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Joel Sossai Coleti



Exame de Qualificação – 21/10/2011
Joel Sossai Coleti
         (PPGL-UFSCar / FAPESP)

                Orientadora:
Profa. Dra. Gladis Maria de Barcellos Almeida
                 (UFSCar)

               Coorientadora:
        Profa. Dra. Margarita Correia
     (Universidade de Lisboa, Portugal)
Motivação

Mordebe (Portal da Língua Portuguesa, ILTEC)
  • Base de dados sobre as características formais do léxico do
    português
     • ortografia,
     • Flexão,
     • e as relações morfológicas
  • Informações sobre semântica e etimologia não é registada.
  • Predominância do português europeu, com registros de
    outras variedades do português.
Objetivo 1:

 analisar e descrever os processos morfológicos possíveis
nas terminologias da Nanociência & Nanotecnologia e
Biocombustíveis em       português (variante brasileira),
verificando-se os principais processos de construção
dos termos e os morfemas mais produtivos
Objetivo 2:


 organizar uma base de dados de maneira que seja possível
a implementação computacional e a disponibilização
on-line dos dados obtidos.
Repertório terminológico:
Grupo de Estudos e Pesquisas em Terminologia – GETerm:
• Nanociência/Nanotecnologia: Terminologia em Língua
  Portuguesa da Nanociência e Nanotecnologia:
  Sistematização do Repertório Vocabular e Elaboração de
  Dicionário-Piloto – NanoTerm; apoio CNPq/Processo n°.
  400506/2006-8


• Biocombustíveis: Terminologia de Biocombustíveis:
  descrição semântica e morfológica com vistas à
  sistematização; apoio CNPq/Processo n°. 473414/2007-4
Terminologia:
Grupo de Estudos e Pesquisas em Terminologia – GETerm:


• Teoria Comunicativa da Terminologia (TCT) – Cabré (1993,
  1998, 1999, 2003)
   • Fundamentada em Teorias Linguísticas
   • Sua perspectiva linguística dá maior relevo à facilitação da
     comunicação e não à normalização terminológica
   • Enfoque descritivo
   • Entende o léxico especializado como um elemento natural
     das línguas
Terminologia e Morfologia:


                     Unidade léxica:
forte ponto de intersecção entre Terminologia e Morfologia


     Processos de construção/formação de palavras:
tema fundamental de estudos em Terminologia e Morfologia
Terminologia e Morfologia:


 Termos são unidades da língua geral associadas a um valor
especializado apenas em situações discursivas e pragmáticas
   específicas, ou seja, quando utilizadas em âmbitos de
               especialidades (Cabré, 2006).
Morfologia:
 Forma de análise: Modelo SILEX
           Syntaxe, Interprétation, LEXique


• Criado por Danielle Corbin e posteriormente desenvolvido por
                     sua equipe de trabalho


   • O SILEX já possui aplicações profícuas para análise do
                           português.
Modelo SILEX: análise do português

  Graça Maria Rio-Torto, Universidade de Coimbra


  • Modelo SILEX aplicado à construção de diversos tipos de
  derivados do português e, em particular, à análise da formação
                          dos avaliativos

• Postura crítica que contribuiu para a revisão de alguns de seus
                      aspectos fundamentais
Modelo SILEX: análise do português


     Margarita Correa, Universidade de Lisboa


• A autora trata da formação dos adjetivos iniciados por anti-,
   denominação das qualidades em português, das marcas
     morfológicas da génese do vocabulário da Náutica em
          português e inovação lexical em português
Modelo SILEX: fase atual
• Modelo de „morfologia construcional‟: tem como
  objeto de estudo a construção de palavras, não
  apenas por derivação, mas com recurso a outros
  processos de construção, tais como a composição,
  os processos deformacionais ou a lexicalização de
  sintagmas (CORREIA, 2004a).
Modelo SILEX: fase atual
• Permite o tratamento de:
  • Regras e dos operadores envolvidos na
     construção de palavras
  • Mecanismos semânticos associados
  • Relação entre a estrutura de uma unidade lexical
     e a sua capacidade denominativa
Modelo SILEX: objetivos

       construir uma teoria sincrônica do léxico


  atribuir uma estrutura e uma interpretação
adequadas às palavras construídas, atestadas ou
              não nos dicionários
Modelo SILEX: associativo e estratificado

