita Web 3.0 = leitura/escrita/executável web executável/web semântica
  • 47.
    Sites Interativos Blog Twitter RSS Integração/Mídias Wiki Mashup Del.icio.us PodCast Tagging YouTube Slideshare Redes Sociais: Orkut, MySpace, FaceBook, Ning... Web 2.0 é sinônimo de compartilhamento aplicações web 2.0 facilitam a interação humana mediatizada
  • 48.
    O que é Web 2.0 http://webinsider.uol.com.br/index. php /2006/10/30/ o-que-e-web -20/ Mashup Blog Tagging Wikis Redes Sociais on-line Streaming media Social bookmarking
  • 49.
    “ 2.0” =compartilhar é um privilégio Somos seres sociais = dependemos uns dos outros Dependência se resolve com comunicação Comunicação poderá gerar um documento [sonoro, textual, audiovisual] Documentos hipermídia compartilhados em redes não de máquinas mas de pessoas
  • 50.
    Privilégio: tercompetência informacional para estar inserido na rede social de pares Compartilhar: privilégio de poder suprir necessidades [próprias e/ou de indivíduos/grupos] A história da escrita mostra que privilegiados documentaram as épocas Em todas elas existiram excluídos Nós temos o privilégio [e responsabilidade] de estarmos documentando o momento atual: web 2.0
  • 51.
    Aplicações 2.0 Compartilhamentode imagem, texto, áudio e vídeo
  • 52.
    Compartilhamento de vídeos– YouTube Broadcast Yourself (divulgue-se) - http://www.youtube.com YouTube vem do inglês you você e tube - tubo , ou, no caso, gíria utilizada para designar a televisão . Antes do lançamento do YouTube em 2005 , havia poucos métodos simples disponíveis a usuários normais de computadores que queriam colocar seus vídeos na Internet. Com sua interface de fácil uso, YouTube tornou possível a qualquer um que usa computador a postar na Internet um vídeo que milhões de pessoas poderiam ver em poucos minutos . A grande variedade de tópicos cobertos pelo YouTube tornou o compartilhamento de vídeo uma das mais importantes partes da cultura da Internet. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Youtube#Anota.C3.A7.C3.B5es
  • 53.
    YouTube no seucelular http://www.youtube.com/mobile
  • 54.
    YouTube na suaTv http://www.youtube.com/youtubeonyourtv
  • 55.
  • 56.
  • 57.
    Compartilhar slides: Slideshare http://slideshare.net/suelybcs
  • 58.
    Compartilhamento em Blogde slides em SlideShare http://scholarlypublishing.blogspot.com/search/label/Librarian
  • 59.
    PodCast – Compartilharáudio MP3 http://www.gengibre.com.br/perfil/nepomuceno
  • 60.
    Compartilhamento de arquivosem áudio http://www.gengibre.com.br/perfil/suelybcs PodCast gratuito, basta se cadastrar gravar áudio no celular e enviar ou gravar áudio diretamente no gengibre
  • 61.
    Compartilhamento share –social bookmarking D el.icio.us Twitter Facebook ... http://www.addthis.com
  • 62.
    BOOKMARK & SHARE possibilidade do leitor adicionar aos seus favoritos, enviar e-mail a quem queira ou adicionar nosso(s) portal(ais) em sites de favoritos como Del.icio.us e muitos outros observem como revistas do portal CAPES já incluíram este logo nas suas páginas utilize o AddThis - serviço gratuito http://www.addthis.com
  • 63.
  • 64.
    http://portal.unesco.org/ci/en/ev. php-URL _ID=27501&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION =201. html Compartilhar favoritos gravar em sistemas para reuso por outros e não no próprio micro
  • 65.
    http://www.del.icio.us.com Compartilhar favoritos
  • 66.
    Abrir conta gratuitaem 3 passos: Tutorial em português sobre Delicious http://www.meiobit.com/meio-bit/tutorial/tutorial-delicious
  • 67.
    Link Del.icio.usem periódicos
  • 68.
    do Del.icio.us para o Twitter
  • 69.
    Redes Sociais on-linehttp://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social# Redes_Sociais_na_Internet Rede Social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de idéias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes. Essas redes sociais estão hoje instaladas principalmente na Internet devido ao fato desta possibilitar uma aceleração e ampla maneira das idéias serem divulgadas e da absorção de novos elementos em busca de algo em comum. Segundo Fritjof Capra , &quot;redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica , os limites culturais e as relações de poder &quot; .
