higiene do trabalho
Exposição Ocupacional às Temperaturas
extremas
1
Alunos(a):Anderson Correia
Meire Oliveira
Jacksson Carvalho
Jamile Penha
Jucerlândio da Silva
2
Temperaturas Extremas
3
CALOR
A exposição ocupacional ao calor
ocorre na maioria dos ramos de
atividades industriais, desde a
construção civil e atividades
extrativas em suas formas primárias,
indústria mecânica, materiais
refratários e cerâmicos, As principais
fontes de calor ocupacional são a
carga solar (para atividade a céu
aberto), caldeiras e fornos,fornos
cerâmicos e de materiais refratários
e estufas para diversas finalidades.
4
Atividades expostas a altas
temperaturas
O calor , como parte de um
processo industrial, como um
subproduto do processo ou
condição do meio ambiente, é
um alto fator de impacto no
setor produtivo , principalmente
nas seguintes atividades ou
equipamento:
5
Cerâmica (argila) calderas Fundição
de metais Geradores de vapor
Indústria Cerâmica ,ETC..
Continuação
Quando o indivíduo é submetido a uma sobrecarga térmica,
é esse centro que comanda as alterações fisiológicas
necessárias para conseguir o equilíbrio energético,
preparando o organismo para aquela situação. Dentre estas
reações chamadas termorreguladoras, a vasodilatação
periférica é uma das mais importantes, e se caracteriza por
dilatar os vasos periféricos do corpo, permitindo
uma maior irrigação sanguínea para transportar o calor
aumentado pela atividade celular intensa, (metabolismo),
para ser dissipado ao nível da pele, através dos
mecanismos já citados, ou seja a radiação, condução e
convecção, tendo este último, importante papel na
evaporação do suor.
6
MECANISMOS DE TROCA TÉRMICA
7
Condução térmica
É o contato de transferência de calor com o ar , a roupa
, a água , ou outros objetos ( Uma cadeira , por
exemplo ) . Quando a transferência de calor ocorre em
um corpo a uma temperatura mais elevada do que o
outro . Tendem a igualar a temperatura em um corpo ou
entre diferentes corpos de contato
CONVECÇÃO
O corpo pode ganhar ou
perder calor por convecção
que consiste de um
mecanismo em que a pele
recebe ou transmite o calor
para o ar circundante quando
as temperaturas de ambos
são diferentes ; por
conseguinte, depende da
velocidade do ar de
convecção e temperatura .
8
Evaporação
Este é um mecanismo de
remoção de calor , como o suor ,
a evaporar-se , tornando a pele
que contacta com o calor
necessário para a passagem de
líquido para vapor . Está perdido
aprox. 22% do calor do corpo
9
Produção de calor metabólico
atividade física do corpo
gera calor que se acumula
no interior. Pode-se dizer
que o corpo , Como em
qualquer máquina , somente
convertida em trabalho uma
parte da energia utilizada ,
degradando o restante na
forma de calor , de modo
que a mais intensa por
qualquer actividade física do
indivíduo , quanto maior for
a quantidade de calor 10
Efeito do calor no organismo
11
Quando o trabalhador está exposto a altos
níveis de calor poderá sofrer danos à sua
saúde,tais como:
Estresse térmico ou insolação :
Exercício extenuante pode produzir
este fator. Isso ocorre quando a
temperatura interna exceder 42 ° C ,
independentemente do grau de
temperatura ambiente ,
sudorese
Convulsões com sudorese
intensa : Ela pode ser
causada pela exposição a altas
az temperaturas por um período
relativamente longo ,
especialmente se
acompanhado de exercício
físico intenso , com perda
excessiva de sal e água.
12
Exaustão pelo calor
É o resultado do
exercício em um
ambiente quente . Seus
sinais são regularmente
a temperatura elevada ,
palidez , aumento da
pulsação , tontura,
sudorese profusa , pele
pegajosa .
13
É causada por deficiência do
sistema circulatório em
atender as necessidades
orgânicas e fornecer o sangue
arterial para manter o
metabolismo celular; os
efeitos são o desânimo,
fadiga, anorexia, náusea e
vômitos. O aspecto da pele é
pálida e úmida; os sintomas
se caracterizam por tonturas,
mal estar, dor de cabeça e
fraqueza, podendo levar à
inconsciência.
SÍNCOPE PELO CALOR
14
• Vasodilatação Periférica
Quando o calor perdido
pelo organismo é menor do
que o calor ganho ou gerado
pelo metabolismo, o
organismo promove como
ação corretiva a
vasodilatação periférica. O
calor do núcleo do corpo é
conduzido para sua superfície
através do fluxo sanguíneo o
que gera um aumento na
temperatura da pele
resultando em um aumento
nas trocas térmicas.
15
Pode ocorrer por eliminação
excessiva da água (desidratação),
ou perdas sem reposição de sais
minerais, acontece com maior
frequência em indivíduos não
adaptados ao ambiente quente
(trabalhadores novatos).