O modelo SILEX assume-se como um modelo associativo e
                    estratificado:


 Por „modelo associativo‟ entende-se aquele cujas Regras de
     Construção de Palavras (RCPs) permitem construir
 conjuntamente a estrutura morfológica e a interpretação
            semântica das palavras construídas


  É um „modelo estratificado‟ porque é composto por vários
níveis, ao longo dos quais se vai construindo o significado das
                    palavras construídas.
Originalidade do modelo SILEX


    • Prioriza uma análise baseada na estratificação e na
                     reconstrução do léxico



• Propõe uma associação de forma e significado em vez de dar
       prioridade à análise morfológica sobre a semântica.
Repertório terminológico:




           • 927 termos de Biocombustíveis



     • 3069 termos de Nanociência/Nanotecnologia

  _____________________________________________

                    3996 termos
Delimitação do repertório terminológico:




          • Abandono do critério quantitativo



        • Estabelecimento do critério qualitativo
Delimitação do repertório terminológico:


A formação de palavras, vista pelo Modelo SILEX, ocorre através
de Regras de Formação de Palavras, compostas cada uma por
   vários e diferentes processos morfolexicais, assim, é mais
  pertinente e coerente descrever as RFPs praticadas nessas
 terminologias e não os itens lexicais, uma vez que se estaria
            focalizando o produto e não o processo.
Delimitação do repertório terminológico:


         1) Exclusão das palavras não-construídas

(unidades completamente opacas em português, ou seja, que não
                 se valem de nenhuma RCP)



      2) Exclusão dos substantivos próprios e das SIGLAS
Delimitação do repertório terminológico:




          Nanociência/Nanotecnologia: 157 exclusões



                 Biocombustíveis: 2 exclusões

1. Diesel (subs. próprio) de Rudolph Diesel

2. Canola (não construído em LP) de Canadian Oil Low Acid
Próximas etapas:



• Análise e descrição morfológica das unidades selecionadas
                 com base no modelo SILEX.


• Organização da base de dados que permitirá a sua posterior
    implementação computacional e disponibilização on-line.
Próximas etapas:



• Análise e descrição morfológica das unidades selecionadas
                 com base no modelo SILEX.


• Organização da base de dados que permitirá a sua posterior
    implementação computacional e disponibilização on-line.
Bibliografia

ALMEIDA, G.M.B. A Teoria Comunicativa da Terminologia e a sua prática.
Alfa (Araraquara), v. 50, p. 81-97, 2006. Disponível em:
http://www.alfa.ibilce.unesp.br/download/v50-2/06-Almeida.pdf


CABRÉ, M.T. La terminología: representación y comunicación – elementos
para una teoria de base comunicativa y outros artículos. Barcelona: Institut
Universitari de Lingüística Aplicada, 1999.


CABRÉ, M.T. Theories of Terminology: their description, prescription and
explanation. Terminology, v. 9, n. 2, p. 163-200, 2003.


CORBIN, D. Morphologie dérivationnelle et structuration du lexique. 2
vols. Tubinga: Max Niemeyer Verlag, 1987.
Bibliografia
CORBIN, D. Form, structure and meaning of constructed words in an
associative and stratified lexical component. In: Yearbook of Morphology 2.
Dordrecht: Foris Publications, 1989, p. 31-54.

CORBIN, D. Introduction - La formation des mots: structures et
interprétations. In: Lexique 10. Villeneuve d‟Ascq: Presses Universitaires de
Lille, 1991, p. 7-30.

