ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA:
TABU – GLOBESIDADE, DENOMINAÇÃO USADA PARA
IDENTIFICAR PESSOAS OBESAS PELA OMS –
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE -
ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA:




ESTIMA-SE QUE UM QUINTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL ESTEJA COM
EXCESSO DE PESO. ENTRE ESSES, HÁ 300 MILHÕES QUE SÃO
CONSIDERADOS OBESOS. PIOR: ESSES NÚMEROS TÊM AUMENTADO
NAS ÚLTIMAS DÉCADAS. ESSAS INFORMAÇÕES ABRIRAM A PALESTRA
“ATUALIZAÇÃO DA EPIDEMIA GLOBAL DE OBESIDADE”, PROFERIDA
PELA PROFESSORA MARY SCHMIDL, DO DEPARTAMENTO DE
NUTRIÇÃO E CIÊNCIA DOS ALIMENTOS DA UNIVERSIDADE DE
MINNESOTA, NOS ESTADOS UNIDOS. A APRESENTAÇÃO FEZ PARTE
DA PROGRAMAÇÃO DO 8º SIMPÓSIO LATINO-AMERICANO DE
CIÊNCIAS DE ALIMENTOS, REALIZADO NO MÊS PASSADO NA
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. A PESQUISADORA
LEVANTOU     EVENTUAIS      MOTIVOS     PARA      EXPLICAR
O CRESCIMENTO DA EPIDEMIA EM TODO O MUNDO E QUEM SERIAM
OS RESPONSÁVEIS. “INICIALMENTE CONSIDERADA UM MAL DE
PAÍSES DESENVOLVIDOS, HOJE A OBESIDADE TEM SIDO
ENCONTRADA TAMBÉM NAS NAÇÕES EM DESENVOLVIMENTO,
PARADOXALMENTE AO LADO DA SUBNUTRIÇÃO”. “É UMA DOENÇA
QUE ESTÁ EM TODAS AS FAIXAS ETÁRIAS, GRUPOS ÉTICOS E
CLASSES SOCIAIS. ELA TAMBÉM ATINGE TANTO HOMENS
COMO MULHERES. ESSA ESPÉCIE DE ONIPRESENÇA MOTIVOU A
CRIAÇÃO DO TERMO „GLOBESIDADE‟ (GLOBESITY, EM INGLÊS)”.
Nossas       grandes      preocupações        como endocrinologistas,
neuroendocrinologistas, é a avassaladora epidemia que vem
ocorrendo em todo o mundo relacionada com o aumento de peso,
sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, intra – abdominal ou
central principalmente com crianças, infanto – juvenil, adolescentes e
finalmente com adultos. É claro que nós profissionais podemos fazer
muito para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, mas de nada
adiantará se elas mesmas não se conscientizarem de que as
progressões desta epidemia agressiva terão consequências evolutivas
desastrosas sobre seus organismos, e que não são só estéticos, que as
constrangeram     de    forma    significativa.  Dificultaram    seus
relacionamentos sociais, segregando de eventuais comunidades que
poderiam fazer parte de seus conjuntos sociais; é claro que esses
fatores são de suma importância e que poderão levar a
constrangimentos irreversíveis. Mas existem outros fatores de
extrema gravidade que comprometem suas vidas, não só encurtando
seu tempo de vida significativamente, mas promovendo um
sofrimento brutal que poderão chegar a extremos intensos da
validade de se estar vivos. Entre esses comprometimentos a mulher
leva uma grande desvantagem na ordem de 15 a 25 % de acumulo
de gordura em mesmas condições que o homem em se considerando
seus biótipos.
Sejam eles por aumento de peso, sobrepeso, obesidade, obesidade
visceral, intra – abdominal ou central, desencadeando hipertensão
arterial, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemias, ou seja
comprometimento de colesterol total, desbalanceamento do Bom
colesterol HDL, LDL colesterol mal colesterol, triglicérides, Mgmin
ultra mal colesterol muito frequente em diabéticos, doenças
cardiovasculares, e infelizmente como encontrada em pesquisas
recentes, defasagens de idade mental e cronologia, que é um desastre
que se desconfiava no meio cientifico e cada vez fica mais claro na
pratica.     Faça    alguma     coisa      por      você     mesmo.


