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RISCOS FÍSICOS
CALOR 
Aspectos Legais: 
Anexos 3 e 9 da NR 15 
Conforto térmico e iluminação  ergonomia – NR 17
CALOR 
Perda e ganho de calor: 
1º Variável conforme atividade 
2º Temperatura, umidade e ventilação 
do ambiente 
3º Evaporação suor  temperatura 
4º Condução, convecção e irradiação   temperatura  pele- ambiente
REAÇÕES DO ORGANISMO 
Vaso dilatação periférica
Sudorese: 
2l/hora 
1l/várias horas 
REAÇÕES DO ORGANISMO
Fonte 
de 
Calor
DOENÇAS DO CALOR 
Exaustão do calor (prostração térmica) 
Sintomas: cansaço, abatimento, dor de cabeça, tontura, mal estar, fraqueza e inconsciência 
Desidratação 
volume sanguíneo  exaustão do calor (estágio inicial) 
Casos extremos: compromete a função celular, ineficiência muscular, redução da secreção (saliva), perda de apetite, dificuldade de engolir, febre e óbito
DOENÇAS DO CALOR 
Câimbras de calor 
Perda de sais (sudorese) 
Espasmos musculares dolorosos 
Ingestão de água em grande quantidade x reposição de sais (suor excessivo) 
Insolação 
Estado patológico de exposição ao calor  sol (fonte)
DOENÇAS DO CALOR 
Intermação 
Estado patológico de exposição ao calor  fontes artificiais 
Tontura, vertigem, tremor, convulsão e delírio 
Temperatura interna aumentada  43 graus centígrados 
Estado de emergência 
Afastamento da fonte de calor 
Retirar roupas 
Toalha úmida sobre o corpo
DOENÇAS DO CALOR 
Catarata 
Doença ocular irreversível 
Exposição prolongada à radiação (calor radiante) 
Tratamento cirúrgico 
Enfermidades das glândulas sudoríparas 
Não evaporação do suor em quantidade suficiente 
Queda ou paralisação do suor em algumas partes do corpo 
Erupções cutâneas
DOENÇAS DO CALOR 
Edema pelo calor 
Inchaço dos pés e tornozelos, às vezes mãos 
Sintomas podem regredir ou progredir 
Remanejamento para outras atividades 
Estresse pelo calor
FATORES QUE INFLUENCIAM NAS TROCAS TÉRMICAS 
Temperatura do ar 
Depende da defasagem positiva ou negativa da temperatura do ar e da pele 
Umidade relativa do ar 
Interfere na sudorese 
Velocidade do ar 
Depende da temperatura do ar
AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR 
Posto de trabalho 
Ciclo de trabalho 
Situação térmica
POSTO DE TRABALHO 
Definição 
Origem militar 
Local dentro de um sistema de produção
POSTO DE TRABALHO 
Definição 
A menor unidade produtiva dentro de um sistema de produção. Envolve o homem, local de trabalho, máquinas, ferramentas, mobiliário, softwares, sistemas de produção e segurança, EPI e o próprio sistema de produção 
matéria prima 
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POSTO DE TRABALHO 
Definição 
Local com papel definido, com instruções e procedimentos (o que fazer, quando fazer e como fazer) e meios (onde fazer e com o que fazer) a ser ocupado por um indivíduo
POSTO DE TRABALHO 
Ergonomia  posto de trabalho 
fadiga 
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produtividade
AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR 
Instrumento necessário 
Termômetro de globo (tg)  esfera oca de cobre, 1mm de espessura, 152,4mm de diâmetro, pintada externamente de preto fosco
AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR 
Instrumento necessário 
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AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR 
Instrumento necessário 
Termômetro de bulbo seco (tbs)  termômetro de mercúrio, +10ºC a +100ºC com precisão mínima de leitura de ±0,1ºC
AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR 
Instrumento necessário 
Termômetro de bulbo úmido natural (tbm)  termômetro de mercúrio, +10ºC a +50ºC com precisão mínima de leitura de ±0,1ºC, erlenmeyer de 125ml, pavio em forma tubular cor branca de tecido de algodão com alto poder de absorção de água com comprimento de 100mm
AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR
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Instrumentos necessários 
Equipamento complementares: tripé, garrafas com mufa, anemômetro
AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR
AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR 
Medições 
Iniciar após 25’ 
Na situação térmica que está sendo avaliada 
Repetir a cada minuto 
Mínimo 3 leituras ou quantas forem necessárias para se observar um oscilação não superior a 0,1ºC entre as 3 últimas leituras 
Considerar a média 
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Medir também o tempo de permanência do trabalhador na situação térmica analisada (média de 3 cronometragens) 
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MEDIDAS DE CONTROLE 
Fontes 
Temperatura do ar 
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Utilizar EPI  óculos com lentes especiais, luva, avental e capuz de material isolante 
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Ventiladores: 
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Aclimatação: 
Imprescindível 
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Roupas adequadas (evaporação e promovam isolamento)  minimizar exposição ao calor
INTERFERÊNCIAS
INTERFERÊNCIAS 
Suplementação de água e sal: 
1 copo  15-20 minutos 
10-15ºC 
Trabalhadores não bem aclimatizados 1g de sal para 1l de água
FRIO 
Efeitos: 
<temperatura  <fluxo sanguíneo 
Temperatura corporal 35ºC  pulso, pressão e taxa metabólica 
Tremor 
Hipotermia   29ºC  atividade cerebral (hipotálamo)  sonolência e coma
FRIO 
Doenças: 
Ulcerações: feridas, bolhas, rachaduras, necrose... 
Engelamento dos membros  gangrena e amputação 
Doenças reumáticas 
Doenças respiratórias 
Avaliação: 
NR-15, anexo 9; art. 253 da CLT; NR-29
CIEFF-CEULJI/ULBRA-2014-Parte 2

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CIEFF-CEULJI/ULBRA-2014-Parte 2

  • 2. CALOR Aspectos Legais: Anexos 3 e 9 da NR 15 Conforto térmico e iluminação  ergonomia – NR 17
  • 3. CALOR Perda e ganho de calor: 1º Variável conforme atividade 2º Temperatura, umidade e ventilação do ambiente 3º Evaporação suor  temperatura 4º Condução, convecção e irradiação   temperatura  pele- ambiente
  • 4. REAÇÕES DO ORGANISMO Vaso dilatação periférica
  • 5. Sudorese: 2l/hora 1l/várias horas REAÇÕES DO ORGANISMO
  • 7. DOENÇAS DO CALOR Exaustão do calor (prostração térmica) Sintomas: cansaço, abatimento, dor de cabeça, tontura, mal estar, fraqueza e inconsciência Desidratação volume sanguíneo  exaustão do calor (estágio inicial) Casos extremos: compromete a função celular, ineficiência muscular, redução da secreção (saliva), perda de apetite, dificuldade de engolir, febre e óbito
  • 8. DOENÇAS DO CALOR Câimbras de calor Perda de sais (sudorese) Espasmos musculares dolorosos Ingestão de água em grande quantidade x reposição de sais (suor excessivo) Insolação Estado patológico de exposição ao calor  sol (fonte)
  • 9. DOENÇAS DO CALOR Intermação Estado patológico de exposição ao calor  fontes artificiais Tontura, vertigem, tremor, convulsão e delírio Temperatura interna aumentada  43 graus centígrados Estado de emergência Afastamento da fonte de calor Retirar roupas Toalha úmida sobre o corpo
  • 10. DOENÇAS DO CALOR Catarata Doença ocular irreversível Exposição prolongada à radiação (calor radiante) Tratamento cirúrgico Enfermidades das glândulas sudoríparas Não evaporação do suor em quantidade suficiente Queda ou paralisação do suor em algumas partes do corpo Erupções cutâneas
  • 11. DOENÇAS DO CALOR Edema pelo calor Inchaço dos pés e tornozelos, às vezes mãos Sintomas podem regredir ou progredir Remanejamento para outras atividades Estresse pelo calor
  • 12. FATORES QUE INFLUENCIAM NAS TROCAS TÉRMICAS Temperatura do ar Depende da defasagem positiva ou negativa da temperatura do ar e da pele Umidade relativa do ar Interfere na sudorese Velocidade do ar Depende da temperatura do ar
  • 13. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR Posto de trabalho Ciclo de trabalho Situação térmica
  • 14. POSTO DE TRABALHO Definição Origem militar Local dentro de um sistema de produção
  • 15. POSTO DE TRABALHO Definição A menor unidade produtiva dentro de um sistema de produção. Envolve o homem, local de trabalho, máquinas, ferramentas, mobiliário, softwares, sistemas de produção e segurança, EPI e o próprio sistema de produção matéria prima produto final
  • 16. POSTO DE TRABALHO Definição Local com papel definido, com instruções e procedimentos (o que fazer, quando fazer e como fazer) e meios (onde fazer e com o que fazer) a ser ocupado por um indivíduo
  • 17. POSTO DE TRABALHO Ergonomia  posto de trabalho fadiga facilitar uso máquinas/equipamentos segurança produtividade
  • 18. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR Instrumento necessário Termômetro de globo (tg)  esfera oca de cobre, 1mm de espessura, 152,4mm de diâmetro, pintada externamente de preto fosco