CORBIN, D. La représentation d‟une “famille” de mots dans le Dictionnaire
dérivationnel Du français et ses corrélats théoriques, méthodologiques et
descriptifs. In: Recherches linguistiques de Vincennes, 1997 pp. 5-37 +
errata.

CORBIN, D. Programme de recherche (1997-2003). Le Dictionnaire des
affixes et Le Dictionnaire dérivationnel du français: mises en pratique d‟une
théorie morphologique. In: Lexique 16. Villeneuve d‟Ascq: Presses
Universitaires du Septentrion, 2004, p. 53-66.
Bibliografia
CORBIN, P. Introduction: Lexique 16, treize ans après Lexique 10. In: Lexique 16.
Villeneuve d‟Ascq: Presses Universitaires du Septentrion, 2004, p. 9-52.

CORREIA, M. Introdução. In: A denominação das qualidades em português –
contributos para a compreensão da estrutura do léxico português. Tese de
doutoramento apresentada à Universidade de Lisboa, 1999.

CORREIA, M. Denominação e construção de palavras. Lisboa: Edições Colibri,
2004.

CORREIA, M. Terminologia e morfologia: marcas morfológicas da génese do
vocabulário da Náutica em português. In: M. T. CABRÉ, R. ESTOPÀ & C. TEBÉ
(eds.), La terminología em el siglo XXI – Contribución a la Cultura de la Paz, la
Diversidad y la Sostenibilidad (Actas del IX Simposio Iberoamericano de Terminología
RITERM04). Barcelona: IULA / Universitat Pompeu Fabra, 2006, p. 31-52. Disponível
em: http://www.iltec.pt/pdf/wpapers/2004-mcorreia-barcelona.pdf

RIO-TORTO, G. M. Morfologia derivacional – teoria e aplicação ao Português.
Porto: Porto Editora, 1998.
MUITO OBRIGADO!!

             Joel Sossai Coleti (joelscoleti@gmail.com)
        Gladis Maria de Barcellos Almeida (gladis@ufscar.br)




           www.geterm.ufscar.br

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Análise morfológica de terminologias da Nanociência e Biocombustíveis