Para evitá-la, as perdas de água
não deverão ser superiores a
1,5%, do peso do indivíduo, ao
final da jornada de trabalho. A
água deve ser ingerida com
adição de sais minerais, podendo
ser o cloreto de sódio
16
PROSTAÇÃO TÉRMICA
São atribuídas às perdas de sais
minerais e se apresentam como
fortes dores musculares,
principalmente na coxa, nos
músculos abdominais, e outros
que tenham sido mais solicitados
no trabalho. Os indivíduos
geralmente acometidos são
aqueles já aclimatados, e outros
que ingerem água em abundância,
porém sem o sal necessário.
17
CÂIMBRAS
ENFERMIDADES DAS GLÂNDULAS SUDORÍPARAS
Ocorrem com maior
frequência em ambientes
quentes e úmidos, em
condições que o indivíduo
transpira, mas em que o suor
não evapora em quantidade
suficiente para manter ativas
as glândulas.
Poderá ocasionar uma queda
ou paralisação na
produção de suor em
determinadas partes do corpo
e surgir erupções cutâneas.
EDEMA PELO CALOR
Marca a evolução da doença o
inchaço dos pés e tornozelos, e às
vezes das mãos também surge
mais frequentemente em
trabalhadores ainda não
devidamente aclimatados. Neste
caso poderão ocorrer duas
situações: que os efeitos
desapareçam gradativamente, ou
tendam a se agravar; no último
caso será aconselhável a remoção
do indivíduo do local,
remanejando-o para outras
atividades.
CATARATAS
20
O calor radiante provoca
ou predispõe o indivíduo
à catarata, pela ação
dos raios infra-
vermelhos sobre o
cristalino dos olhos,
fazendo com que uma
doença característica de
pessoas idosas possa
surgir precocemente em
indivíduos relativamente
jovens.
INTERMAÇÃO OU
INSOLAÇÃO
Causada por distúrbios no
mecanismo termorregulador; o
indivíduo acometido apresenta
a pele avermelhada quente e
seca, os sintomas mais
frequentes são:
tonturas, tremores, convulsões
e delírios podendo levar a
morte ou deixar estigmas
irreversíveis. Tem as mesmas
características da exposição
excessiva ao sol de
verão, com desidratação e
queimaduras da pele.
.
Temperatura do ar
É necessário que haja um gradiente de temperatura para que se
viabilizem os mecanismos de troca térmica: condução, convecção
e radiação. Desse modo, o sentido de transmissão de calor
dependerá da defasagem positiva ou negativa entre a
temperatura do ar e a da pele. Se a temperatura do ar for maior
que a da pele, o organismo ganhará calor; e se for menor, o
organismo perderá calor
Calor radiante
Quando um indivíduo se encontra em presença de fontes
apreciáveis de calor radiante, o organismo ganha calor pelo
mecanismo de radiação. Caso não haja fontes de calor radiante
ou se as mesmas forem controladas, o organismo humano
poderá perder calor pelo mesmo mecanismo. 22
FATORES QUE INFLUEM NAS TROCAS TÉRMICAS ENTRE O
MEIO AMBIENTE E O CORPO HUMANO
Este parâmetro influi na troca térmica entre o organismo e o
ambiente pelo mecanismo de evaporação. Desse modo, a perda de
calor no organismo por evaporação dependerá da umidade relativa
do ar, isto é, da quantidade de água presente numa determinada
quantidade de ar.
Velocidade do ar
A velocidade do ar no ambiente pode alterar as trocas tanto na
condução e convecção como na evaporação.
Quando há aumento da velocidade do ar no ambiente, ocorre
aceleração da troca de camadas de ar mais próximas ao corpo,
aumentando desse modo o fluxo de calor entre este e o ar.
Tipo de atividade
Quanto mais intensa a atividade muscular realizada pelo indivíduo,
maior será o calor produzido pelo metabolismo.
23
Umidade relativa do ar
MEDIDAS DE CONTROLE
 medidas de controle da exposição
ocupacional ao calor são de duas classes
principais:
a) Controle no Homem
b) Controle do ambiente
CONTROLE NO HOMEM
Se inicia com exame de aptidão para se realizar trabalho em
ambientes com fontes térmicas. O controle médico deve ser
efetuado, (NR 7 da Portaria 3214/78), sendo admissionais
periódicos e demissionais.
O exame admissional objetiva detectar possíveis distúrbios ou
doenças que mesmo incipientes, poderiam de alguma forma
se agravarem expondo o indivíduo situações indesejáveis,
além de selecionar indivíduos aptos para o trabalho com
exposição ao calor conforme o seu tipo físico característico.
Os exames periódicos visam prevenir possíveis estados
patológicos em suas formas ainda latentes evitando a
ocorrência de doenças e desgastes físicos irrecuperáveis.
25
ACLIMATAÇÃO
Os indivíduos iniciantes em atividades que o exponham ao
calor devem passar por treinamento prévio e adaptação
gradativa; no início trabalhando no máximo 80% na
jornada de trabalho, levando em média duas semanas
para completa adaptação.
26
LIMITAÇÃO DO TEMPO DE EXPOSIÇÃO
De acordo com a análise de sobrecarga térmica quando se
constata insalubridade, deverão ser estudados tempos de
descanso, alternados com tempos de trabalho,
devendo o local de descanso possuir cabine isolada do
calor radiante e ser ventilada.