  • 70.
    Principais Redes Sociaison-line em ordem de data de lançamento LinkedIn (maio/2003) http://www.linkedin.com/ MySpace (ago./2003) http://br.myspace.com/ hi5 (19/jan.2004) http://www.hi5.com/ Orkut/google (24/jan./2004) http://www.orkut.com Facebook (4/fev./2004) http://www.facebook.com Ning (out./2004) http://www.ning.com/ YouTube (fev./2005) http://www.youtube.com Twitter (mar./2006) http://twitter.com Via6 (fev./2007) http://www.via6.com/ Sonico (28/jul./2007) http://www.sonico.com/ Lista de redes sociais http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_redes_sociais
  • 71.
  • 72.
    Instituições HIERÁRQUICAS versus redes DISTRIBUÍDAS http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A43129& xgs =1 Augusto de Franco: redes sociais (distribuídas) são movimentos de desconstituição de hierarquia (na exata medida dos seus graus de distribuição) http://escoladeredes.ning.com/profiles/blog/show?id=2384710%3ABlogPost%3A30853&xgs=1          Augusto de Franco criou esta rede social no Ning .
  • 73.
    Diagramas de PaulBaran redes centralizadas – descentralizadas – distribuídas BARAN, P. On distributed communications: I. introduction to distributed communications networks. In: Memorandum RM-3420-PR, August 1964. Santa Mônica: The Rand Corporation, 1964. C horizontal [não hierárquica] AB verticais [hieráquicas]
  • 74.
    C horizontal [não hierárquica] Instituições HIERÁRQUICAS versus redes DISTRIBUÍDAS AB verticais [hieráquicas]
  • 75.
    Redes sociais epolítica Não basta estar na web para se eleger, advertem os estrategistas políticos de Barack Obama, que estiveram no Brasil em out/2009. Bem Self, Scoot Goodstein, Peter Giangreco e Jason Ralston, vieram participar de seminário em São Paulo. Eles ganharam fama mundial ao usar com habilidade as redes sociais e ferramentas na web para fazer a campanha do presidente eleito dos Estados Unidos. Visite o blog http://www.efeitoobama.wordpress.com e o microblog http://twitter.com/efeito_obama Campanha Digital de Barack Obama http://www.slideshare.net/tarushijio/campanha-digital-de-barack-obama
  • 76.
    04 Upgradede “1.0” para “2.0”
  • 77.
    Ser ou não ser “ 2.0” Eu sou ou não sou?
  • 78.
    SIM NÃO Porque sim? Por que não?
  • 79.
    Ser “2.0” upgrade 1.0 p/ 2.0 de consumidor a produtor de conteúdo
  • 80.
    Ser 1.0 é ...
  • 81.
    Usar ocomputador somente como máquina de escrever e/ou pesquisar
  • 82.
    Usar ainternet somente como leitor passivo: pesquisar baixar imprimir
  • 83.
    Usar o celular somente para falar Despertador Câmera Filmadora MP3,4,5... Rádio FM Torpedo Calendário Calculadora Agenda E-mail Bluetooth Check-in TVdigital Modem M-banking GPS Leitor/cartões MSN RealPlayer Gravador
  • 84.
    Celular 2.0 comoartefato completo: “tudo em um só aparelho” smartphones cada vez mais sofisticados [+cérebro! e +bolso!] http://www.nextel.com.br/NextelWebSite/blackberry/tour-virtual. aspx
  • 85.
    Ser 2.0 = Compartilhar INFORMAÇÃO é perder poder? quem detinha a informação, tinha o poder não compartilhando aumentava o seu domínio sobre determinada área ou assunto A informação, de certa forma, não circulava e você passava a ter um valor acumulado ( Carlos Nepomuceno )
  • 86.
    INFORMAÇÃO é /ou era poder? a visão antiga de colocar na gaveta, pelo contrário, ao invés de ser um símbolo de poder, é uma perda de status, pois rapidamente aquela informação tende a perder cada vez mais o valor Compartilhar e estar no centro do compartilhamento, nos leva não mais a perder, mas a ganhar o tempo todo, no ritmo que a rede exige ( Carlos Nepomuceno )
  • 87.
    colaborador inteligente é aquele que está o tempo todo colocando o seu conhecimento à prova e evoluindo-o com o que há de mais novo naquele campo, não deixando que aquilo que ele sabe perca o valor. ( Carlos Nepomuceno ) Ser 2.0
  • 88.