  • 1. Joel Sossai Coleti Exame de Qualificação – 21/10/2011
  • 2. Joel Sossai Coleti (PPGL-UFSCar / FAPESP) Orientadora: Profa. Dra. Gladis Maria de Barcellos Almeida (UFSCar) Coorientadora: Profa. Dra. Margarita Correia (Universidade de Lisboa, Portugal)
  • 3. Motivação Mordebe (Portal da Língua Portuguesa, ILTEC) • Base de dados sobre as características formais do léxico do português • ortografia, • Flexão, • e as relações morfológicas • Informações sobre semântica e etimologia não é registada. • Predominância do português europeu, com registros de outras variedades do português.
  • 4. Objetivo 1:  analisar e descrever os processos morfológicos possíveis nas terminologias da Nanociência & Nanotecnologia e Biocombustíveis em português (variante brasileira), verificando-se os principais processos de construção dos termos e os morfemas mais produtivos
  • 5. Objetivo 2:  organizar uma base de dados de maneira que seja possível a implementação computacional e a disponibilização on-line dos dados obtidos.
  • 6. Repertório terminológico: Grupo de Estudos e Pesquisas em Terminologia – GETerm: • Nanociência/Nanotecnologia: Terminologia em Língua Portuguesa da Nanociência e Nanotecnologia: Sistematização do Repertório Vocabular e Elaboração de Dicionário-Piloto – NanoTerm; apoio CNPq/Processo n°. 400506/2006-8 • Biocombustíveis: Terminologia de Biocombustíveis: descrição semântica e morfológica com vistas à sistematização; apoio CNPq/Processo n°. 473414/2007-4
  • 7. Terminologia: Grupo de Estudos e Pesquisas em Terminologia – GETerm: • Teoria Comunicativa da Terminologia (TCT) – Cabré (1993, 1998, 1999, 2003) • Fundamentada em Teorias Linguísticas • Sua perspectiva linguística dá maior relevo à facilitação da comunicação e não à normalização terminológica • Enfoque descritivo • Entende o léxico especializado como um elemento natural das línguas
  • 8. Terminologia e Morfologia: Unidade léxica: forte ponto de intersecção entre Terminologia e Morfologia Processos de construção/formação de palavras: tema fundamental de estudos em Terminologia e Morfologia
  • 9. Terminologia e Morfologia: Termos são unidades da língua geral associadas a um valor especializado apenas em situações discursivas e pragmáticas específicas, ou seja, quando utilizadas em âmbitos de especialidades (Cabré, 2006).
  • 10. Morfologia: Forma de análise: Modelo SILEX Syntaxe, Interprétation, LEXique • Criado por Danielle Corbin e posteriormente desenvolvido por sua equipe de trabalho • O SILEX já possui aplicações profícuas para análise do português.
  • 11. Modelo SILEX: análise do português Graça Maria Rio-Torto, Universidade de Coimbra • Modelo SILEX aplicado à construção de diversos tipos de derivados do português e, em particular, à análise da formação dos avaliativos • Postura crítica que contribuiu para a revisão de alguns de seus aspectos fundamentais
  • 12. Modelo SILEX: análise do português Margarita Correa, Universidade de Lisboa • A autora trata da formação dos adjetivos iniciados por anti-, denominação das qualidades em português, das marcas morfológicas da génese do vocabulário da Náutica em português e inovação lexical em português
  • 13. Modelo SILEX: fase atual • Modelo de „morfologia construcional‟: tem como objeto de estudo a construção de palavras, não apenas por derivação, mas com recurso a outros processos de construção, tais como a composição, os processos deformacionais ou a lexicalização de sintagmas (CORREIA, 2004a).
  • 14. Modelo SILEX: fase atual • Permite o tratamento de: • Regras e dos operadores envolvidos na construção de palavras • Mecanismos semânticos associados • Relação entre a estrutura de uma unidade lexical e a sua capacidade denominativa
  • 15. Modelo SILEX: objetivos  construir uma teoria sincrônica do léxico  atribuir uma estrutura e uma interpretação adequadas às palavras construídas, atestadas ou não nos dicionários
  • 16. Modelo SILEX: associativo e estratificado O modelo SILEX assume-se como um modelo associativo e estratificado: Por „modelo associativo‟ entende-se aquele cujas Regras de Construção de Palavras (RCPs) permitem construir conjuntamente a estrutura morfológica e a interpretação semântica das palavras construídas É um „modelo estratificado‟ porque é composto por vários níveis, ao longo dos quais se vai construindo o significado das palavras construídas.
