PILARES DA EDUCAÇÃO
E A NEUROCIÊNCIA
Neurociência
Aprender
a
Conhecer
Aprender
a Fazer
Aprender
a Ser
Aprender
a
Conviver
Vamos dialogar
sobre ...
Dantas, Fernandade Holanda.
Pedagoga, Orientadora Educacional, Psicopedagoga Escolar, Especialista em Metodologia
da Alfabetização, CoordenaçãoPedagógica, EducaçãoInfantile GestãoEscolar.
Atualmente estou na Coordenação Pedagógica do CMAE (Centro Municipal de Arte e
Educação Aníbal Beça/SEMED), capacitando para o Empreendedorismo e o Coach
Educacional(NichosCoachKids)e tenhoumagrandepaixãoqueé viver.
“EUsouo amore nadapodemudarisso”
Mas, antes deixa me
apresentar a vocês!
 Diariamente, temos possibilidades de criar
novas conexões neurais, novas
aprendizagens, por isso educação é algo
que nunca chega ao fim.
• Ela faz parte do ser humano, está em
todos os lugares, nas mais diversas
situações. Contudo, como forma de
organização social, há um local que
elegemos como foco principal de
disseminação do saber, a escola.
• Esta, assim como a sociedade, vem passando por
constantes transformações, e como proposta de
melhorias, tem investido em ações que visam o
desenvolvimento integral do indivíduo.
• O ser humano é o centro do processo educacional. Faz-se
necessário instrumentalizar os indivíduos para que
possam ser protagonistas do seu próprio
desenvolvimento;
Aprender a
conviver
ressalta o respeito
ao próximo, o
pluralismo de
ideias, a
cooperação.
Aprender a
conhecer
faz menção a busca
pelo conhecimento,
o que nos faz querer
aprender.
 A palavra aprendizagem é o ponto chave
destes pilares, mas ela contempla diversas
dimensões nas quais o ser humano pode ser
“trabalhado”.
 Em outras palavras, a aprendizagem se dá
de forma contínua e multifacetada, não se
limitando somente a aquisição de
conhecimentos, mas aprender a conhecer, a
fazer, a conviver e a ser.
Os quatro pilares da
educação, propostos no
século XXI, podem ser
relacionados com alguns
conhecimentos provindos
das neurociências:
Aprender a CONHECER
 Esse pilar nos arremete a
MOTIVAÇÃO, inclui as estratégias
utilizadas pelo educador visando
despertar o interesse do educando.
 Causar motivos para que o indivíduo
tenha o desejo de conhecer mais
sobre o assunto. Também pode ser
relacionado a RECOMPENSAS, tais
como um simples elogio quando o aluno
consegue realizar
determinada atividade.
Ivan Izquierdo nos diz que:
“Da mesma forma que sem fome não aprendemos a comer
e sem sede não aprendemos a beber água, sem motivação
não conseguimos aprender.”
Aprender a FAZER
 O educando através da
EXPERIÊNCIA e da PRÁTICA vai
tornando a aprendizagem mais
significativa, pois aprendemos a
medida em que experimentamos e
fazemos novas associações.
 Conforme Suzana Herculano-Houzel:
“A aprendizagem é um processo e
depende fundamentalmente de
experiência, o nosso cérebro aprende por
tentativa e erro, ele vai se esculpindo a si
próprio conforme ele é usado.”;
Aprender a CONVIVER
 Nosso cérebro possui neurônios
especializados em colocar-nos no lugar
do outro, são os NEURÔNIOS-
ESPELHO
Conforme Ramachandran:
“Os neurônios-espelho praticam uma
simulação virtual da realidade, pois nosso
cérebro adota a perspectiva de outra
pessoa e pode, inclusive, aprender apenas
por observação”.
 Aprender a conviver proporciona a
construção de laços afetivos, fortalece
a EMPATIA, pois nos ensina a ter
respeito pelo outro;
Aprender a SER
 Uma das últimas áreas a atingir a
MATURAÇÃO CEREBRAL é a região
frontal, local este responsável pela nossa
capacidade de autorregulação.
 Controle de nossa conduta. Investir no
SER é um processo contínuo e, conforme
Delors, envolve todos os demais pilares
mencionados.
 Da mesma forma Gardner (apud Cosenza)
enfatiza que “Os educadores têm por
função ajudar o aprendiz a atingir o
estágio de mestre”; dessa forma só nos
tornamos mestres quando temos
autorregulação, ou seja, conseguimos
traçar metas, e vamos em busca das
mesmas, evidenciando iniciativa,
criatividade, perseverança, tolerância e
MATURIDADE
 E ainda vamos continuar a buscar respostas
plausíveis aos desafios que essa nova
educação impõe e as quatros, essenciais,
aprendizagens será de algum modo uma
bússola para o aprendizado DA e PARA
VIDA.
 Os tempos de agora são outros. E não é que são
piores ou melhores, mas indiscutivelmente
DIFERENTES. O AGORA não cabe mais apenas
acumular conhecimentos o AQUI nos exige
usufruir deles.
 É essencial estar a altura de aproveitar, explorar
e esgotar, uma vida inteira, todas as
possibilidades de aprender, de atualizar, de
enriquecer, para as mudanças que nos assaltam
todos os dias.
Cosenza, Ramon. As neurociências e a Educação no século XXI.
Fórum de Educação 2012.
DELORS, Jacques. Educação, um tesouro a descobrir. Relatório
para a UNESCO da Comissão Internacional sobre educação para o
século XXI. Brasília, MEC, UNESCO e Cortez, 1998.