Esta medida não exclui as anteriores. Após esta providência
deverão ser efetuadas novas medições para se verificar a
eficácia desta solução
27
EDUCAÇÃO SANITÁRIA
28
Os trabalhadores deverão ser orientados quanto à higiene
pessoal, de como a limpeza de pele e dos poros é
importante para a saúde e particularmente no caso de
exposição à sobrecarga térmica. Más condições de higiene,
poderão predispor o organismo à aquisição de moléstias
originadas na debilidade orgânica, pois condições precárias
de higiene criam ambiente propício à proliferação de
microrganismos. Para tanto é necessário que a empresa
forneça ao empregado todas as condições de limpeza com
instalações higienizadas para banhos após os turnos,
também devem ser orientados de como o uso de fumo e
álcool debilitam o organismo e o predispõem para
doenças e acidentes.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
29
Para cada caso deve ser especificado o conjunto de EPI mais
apropriado tais como: óculos e protetores faciais contra a
radiação térmica, luvas, aventais, ou blusão antichama,
capacetes de Celeron, calçados de segurança resistentes ao
calor e perneiras e vestimentas aluminadas para exposições
severas. roupas especiais: macacão de segurança para
proteção contra temperaturas extremas (frio e calor)
CONTROLE NO AMBIENTE
30
BARREIRAS TÉRMICAS
As barreiras poderão ser confeccionadas em alumínio polido, ou
aço inoxidável no lado voltado para a fonte térmica, e no lado
oposto pode-se revestir a chapa de metal com material isolante
térmico, fibras de lã de rocha, lã de vidro,etc.
VENTILAÇÃO
Outra forma de controle é a ventilação, quando o calor se
transmite por condução convecção,insuflando ar fresco no
ambiente aquecido ou exaurindo o ar aquecido: o processo mais
eficiente é a combinação insuflação/ exaustão, devendo-se no
projeto dosar os volumes de ar a serem movimentados e levar
em consideração a densidade deste, para empregar suas
propriedades naturais usando principalmente o efeito
chaminé.
31
Equipamento de proteção
individual contra o calor
Equipamento de proteção
individual contra o calor
32
Proteção contra calor radiante
Macacão com forração de
lona de algodão antichama
para serviços na faixa de
aproximação ao fogo
Conjunto
impermeável (com
barreira d’água e
respirável)
composto por
capacete, capuz,
luvas, botas, calça e
japona.
Diversas atividades laborais
expõem os trabalhadores aos
danos causados pelo frio.
Destacamos atividades
realizadas em câmaras
frigoríficas, trabalho de
embalagens de carne e demais
alimentos, operação portuária,
nas quais se manuseiam as
cargas congeladas e outros.
33
FRIO
EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO FRIO
34
 Construção civil
 Agricultura
 Pesca
 Exploração de petróleo
 Policiamento
 Resgate e Salvamento
 Câmaras frias
 Câmaras frigoríficas
 Fabricação de gelo
 Fabricação de sorvetes
O trabalho em ambientes
extremamente frios se constitui num
risco potencial à saúde dos
trabalhadores, podem causar
desconforto, doenças ocupacionais,
acidentes e a morte. O corpo
humano, quando exposto a
baixas temperaturas, perde calor
para o meio ambiente, baixando a
temperatura da pele e
das extremidades. A capacidade do
homem é muito eficaz para o calor e
pouco eficiente para o
Trabalho em ambiente frio
35
Lesões causadas pelo frio
As lesões mais graves causadas
pelo frio é a perda excessiva de
calor do corpo e diminuição da
temperatura no centro do corpo, o
que chamamos de hipotermia.
A hipotermia e outras lesões
causadas pelo frio podem ser
evitadas se for adotadas práticas
adequadas para essa situação.
Roupas de frio, inclusive proteção
para a cabeça, luvas mitenes e
botas isolantes, devem ser
usadas por pessoas expostas ao
frio.
36
Lesões causadas pelo frio
37
Geladura (congelamento parcial):
partes da pele congelam, sofrem
lesões superficiais mas não são
lesadas de modo permanente.
As áreas congeladas da pele
ficam brancas e firmes e, em
seguida, edemaciadas
(inchadas) e dolorosas.
Posteriormente, a pele pode
descamar, como ocorre nos
casos de queimadura solar.
Lesões causadas pelo frio
Congelameto:alguns tecidos do
corpo são realmente destruídos. As
mãos e pés expostos são as partes
mais vulneráveis. A lesão causada
pelo congelamento é conseqüência
da diminuição do fluxo sangüíneo e
da formação de cristais de gelo nos
tecidos. No congelamento, a pele
fica hiperemiada (vermelha),
edemaciada (inchada) e dolorosa e,
em seguida, preta. As células nas
áreas congeladas morrem.
Dependendo da extensão do
congelamento, o tecido afetado pode
recuperar-se ou pode gangrenar.
38
Exposição ao frio
As ocupações com maior risco de exposição ao frio
são os trabalhadores à céu aberto no clima frio, nos
serviços de refrigeração, entre outros. Quando há
congelamento dos tecidos, em torno da temperatura
de -1°C, ocorre alteração da estrutura celular e
necrose dos tecidos. O primeiro sinal da lesão por frio
é uma sensação aguda de pontada, adormecimento e
anestesia dos tecidos atingidos. A necrose por frio
pode produzir desde uma lesão superficial com
mudança da cor da pele, anestesia transitória, até o
congelamento de tecidos profundos com isquemia
persistente, trombose, cianose profunda e gangrena.
