BRINCANDO COM O “BICHO PAPÃO”:
TECENDO DIÁLOGO SOBRE CORPO,
GÊNERO E SEXUALIDADE NUMA
PERSPECTIVA PÓS-ESTRUTURALISTA
Mestranda: Lilian Moreira Cruz
Orientador: Professor Dr. Marcos Lopes de Souza
Eu educo hoje, com os valores que recebi ontem,
para pessoas que são o amanhã.
Os valores de ontem, os conheço.
Os valores do hoje, percebo alguns.
Os de amanhã, não sei.
Se só uso os de ontem, não educo: COMPLICO.
Se só uso os de hoje, não educo: CONDICIONO.
Se só uso os de amanhã, não educo: FAÇO EXPERIÊNCIAS.
Se uso os três, sofro. Mas educo.
Por isso, educar é perder sempre, sem perder-se.
Educa quem é capaz de fundir ontens, hojes, amanhãs,
transformando-os num presente
Onde o amor e o livre arbítrio sejam as bases.
Marcos Ribeiro
EDUCAR NOS TRÊS TEMPOS
Discutindo algumas questões...
O homem pode ter várias parceiras porque sente mais
desejo sexual do que a mulher?
Um homem com o pênis grande é sexualmente mais
potente do que um homem com o pênis menor?
A masturbação pode causar doenças mentais?
A mulher só sente prazer numa relação sexual se estiver
apaixonada?
Os grupos de risco para a AIDS são os homossexuais,
os usuários de droga e os hemofílicos?
Se um rapaz ou uma moça tiver uma relação sexual
com uma pessoa do mesmo sexo, significa que é
homossexual?
Quais as causas da homossexualidade, da
heterossexualidade e da bissexualidade?
Como se constrói uma identidade sexual?
O que você pensa sobre os travestis, gays,
lésbicas, transexuais, transgêneros, bissexuais,
heterossexuais e os intersexuais?
O que é ser homem e o que é ser mulher?
O que faria se descobrisse que seu filho ou sua
filha fosse homossexual?
Por que a homofobia existe? Quais suas
consequências?
Corpo
• O corpo é algo produzido na e pela cultura. É uma
construção sobre a qual são conferidas diferentes
marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas
econômicas, grupos sociais, étnicos, etc.
O corpo é também local de construção de subjetividades.
• O corpo humano não é um dado puramente
biológico sobre o qual a cultura impinge
especificidades. O corpo é fruto da interação
natureza/cultura/sociedade .
• Uma pessoa sente fome/sede por
determinados alimentos e não por outros;
• A sensação de dor é biológica,
mas o limite suportável da dor
varia entre culturas;
• O choro/riso é uma capacidade biológica,
mas o motivo que o determinam podem ser
os mesmos que fazem rir/chorar numa
outra sociedade;
• A capacidade de sentir cheiros é
biológica, mas a avaliação entre o que é
agradável ou desagradável é cultural.
• “Mais do que um conjunto de músculos,
ossos, vísceras, reflexos e sensações, o
corpo é também a roupa e os acessórios que
o adornam, as intervenções que nele se
operam, a imagem que dele se produz, as
máquinas que nele se acoplam, os sentidos
que nele se incorporam, os silêncios que por
ele falam, os vestígios que nele se exibem, a
educação de seus gestos (GOELLNER,2008,p.28).
SEXO
• Termo usado para referir as diferenças
anatômicas, internas e externas ao corpo,
que tem sido usadas como forma de
diferenciar fisicamente mulheres de
homens.
GÊNERO
• Construção cultural do sexo. Condição
social pela qual somos identificados como
masculinos e femininas.
• O que essa imagem
nos leva a pensar?
• O que ela nos
causa?
Gênero e sexualidade envolvem disputas de
valores, de poder, de comportamentos .
SEXUALIDADE
• A sexualidade é entendida como uma
construção histórica e social. Envolve uma série
de crenças, comportamentos, relações e
práticas que permitem a homens e mulheres
viverem, de determinados modos, seus desejos
e seus prazeres corporais
Como essesdiscursosforam construídose
materializadosnasociedadeganhando
legitimidade?
Como podemos respeitar o corpo, o gênero e a
sexualidade de forma a evitar preconceitos, classificações,
exclusões e violência (física e simbólica)? Como intervir
em prol do respeito à diversidade?
Aprendemos a repudiar:
• As mães solteiras...
• As mulheres divorciadas...
• Os casais que não têm filhas ou filhos...
• As pessoas que se identificam como gays,
lésbicas ou bissexuais.
• A diversidade de gênero: as(os) travestis e
as(os) transexuais.
Violência de Gênero
• No Brasil, a cada quatro
minutos, uma mulher é
agredida, sendo que em
85,5% dos casos de
violência física contra
mulheres, os agressores
são seus parceiros.
Denuncie a violência contra a
mulher
Violência contra a comunidade
LGBTT
• O Brasil é um país
campeão em
assassinato de
homossexuais.
Referências
• BEAVOUIR, Simone de. O segundo sexo. Disponível em:
http://brasil.indymedia.org/media/2008/01//409680.pdf. Acesso em: 30 de Abril
de 2012.
• BUTLER, J. Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do sexo; In:
LOURO, G. L. (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. 2 ed.
Belo Horizonte: Autêntica, 2000, p. 151-174.
• DENZIN, Normam K. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e
abordagens / Normam K. Densin , Yvonna S. Lincoln; Tradução Sandra Regina
Netz. – Porto Alegre: Artmed, 2006.
• FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. Aula inaugural no Collège de
France, pronunciada em dois de dezembro de 1970. Trad. Laura Fraga de
Almeida Sampaio. 5ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 1996.
• ______. Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense Universitário, 2005
______. História da Sexualidade I: a vontade de saber. 13ª ed. Trad. Maria
T. da C. Albuquerque e J.A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro, Graal,
1988
• _______. História da Sexualidade II: o uso dos prazeres. Trad. Maria T.
da C. Albuquerque. Rio de Janeiro, Graal, 1998.
• _______. História da Sexualidade III: o cuidado de si. Trad. Maria T. da
C. Albuquerque. Rio de Janeiro, Graal, 1985.
• _______. Microfísica do Poder: Org. Roberto Machado. 13ª ed. Rio de
Janeiro: Edições Graal, 1998.
• LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. /Eva
Maria Lakatos, Marina de Andrade Marconi. 4 ed São Paulo: Atlas, 2001.
• LEONOIR, Thimoty. Registrando a ciência, os textos científicos e a
materialidade da comunicação. Episteme, Porto Alegre: ILEA/URGS,
1997.
• _____A ciência produzindo a natureza: o museu da história naturalizada.
Episteme, , Porto Alegre: ILEA/URGS, 1997.
• LIBÂNEO, José C. Pedagogia e pedagogos: para quê? 8.ed. São Paulo: Cortez,
2005.
• LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade e Educação: uma perspectiva pós-
estruturalista. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1997.
• MINAYO, M. C. S. Pesquisa social- Teoria, método e criatividade. Petrópolis:
Vozes, 1994.
• SANTOS, Luis Henrique. A biologia tem uma história que não é natural. In
Estudos Culturais em Educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura,
cinema. Org. COSTA, Marisa Vorraber. Porto Alegre: Ed. Universidade / UFRGS,
2004.
• SILVA, Tomaz Tadeu da. Currículo e Identidade Social: territórios contestados. In:
Alienígenas na Sala de Aula: uma introdução aos estudos culturais em educação.
Petrópolis: Vozes, 1995.
•_______. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª
ed., 11ª reimpressão. Belo Horizonte: Autêntica, 2007
•SCOTT, Joan W.“Gênero: Uma Categoria Útil para a Análise Histórica.” Traduzido
pela SOS: Corpo e Cidadania. Recife, 1990.
•____________. Igualdade versus diferença: os usos da teoria pós-estruturalista. In.
Debate Feminista – Cidadania e Feminismo, nº especial, 2000. (edição especial em
português).
•TOMAZ, Tadeu (org.). O Sujeito da Educação: estudos foucaultianos. Petrópolis:
Vozes, 1994.
•TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa
qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.
Obrigada!!!
• Mestranda: Lilian Moreira Cruz
lmternura@hotmail.com
• Orientador: Prof. Dr. Marcos Lopes de
Souza
marcoslsouza@ig.com.br
“Os olhares que colocamos sobre as coisas que criam
os problemas do mundo”
Veiga-Neto(2004)
Solicitar a construção de uma grande árvore -
A árvore dos gêneros – em que cada uma de suas
partes tenha a seguinte representação:
Raízes = preconceitos e crendices
relacionadas aos gêneros – ao ser mulher
e ao ser homem na sociedade atual;
Caule = representar as instâncias que
imprimem as marcas de gênero (família,
escola, igreja, Estado, casamento...);
Copa (flores e frutos) = consequências
provocadas ou efeitos resultantes dessas
marcas; LMTERNURA@HOTMAIL.COM

Gênero e sexualidade

  • 1.
