SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 39
ConjunturaEconômica
Junhode2014
Macroeconomia
Variação real anual do PIB (em %)
Brasil, 2003 a 20131995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
4,2
2,2
3,4
0,0
0,3
4,3
1,3
2,7
1,1
5,7
3,2
4,0
6,1
5,2
-0,3
7,5
2,7
1,0
2,5
Fonte: IBGE
Elaboração: DIEESE
Variação real anual do PIB (em %)
Países selecionados, 2003 a 2013
Fonte: FMI
Elaboração: Ministério da Fazenda - – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014
PIB
Fonte: IBGE
Elaboração: Ministério da Fazenda – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014
PIB - Ceará
2.1%
6.7%
5.7%
10.0%
3.4%
12.1%
5.0%
11.3%
6.5%
0.0%
2.0%
4.0%
6.0%
8.0%
10.0%
12.0%
14.0%
-
10,000.00
20,000.00
30,000.00
40,000.00
50,000.00
60,000.00
70,000.00
80,000.00
90,000.00
100,000.00
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011
PIB Variação ano a ano
Inflação – IPCA
Fonte: IBGE e Banco Central do Brasil
Elaboração: Ministério da Fazenda – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014
Expansão do crédito
Saldo das operações de crédito em relação ao PIB por Pessoa Jurídica e Física
Brasil, janeiro de 2008 a dezembro de 2013
Fonte: Banco Central do Brasil
Elaboração: DIEESE
Inadimplência (saldo)
1,9
4,4
3,0
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
6,0
7,0
dez/11
jan/12
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
jun/12
jul/12
ago/12
set/12
out/12
nov/12
dez/12
jan/13
fev/13
mar/13
abr/13
mai/13
jun/13
jul/13
ago/13
set/13
out/13
nov/13
dez/13
jan/14
fev/14
mar/14
Em % do crédito concedido
PJ PF Total
Fonte: BACEN
Comportamento do comércio – março/2014
Variação anual do volume de vendas
Volume de vendas e Receita nominal
Fonte: IBGE. Pesquisa Mensal do Comércio
Elaboração: DIEESE
Variação superior à do
PIB em todo o período.
Março/2014  É a primeira vez no ano de
variação negativa no volume de vendas, e a
receita nominal segue com taxas positivas
desde junho de 2012.
Comportamento da indústria
Produção industrial Mensal
• Na comparação entre o primeiro trimestre desse ano com o do ano passado, a
categoria de bens de consumo vem assegurando o resultado positivo ao crescer
3,0% (3,4% na indústria de bens duráveis e 2,8% na semiduráveis e não duráveis), já
que a indústria de bens de capital registrou queda na produção de 0,9% e a de bens
intermediários uma retração de 0,6%.
Fonte: IBGE – PIM/PF
Elaboração: DIEESE
Balança Comercial (FOB) – em US$ milhões
* 1º quadrimestre de 2014
Fonte: Ipeadata. Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex)
Elaboração: DIEESE
Balanço de Pagamentos
Saldo de transações correntes (% do PIB)
Fonte: Ipeadata. Banco Central do Brasil.
Elaboração: DIEESE
Orçamento Geral da União (Executado em 2013)
Total = R$ 1,783 trilhão
Fonte: SIAFI
Elaboração: Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br
Dívida líquida do Setor Público e Dívida Bruta
do Governo Federal, em % do PIB
Fonte: Banco Central do Brasil e Ministério da Fazenda
Elaboração: Ministério da Fazenda – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014
* Projeções com base nos superávits primários de 1,9% do PIB em 2014 e de 2,5% do PIB para 2015, 2016, 2017.
PIB x FBKF
* Projeções
