O documento discute os perigos do pragmatismo religioso, onde a eficácia e resultados são mais valorizados do que a fidelidade à Bíblia. Ele lista sete tendências populares no evangelicalismo moderno como "maravilhas", incluindo a prosperidade, ecumenismo e experiencialismo. O autor argumenta que embora essas abordagens possam atrair pessoas, elas não necessariamente têm a aprovação de Deus se não estiverem alinhadas com Sua Palavra.