    Para ser 2.0é preciso ter disposição interesse infra-estrutura [a 3.0 vem aí...]
  • 89.
    AUTODIDATISMO Ser autodidataé um estilo de vida Ser 2.0 também...
  • 90.
    A chave éter motivação para a APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA
  • 91.
    Ser ou não ser “2.0”: uma decisão de cunho pessoal! Por que ser criativo, empreendedor ou inovador? Há um preço a ser pago... Quem se “atreveria” ?
  • 92.
    Certa vez, duasmoscas caíram num copo de leite... A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar. Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.
  • 93.
    Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se debater e a lutar Aos poucos com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga no qual ela subiu Dali, conseguiu levantar vôo e sair do copo
  • 94.
    Tempos depois, amosca tenaz, por descuido, novamente caiu num copo, desta vez cheio de água Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:
  • 95.
    soluções do passado, em contextos diferentes, podem transformar-se em problemas ... se a situação se modificou, dê um jeito de mudar tem um canudo ali, nade até lá e suba A mosca tenaz respondeu: &quot;Pode deixar que eu sei como resolver este problema&quot; E continuou a se debater mais e mais até que, exausta, afundou na água
  • 96.
    Quantos de nós,baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao redor e ficamos lutando inutilmente até afundarmos em nossa própria falta de visão! Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir
  • 97.
    É por issoque os japoneses dizem que na garupa do sucesso vem sempre o fracasso. Os dois estão tão próximos que a arrogância pelo sucesso pode levar à displicência que conduz ao fracasso. Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação. (Os donos do futuro - Roberto Shinyashiki) Se a única ferramenta que você conhece é o martelo, todo problema que aparece você pensa que é prego .
  • 98.
    05 Blogs Wikis RSS Twitter...
  • 99.
    Web 2.0: vocêestá pronto para dividir o poder? http://nepo.com.br/2009/05/04/livro20_web20/
  • 100.
    Blog NãoZero pensando em rede http://www.naozero.com.br/blog-do-planalto
  • 101.
    Blog do YouTubeBrasil http://youtubebrblog.blogspot.com/
  • 102.
    Wikipédia enciclopédia livre http://www.wikipedia.org
  • 103.
    Aplicações web 2.0 em Wiki Por livre, entende-se material em domínio público ou que se possa fazer absolutamente qualquer uso, inclusive criar novos trabalhos originais baseados em um anterior sem a necessidade de prévia autorização e o uso com interesse comercial dos mesmos. Coletânea de citações Livros e manuais livres Dicionário em várias línguas Fonte de notícias livre Centro ilimitado do aprender Diretório de espécies Coordenação dos projetos Imagens, sons, vídeos Acervo/textos originais
  • 104.
    Wiki - Usoda Web 2.0 em cursos http://oficina-seer.wikidot.com/
  • 105.
    Wiki - Web2.0 na sala de aula http://editora.wikidot.com/
  • 106.
    RSS feeds (notícias) em RSS R eally S imple S yndication ferramenta que distribui notícias sem usar e-mail versões mais recentes dos sistemas já incluem ferramenta RSS
  • 107.
    DOI – FEED
  • 108.
    RSS – Feeds (notícias)
  • 109.
  • 110.
    Enviar feeds diretamente da PubMed http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/bv.fcgi?rid=helppubmed.section.pubmedhelp.Saving_and_Emailing_
  • 111.
    http://twitter.com/suelybcs Mini blog com msg de até 140 caracteres
  • 112.
    Twitter - Conceitos,Estratégias e Ferramentas, por Martha Gabriel http://www.slideshare.net/marthagabriel/twitter-conceitos-estratgias-e-ferramentas-por-martha-gabriel Twitter na Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e leiam atualizações pessoais de outros contatos (em textos de até 140 caracteres , conhecidos como &quot;tweets&quot;), através da própria Web , por SMS e por softwares específicos instalados em dispositivos portáteis como o Twitterberry desenvolvido para o Blackberry
  • 113.