Fonte: IBGE e Ministério da Fazenda
Elaboração: Ministério da Fazenda – Programação Orçamentária 2014 – Publicado em 20/02/2014
Investimentos do Governo Central, valores pagos,
em R$ bilhões correntes
* Projeção do Ministério da Fazenda
Fonte: Ministério da Fazenda
Elaboração: Ministério da Fazenda – Programação Orçamentária 2014 – Publicado em 20/02/2014
Investimentos associados ao Programa de Concessões
em Infraestrutura – 2014
* Estimativas
Fonte: EPL, EPE, MME e Ministério da Fazenda
Elaboração: Ministério da Fazenda – Programação Orçamentária 2014 – Publicado em 20/02/2014
Outros dados
• RESERVAS: US$ 379 bilhões - 6º maior reserva monetária do mundo; em
2002 era US$ 17 bilhões de reservas que não dava pra duas semanas de
ataque especulativo.
• A dívida pública líquida, na última década, saiu de 50% para 33% do PIB.
• A relação crédito/PIB passou de 35,5%, em 2008, para 56,5%, em
dezembro de 2013.
• O déficit habitacional (IPEA) em 2012, era 5,24 milhões de residências. O
Minha Casa Minha Vida já entregou 1,65 milhão de moradias e estima
mais 3,75 milhões até o final deste ano.
• O orçamento do MEC em 2002 foi de R$ 37,1 bilhões, em 2014 é de R$
112,3 bilhões. Aumento real de 202%.
• Em 11 anos foram criadas 18 novas universidades e abertos 146 novos
campi pelo interior do país.
Repasses aos Municípios
Cearenses
FPM - TOTAL REPASSADO AOS
MUNICÍPIOS CEARENSES
(Fonte:STN)
3,13%
7,97%
FUNDEB - TOTAL REPASSADO AOS
MUNICÍPIOS CEARENSES
(fonte:STN)
Trabalho, emprego e renda
Taxas de Desemprego (%)
12,7% 12,5%
10,1%
9,1%
9,7% 9,3%
6,8% 6,8%
5,3%
4,7% 4,6% 4,3%
0,0%
2,0%
4,0%
6,0%
8,0%
10,0%
12,0%
14,0%
DEZ/08 DEZ/09 DEZ/10 DEZ/11 DEZ/12 DEZ/13
DIEESE IBGE
Fonte: IBGE e DIEESE
Evoluçãodo Estoquedo EmpregoFormal
Brasil,2005 a 2013* (emmilhões)
33.2
35.2
37.6
39.4
41.2
44.1
46.3 47.5 48.6
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013*
O Saldo
entre
admitidos e
desligados
de janeiro a
abril de
2014 no
Brasil foi
de 458,0
mil. CE –
6,6 mil.
100.0
113.7
119.3
123.8
131.3
138.4 137.2
150.0
153.3
155.6
Base: Maio/2005=100
Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego
Elaboração: DIEESE
OBS: Em valores de janeiro de 2014 – INPC/IBGE
Evolução do Salário Mínimo Real
Brasil, maio/2005 – janeiro/2014
1983
1984
1985
1986
1987
1988
1989
1990
1991
1992
1993
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
R$ 722,28
R$ 318,26
R$ 724,00
salário-mínimo(em R$ de janeirode 2014)
Evolução do Emprego, Massa Salarial Real e Remuneração
Média Real¹ dos Trabalhadores Formais
Brasil, 2005 a 2012
Fonte: MTE. RAIS
Elaboração: DIEESE
Nota (1): Valor em 31/12. Não consta os vínculos ignorados para o cálculo da remuneração média.
Valores a reais pelo IPCA/IBGE de dezembro de 2012
Base: 2005=100
142.8
123.7
100.0
176.7
95.0
105.0
115.0
125.0
135.0
145.0
155.0
165.0
175.0
185.0
2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Emprego Rendimento Médio Real Massa de Rendimentos Reais
Evolução do Emprego, Massa Salarial Real e
Remuneração Média Real¹ dos Trabalhadores Formais
Ceará, 2003 a 2012
172.6
239.5
138.8
-
50.0
100.0
150.0
200.0
250.0
300.0
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012
Nº de Vículos Massa Salarial Salário Médio
Fonte: MTE. RAIS
Elaboração: DIEESE
Nota (1): Valor em 31/12. Não consta os vínculos ignorados para o cálculo da remuneração média.
Valores a reais pelo IPCA/IBGE de dezembro de 2012
Distribuição dos reajustes salariais e valor do aumento real
médio, em comparação com o INPC-IBGE – Brasil,
2005/2013
Fonte: DIEESE. SAS-DIEESE – Sistema de Acompanhamento de Salários
Obs.: Foram considerados todos os reajustes registrados no SAS-DIEESE
12.0 3.1 4.1 11.6 8.7 4.5 6.0 1.4 6.5
16.3
10.7 8.3
11.8
11.8
7.8 7.1
4.7
7.3
71.7 86.3 87.7 76.6 79.5 87.7 86.9
93.9
86.2
0.8
1.5
1.2
0.9 0.9
1.7
1.3
1.9
1.2
-
0.5
1.0
1.5
2.0
2.5
-
20.0
40.0
60.0
80.0
100.0
120.0
640 reaj.
2005
655 reaj.
2006
715 reaj.
2007
819 reaj.
2008
814 reaj.
2009
803 reaj.
2010
803 reaj.
2011
784 reaj.
2012
710 reaj.
2013
Acima do INPC-IBGE Igual ao INPC-IBGE Abaixo do INPC-IBGE Aumento Real Médio
Alguns desafios para o MS
• Conjuntura intencional não é favorável e forte pressão para adoção de
politicas conservadoras.
• Continuar pautando políticas que aumentem/mantenham as conquistas
dos últimos anos (salário mínimo, reajustes salariais, fóruns de
negociação de políticas públicas, combate a pobreza, entre outros).
• “O mercado” já ataca políticas como o salário mínimo e os ganhos reais
(alegam baixa produtividade e fator inflacionário).
• Diminuir gastos públicos (o que inclui não dar reajustes e não fazer novas
contratações. Além de precarizar).
• “É preciso diminuir o consumo para conter a inflação” (diminuir renda).
• REFORMA TRIBUTÁRIA DISTRIBUTIVA (NÃO SOMENTE DESONERAÇÕES
PONTUAIS, SEM CONTRAPARTIDAS SOCIAIS)
A discussão das Regulamentações no
Setor Público
• REGULAMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO 151 DA OIT: NEGOCIAÇÃO
COLETIVA PARA SERVIDORES PÚBLICOS
• A LUTA PELO DIREITO A NEGOCIAÇÃO COLETIVA NO SETOR PÚBLICO É ANTIGA E
REMONTA A LUTA PELO DIREITO A ORGANIZAÇÃO SINDICAL.
• COM A PROMULGAÇÃO DA ATUAL CONSTITUIÇÃO EM 1988, OS TRABALHADORES
DO SETOR PÚBLICO CONQUISTARAM O DIREITO A ASSOCIAÇÃO SINDICAL E A GREVE:
• ARTIGO 37 (...)
• “VI - É GARANTIDO AO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL O DIREITO À LIVRE
ASSOCIAÇÃO SINDICAL”
• “VII – O DIREITO DE GREVE SERÁ EXERCIDO NOS TERMOS E NOS
LIMITES DEFINIDOS EM LEI ESPECÍFICA (NR – EC-191998)”
• APESAR DISSO, A CF NÃO EXPLICITOU EM SEU TEXTO O DIREITO A
NEGOCIAÇÃO COLETIVA PARA O SETOR PÚBLICO O QUE VEM
GERANDO POLÊMICAS JURÍDICAS ATÉ HOJE.
• A luta pelo direito a negociação coletiva no setor público é antiga e remonta a luta
pelo direito a organização sindical.
• Com a promulgação da atual Constituição em 1988, os trabalhadores do setor
público conquistaram o direito a associação sindical e a greve, entretanto não
explicitou em seu texto o DIREITO A NEGOCIAÇÃO COLETIVA PARA O SETOR
PÚBLICO, o que vem gerando polêmicas jurídicas até hoje.
• Foram várias as experiências de mesa de negociação nas diversas esferas de
poder (1989- IAMSPE; Prefeitura SP e estados da BA, SE e PE – 2001)
• Foram vários os espaços de negociação do tema:
- Fórum Reforma Sindical 2004-2006
- PLs em tramitação no Congresso Nacional – 2007-2009
- GT no âmbito do Ministério do Planejamento, desde 2007
- GT no âmbito do Ministério do trabalho, 2010.
• Resultados obtidos: Ratificação da Convenção 151 da OIT, que
trata do tema: Construção de uma proposta de regulamentação da
convenção 151.
Regulamentação Da Convenção 151 da OIT:
Negociação Coletiva para os Servidores Públicos
Negociações da Regulamentação da
Convenção 151 da OIT
• Durante o ano de 2012 as Centrais Sindicais se reúnem e
elaboram uma proposta de regulamentação.
• Nessa proposta não entra as questões onde não há consenso:
financiamento estrutura sindical (representação)
• Em novembro de 2012 entregam à Presidência da Republica
através do Ministro Gilberto Carvalho, que propões constituir
uma mesa de negociação coordenada pelo MTE.
• A Comissão nunca se reuniu.
• No âmbito do Conselho de Relações do Trabalho, é constituída a
Câmara Bipartite Servidores e Governo. Espaço se constitui um
Grupo de Trabalho (GT) de Representação Sindical dos Servidores
Públicos e Forma de Financiamento
Negociaçõesda Regulamentaçãoda
Convenção151 da OIT
Financiamento
• Esse GT faz uma proposta de consenso entre as 6 centrais Sindicas (CUT,
FS, UGT, CTB, NCST e CGTB) e apresentada à Câmara Bipartite e depois ao
CRT.
• Aprovada à proposta, foi encaminhada a outros órgãos de governo e as
centrais deverão discutir internamente.
Principais pontos:
- Opção entre a contribuição negocial ou sindical, aprovada em
assembléia.
- O recurso que antes ia ao MTE, agora compõe um fundo de qualificação
de servidores públicos (federais, estaduais e municipais);
- Quem não repassar os recursos poderá sofrer sanções.
Estrutura sindical:
- Seminário entre as centrais sindicais marcado para julho.
- - Discussão difícil mesmo dentro das centrais.
Negociaçõesda Regulamentaçãoda
Convenção151 da OIT
Iniciativas no Congresso andam. Algumas em discordância comas
reivindicações do Trabalhadores.
Romero Jucá faz uma proposta de regulamentação da greve no
setor público, com base em outra proposta do Senador Aluízio
Nunes.
Centrais negociam, mas ainda permanecem pontos complicados.
Pode ser retomada em breve.
Na falta de entidade, comissão de trabalhadores negociam (não
federação)
Notificar a greve com 10 dias de antecedência.
Desconto de dias parados;
Amplia atividades essenciais, entre outros (60% devem trabalhar).
50% para os não essenciais.
Negociações da Regulamentação da
Convenção 151 da OIT
• Governo não quer negociar em ano de eleição.
• Não há posição unificada dentro do governo. Alguns querem restringir
muito o direito de greve.
• Dificuldade de pautar a regulamentação da negociação antes do direito
de greve.
• Querem limitar (ou proibir) a greve no setor armado.
SEM RESOLVER A QUESTÃO DA REPRESENTAÇÃO
SINDICAL, FICA DIFICIL RESOLVER A NEGOCIAÇÃO
(QUEM NEGOCIA?)
TODAS AS AÇÕES UNITÁRIAS OBTEM MAIS EXITO
TIRAR PAUTA COMUM DE CONSENSO
OBRIGADA
Lilian Arruda Marques – Dieese
lilian@dieese.org.br
Inadimplência (saldo)
1,9
4,4
3,0
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
6,0
7,0
dez/11
jan/12
fev/12
mar/12
abr/12
mai/12
jun/12
jul/12
ago/12
set/12
out/12
nov/12
dez/12
jan/13
fev/13
mar/13
abr/13
mai/13
jun/13
jul/13
ago/13
set/13
out/13
nov/13
dez/13
jan/14
fev/14
mar/14
Em % do créditoconcedido
PJ PF Total
Fonte: Bacen