Instituto Ayrton Senna. Competências Socioemocionais. Disponível
em http://educacaosec21.org.br/
Fontes de Pesquisas
ANTUNES, Celso. Como desenvolver as
competências em sala de aula. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2001.

Formação Pilares da Educação

  • 1.
    PILARES DA EDUCAÇÃO EA NEUROCIÊNCIA
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    Dantas, Fernandade Holanda. Pedagoga,Orientadora Educacional, Psicopedagoga Escolar, Especialista em Metodologia da Alfabetização, CoordenaçãoPedagógica, EducaçãoInfantile GestãoEscolar. Atualmente estou na Coordenação Pedagógica do CMAE (Centro Municipal de Arte e Educação Aníbal Beça/SEMED), capacitando para o Empreendedorismo e o Coach Educacional(NichosCoachKids)e tenhoumagrandepaixãoqueé viver. “EUsouo amore nadapodemudarisso” Mas, antes deixa me apresentar a vocês!
  • 5.
     Diariamente, temospossibilidades de criar novas conexões neurais, novas aprendizagens, por isso educação é algo que nunca chega ao fim. • Ela faz parte do ser humano, está em todos os lugares, nas mais diversas situações. Contudo, como forma de organização social, há um local que elegemos como foco principal de disseminação do saber, a escola. • Esta, assim como a sociedade, vem passando por constantes transformações, e como proposta de melhorias, tem investido em ações que visam o desenvolvimento integral do indivíduo. • O ser humano é o centro do processo educacional. Faz-se necessário instrumentalizar os indivíduos para que possam ser protagonistas do seu próprio desenvolvimento;
  • 6.
    Aprender a conviver ressalta orespeito ao próximo, o pluralismo de ideias, a cooperação. Aprender a conhecer faz menção a busca pelo conhecimento, o que nos faz querer aprender.  A palavra aprendizagem é o ponto chave destes pilares, mas ela contempla diversas dimensões nas quais o ser humano pode ser “trabalhado”.  Em outras palavras, a aprendizagem se dá de forma contínua e multifacetada, não se limitando somente a aquisição de conhecimentos, mas aprender a conhecer, a fazer, a conviver e a ser.
  • 7.
    Os quatro pilaresda educação, propostos no século XXI, podem ser relacionados com alguns conhecimentos provindos das neurociências:
  • 8.
    Aprender a CONHECER Esse pilar nos arremete a MOTIVAÇÃO, inclui as estratégias utilizadas pelo educador visando despertar o interesse do educando.  Causar motivos para que o indivíduo tenha o desejo de conhecer mais sobre o assunto. Também pode ser relacionado a RECOMPENSAS, tais como um simples elogio quando o aluno consegue realizar determinada atividade. Ivan Izquierdo nos diz que: “Da mesma forma que sem fome não aprendemos a comer e sem sede não aprendemos a beber água, sem motivação não conseguimos aprender.”
  • 9.
    Aprender a FAZER O educando através da EXPERIÊNCIA e da PRÁTICA vai tornando a aprendizagem mais significativa, pois aprendemos a medida em que experimentamos e fazemos novas associações.  Conforme Suzana Herculano-Houzel: “A aprendizagem é um processo e depende fundamentalmente de experiência, o nosso cérebro aprende por tentativa e erro, ele vai se esculpindo a si próprio conforme ele é usado.”;
  • 10.
    Aprender a CONVIVER Nosso cérebro possui neurônios especializados em colocar-nos no lugar do outro, são os NEURÔNIOS- ESPELHO Conforme Ramachandran: “Os neurônios-espelho praticam uma simulação virtual da realidade, pois nosso cérebro adota a perspectiva de outra pessoa e pode, inclusive, aprender apenas por observação”.  Aprender a conviver proporciona a construção de laços afetivos, fortalece a EMPATIA, pois nos ensina a ter respeito pelo outro;
  • 11.
    Aprender a SER Uma das últimas áreas a atingir a MATURAÇÃO CEREBRAL é a região frontal, local este responsável pela nossa capacidade de autorregulação.  Controle de nossa conduta. Investir no SER é um processo contínuo e, conforme Delors, envolve todos os demais pilares mencionados.  Da mesma forma Gardner (apud Cosenza) enfatiza que “Os educadores têm por função ajudar o aprendiz a atingir o estágio de mestre”; dessa forma só nos tornamos mestres quando temos autorregulação, ou seja, conseguimos traçar metas, e vamos em busca das mesmas, evidenciando iniciativa, criatividade, perseverança, tolerância e MATURIDADE
  • 12.
     E aindavamos continuar a buscar respostas plausíveis aos desafios que essa nova educação impõe e as quatros, essenciais, aprendizagens será de algum modo uma bússola para o aprendizado DA e PARA VIDA.  Os tempos de agora são outros. E não é que são piores ou melhores, mas indiscutivelmente DIFERENTES. O AGORA não cabe mais apenas acumular conhecimentos o AQUI nos exige usufruir deles.  É essencial estar a altura de aproveitar, explorar e esgotar, uma vida inteira, todas as possibilidades de aprender, de atualizar, de enriquecer, para as mudanças que nos assaltam todos os dias.
  • 13.
    Cosenza, Ramon. Asneurociências e a Educação no século XXI. Fórum de Educação 2012. DELORS, Jacques. Educação, um tesouro a descobrir. Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre educação para o século XXI. Brasília, MEC, UNESCO e Cortez, 1998. Instituto Ayrton Senna. Competências Socioemocionais. Disponível em http://educacaosec21.org.br/ Fontes de Pesquisas ANTUNES, Celso. Como desenvolver as competências em sala de aula. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.