    O que éo Twitter, como usar e como responder http://www.vejaisso.com/2007/12/20/o-que-e-o-twitter-como-usar-e-como-responder/
  • 114.
    100 maneiras deusar o Twitter em sua biblioteca http://mobile-libraries.blogspot.com/2009/09/100-ways-to-use-twitter-in-your-library.html
  • 115.
  • 116.
    Aumentar caixa detexto que é só até 140 caracteres http://tweetextend.com/index. php Adicione até 14.000 caracteres – Digite sua msg nesta caixa de texto e clique “Sign”
  • 117.
    Extensão do Firefoxque permite postagens além dos 140 caracteres no Twitter http://twitzer.com/twitzer. aspx
  • 118.
    Inserir Widget doTwitter em site, FaceBook , MySpace http://twitter.com/goodies/widgets Atualiza automaticamente os twetts do Twitter no seu site ou em redes sociais configurar
  • 119.
    06 Comunicação científica visibilidade – onde publicar? - Fator de Impacto e Índice-h
  • 120.
    No contexto dacomunicação científica e da produção de documentos hipermídia qual a importância da web 2.0 ? conhecimento: compartilhamento - redes sociais transformações nas inter-relações pessoais (tempo real – deterritorializada) informação: suportes - hipermidiática - híbrida transformações na editoração formal
  • 121.
    A comunicação científicaestá mudando porque a COMUNICAÇÃO mudou
  • 122.
    COMUNICAÇÃO MEDIATIZADA sécXX: De 1 para muitos (Rádio – TV – web 1.0) De 1 para 1 - via dupla (telefone) séc XXI: audiovisual e de muitos para muitos (web 2.0)
  • 123.
    A redação acadêmicaainda está dependente do computador como máquina de escrever/gravar em PDF
  • 124.
    Apesar de todosos avanços tecnológicos resultantes da própria evolução da ciência, a academia tem sido tradicional e conservadora na produção dos documentos/veículos da comunicação científica
  • 125.
    Por que amudança está sendo tão lenta? Segundo Declan Butler (2005): = the conservatism of scientists = their habit of communicating via seminars and peer-reviewed journals BUTLER, D. Science in the web age: joint efforts. Nature, n. 438, p. 548- 549, 2005. Disponível em: http://www.nature.com/nature/journal/v438/n7068/full/438548a.htm
  • 126.
    princípio fundamental dacomunicação científica: qualquer pesquisador precisa de v i s i b i l i d a d e ser lido - ser citado isto é, precisa estar i nserido na rede social de seus pares publicar em periódicos indexados - bem avaliados revisados pelos pares (peer-reviewed) (Fator de Impacto + Qualis/CAPES + Índice-h) livros - capítulos - palestras - eventos
  • 127.
    “ C it a ç õ e s” aviso ao pesquisador navegante: Sorria! você está sendo totalmente vigiado! controle automatizado: avaliação da produção científica pelas citações (Fator de Impacto – Qualis/CAPES - Índice-h)
  • 128.
    sugestões – ondepublicar? nacionais: SCIELO – SEER – DOAJ - PKP estrangeiros: Acesso Aberto - WoS HighWire free - Scopus Repositórios importantes da área e- Teses BDTD NDLTD
  • 129.
    FATOR DE IMPACTO é o indicador bibliométrico publicado anualmente no Journal of Citation Reports (JCR) pelo ISI-Thomson Scientific (ISI) é calculado com base em citações feitas por publicações predominantemente internacionais, indexadas pela WoS (MUGNAINI, 2008)
  • 130.
    O Fator deImpacto de determinado periódico é definido como a razão entre o número de citações feitas no corrente ano a itens publicados nesse periódico nos últimos dois anos, e o número de artigos (itens fonte) publicados nos mesmos dois anos pelo mesmo periódico (JCR, 2006)
  • 131.
    Exemplo de cálculodo FI de 2006 Periódico: Physical Review Letters - FI 2006: 7.072 N.º de citações recebidas em 2006 para os artigos publicados em: 2005 = 28078 2004 = 23332 Total = 51410 N.º de artigos publicados em: 2005 = 3694 2004 = 3575 Total = 7269 Citações recebidas 51410 = 7.072 Número de artigos 7269 Fonte: Journal Citation Reports (2006)
  • 132.