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Final ppa região sul 2
Final ppa região sul 2Final ppa região sul 2
Final ppa região sul 2
ParticipaBR
 
Ppa co f_inal (2)
Ppa co f_inal (2)Ppa co f_inal (2)
Ppa co f_inal (2)
ParticipaBR
 
Ppa região sudeste v2
Ppa região sudeste v2Ppa região sudeste v2
Ppa região sudeste v2
ParticipaBR
 
Ppa nordeste ii v2
Ppa nordeste ii v2Ppa nordeste ii v2
Ppa nordeste ii v2
ParticipaBR
 
Ppa norte (final) v2
Ppa norte (final) v2Ppa norte (final) v2
Ppa norte (final) v2
ParticipaBR
 

Mais procurados (20)

Final ppa região sul 2
Final ppa região sul 2Final ppa região sul 2
Final ppa região sul 2
 
Ppa co f_inal (2)
Ppa co f_inal (2)Ppa co f_inal (2)
Ppa co f_inal (2)
 
Ppa região sudeste v2
Ppa região sudeste v2Ppa região sudeste v2
Ppa região sudeste v2
 
Ppa nordeste i
Ppa nordeste iPpa nordeste i
Ppa nordeste i
 
Ppa nordeste ii v2
Ppa nordeste ii v2Ppa nordeste ii v2
Ppa nordeste ii v2
 
Novo Regime Fiscal: um balanço
Novo Regime Fiscal: um balançoNovo Regime Fiscal: um balanço
Novo Regime Fiscal: um balanço
 
(Coffee & Dinner 2015 - Cecafé) Painel: Panorama Econômico Mundial
(Coffee & Dinner 2015 - Cecafé) Painel: Panorama Econômico Mundial(Coffee & Dinner 2015 - Cecafé) Painel: Panorama Econômico Mundial
(Coffee & Dinner 2015 - Cecafé) Painel: Panorama Econômico Mundial
 
EC n. 95: Impactos e viabilidade
EC n. 95: Impactos e viabilidade EC n. 95: Impactos e viabilidade
EC n. 95: Impactos e viabilidade
 
Ppa norte (final) v2
Ppa norte (final) v2Ppa norte (final) v2
Ppa norte (final) v2
 
Sinplast2015
Sinplast2015Sinplast2015
Sinplast2015
 
Apresentação igor
Apresentação igorApresentação igor
Apresentação igor
 
Conjuntura CNseg Nº8 | Ano 2 | Junho 2019
Conjuntura CNseg Nº8 | Ano 2 | Junho 2019Conjuntura CNseg Nº8 | Ano 2 | Junho 2019
Conjuntura CNseg Nº8 | Ano 2 | Junho 2019
 
RS: e agora?
RS: e agora?RS: e agora?
RS: e agora?
 
Reforma da Previdência: análise da PEC 287/2016 - Denise Gentil (UFRJ)
Reforma da Previdência: análise da PEC 287/2016 - Denise Gentil (UFRJ)Reforma da Previdência: análise da PEC 287/2016 - Denise Gentil (UFRJ)
Reforma da Previdência: análise da PEC 287/2016 - Denise Gentil (UFRJ)
 
Sinborsul sinmetal
Sinborsul sinmetalSinborsul sinmetal
Sinborsul sinmetal
 
Indicadores da Economia Brasileira: Preços, Juros e Câmbio
Indicadores da Economia Brasileira: Preços, Juros e CâmbioIndicadores da Economia Brasileira: Preços, Juros e Câmbio
Indicadores da Economia Brasileira: Preços, Juros e Câmbio
 
Briefing 17/10
Briefing 17/10Briefing 17/10
Briefing 17/10
 
Apresentação da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, no Encontro Estadu...
Apresentação da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, no Encontro Estadu...Apresentação da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, no Encontro Estadu...
Apresentação da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, no Encontro Estadu...
 
Proposta de Reforma do Modelo Brasileiro de Tributação de Bens e Serviços
Proposta de Reforma do Modelo Brasileiro de Tributação de Bens e ServiçosProposta de Reforma do Modelo Brasileiro de Tributação de Bens e Serviços
Proposta de Reforma do Modelo Brasileiro de Tributação de Bens e Serviços
 
9º balanço do PAC 2
9º balanço do PAC 29º balanço do PAC 2
9º balanço do PAC 2
 

Semelhante a Estudo Conjuntura do Dieese

Apresentação perspectivas 2014
Apresentação perspectivas 2014Apresentação perspectivas 2014
Apresentação perspectivas 2014
Roberto Moraes
 
BNB institucional Outubro 2010
BNB institucional Outubro 2010BNB institucional Outubro 2010
BNB institucional Outubro 2010
Banco do Nordeste
 

Semelhante a Estudo Conjuntura do Dieese (20)

Principais receitas caem e Prefeitura do Recife leva susto em abril
Principais receitas caem e Prefeitura do Recife leva susto em abrilPrincipais receitas caem e Prefeitura do Recife leva susto em abril
Principais receitas caem e Prefeitura do Recife leva susto em abril
 
Reforma da Previdência, por Narlon Nogueira
Reforma da Previdência, por Narlon NogueiraReforma da Previdência, por Narlon Nogueira
Reforma da Previdência, por Narlon Nogueira
 
Apresentacao Joaquim Levy no Bank of America
Apresentacao Joaquim Levy no Bank of AmericaApresentacao Joaquim Levy no Bank of America
Apresentacao Joaquim Levy no Bank of America
 
Economia Brasileira e Gaúcha - Perspectivas 2015 e 2016
Economia Brasileira e Gaúcha - Perspectivas 2015 e 2016Economia Brasileira e Gaúcha - Perspectivas 2015 e 2016
Economia Brasileira e Gaúcha - Perspectivas 2015 e 2016
 
Apresentação – Retomada do crescimento e reformas estruturais (23/08/2017)
Apresentação – Retomada do crescimento e reformas estruturais (23/08/2017)Apresentação – Retomada do crescimento e reformas estruturais (23/08/2017)
Apresentação – Retomada do crescimento e reformas estruturais (23/08/2017)
 
Construindo as condições para a retomada do crescimento
Construindo as condições para a retomada do crescimentoConstruindo as condições para a retomada do crescimento
Construindo as condições para a retomada do crescimento
 
Brasil necesita viviendas
Brasil necesita viviendasBrasil necesita viviendas
Brasil necesita viviendas
 
Previdência: Aperfeiçoar para Fortalecer - Fórum de Debates sobre Políticas d...
Previdência: Aperfeiçoar para Fortalecer - Fórum de Debates sobre Políticas d...Previdência: Aperfeiçoar para Fortalecer - Fórum de Debates sobre Políticas d...
Previdência: Aperfeiçoar para Fortalecer - Fórum de Debates sobre Políticas d...
 
A ECONOMIA EM ÉPOCA DE CRISE: Desafios e Propostas
A ECONOMIA EM ÉPOCA DE CRISE: Desafios e Propostas A ECONOMIA EM ÉPOCA DE CRISE: Desafios e Propostas
A ECONOMIA EM ÉPOCA DE CRISE: Desafios e Propostas
 
Emprego e Renda no Brasil Pós Crise
Emprego e Renda no Brasil Pós CriseEmprego e Renda no Brasil Pós Crise
Emprego e Renda no Brasil Pós Crise
 
Apresentação Dieese
Apresentação DieeseApresentação Dieese
Apresentação Dieese
 
Mrv apresentação institucional resumida por
Mrv apresentação institucional resumida porMrv apresentação institucional resumida por
Mrv apresentação institucional resumida por
 
Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2015
Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2015Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2015
Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2015
 
‘Dinheiro de pobre’: a inclusão social no sistema financeiro
‘Dinheiro de pobre’: a inclusão social no sistema financeiro‘Dinheiro de pobre’: a inclusão social no sistema financeiro
‘Dinheiro de pobre’: a inclusão social no sistema financeiro
 
Fernando Nogueira da Costa, professor livre docente do ie unicamp
Fernando Nogueira da Costa, professor livre docente do ie unicampFernando Nogueira da Costa, professor livre docente do ie unicamp
Fernando Nogueira da Costa, professor livre docente do ie unicamp
 
Apresentação perspectivas 2014
Apresentação perspectivas 2014Apresentação perspectivas 2014
Apresentação perspectivas 2014
 
Brasil em Perspectiva - Junho de 2014
Brasil em Perspectiva - Junho de 2014Brasil em Perspectiva - Junho de 2014
Brasil em Perspectiva - Junho de 2014
 
Nova Regulamentação do FPE
Nova Regulamentação do FPENova Regulamentação do FPE
Nova Regulamentação do FPE
 
Painel 4 - Os rumos do desenvolvimento econômico do Brasil
Painel 4 - Os rumos do desenvolvimento econômico do BrasilPainel 4 - Os rumos do desenvolvimento econômico do Brasil
Painel 4 - Os rumos do desenvolvimento econômico do Brasil
 
BNB institucional Outubro 2010
BNB institucional Outubro 2010BNB institucional Outubro 2010
BNB institucional Outubro 2010
 

