o TIPO vs. o MODELO
CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues
o TIPO vs. o MODELO
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ABADE LAUGIER (Essai sur l’architecture, 1753).
A solução da gruta como alternativa primeira encontrada pelo homem
primitivo para o atendimento de suas necessidades imediatas de
abrigo.
ANTECEDENTES
abrigo.
A CASA RÚSTICA DO HOMEM PRIMITIVO seria “o modelo a partir do
qual todas as grandezas da arquitetura foram imaginadas”, a imagem
definitiva da verdade arquitetônica.
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Descartava-se, assim, os PRINCÍPIOS DE AUTORIDADE DAS ORDENS
e aludia-se à eliminação de quase todos os elementos arquitetônicos,
com exceção das colunas, vigas e cobertura.
EXALTAÇÃO DA IDÉIA FILOSÓFICA DO PRIMITIVISMO, e de buscar no
passado as origens verdadeiras e imaculadas da beleza arquitetônica.
ANTECEDENTES
passado as origens verdadeiras e imaculadas da beleza arquitetônica.
Observar a RACIONALIDADE SIMPLIFICADORA do pensamento de
Laugier, em conformidade com a racionalidade do pensamento
Iluminista, reagindo claramente aos excessos do Barroco e do Rococó
e caracterizando uma noção preliminar da idéia de tipo.
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projeto do cenotáfio para Newton. Boullée, 1785
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J.L. DURAND:
Classificação das edificações baseado em PROGRAMA E GRAU DE
SEMELHANÇA, representando-as na mesma escala.
A partir da CATALOGAÇÃO DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS
ANTECEDENTES
A partir da CATALOGAÇÃO DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS
CONSTRUTIVOS DA ARQUITETURA (pilares, varandas, escadas, halls,
etc) e do desenvolvimento de suas regras de combinação, Durand
ampliou as possibilidades de utilização destes elementos como
REPERTÓRIO NO PROCESSO DE COMPOSIÇÃO, possibilitando um
grande avanço em relação aos simples arranjos formais de então.
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ANTECEDENTES
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ANTECEDENTES
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TIPO (QUATREMÈRE DE QUINCY, SÉC. XIX 1825):
primeira explicação do tipo
Reconhecem-se a subjetividade, generalidade, ESQUEMATICIDADE e
ANTECEDENTES
Reconhecem-se a subjetividade, generalidade, ESQUEMATICIDADE e
indistinção da obra arquitetônica.
Ao privar as formas artísticas de sua qualidade de forma e as reportar ao
valor indefinido de uma imagem ou signo, o tipo livra o artista da
influência condicionante de uma determinada forma histórica,
desvinculando a formação de juízo de valor.
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Todo edifício, portanto, pode ser conceitualmente reduzido a
um tipo, podendo vir a ser codificado na forma de
representações gerais.
Essência | Identidade | Princípios Compositivos
ANTECEDENTES
Essência | Identidade | Princípios Compositivos
Método:
Sobreposição imaginária de todos os templos redondos em
um papel transparente e verificando suas “concordâncias” e
“interseções” >>>> “estrutura interior da forma”.
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ANTECEDENTES
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ANTECEDENTES
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Escola de Belas Artes
Exerceu influência no Ocidente do início do séc. XIX até o
início do séc. XX
tipos morfológicos e a utilização da planta baixa (planimetria)
como idéia geratriz do projeto arquitetônico, vindo a
ANTECEDENTES
como idéia geratriz do projeto arquitetônico, vindo a
influenciar negativamente o ensino de projeto (o arquiteto
projeta a partir de desenhos 2D, e pensa na volumetria a
posteriori).
PLANTISMO > REPRESENTAÇÃO SE
CONFUNDE COM PROJETO
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TIPO MORFOLÓGICO
Schinkel – Altes Museum
Berlim
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TIPO VS. MODELO (estilo)
Modelo: Ao se associar diretamente a formas e estilos arquitetônicos,
implica objetividade, precisão e formulação de juízo de valor.
A OPOSIÇÃO
Tipo: Reconhecem-se a subjetividade, generalidade, esquematicidade e
indistinção da obra arquitetônica.
Ao privar as formas artísticas de sua qualidade de forma e as reportar ao
valor indefinido de uma imagem ou signo, o tipo livra o artista da
influência condicionante de uma determinada forma histórica,
desvinculando a formação de juízo de valor.
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CLASSIFICAÇÕES TIPOLÓGICAS
caráter homogeinizador contraposto ao individualismo das tendências
artísticas emergentes.
Tipos morfológicos: Baseado em certas constantes formais. Neste caso,
a forma/geometria é o elemento gerador primário do objeto
TIPOS
a forma/geometria é o elemento gerador primário do objeto
arquitetônico. Ex.: tipo edifício pátio, tipo torre sobre lâmina.