                            AUTORES PROSPECTIVOS

                        Dr. João Santos Caio Jr.
                  Endocrinologia – Neuroendocrinologia
                              CRM 20611

                        Dra. Henriqueta V. Caio
                    Endocrinologia – Medicina Interna
                               CRM 28930


AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Professora Mary Schmidl, do Departamento de Nutrição e Ciência dos Alimentos da
Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. A apresentação fez parte da
programação do 8º Simpósio Latino-Americano de Ciências de Alimentos – 2011,
LOUISE CHANG. MD, WILLIAM C. KNOWLER, MD, DRPH - CHEFE DE
EPIDEMIOLOGIA DO DIABETES E SEÇÃO DE PESQUISA CLÍNICA DO INSTITUTO
NACIONAL DE DIABETE E DOENÇAS DIGESTIVAS E DO RIM.
NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE.
Globesidade

Globesidade

  • 1.
    ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: TABU– GLOBESIDADE, DENOMINAÇÃO USADA PARA IDENTIFICAR PESSOAS OBESAS PELA OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE - ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: ESTIMA-SE QUE UM QUINTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL ESTEJA COM EXCESSO DE PESO. ENTRE ESSES, HÁ 300 MILHÕES QUE SÃO CONSIDERADOS OBESOS. PIOR: ESSES NÚMEROS TÊM AUMENTADO NAS ÚLTIMAS DÉCADAS. ESSAS INFORMAÇÕES ABRIRAM A PALESTRA “ATUALIZAÇÃO DA EPIDEMIA GLOBAL DE OBESIDADE”, PROFERIDA PELA PROFESSORA MARY SCHMIDL, DO DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO E CIÊNCIA DOS ALIMENTOS DA UNIVERSIDADE DE MINNESOTA, NOS ESTADOS UNIDOS. A APRESENTAÇÃO FEZ PARTE DA PROGRAMAÇÃO DO 8º SIMPÓSIO LATINO-AMERICANO DE CIÊNCIAS DE ALIMENTOS, REALIZADO NO MÊS PASSADO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. A PESQUISADORA LEVANTOU EVENTUAIS MOTIVOS PARA EXPLICAR O CRESCIMENTO DA EPIDEMIA EM TODO O MUNDO E QUEM SERIAM OS RESPONSÁVEIS. “INICIALMENTE CONSIDERADA UM MAL DE PAÍSES DESENVOLVIDOS, HOJE A OBESIDADE TEM SIDO ENCONTRADA TAMBÉM NAS NAÇÕES EM DESENVOLVIMENTO, PARADOXALMENTE AO LADO DA SUBNUTRIÇÃO”. “É UMA DOENÇA QUE ESTÁ EM TODAS AS FAIXAS ETÁRIAS, GRUPOS ÉTICOS E CLASSES SOCIAIS. ELA TAMBÉM ATINGE TANTO HOMENS COMO MULHERES. ESSA ESPÉCIE DE ONIPRESENÇA MOTIVOU A CRIAÇÃO DO TERMO „GLOBESIDADE‟ (GLOBESITY, EM INGLÊS)”.
  • 2.
    Nossas grandes preocupações como endocrinologistas, neuroendocrinologistas, é a avassaladora epidemia que vem ocorrendo em todo o mundo relacionada com o aumento de peso, sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, intra – abdominal ou central principalmente com crianças, infanto – juvenil, adolescentes e finalmente com adultos. É claro que nós profissionais podemos fazer muito para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, mas de nada adiantará se elas mesmas não se conscientizarem de que as progressões desta epidemia agressiva terão consequências evolutivas desastrosas sobre seus organismos, e que não são só estéticos, que as constrangeram de forma significativa. Dificultaram seus relacionamentos sociais, segregando de eventuais comunidades que poderiam fazer parte de seus conjuntos sociais; é claro que esses fatores são de suma importância e que poderão levar a constrangimentos irreversíveis. Mas existem outros fatores de extrema gravidade que comprometem suas vidas, não só encurtando seu tempo de vida significativamente, mas promovendo um sofrimento brutal que poderão chegar a extremos intensos da validade de se estar vivos. Entre esses comprometimentos a mulher leva uma grande desvantagem na ordem de 15 a 25 % de acumulo de gordura em mesmas condições que o homem em se considerando seus biótipos.
  • 3.
    Sejam eles poraumento de peso, sobrepeso, obesidade, obesidade visceral, intra – abdominal ou central, desencadeando hipertensão arterial, diabetes mellitus tipo 2, dislipidemias, ou seja comprometimento de colesterol total, desbalanceamento do Bom colesterol HDL, LDL colesterol mal colesterol, triglicérides, Mgmin ultra mal colesterol muito frequente em diabéticos, doenças cardiovasculares, e infelizmente como encontrada em pesquisas recentes, defasagens de idade mental e cronologia, que é um desastre que se desconfiava no meio cientifico e cada vez fica mais claro na pratica. Faça alguma coisa por você mesmo. AUTORES PROSPECTIVOS Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologia CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologia – Medicina Interna CRM 28930 AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Professora Mary Schmidl, do Departamento de Nutrição e Ciência dos Alimentos da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. A apresentação fez parte da programação do 8º Simpósio Latino-Americano de Ciências de Alimentos – 2011, LOUISE CHANG. MD, WILLIAM C. KNOWLER, MD, DRPH - CHEFE DE EPIDEMIOLOGIA DO DIABETES E SEÇÃO DE PESQUISA CLÍNICA DO INSTITUTO NACIONAL DE DIABETE E DOENÇAS DIGESTIVAS E DO RIM. NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE.