Hegel critica o inatismo, o empirismo e Kant por não reconhecerem que a razão é histórica e criadora da realidade, propondo que a verdade é resultado de um processo dialético que envolve tese, antítese e síntese. A razão é vista como a unidade do objetivo e do subjetivo, cujo desenvolvimento é um reflexo das condições históricas e do reconhecimento pelo outro. Ele defende que a consciência se forma através de um processo de autorreflexão e autocrítica, onde a realidade e o pensamento se interconectam.