39
De acordo com a Consolidação das Leis
do trabalho – Decreto-lei 5452/43
Para os empregados que trabalham no interior das
câmaras frigoríficas e para os que movimentam
mercadorias do ambiente quente ou normal para o
frio e vice-versa, depois de 1 (uma) hora e 40
(quarenta) minutos de trabalho contínuo, será
assegurado um período de 20 (vinte) minutos de
repouso, computado esse intervalo como de trabalho
efetivo
40
Medidas de controle
QUAIS SÃO AS MEDIDAS DE
COLETIVA QUE DEVEM SER
ADOTADAS DURANTE O
TRABALHO EM AMBIENTES
FIOS?
41
42
informação
Faixa de temperatura de bulbo seco (°C) Máxima exposição diária permissível para
pessoas adequadamente vestidas para
exposição ao Frio
15,0 a -17,9 (*)
12,0 a -17,9 (**)
10,0 a -17,9 (***)
-18,0 a -33,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de
4 horas, alternando-se 1 hora de trabalho
com 1 hora de repouso e recuperação
térmica, fora do ambiente frio.
-34,0 a -56,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de
1 hora, sendo dois períodos de 30 minutos
com separação mínima de 4 horas para
repouso e recuperação térmica, fora do
ambiente frio.
-57,0 a -73,0 Tempo total de trabalho no ambiente frio de
5 minutos, sendo o restante da jornada
cumprida obrigatoriamente fora do ambiente
frio.
abaixo de –73,0 Não é permitida exposição ao ambiente frio
seja qual for a vestimenta utilizada.
Tempo total de trabalho no ambiente frio de
6 horas e 40 minutos, sendo quatro períodos
de 1 horas e 40 minutos alternados com 20
Existem diversas medidas de proteção
coletiva que podem ser implantadas
nas indústrias, com o objetivo de
prevenir acidentes e lesões
ocupacionais devido à exposição do
trabalhador ao frio. Entre elas pode-se
citar:
Medidas de controle
43
Medidas de organização do
trabalho=sinalização, iluminação de
emergência, indicadores de entrada e saída.
• Nunca trabalhar sozinho no interior de uma
câmara fria;
• O local de trabalho deve ser planejado para
que o trabalhador não passe longo período
parado;
• Deve-se proporcionar aos empregados locais
de repouso aquecido;
• Os túneis de congelamento só devem ter o
sistema de ventilação ligado quando não
houver trabalhadores no local.
44
Medidas de controle relativa ao
ambiente
Diversas medidas de caráter ambiental
podem ser adotadas para minorar a
intensidade do frio. Barreiras, toldos e
quando as operações permitirem ambientes
totalmente fechados e cobertos podem ser
utilizados para proteger os trabalhadores do
vento, da chuva e das condições climáticas
desfavoráveis. Tendas infláveis e diversos
outros tipos de abrigos pré-fabricados,
facilmente desmontáveis, podem ser
utilizados em serviços ao ar livre, que exigem
mobilidade periódica.
45
Medidas de controle relativa ao
pessoal
Vestimentas pesadas e isolantes do frio;
Exames médicos pé-admissionais e periódicos;
Alimentação apropriada, constituída por alimentos de
elevado conteúdo calórico, além da ingestão frequente
de líquidos quentes; Educação dos trabalhadores sobre
as medidas preventivas a serem adotadas; Proteção
contra a umidade, através do uso de vestimentas e
calçados impermeáveis, e através da dosagem da
quantidade exata de roupas, que mantenham a
transpiração do individuo num mínimo, reduzindo desta
forma o resfriamento do corpo por evaporação do suor.
46
Locais de repouso
Os locais de repouso devem
possuir salas especiais para
secagem das roupas do
trabalhador, sempre que a
atividade provocar seu
umedecimento, e troca por
vestimenta seca quando
necessário;
47higiene Ocupacional
É dever da empresa
• É DEVER DA EMPRESA
FORNECER OS EQUIPAMENTOS
DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E
COLETIVA AOS SEUS
COLABORADORES
48
Proteção contra o frio
Meias de lã são
as ideais, meias
de alanca e
acetato não
devem ser
utilizados.
49higiene Ocupacional
BOTAS
• Para o trabalho
em temperaturas
frias, é
recomendável
usar bota de
couro, com o
forro em feltro. As
botas devem ser
impermeáveis e
as meias trocas
quando
molhadas. 50higiene Ocupacional
agasalhos
Uma camisa ou
um suéter de lã
sobre uma
camiseta de
algodão.
Capote com
capuz
51higiene Ocupacional
Recomendações
devem ser oferecidas bebidas doces e sopas quentes no
ambiente de trabalho para aumentar as calorias e o volume
de líquidos. O café deve ser limitado devido ao seu efeito
diurético e sobre a circulação sanguínea;
as portas de câmaras frigorificadas ou outras dependências
refrigeradas onde haja trabalhadores operando devem ser
dotadas de sistema que permita a abertura das portas
internamente, caso os trabalhadores ficarem
involuntariamente presos.
52
FIM!!!
O trabalho é
necessário,
A segurança
importante
E a Vida é
essencial.
(Ney Juvent)
53

Hegiene ocupacional calor e frio

  • 1.
    higiene do trabalho ExposiçãoOcupacional às Temperaturas extremas 1
  • 2.
    Alunos(a):Anderson Correia Meire Oliveira JackssonCarvalho Jamile Penha Jucerlândio da Silva 2
  • 3.
  • 4.
    CALOR A exposição ocupacionalao calor ocorre na maioria dos ramos de atividades industriais, desde a construção civil e atividades extrativas em suas formas primárias, indústria mecânica, materiais refratários e cerâmicos, As principais fontes de calor ocupacional são a carga solar (para atividade a céu aberto), caldeiras e fornos,fornos cerâmicos e de materiais refratários e estufas para diversas finalidades. 4
  • 5.
    Atividades expostas aaltas temperaturas O calor , como parte de um processo industrial, como um subproduto do processo ou condição do meio ambiente, é um alto fator de impacto no setor produtivo , principalmente nas seguintes atividades ou equipamento: 5 Cerâmica (argila) calderas Fundição de metais Geradores de vapor Indústria Cerâmica ,ETC..
  • 6.
    Continuação Quando o indivíduoé submetido a uma sobrecarga térmica, é esse centro que comanda as alterações fisiológicas necessárias para conseguir o equilíbrio energético, preparando o organismo para aquela situação. Dentre estas reações chamadas termorreguladoras, a vasodilatação periférica é uma das mais importantes, e se caracteriza por dilatar os vasos periféricos do corpo, permitindo uma maior irrigação sanguínea para transportar o calor aumentado pela atividade celular intensa, (metabolismo), para ser dissipado ao nível da pele, através dos mecanismos já citados, ou seja a radiação, condução e convecção, tendo este último, importante papel na evaporação do suor. 6
  • 7.
    MECANISMOS DE TROCATÉRMICA 7 Condução térmica É o contato de transferência de calor com o ar , a roupa , a água , ou outros objetos ( Uma cadeira , por exemplo ) . Quando a transferência de calor ocorre em um corpo a uma temperatura mais elevada do que o outro . Tendem a igualar a temperatura em um corpo ou entre diferentes corpos de contato
  • 8.
    CONVECÇÃO O corpo podeganhar ou perder calor por convecção que consiste de um mecanismo em que a pele recebe ou transmite o calor para o ar circundante quando as temperaturas de ambos são diferentes ; por conseguinte, depende da velocidade do ar de convecção e temperatura . 8
  • 9.
    Evaporação Este é ummecanismo de remoção de calor , como o suor , a evaporar-se , tornando a pele que contacta com o calor necessário para a passagem de líquido para vapor . Está perdido aprox. 22% do calor do corpo 9
  • 10.
    Produção de calormetabólico atividade física do corpo gera calor que se acumula no interior. Pode-se dizer que o corpo , Como em qualquer máquina , somente convertida em trabalho uma parte da energia utilizada , degradando o restante na forma de calor , de modo que a mais intensa por qualquer actividade física do indivíduo , quanto maior for a quantidade de calor 10
  • 11.
    Efeito do calorno organismo 11 Quando o trabalhador está exposto a altos níveis de calor poderá sofrer danos à sua saúde,tais como: Estresse térmico ou insolação : Exercício extenuante pode produzir este fator. Isso ocorre quando a temperatura interna exceder 42 ° C , independentemente do grau de temperatura ambiente ,
  • 12.
    sudorese Convulsões com sudorese intensa: Ela pode ser causada pela exposição a altas az temperaturas por um período relativamente longo , especialmente se acompanhado de exercício físico intenso , com perda excessiva de sal e água. 12
  • 13.
    Exaustão pelo calor Éo resultado do exercício em um ambiente quente . Seus sinais são regularmente a temperatura elevada , palidez , aumento da pulsação , tontura, sudorese profusa , pele pegajosa . 13
  • 14.
    É causada pordeficiência do sistema circulatório em atender as necessidades orgânicas e fornecer o sangue arterial para manter o metabolismo celular; os efeitos são o desânimo, fadiga, anorexia, náusea e vômitos. O aspecto da pele é pálida e úmida; os sintomas se caracterizam por tonturas, mal estar, dor de cabeça e fraqueza, podendo levar à inconsciência. SÍNCOPE PELO CALOR 14
  • 15.
    • Vasodilatação Periférica Quandoo calor perdido pelo organismo é menor do que o calor ganho ou gerado pelo metabolismo, o organismo promove como ação corretiva a vasodilatação periférica. O calor do núcleo do corpo é conduzido para sua superfície através do fluxo sanguíneo o que gera um aumento na temperatura da pele resultando em um aumento nas trocas térmicas. 15
  • 16.
    Pode ocorrer poreliminação excessiva da água (desidratação), ou perdas sem reposição de sais minerais, acontece com maior frequência em indivíduos não adaptados ao ambiente quente (trabalhadores novatos). Para evitá-la, as perdas de água não deverão ser superiores a 1,5%, do peso do indivíduo, ao final da jornada de trabalho. A água deve ser ingerida com adição de sais minerais, podendo ser o cloreto de sódio 16 PROSTAÇÃO TÉRMICA
  • 17.