Tipos funcionais: Baseado em constantes organizacionais, a partir dos
conceitos de programação funcional da composição arquitetônica.Ex.:
hospital, escola, etc.
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TIPO MORFOLÓGICO
Pátios em um conjunto residencial
Posto de saúde
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TIPO FUNCIONAIS
Escola Manoel Cícero, 1925
Escola Vila do Vintém, 1994
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La pedreira - gaudi
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TIPO MORFOLÓGICO
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TIPO MORFOLÓGICO
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TIPO MORFOLÓGICO
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Movimento Moderno: Rejeita a noção de tipo como
instrumento embasador para a ação projetual por sua
utilização/interpretação historicista.
“O modo clássico x o modo moderno de projetar”
ANTECEDENTES
“O modo clássico x o modo moderno de projetar”
- Substituição dos tipos por DIAGRAMAS (fluxogramas
funcionais de diversos graus de complexidade, matrizes de
proximidade, etc) como forma de manifestar uma rejeição à
História das Edificações.
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Diagramas Le Corbusier
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Diagramas Le Corbusier
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Diagramas Le Corbusier
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Diagramas Le Corbusier
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Villa Savoye - Corbusier
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Referência à noção de tipo como embasamento na
ação projetual → Agrupamento de objetos
arquitetônicos a partir de suas semelhanças em
termos de composição geométrica.
CONCLUSÕES
termos de composição geométrica.
A noção de tipo e o processo projetual:
Momento tipológico x momento de definição
formal (Argan)
Em que momento surge o partido arquitetônico?
O que é partido arquitetônico?
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Despersonalização gradual da arquitetura a partir da
desvinculação dos estilos e ordens decorativas;
Declinação do sentido significante do “estilo” e o
advento do “tipo” como unidade de significação.
CONCLUSÕES
Estilo: Conjunto de elementos capazes de imprimir
diferentes graus de valor às criações artísticas, pelo
emprego dos meios apropriados de expressão, tendo
em vista determinados padrões estéticos.
“OS ESTILOS NÃO CABEM À ARQUITETURA”
(Corbusier)
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“O modelo é um objeto que deve ser repetido como
é; o tipo, ao contrário, é um princípio que pode
reger a criação de vários objetos que não se
CONCLUSÕES
reger a criação de vários objetos que não se
assemelham. No modelo, tudo é preciso e dado. No
tipo, tudo é vago” (Quatremère de Quincy).

Aula 10 tipo vs modelo

  • 1.
    o TIPO vs.o MODELO CES-JF | ARQUITETURA E URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues o TIPO vs. o MODELO
  • 2.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ABADE LAUGIER (Essai sur l’architecture, 1753). A solução da gruta como alternativa primeira encontrada pelo homem primitivo para o atendimento de suas necessidades imediatas de abrigo. ANTECEDENTES abrigo. A CASA RÚSTICA DO HOMEM PRIMITIVO seria “o modelo a partir do qual todas as grandezas da arquitetura foram imaginadas”, a imagem definitiva da verdade arquitetônica.
  • 3.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues
  • 4.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Descartava-se, assim, os PRINCÍPIOS DE AUTORIDADE DAS ORDENS e aludia-se à eliminação de quase todos os elementos arquitetônicos, com exceção das colunas, vigas e cobertura. EXALTAÇÃO DA IDÉIA FILOSÓFICA DO PRIMITIVISMO, e de buscar no passado as origens verdadeiras e imaculadas da beleza arquitetônica. ANTECEDENTES passado as origens verdadeiras e imaculadas da beleza arquitetônica. Observar a RACIONALIDADE SIMPLIFICADORA do pensamento de Laugier, em conformidade com a racionalidade do pensamento Iluminista, reagindo claramente aos excessos do Barroco e do Rococó e caracterizando uma noção preliminar da idéia de tipo.
  • 5.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues
  • 6.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues projeto do cenotáfio para Newton. Boullée, 1785
  • 7.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues
  • 8.
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  • 9.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues J.L. DURAND: Classificação das edificações baseado em PROGRAMA E GRAU DE SEMELHANÇA, representando-as na mesma escala. A partir da CATALOGAÇÃO DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS ANTECEDENTES A partir da CATALOGAÇÃO DOS PRINCIPAIS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS DA ARQUITETURA (pilares, varandas, escadas, halls, etc) e do desenvolvimento de suas regras de combinação, Durand ampliou as possibilidades de utilização destes elementos como REPERTÓRIO NO PROCESSO DE COMPOSIÇÃO, possibilitando um grande avanço em relação aos simples arranjos formais de então.
  • 10.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 11.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 12.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO (QUATREMÈRE DE QUINCY, SÉC. XIX 1825): primeira explicação do tipo Reconhecem-se a subjetividade, generalidade, ESQUEMATICIDADE e ANTECEDENTES Reconhecem-se a subjetividade, generalidade, ESQUEMATICIDADE e indistinção da obra arquitetônica. Ao privar as formas artísticas de sua qualidade de forma e as reportar ao valor indefinido de uma imagem ou signo, o tipo livra o artista da influência condicionante de uma determinada forma histórica, desvinculando a formação de juízo de valor.