  • 19. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR Instrumento necessário Termômetro de mercúrio  +10ºC a +150ºC com precisão mínima de leitura de ±0,1ºC
  • 20. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR Instrumento necessário Termômetro de bulbo seco (tbs)  termômetro de mercúrio, +10ºC a +100ºC com precisão mínima de leitura de ±0,1ºC
  • 21. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR Instrumento necessário Termômetro de bulbo úmido natural (tbm)  termômetro de mercúrio, +10ºC a +50ºC com precisão mínima de leitura de ±0,1ºC, erlenmeyer de 125ml, pavio em forma tubular cor branca de tecido de algodão com alto poder de absorção de água com comprimento de 100mm
  • 22. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR
  • 23. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR
  • 24. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR Instrumentos necessários Equipamento complementares: tripé, garrafas com mufa, anemômetro
  • 25. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR
  • 26. AVALIAÇÃO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO CALOR Medições Iniciar após 25’ Na situação térmica que está sendo avaliada Repetir a cada minuto Mínimo 3 leituras ou quantas forem necessárias para se observar um oscilação não superior a 0,1ºC entre as 3 últimas leituras Considerar a média Não havendo carga solar  termômetro de bulbo seco não necessário Medir também o tempo de permanência do trabalhador na situação térmica analisada (média de 3 cronometragens) Metodologia: FUNDACENTRO NHT-01 C/E e NHO-06
  • 27. MEDIDAS DE CONTROLE Fontes Temperatura do ar Radiação proveniente do sol e equipamentos Calor metabólico em função da atividade física
  • 28. MEDIDAS DE CONTROLE Evaporação suor  pele  dissipação Ar frio e seco no corpo do trabalhador Vestimenta  barreiras
  • 29. INTERFERÊNCIAS Na fonte de calor: Variar a potência Instrumentalização e automação do processo Isolamento térmico Na trajetória: Barreiras fonte-trabalhador distância fonte-local de trabalho Ventilar ar fresco umidade por exaustão do vapor d’água do processo
  • 30. INTERFERÊNCIAS No homem: Limitar o tempo de exposição Otimizar os ciclos de trabalho Utilizar EPI  óculos com lentes especiais, luva, avental e capuz de material isolante Monitorar trabalhador  exames periódicos Aclimatar o trabalhador Recompor água e sais minerais perdidos Elaborar procedimentos operacionais  exposição do trabalhador Treinar o trabalhador
  • 31. INTERFERÊNCIAS Ventiladores: Recomendados apenas em temperatura <40ºC com URA
  • 32. INTERFERÊNCIAS Aclimatação: Imprescindível Lenta e progressiva 5-7 dias 1ª semana= 80% de aclimatação Restante nas 2 semanas seguintes Sudorese equilibrada e <concentração eletrolítica, temperatura sanguínea estável e batimentos cardíacos e >produtividade e segurança Roupas adequadas (evaporação e promovam isolamento)  minimizar exposição ao calor
  • 34. INTERFERÊNCIAS Suplementação de água e sal: 1 copo  15-20 minutos 10-15ºC Trabalhadores não bem aclimatizados 1g de sal para 1l de água
  • 35. FRIO Efeitos: <temperatura  <fluxo sanguíneo Temperatura corporal 35ºC  pulso, pressão e taxa metabólica Tremor Hipotermia   29ºC  atividade cerebral (hipotálamo)  sonolência e coma
  • 36. FRIO Doenças: Ulcerações: feridas, bolhas, rachaduras, necrose... Engelamento dos membros  gangrena e amputação Doenças reumáticas Doenças respiratórias Avaliação: NR-15, anexo 9; art. 253 da CLT; NR-29