    BRINCANDO COM O“BICHO PAPÃO”: TECENDO DIÁLOGO SOBRE CORPO, GÊNERO E SEXUALIDADE NUMA PERSPECTIVA PÓS-ESTRUTURALISTA Mestranda: Lilian Moreira Cruz Orientador: Professor Dr. Marcos Lopes de Souza
  • 2.
    Eu educo hoje,com os valores que recebi ontem, para pessoas que são o amanhã. Os valores de ontem, os conheço. Os valores do hoje, percebo alguns. Os de amanhã, não sei. Se só uso os de ontem, não educo: COMPLICO. Se só uso os de hoje, não educo: CONDICIONO. Se só uso os de amanhã, não educo: FAÇO EXPERIÊNCIAS. Se uso os três, sofro. Mas educo. Por isso, educar é perder sempre, sem perder-se. Educa quem é capaz de fundir ontens, hojes, amanhãs, transformando-os num presente Onde o amor e o livre arbítrio sejam as bases. Marcos Ribeiro EDUCAR NOS TRÊS TEMPOS
  • 3.
    Discutindo algumas questões... Ohomem pode ter várias parceiras porque sente mais desejo sexual do que a mulher? Um homem com o pênis grande é sexualmente mais potente do que um homem com o pênis menor? A masturbação pode causar doenças mentais? A mulher só sente prazer numa relação sexual se estiver apaixonada? Os grupos de risco para a AIDS são os homossexuais, os usuários de droga e os hemofílicos? Se um rapaz ou uma moça tiver uma relação sexual com uma pessoa do mesmo sexo, significa que é homossexual?
  • 4.
    Quais as causasda homossexualidade, da heterossexualidade e da bissexualidade? Como se constrói uma identidade sexual? O que você pensa sobre os travestis, gays, lésbicas, transexuais, transgêneros, bissexuais, heterossexuais e os intersexuais? O que é ser homem e o que é ser mulher? O que faria se descobrisse que seu filho ou sua filha fosse homossexual? Por que a homofobia existe? Quais suas consequências?
  • 5.
    Corpo • O corpoé algo produzido na e pela cultura. É uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas, grupos sociais, étnicos, etc. O corpo é também local de construção de subjetividades.
  • 6.
    • O corpohumano não é um dado puramente biológico sobre o qual a cultura impinge especificidades. O corpo é fruto da interação natureza/cultura/sociedade .
  • 7.
    • Uma pessoasente fome/sede por determinados alimentos e não por outros; • A sensação de dor é biológica, mas o limite suportável da dor varia entre culturas; • O choro/riso é uma capacidade biológica, mas o motivo que o determinam podem ser os mesmos que fazem rir/chorar numa outra sociedade;
  • 8.
    • A capacidadede sentir cheiros é biológica, mas a avaliação entre o que é agradável ou desagradável é cultural.
  • 9.
    • “Mais doque um conjunto de músculos, ossos, vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os acessórios que o adornam, as intervenções que nele se operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação de seus gestos (GOELLNER,2008,p.28).
  • 10.
    SEXO • Termo usadopara referir as diferenças anatômicas, internas e externas ao corpo, que tem sido usadas como forma de diferenciar fisicamente mulheres de homens.
  • 11.
    GÊNERO • Construção culturaldo sexo. Condição social pela qual somos identificados como masculinos e femininas.
  • 12.
    • O queessa imagem nos leva a pensar? • O que ela nos causa?
  • 13.
    Gênero e sexualidadeenvolvem disputas de valores, de poder, de comportamentos .
  • 16.
    SEXUALIDADE • A sexualidadeé entendida como uma construção histórica e social. Envolve uma série de crenças, comportamentos, relações e práticas que permitem a homens e mulheres viverem, de determinados modos, seus desejos e seus prazeres corporais
  • 17.
  • 18.
    Como podemos respeitaro corpo, o gênero e a sexualidade de forma a evitar preconceitos, classificações, exclusões e violência (física e simbólica)? Como intervir em prol do respeito à diversidade?
  • 19.
    Aprendemos a repudiar: •As mães solteiras... • As mulheres divorciadas... • Os casais que não têm filhas ou filhos... • As pessoas que se identificam como gays, lésbicas ou bissexuais. • A diversidade de gênero: as(os) travestis e as(os) transexuais.
  • 20.