    A validade doindicador FATOR DE IMPACTO está diretamente associada à aceitação de duas premissas: as publicações relevantes são freqüentemente citadas [QUANTITATIVA]; b) o conjunto de publicações indexadas pelo ISI é suficiente para apreender os resultados das pesquisas a serem avaliadas [QUALITATIVA] as evidências comprovam que a utilização do indicador, de modo não contextualizado e relativizado, pode resultar no estabelecimento de critérios de avaliação injustos
  • 133.
    Críticas ao Fatorde Impacto Complexidade - Huth (2001, p. 16) afirma que &quot;o FI representa os resultados finais de um conjunto complexo de variáveis. As pessoas que consultam o FI não podem desconsiderar esta complexidade“ Densidade/Área - o número de citações feitas aos artigos varia de forma proporcional à densidade/área (n. referências) @ Engenharia, Tecnologia e Matemática: citam poucas referências por artigo - média entre 5 e 6 @ Psicologia e Biologia: média entre 8 e 10 citações por publicação. @ Astronomia, Geologia, Física, Química e Medicina Clínica, artigos com 12 a 15 referências e receberem, em média, esse mesmo número de citações @ Pesquisa biomédica, com um número superior de referências e citações: entre 18 e 20 por publicação
  • 134.
    Críticas ao Fatorde Impacto o ritmo de obsolescência da literatura é uma variável importante para a análise de impacto, considerando que a velocidade com que novos conhecimentos de uma área são incorporados à literatura tem reflexos na idade das referências citadas nos artigos Como para o cálculo do FI de um periódico são contabilizadas apenas as citações feitas aos artigos publicados nos últimos dois anos, verifica-se que áreas que obsolescem mais lentamente, ou seja, que referem trabalhos mais antigos, tendem a receber poucas citações no exato período valorizado pelo ISI Desse modo, mesmo que determinada área apresente, em média, artigos muito densos, ela não apresentará necessariamente FI alto se os trabalhos citados forem mais antigos do que dois anos
  • 135.
    A Biblioteca (local ou da rede) de uma Instituição poderá colaborar com sua comunidade acadêmica publicando na web a produção científica em: Portal de Periódicos publicar todos os títulos em um único portal institucional em sistema que permita busca simultânea em todos – produção da instituição O SEER faz isso - http://cecemca.rc.unesp.br/ojs Repositório Institucional publicar toda produção acadêmica - de qualquer tipo – em qualquer formato - inclusive separatas de artigos já publicados em periódicos comercializados - com indexação automática - dentro de padrões internacionais – com acesso aberto (gratuito) – sistema que permita busca simultânea em todos O DSpace faz isso (gratuito) - O DigiTool faz isso (proprietário/compatível/Aleph) Portal de Eventos publicar todos os eventos em um único portal institucional em sistema que permita busca simultânea em todos – produção da instituição O SOAC faz isso – http://200.145.36.250/ocs
  • 136.
    Citações: CrossRef –Scopus - PubMed Google Scholar – Web of Science
  • 137.
    http://scholar.google.com acadêmico – onde fui citado?
  • 138.
  • 139.
  • 140.
    Onde fui citado?= CrossRef
  • 141.
    Onde fui citado?= ligação p/ ISI
  • 142.
    Onde fui citado?ligação p/ Google
  • 143.
    WOS: 23 artigosque citaram este
  • 144.
  • 145.
    O que éÍndice- h ? HIRSCH, J. E. propôs o índice- h neste artigo, publicado em 2005, em agosto no repositório arXiv e em novembro no Proceedings of the National Academy of Sciences “ An index to quantify an individual's scientific research output” http://arxiv.orgabsphysics0508025 http://www.pnas.org/cgi/content/abstract/102/46/16569
  • 146.
    Obviamente a basede dados a ser utilizada deverá ter cobertura suficiente para abranger todo o período da produção científica de um pesquisador (tradução nossa)
  • 147.
    O que éÍndice- h ? H de H IRSCH, J. E. “ I propose the index `h ´ defined as the number of papers with citation number higher or equal to `h ´, as a useful index to characterize the scientific output of a researcher”
  • 148.