    São atribuídas àsperdas de sais minerais e se apresentam como fortes dores musculares, principalmente na coxa, nos músculos abdominais, e outros que tenham sido mais solicitados no trabalho. Os indivíduos geralmente acometidos são aqueles já aclimatados, e outros que ingerem água em abundância, porém sem o sal necessário. 17 CÂIMBRAS
  • 18.
    ENFERMIDADES DAS GLÂNDULASSUDORÍPARAS Ocorrem com maior frequência em ambientes quentes e úmidos, em condições que o indivíduo transpira, mas em que o suor não evapora em quantidade suficiente para manter ativas as glândulas. Poderá ocasionar uma queda ou paralisação na produção de suor em determinadas partes do corpo e surgir erupções cutâneas.
  • 19.
    EDEMA PELO CALOR Marcaa evolução da doença o inchaço dos pés e tornozelos, e às vezes das mãos também surge mais frequentemente em trabalhadores ainda não devidamente aclimatados. Neste caso poderão ocorrer duas situações: que os efeitos desapareçam gradativamente, ou tendam a se agravar; no último caso será aconselhável a remoção do indivíduo do local, remanejando-o para outras atividades.
  • 20.
    CATARATAS 20 O calor radianteprovoca ou predispõe o indivíduo à catarata, pela ação dos raios infra- vermelhos sobre o cristalino dos olhos, fazendo com que uma doença característica de pessoas idosas possa surgir precocemente em indivíduos relativamente jovens.
  • 21.
    INTERMAÇÃO OU INSOLAÇÃO Causada pordistúrbios no mecanismo termorregulador; o indivíduo acometido apresenta a pele avermelhada quente e seca, os sintomas mais frequentes são: tonturas, tremores, convulsões e delírios podendo levar a morte ou deixar estigmas irreversíveis. Tem as mesmas características da exposição excessiva ao sol de verão, com desidratação e queimaduras da pele. .
  • 22.
    Temperatura do ar Énecessário que haja um gradiente de temperatura para que se viabilizem os mecanismos de troca térmica: condução, convecção e radiação. Desse modo, o sentido de transmissão de calor dependerá da defasagem positiva ou negativa entre a temperatura do ar e a da pele. Se a temperatura do ar for maior que a da pele, o organismo ganhará calor; e se for menor, o organismo perderá calor Calor radiante Quando um indivíduo se encontra em presença de fontes apreciáveis de calor radiante, o organismo ganha calor pelo mecanismo de radiação. Caso não haja fontes de calor radiante ou se as mesmas forem controladas, o organismo humano poderá perder calor pelo mesmo mecanismo. 22 FATORES QUE INFLUEM NAS TROCAS TÉRMICAS ENTRE O MEIO AMBIENTE E O CORPO HUMANO
  • 23.
    Este parâmetro influina troca térmica entre o organismo e o ambiente pelo mecanismo de evaporação. Desse modo, a perda de calor no organismo por evaporação dependerá da umidade relativa do ar, isto é, da quantidade de água presente numa determinada quantidade de ar. Velocidade do ar A velocidade do ar no ambiente pode alterar as trocas tanto na condução e convecção como na evaporação. Quando há aumento da velocidade do ar no ambiente, ocorre aceleração da troca de camadas de ar mais próximas ao corpo, aumentando desse modo o fluxo de calor entre este e o ar. Tipo de atividade Quanto mais intensa a atividade muscular realizada pelo indivíduo, maior será o calor produzido pelo metabolismo. 23 Umidade relativa do ar
  • 24.
    MEDIDAS DE CONTROLE medidas de controle da exposição ocupacional ao calor são de duas classes principais: a) Controle no Homem b) Controle do ambiente
  • 25.
    CONTROLE NO HOMEM Seinicia com exame de aptidão para se realizar trabalho em ambientes com fontes térmicas. O controle médico deve ser efetuado, (NR 7 da Portaria 3214/78), sendo admissionais periódicos e demissionais. O exame admissional objetiva detectar possíveis distúrbios ou doenças que mesmo incipientes, poderiam de alguma forma se agravarem expondo o indivíduo situações indesejáveis, além de selecionar indivíduos aptos para o trabalho com exposição ao calor conforme o seu tipo físico característico. Os exames periódicos visam prevenir possíveis estados patológicos em suas formas ainda latentes evitando a ocorrência de doenças e desgastes físicos irrecuperáveis. 25
  • 26.
    ACLIMATAÇÃO Os indivíduos iniciantesem atividades que o exponham ao calor devem passar por treinamento prévio e adaptação gradativa; no início trabalhando no máximo 80% na jornada de trabalho, levando em média duas semanas para completa adaptação. 26
  • 27.
    LIMITAÇÃO DO TEMPODE EXPOSIÇÃO De acordo com a análise de sobrecarga térmica quando se constata insalubridade, deverão ser estudados tempos de descanso, alternados com tempos de trabalho, devendo o local de descanso possuir cabine isolada do calor radiante e ser ventilada. Esta medida não exclui as anteriores. Após esta providência deverão ser efetuadas novas medições para se verificar a eficácia desta solução 27
  • 28.