    Violência de Gênero •No Brasil, a cada quatro minutos, uma mulher é agredida, sendo que em 85,5% dos casos de violência física contra mulheres, os agressores são seus parceiros.
  • 21.
    Denuncie a violênciacontra a mulher
  • 22.
    Violência contra acomunidade LGBTT • O Brasil é um país campeão em assassinato de homossexuais.
  • 23.
    Referências • BEAVOUIR, Simonede. O segundo sexo. Disponível em: http://brasil.indymedia.org/media/2008/01//409680.pdf. Acesso em: 30 de Abril de 2012. • BUTLER, J. Corpos que pesam: sobre os limites discursivos do sexo; In: LOURO, G. L. (org.). O corpo educado: pedagogias da sexualidade. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2000, p. 151-174. • DENZIN, Normam K. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens / Normam K. Densin , Yvonna S. Lincoln; Tradução Sandra Regina Netz. – Porto Alegre: Artmed, 2006. • FOUCAULT, Michel. A Ordem do Discurso. Aula inaugural no Collège de France, pronunciada em dois de dezembro de 1970. Trad. Laura Fraga de Almeida Sampaio. 5ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 1996. • ______. Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense Universitário, 2005
  • 24.
    ______. História daSexualidade I: a vontade de saber. 13ª ed. Trad. Maria T. da C. Albuquerque e J.A. Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro, Graal, 1988 • _______. História da Sexualidade II: o uso dos prazeres. Trad. Maria T. da C. Albuquerque. Rio de Janeiro, Graal, 1998. • _______. História da Sexualidade III: o cuidado de si. Trad. Maria T. da C. Albuquerque. Rio de Janeiro, Graal, 1985. • _______. Microfísica do Poder: Org. Roberto Machado. 13ª ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1998. • LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. /Eva Maria Lakatos, Marina de Andrade Marconi. 4 ed São Paulo: Atlas, 2001. • LEONOIR, Thimoty. Registrando a ciência, os textos científicos e a materialidade da comunicação. Episteme, Porto Alegre: ILEA/URGS, 1997.
  • 25.
    • _____A ciênciaproduzindo a natureza: o museu da história naturalizada. Episteme, , Porto Alegre: ILEA/URGS, 1997. • LIBÂNEO, José C. Pedagogia e pedagogos: para quê? 8.ed. São Paulo: Cortez, 2005. • LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade e Educação: uma perspectiva pós- estruturalista. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1997. • MINAYO, M. C. S. Pesquisa social- Teoria, método e criatividade. Petrópolis: Vozes, 1994. • SANTOS, Luis Henrique. A biologia tem uma história que não é natural. In Estudos Culturais em Educação: mídia, arquitetura, brinquedo, biologia, literatura, cinema. Org. COSTA, Marisa Vorraber. Porto Alegre: Ed. Universidade / UFRGS, 2004. • SILVA, Tomaz Tadeu da. Currículo e Identidade Social: territórios contestados. In: Alienígenas na Sala de Aula: uma introdução aos estudos culturais em educação. Petrópolis: Vozes, 1995.
  • 26.
    •_______. Documentos deIdentidade: uma introdução às teorias do currículo. 2ª ed., 11ª reimpressão. Belo Horizonte: Autêntica, 2007 •SCOTT, Joan W.“Gênero: Uma Categoria Útil para a Análise Histórica.” Traduzido pela SOS: Corpo e Cidadania. Recife, 1990. •____________. Igualdade versus diferença: os usos da teoria pós-estruturalista. In. Debate Feminista – Cidadania e Feminismo, nº especial, 2000. (edição especial em português). •TOMAZ, Tadeu (org.). O Sujeito da Educação: estudos foucaultianos. Petrópolis: Vozes, 1994. •TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.
  • 27.
    Obrigada!!! • Mestranda: LilianMoreira Cruz lmternura@hotmail.com • Orientador: Prof. Dr. Marcos Lopes de Souza marcoslsouza@ig.com.br “Os olhares que colocamos sobre as coisas que criam os problemas do mundo” Veiga-Neto(2004)
  • 28.
    Solicitar a construçãode uma grande árvore - A árvore dos gêneros – em que cada uma de suas partes tenha a seguinte representação: Raízes = preconceitos e crendices relacionadas aos gêneros – ao ser mulher e ao ser homem na sociedade atual; Caule = representar as instâncias que imprimem as marcas de gênero (família, escola, igreja, Estado, casamento...); Copa (flores e frutos) = consequências provocadas ou efeitos resultantes dessas marcas; LMTERNURA@HOTMAIL.COM