    O que éÍndice- h ? “ Eu proponho o índice- h , definindo-o como o número de h trabalhos com número igual ou superior a h citações , como um índice útil para caracterizar a produção científica de um pesquisador” (HIRSCH, 2005, tradução nossa )
  • 149.
    Como se calculao Índice- h ? Ordenar todos os trabalhos de um determinado autor, do 1º. ao último, do mais citado para o menos citado, em duas colunas O índice “h” será ≥ ao número em que as linhas se cruzam A primeira coluna em ordem crescente pela quantidade de trabalhos A segunda coluna em ordem decrescente pela quantidade de citações 45 44 43 42 ... 41 Trabalhos 40 45 50 72 87 Citações
  • 150.
    Como se calculao Índice- h ? Autor com índice- h = 44 tem pelo menos 44 trabalhos com 44 ou + citações O índice “h” será ≥ ao número em que as linhas se cruzam 45 44 43 42 ... 41 Trabalhos 40 45 50 72 87 Citações
  • 151.
    Fonte: HIRSCH,J. E. (2005) Proc. Natl. Acad. Sci. USA, 102, p.16569-16572 http://www.pnas.org/cgi/content/abstract/102/46/16569 Curva esquemática do número de citações versus número de trabalhos, enumerados em ordem decrescente de citações (tradução nossa) o índice- h é igual ou maior ao valor onde se cruzam as linhas do número de citações com a do número de trabalhos
  • 152.
    SPIRES , WEB of SCIENCE e SCOPUS fornecem o índice- h O programa livre ”PUBLISH or PERISH” calcula o índice- h tendo como base o Google Acadêmico Informações completas sobre o Publish or Perish : http://en.wikipedia.org/wiki/Publish_or_perish
  • 153.
    CITAÇÕES DA PRODUÇÃOACADÊMICA Avaliação Docente - Institucional Programas PG http://en.wikipedia.org/wiki/Publish_or_perish P U B L I S H OR P E R I S H
  • 154.
  • 155.
  • 156.
    QUADRO COMPARATIVO DOSINDICADORES FATOR DE IMPACTO E ÍNDICE- h O ato de medir implica em: quem mede, o que mede, porque mede e qual régua usa Busca pelo PoP ... busca por ISSN e etc. acesso aberto/gratuito acesso restrito/pago predominante e periférica ciência predominante citações qq documento citações em periódicos qualquer período 2 anos qualquer base Web of Science periódicos - autores periódicos ÍNDICE- h FATOR DE IMPACTO
  • 157.
    http://arxiv.org/abs/0809.0290 NIF (Normalized Impact Factor) Prof. George E. A. Matsas – IFT - UNESP * Físico formula novo critério para identificar lideranças em comunidades de pesquisa * NIF mede impacto do pesquisador pela média das lideranças de sua própria área de pesquisa * Média de número de citações que tem e que faz * NIF superior a 1 é líder , inferior a 1 é seguidor
  • 158.
    PostRank: uma novamedida de valor para a produção intelectual Fonte: lista bib_virtual@ibict.br em nome de [email_address] - Enviada:segunda-feira, 7 de setembro de 2009 PostRank  é um sistema desenvolvido pela AideRSS pontuação para classificar qualquer conteúdo online tipo itens de feed RSS, postagem e comentário em um blog, artigos, ou NewsStories e  Postagem em uma Lista. O PostRank baseia-se no engajamento social que aquela peça de informação movimentou e remete para uma medida de valor do interesse ou da relevância, baseadas no que as pessoas acham,  que um item de informação online na web possa ter. Exemplos de envolvimento incluem escrever um post no blog, responder a uma postagem, bookmarking uma URL publicamente, referenciando um artigo, deixar  um comentário em um blog, enviar um link  ou clicar em um link para ler um um item de noticia no NewsRSS.
  • 159.
    Considerações Ciência “predominante”- Ciência “periférica” Brasil “periférico” - critérios de “predominante” Opção: Movimento “Open Access” – Acesso Aberto Importância das citações e referências corretas Importância de colocar DOI - http://dx.doi.org/ ... Uniformidade dos SOBRENOMES (seu e de outros) Não usar travessão para substituir AUTOR Continuar publicando com sobrenome de solteira (hífen novo sobrenome) Colocar nas referências de seus trabalhos no Lattes e em todas as suas publicações on-line: Disponível em: <...>. Acesso em: 29 ago 2008
  • 160.