  • 17. Originalidade do modelo SILEX • Prioriza uma análise baseada na estratificação e na reconstrução do léxico • Propõe uma associação de forma e significado em vez de dar prioridade à análise morfológica sobre a semântica.
  • 18. Repertório terminológico: • 927 termos de Biocombustíveis • 3069 termos de Nanociência/Nanotecnologia _____________________________________________ 3996 termos
  • 19. Delimitação do repertório terminológico: • Abandono do critério quantitativo • Estabelecimento do critério qualitativo
  • 20. Delimitação do repertório terminológico: A formação de palavras, vista pelo Modelo SILEX, ocorre através de Regras de Formação de Palavras, compostas cada uma por vários e diferentes processos morfolexicais, assim, é mais pertinente e coerente descrever as RFPs praticadas nessas terminologias e não os itens lexicais, uma vez que se estaria focalizando o produto e não o processo.
  • 21. Delimitação do repertório terminológico: 1) Exclusão das palavras não-construídas (unidades completamente opacas em português, ou seja, que não se valem de nenhuma RCP) 2) Exclusão dos substantivos próprios e das SIGLAS
  • 22. Delimitação do repertório terminológico: Nanociência/Nanotecnologia: 157 exclusões Biocombustíveis: 2 exclusões 1. Diesel (subs. próprio) de Rudolph Diesel 2. Canola (não construído em LP) de Canadian Oil Low Acid
  • 23. Próximas etapas: • Análise e descrição morfológica das unidades selecionadas com base no modelo SILEX. • Organização da base de dados que permitirá a sua posterior implementação computacional e disponibilização on-line.
  • 24. Próximas etapas: • Análise e descrição morfológica das unidades selecionadas com base no modelo SILEX. • Organização da base de dados que permitirá a sua posterior implementação computacional e disponibilização on-line.
  • 25. Bibliografia ALMEIDA, G.M.B. A Teoria Comunicativa da Terminologia e a sua prática. Alfa (Araraquara), v. 50, p. 81-97, 2006. Disponível em: http://www.alfa.ibilce.unesp.br/download/v50-2/06-Almeida.pdf CABRÉ, M.T. La terminología: representación y comunicación – elementos para una teoria de base comunicativa y outros artículos. Barcelona: Institut Universitari de Lingüística Aplicada, 1999. CABRÉ, M.T. Theories of Terminology: their description, prescription and explanation. Terminology, v. 9, n. 2, p. 163-200, 2003. CORBIN, D. Morphologie dérivationnelle et structuration du lexique. 2 vols. Tubinga: Max Niemeyer Verlag, 1987.
  • 26. Bibliografia CORBIN, D. Form, structure and meaning of constructed words in an associative and stratified lexical component. In: Yearbook of Morphology 2. Dordrecht: Foris Publications, 1989, p. 31-54. CORBIN, D. Introduction - La formation des mots: structures et interprétations. In: Lexique 10. Villeneuve d‟Ascq: Presses Universitaires de Lille, 1991, p. 7-30. CORBIN, D. La représentation d‟une “famille” de mots dans le Dictionnaire dérivationnel Du français et ses corrélats théoriques, méthodologiques et descriptifs. In: Recherches linguistiques de Vincennes, 1997 pp. 5-37 + errata. CORBIN, D. Programme de recherche (1997-2003). Le Dictionnaire des affixes et Le Dictionnaire dérivationnel du français: mises en pratique d‟une théorie morphologique. In: Lexique 16. Villeneuve d‟Ascq: Presses Universitaires du Septentrion, 2004, p. 53-66.
  • 27. Bibliografia CORBIN, P. Introduction: Lexique 16, treize ans après Lexique 10. In: Lexique 16. Villeneuve d‟Ascq: Presses Universitaires du Septentrion, 2004, p. 9-52. CORREIA, M. Introdução. In: A denominação das qualidades em português – contributos para a compreensão da estrutura do léxico português. Tese de doutoramento apresentada à Universidade de Lisboa, 1999. CORREIA, M. Denominação e construção de palavras. Lisboa: Edições Colibri, 2004. CORREIA, M. Terminologia e morfologia: marcas morfológicas da génese do vocabulário da Náutica em português. In: M. T. CABRÉ, R. ESTOPÀ & C. TEBÉ (eds.), La terminología em el siglo XXI – Contribución a la Cultura de la Paz, la Diversidad y la Sostenibilidad (Actas del IX Simposio Iberoamericano de Terminología RITERM04). Barcelona: IULA / Universitat Pompeu Fabra, 2006, p. 31-52. Disponível em: http://www.iltec.pt/pdf/wpapers/2004-mcorreia-barcelona.pdf RIO-TORTO, G. M. Morfologia derivacional – teoria e aplicação ao Português. Porto: Porto Editora, 1998.
  • 28. MUITO OBRIGADO!! Joel Sossai Coleti (joelscoleti@gmail.com) Gladis Maria de Barcellos Almeida (gladis@ufscar.br) www.geterm.ufscar.br