    EDUCAÇÃO SANITÁRIA 28 Os trabalhadoresdeverão ser orientados quanto à higiene pessoal, de como a limpeza de pele e dos poros é importante para a saúde e particularmente no caso de exposição à sobrecarga térmica. Más condições de higiene, poderão predispor o organismo à aquisição de moléstias originadas na debilidade orgânica, pois condições precárias de higiene criam ambiente propício à proliferação de microrganismos. Para tanto é necessário que a empresa forneça ao empregado todas as condições de limpeza com instalações higienizadas para banhos após os turnos, também devem ser orientados de como o uso de fumo e álcool debilitam o organismo e o predispõem para doenças e acidentes.
  • 29.
    EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃOINDIVIDUAL 29 Para cada caso deve ser especificado o conjunto de EPI mais apropriado tais como: óculos e protetores faciais contra a radiação térmica, luvas, aventais, ou blusão antichama, capacetes de Celeron, calçados de segurança resistentes ao calor e perneiras e vestimentas aluminadas para exposições severas. roupas especiais: macacão de segurança para proteção contra temperaturas extremas (frio e calor)
  • 30.
    CONTROLE NO AMBIENTE 30 BARREIRASTÉRMICAS As barreiras poderão ser confeccionadas em alumínio polido, ou aço inoxidável no lado voltado para a fonte térmica, e no lado oposto pode-se revestir a chapa de metal com material isolante térmico, fibras de lã de rocha, lã de vidro,etc. VENTILAÇÃO Outra forma de controle é a ventilação, quando o calor se transmite por condução convecção,insuflando ar fresco no ambiente aquecido ou exaurindo o ar aquecido: o processo mais eficiente é a combinação insuflação/ exaustão, devendo-se no projeto dosar os volumes de ar a serem movimentados e levar em consideração a densidade deste, para empregar suas propriedades naturais usando principalmente o efeito chaminé.
  • 31.
  • 32.
    Equipamento de proteção individualcontra o calor 32 Proteção contra calor radiante Macacão com forração de lona de algodão antichama para serviços na faixa de aproximação ao fogo Conjunto impermeável (com barreira d’água e respirável) composto por capacete, capuz, luvas, botas, calça e japona.
  • 33.
    Diversas atividades laborais expõemos trabalhadores aos danos causados pelo frio. Destacamos atividades realizadas em câmaras frigoríficas, trabalho de embalagens de carne e demais alimentos, operação portuária, nas quais se manuseiam as cargas congeladas e outros. 33 FRIO
  • 34.
    EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AOFRIO 34  Construção civil  Agricultura  Pesca  Exploração de petróleo  Policiamento  Resgate e Salvamento  Câmaras frias  Câmaras frigoríficas  Fabricação de gelo  Fabricação de sorvetes
  • 35.
    O trabalho emambientes extremamente frios se constitui num risco potencial à saúde dos trabalhadores, podem causar desconforto, doenças ocupacionais, acidentes e a morte. O corpo humano, quando exposto a baixas temperaturas, perde calor para o meio ambiente, baixando a temperatura da pele e das extremidades. A capacidade do homem é muito eficaz para o calor e pouco eficiente para o Trabalho em ambiente frio 35
  • 36.
    Lesões causadas pelofrio As lesões mais graves causadas pelo frio é a perda excessiva de calor do corpo e diminuição da temperatura no centro do corpo, o que chamamos de hipotermia. A hipotermia e outras lesões causadas pelo frio podem ser evitadas se for adotadas práticas adequadas para essa situação. Roupas de frio, inclusive proteção para a cabeça, luvas mitenes e botas isolantes, devem ser usadas por pessoas expostas ao frio. 36
  • 37.
    Lesões causadas pelofrio 37 Geladura (congelamento parcial): partes da pele congelam, sofrem lesões superficiais mas não são lesadas de modo permanente. As áreas congeladas da pele ficam brancas e firmes e, em seguida, edemaciadas (inchadas) e dolorosas. Posteriormente, a pele pode descamar, como ocorre nos casos de queimadura solar.
  • 38.
    Lesões causadas pelofrio Congelameto:alguns tecidos do corpo são realmente destruídos. As mãos e pés expostos são as partes mais vulneráveis. A lesão causada pelo congelamento é conseqüência da diminuição do fluxo sangüíneo e da formação de cristais de gelo nos tecidos. No congelamento, a pele fica hiperemiada (vermelha), edemaciada (inchada) e dolorosa e, em seguida, preta. As células nas áreas congeladas morrem. Dependendo da extensão do congelamento, o tecido afetado pode recuperar-se ou pode gangrenar. 38
  • 39.
    Exposição ao frio Asocupações com maior risco de exposição ao frio são os trabalhadores à céu aberto no clima frio, nos serviços de refrigeração, entre outros. Quando há congelamento dos tecidos, em torno da temperatura de -1°C, ocorre alteração da estrutura celular e necrose dos tecidos. O primeiro sinal da lesão por frio é uma sensação aguda de pontada, adormecimento e anestesia dos tecidos atingidos. A necrose por frio pode produzir desde uma lesão superficial com mudança da cor da pele, anestesia transitória, até o congelamento de tecidos profundos com isquemia persistente, trombose, cianose profunda e gangrena. 39
  • 40.
