O documento discute extremismo religioso e evangélico, destacando que: 1) Extremismo religioso envolve impor ideologias através da violência; 2) A Constituição Brasileira garante a liberdade religiosa; 3) Um Estado laico tem neutralidade religiosa e não apoia ou discrimina nenhuma fé. O cristianismo bíblico é sofredor, não agressor, e busca persuadir, não impor.