    07 DocumentosHipermídia
  • 161.
    O periódico científico eletrônico ou não tem 4 atores: Autores Editores Avaliadores Leitores Atores deste processo precisam de upgrade? com raras exceções?
  • 162.
    Periódicos “2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Autores ainda escrevem como se fossem publicar na versão impressa com raras exceções
  • 163.
    Periódicos “2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Editores publicam na web a versão impressa de seus periódicos com raras exceções
  • 164.
    * Fluxo editorialexclusivamente on-line * habilitar ferramentas para leitores publicarem comentários nos artigos e participarem do processo de avaliação
  • 165.
    Periódicos “2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Avaliadores com sérias restrições ao modelo on-line Mesmo fluxo da versão impressa com raras exceções
  • 166.
    Editores respeitam restriçõespois grande parte dos mais conceituados avaliadores preferem modelo tradicional
  • 167.
    Periódicos “2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Leitores “ 1.0” pesquisam baixam imprimem
  • 168.
    Há leitores “2.0” de periódicos “1.0” e o contrário também é verdadeiro pertencemos à geração “interface”
  • 169.
    Periódicos “2.0” ou Periódicos ”1.0” on-line ? Como mudar? disposição interesse infra-estrutura [a web 3.0 vem aí...]
  • 170.
    utilizar TabelasDinâmicas http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-med/tab_dinamica/tabdin.html#_Toc452783936 Tabela Dinâmica é uma tabela interativa que resume uma grande quantidade de dados rapidamente, ou os combina de tabelas diferentes. É possível girar suas linhas e colunas para ver resumos diferentes dos dados de origem, filtrar os dados exibindo páginas diferentes ou exibir os detalhes das áreas de interesse.
  • 171.
    Google Scholar, Scopuse WOS (em 2006) http://www.bio-diglib.com/content/3/1/7
  • 172.
    Comentários de leitoresneste artigo http://www.bio-diglib.com/content/3/1/7/comments
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    [Bib_virtual] Peer-reviewon-line? Será o fim dos feudos? ‏ De: bib_virtual-bounces@ibict.br em nome de Cicero Silva (ciceroinaciodasilva@gmail.com) Enviada: quinta-feira, 9 de abril de 2009 20:00:21 - Para: [email_address] Revista Leonardo (MIT Press) e a Universidade do Maine adotam novo sistema de peer-review baseado na avaliação não só de pares, mas on-line de todos interessados nos assuntos, através de sistemas eletrônicos de votação, comentários e anotações. Vejam um dos primeiros exemplos, um livro que é todo comentado on-line (peer review) a ser publicado pela MIT Press: http://lab.softwarestudies.com/2008/05/mit-autoriza-o-uso-de-blog-para-reviso.html   Cicero AVALIAÇÃO/comentários ABAIXO DOS ORIGINAIS SUBMETIDOS – AVALIAÇÃO FEITA ON-LINE PELOS PARES LEITORES E NÃO SOMENTE PELOS REFEREES
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  • 177.
  • 178.
    ouvir o artigoe ver slideshow em ppt http://beta.nejm.org/AudioSummary/#
  • 179.
    Áudio Vídeo Slides http://sdu.ictp.it/openaccess/
  • 180.
    Editorial em vídeo http://www.freemedicaljournals.com/htm/index.htm
  • 181.
    http://www.myjove.com/index.stt What is JoVE? Journal of Visualized Experiments (JoVE) is a video journal for biological research. Video publications will be indexed in MEDLINE/ Pubmed Back in 2006  we wrote   enthusiastically  about the first issue of the online  Journal of Visualized Experiments  — the aim of which is to publish video films of experimental work to help apply laboratory protocols. A &quot;YouTube for test tubes&quot;, as  it was then called . Since then JoVE has published more than 200 videos of laboratory procedures. Now (says  Nature,  4 Sept, p 13), the content of JoVE will be indexed in the  MEDLINE base  and thus available through the  PubMed  search engine. An interesting policy move from the side of the  National   Library of Medicine , because it means that the video format is now being endorsed on a par with text articles as an acknowledged form of publication (cf. how NLM last year began to endorse blogs as publications, see  earlier post here ).
  • 182.
  • 183.