  • 13.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Todo edifício, portanto, pode ser conceitualmente reduzido a um tipo, podendo vir a ser codificado na forma de representações gerais. Essência | Identidade | Princípios Compositivos ANTECEDENTES Essência | Identidade | Princípios Compositivos Método: Sobreposição imaginária de todos os templos redondos em um papel transparente e verificando suas “concordâncias” e “interseções” >>>> “estrutura interior da forma”.
  • 14.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 15.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 16.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 17.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 18.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 19.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues ANTECEDENTES
  • 24.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Escola de Belas Artes Exerceu influência no Ocidente do início do séc. XIX até o início do séc. XX tipos morfológicos e a utilização da planta baixa (planimetria) como idéia geratriz do projeto arquitetônico, vindo a ANTECEDENTES como idéia geratriz do projeto arquitetônico, vindo a influenciar negativamente o ensino de projeto (o arquiteto projeta a partir de desenhos 2D, e pensa na volumetria a posteriori). PLANTISMO > REPRESENTAÇÃO SE CONFUNDE COM PROJETO
  • 25.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO MORFOLÓGICO Schinkel – Altes Museum Berlim
  • 26.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO VS. MODELO (estilo) Modelo: Ao se associar diretamente a formas e estilos arquitetônicos, implica objetividade, precisão e formulação de juízo de valor. A OPOSIÇÃO Tipo: Reconhecem-se a subjetividade, generalidade, esquematicidade e indistinção da obra arquitetônica. Ao privar as formas artísticas de sua qualidade de forma e as reportar ao valor indefinido de uma imagem ou signo, o tipo livra o artista da influência condicionante de uma determinada forma histórica, desvinculando a formação de juízo de valor.
  • 27.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues CLASSIFICAÇÕES TIPOLÓGICAS caráter homogeinizador contraposto ao individualismo das tendências artísticas emergentes. Tipos morfológicos: Baseado em certas constantes formais. Neste caso, a forma/geometria é o elemento gerador primário do objeto TIPOS a forma/geometria é o elemento gerador primário do objeto arquitetônico. Ex.: tipo edifício pátio, tipo torre sobre lâmina. Tipos funcionais: Baseado em constantes organizacionais, a partir dos conceitos de programação funcional da composição arquitetônica.Ex.: hospital, escola, etc.
  • 28.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO MORFOLÓGICO Pátios em um conjunto residencial Posto de saúde
  • 29.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO FUNCIONAIS Escola Manoel Cícero, 1925 Escola Vila do Vintém, 1994
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues La pedreira - gaudi
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO MORFOLÓGICO
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO MORFOLÓGICO
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues TIPO MORFOLÓGICO
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Movimento Moderno: Rejeita a noção de tipo como instrumento embasador para a ação projetual por sua utilização/interpretação historicista. “O modo clássico x o modo moderno de projetar” ANTECEDENTES “O modo clássico x o modo moderno de projetar” - Substituição dos tipos por DIAGRAMAS (fluxogramas funcionais de diversos graus de complexidade, matrizes de proximidade, etc) como forma de manifestar uma rejeição à História das Edificações.
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Diagramas Le Corbusier
  • 36.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Diagramas Le Corbusier
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Diagramas Le Corbusier
  • 38.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Diagramas Le Corbusier
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Villa Savoye - Corbusier
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Referência à noção de tipo como embasamento na ação projetual → Agrupamento de objetos arquitetônicos a partir de suas semelhanças em termos de composição geométrica. CONCLUSÕES termos de composição geométrica. A noção de tipo e o processo projetual: Momento tipológico x momento de definição formal (Argan) Em que momento surge o partido arquitetônico? O que é partido arquitetônico?
  • 41.
    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues Despersonalização gradual da arquitetura a partir da desvinculação dos estilos e ordens decorativas; Declinação do sentido significante do “estilo” e o advento do “tipo” como unidade de significação. CONCLUSÕES Estilo: Conjunto de elementos capazes de imprimir diferentes graus de valor às criações artísticas, pelo emprego dos meios apropriados de expressão, tendo em vista determinados padrões estéticos. “OS ESTILOS NÃO CABEM À ARQUITETURA” (Corbusier)
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    CES-JF | ARQUITETURAE URBANISMO | HAU II | Prof. Msc. Raphael Rodrigues “O modelo é um objeto que deve ser repetido como é; o tipo, ao contrário, é um princípio que pode reger a criação de vários objetos que não se CONCLUSÕES reger a criação de vários objetos que não se assemelham. No modelo, tudo é preciso e dado. No tipo, tudo é vago” (Quatremère de Quincy).