    De acordo coma Consolidação das Leis do trabalho – Decreto-lei 5452/43 Para os empregados que trabalham no interior das câmaras frigoríficas e para os que movimentam mercadorias do ambiente quente ou normal para o frio e vice-versa, depois de 1 (uma) hora e 40 (quarenta) minutos de trabalho contínuo, será assegurado um período de 20 (vinte) minutos de repouso, computado esse intervalo como de trabalho efetivo 40
  • 41.
    Medidas de controle QUAISSÃO AS MEDIDAS DE COLETIVA QUE DEVEM SER ADOTADAS DURANTE O TRABALHO EM AMBIENTES FIOS? 41
  • 42.
    42 informação Faixa de temperaturade bulbo seco (°C) Máxima exposição diária permissível para pessoas adequadamente vestidas para exposição ao Frio 15,0 a -17,9 (*) 12,0 a -17,9 (**) 10,0 a -17,9 (***) -18,0 a -33,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 4 horas, alternando-se 1 hora de trabalho com 1 hora de repouso e recuperação térmica, fora do ambiente frio. -34,0 a -56,9 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 1 hora, sendo dois períodos de 30 minutos com separação mínima de 4 horas para repouso e recuperação térmica, fora do ambiente frio. -57,0 a -73,0 Tempo total de trabalho no ambiente frio de 5 minutos, sendo o restante da jornada cumprida obrigatoriamente fora do ambiente frio. abaixo de –73,0 Não é permitida exposição ao ambiente frio seja qual for a vestimenta utilizada. Tempo total de trabalho no ambiente frio de 6 horas e 40 minutos, sendo quatro períodos de 1 horas e 40 minutos alternados com 20
  • 43.
    Existem diversas medidasde proteção coletiva que podem ser implantadas nas indústrias, com o objetivo de prevenir acidentes e lesões ocupacionais devido à exposição do trabalhador ao frio. Entre elas pode-se citar: Medidas de controle 43
  • 44.
    Medidas de organizaçãodo trabalho=sinalização, iluminação de emergência, indicadores de entrada e saída. • Nunca trabalhar sozinho no interior de uma câmara fria; • O local de trabalho deve ser planejado para que o trabalhador não passe longo período parado; • Deve-se proporcionar aos empregados locais de repouso aquecido; • Os túneis de congelamento só devem ter o sistema de ventilação ligado quando não houver trabalhadores no local. 44
  • 45.
    Medidas de controlerelativa ao ambiente Diversas medidas de caráter ambiental podem ser adotadas para minorar a intensidade do frio. Barreiras, toldos e quando as operações permitirem ambientes totalmente fechados e cobertos podem ser utilizados para proteger os trabalhadores do vento, da chuva e das condições climáticas desfavoráveis. Tendas infláveis e diversos outros tipos de abrigos pré-fabricados, facilmente desmontáveis, podem ser utilizados em serviços ao ar livre, que exigem mobilidade periódica. 45
  • 46.
    Medidas de controlerelativa ao pessoal Vestimentas pesadas e isolantes do frio; Exames médicos pé-admissionais e periódicos; Alimentação apropriada, constituída por alimentos de elevado conteúdo calórico, além da ingestão frequente de líquidos quentes; Educação dos trabalhadores sobre as medidas preventivas a serem adotadas; Proteção contra a umidade, através do uso de vestimentas e calçados impermeáveis, e através da dosagem da quantidade exata de roupas, que mantenham a transpiração do individuo num mínimo, reduzindo desta forma o resfriamento do corpo por evaporação do suor. 46
  • 47.
    Locais de repouso Oslocais de repouso devem possuir salas especiais para secagem das roupas do trabalhador, sempre que a atividade provocar seu umedecimento, e troca por vestimenta seca quando necessário; 47higiene Ocupacional
  • 48.
    É dever daempresa • É DEVER DA EMPRESA FORNECER OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA AOS SEUS COLABORADORES 48
  • 49.
    Proteção contra ofrio Meias de lã são as ideais, meias de alanca e acetato não devem ser utilizados. 49higiene Ocupacional
  • 50.
    BOTAS • Para otrabalho em temperaturas frias, é recomendável usar bota de couro, com o forro em feltro. As botas devem ser impermeáveis e as meias trocas quando molhadas. 50higiene Ocupacional
  • 51.
    agasalhos Uma camisa ou umsuéter de lã sobre uma camiseta de algodão. Capote com capuz 51higiene Ocupacional
  • 52.
    Recomendações devem ser oferecidasbebidas doces e sopas quentes no ambiente de trabalho para aumentar as calorias e o volume de líquidos. O café deve ser limitado devido ao seu efeito diurético e sobre a circulação sanguínea; as portas de câmaras frigorificadas ou outras dependências refrigeradas onde haja trabalhadores operando devem ser dotadas de sistema que permita a abertura das portas internamente, caso os trabalhadores ficarem involuntariamente presos. 52
  • 53.
    FIM!!! O trabalho é necessário, Asegurança importante E a Vida é essencial. (Ney Juvent) 53