    2006: textos peloPDA ou celular http://webinsider.uol.com.br/index. php /2006/01/24/ textos-do-webinsider-em-pdas-e-celulares-via-hands /
  • 184.
    PDA – sumáriose abstracts http://www3.interscience.wiley.com/mobile_edition/
  • 185.
    08 DOI Handle
  • 186.
    DOI D igital O bject I dentifier http://dx.doi.org/ HANDLE http://handle.net
  • 187.
    Dicas DOI: Digital Object Identifier http://www.doi.org Informações + importantes: http://seer.ibict.br/index.php?option=com_content&task=view&i d=277& Itemid =120 http://www.doi.org/infokit/0607DOIFAQs.pdf Utilizar agência CROSSREF p/ obtenção do DOI http://www.crossref.org/ http://www.crossref.org/01company/join_crossref.html http://www.crossref.org/help/CrossRef_Help.htm Taxas: http://www.crossref.org/02publishers/20pub_fees.html#annual Informações: http://www.crossref.org/01company/15doi_info.html Demo: http://www.crossref.org/09demo/index.html Formulário: http://www.crossref.org/webDeposit/
  • 188.
    DOI para livrose capítulos http://www.crossref.org/02publishers/dois_for_books.html
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  • 190.
    Pesquisa no próprioJournal pelo DOI
  • 191.
    Uso do radicalhttp//:dx.doi.org/
  • 192.
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    Incluir DOI nofinal da referência
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  • 199.
    link Sugestão jáenviada para Scielo e para ABNT – CB-14 (Reunião de revisão da NBR 6023: Referências em 5/junho/2009)
  • 200.
    09 DireitosAutorais Copyleft Creative Commons
  • 201.
    Direitos Autorais Licenças C reative C ommons Copyright > Copyleft movimento Acesso Aberto à comunicação científica consulte: http://kuramoto.blog.br/
  • 202.
    Direitos autorais -Creative Commons http://creativecommons.org/license/ Com uma licença Creative Commons, você mantém seus direitos autorais mas todos possibilita a outros copiar e distribuir sua obra contanto que atribuam crédito a você -- e somente sob as condições que você especificar aqui. Se você quiser oferecer sua obra sem nenhuma condição, escolha o domínio público . O Creative Commons ajuda-lhe a publicar seu trabalho online enquanto informa a outros exatamente o que eles podem e não podem fazer com seu trabalho. Quando você escolhe uma licença, nós lhe providenciamos as ferramentas e os tutoriais que possibilitam você adicionar as informações sobre a licença no seu site, ou em um dos vários serviços gratuitos de hospedagem que já incorporaram o Creative commons.
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    Licenças CreativeCommons Creative Commons : seja criativo! http://biblio.crube.net/?p=600 apresentações em Flash que foram usadas no V Fórum Internacional de Software Livre, no debate Creative Commons É uma apresentação bem didática do que é esse movimento http:// mirrors.creativecommons.org/getcreative/br / http:// mirrors.creativecommons.org/reticulum_rex/br /
  • 205.
    Incluir selo CCem portais de periódicos Incluir botão AddThis em portais de periódicos
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    Incluir selo CCem artigos de periódicos
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    sugestões de leiturasJuliano Spyer Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter http://livrodotwitter.blogspot.com/ Para entender a internet (texto integral gratuito) http://paraentenderainternet.blogspot.com/2009/01/ba ixe-o-pdf-do-livro.html   Conectado (visualização quase integral do texto no books do google) http://books.google.com.br/books?id=UksDs0jcBXwC &pg=PA7&dq=conectado+%2B+zahar&sig=ACfU3U2 GAk0ta2dsupmJ2AkemggzOq-qgw#PPA176,M1
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    “ [...] é irônico que pela primeira vez na história as tecnologias da informação criaram a possibilidade da comunidade global, mas fazê-la acontecer, de fato, exige atos do c o r a ç ã o h u m a n o ” (Richard McDermott - Knowing in community)   SKYPE: suelybcs MSN: suelybcs@hotmail.com Ciberteclando com Suelybcs http://suelybcs.wordpress.com http://twitter.com/suelybcs http://delicious.com/suelybcs http://slideshare.net/suelybcs Gtalk: suelybcs@gmail.com SOARES, S. B. C., outubro/2009 Apresentação licenciada por uma licença Creative Commons