Estudo Conjuntura do Dieese

  • 3. Variação real anual do PIB (em %) Brasil, 2003 a 20131995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 4,2 2,2 3,4 0,0 0,3 4,3 1,3 2,7 1,1 5,7 3,2 4,0 6,1 5,2 -0,3 7,5 2,7 1,0 2,5 Fonte: IBGE Elaboração: DIEESE
  • 4. Variação real anual do PIB (em %) Países selecionados, 2003 a 2013 Fonte: FMI Elaboração: Ministério da Fazenda - – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014
  • 5. PIB Fonte: IBGE Elaboração: Ministério da Fazenda – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014
  • 7. Inflação – IPCA Fonte: IBGE e Banco Central do Brasil Elaboração: Ministério da Fazenda – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014
  • 8. Expansão do crédito Saldo das operações de crédito em relação ao PIB por Pessoa Jurídica e Física Brasil, janeiro de 2008 a dezembro de 2013 Fonte: Banco Central do Brasil Elaboração: DIEESE
  • 10. Comportamento do comércio – março/2014 Variação anual do volume de vendas Volume de vendas e Receita nominal Fonte: IBGE. Pesquisa Mensal do Comércio Elaboração: DIEESE Variação superior à do PIB em todo o período. Março/2014  É a primeira vez no ano de variação negativa no volume de vendas, e a receita nominal segue com taxas positivas desde junho de 2012.
  • 11. Comportamento da indústria Produção industrial Mensal • Na comparação entre o primeiro trimestre desse ano com o do ano passado, a categoria de bens de consumo vem assegurando o resultado positivo ao crescer 3,0% (3,4% na indústria de bens duráveis e 2,8% na semiduráveis e não duráveis), já que a indústria de bens de capital registrou queda na produção de 0,9% e a de bens intermediários uma retração de 0,6%. Fonte: IBGE – PIM/PF Elaboração: DIEESE
  • 12. Balança Comercial (FOB) – em US$ milhões * 1º quadrimestre de 2014 Fonte: Ipeadata. Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) Elaboração: DIEESE
  • 13. Balanço de Pagamentos Saldo de transações correntes (% do PIB) Fonte: Ipeadata. Banco Central do Brasil. Elaboração: DIEESE
  • 14. Orçamento Geral da União (Executado em 2013) Total = R$ 1,783 trilhão Fonte: SIAFI Elaboração: Auditoria Cidadã da Dívida - http://www.auditoriacidada.org.br
  • 15. Dívida líquida do Setor Público e Dívida Bruta do Governo Federal, em % do PIB Fonte: Banco Central do Brasil e Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda – Perspectivas da Economia Brasileira – Publicado em 14/05/2014 * Projeções com base nos superávits primários de 1,9% do PIB em 2014 e de 2,5% do PIB para 2015, 2016, 2017.
  • 16. PIB x FBKF * Projeções Fonte: IBGE e Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda – Programação Orçamentária 2014 – Publicado em 20/02/2014
  • 17. Investimentos do Governo Central, valores pagos, em R$ bilhões correntes * Projeção do Ministério da Fazenda Fonte: Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda – Programação Orçamentária 2014 – Publicado em 20/02/2014
  • 18. Investimentos associados ao Programa de Concessões em Infraestrutura – 2014 * Estimativas Fonte: EPL, EPE, MME e Ministério da Fazenda Elaboração: Ministério da Fazenda – Programação Orçamentária 2014 – Publicado em 20/02/2014
  • 19. Outros dados • RESERVAS: US$ 379 bilhões - 6º maior reserva monetária do mundo; em 2002 era US$ 17 bilhões de reservas que não dava pra duas semanas de ataque especulativo. • A dívida pública líquida, na última década, saiu de 50% para 33% do PIB. • A relação crédito/PIB passou de 35,5%, em 2008, para 56,5%, em dezembro de 2013. • O déficit habitacional (IPEA) em 2012, era 5,24 milhões de residências. O Minha Casa Minha Vida já entregou 1,65 milhão de moradias e estima mais 3,75 milhões até o final deste ano. • O orçamento do MEC em 2002 foi de R$ 37,1 bilhões, em 2014 é de R$ 112,3 bilhões. Aumento real de 202%. • Em 11 anos foram criadas 18 novas universidades e abertos 146 novos campi pelo interior do país.
  • 21. FPM - TOTAL REPASSADO AOS MUNICÍPIOS CEARENSES (Fonte:STN) 3,13% 7,97%
  • 22. FUNDEB - TOTAL REPASSADO AOS MUNICÍPIOS CEARENSES (fonte:STN)
  • 24. Taxas de Desemprego (%) 12,7% 12,5% 10,1% 9,1% 9,7% 9,3% 6,8% 6,8% 5,3% 4,7% 4,6% 4,3% 0,0% 2,0% 4,0% 6,0% 8,0% 10,0% 12,0% 14,0% DEZ/08 DEZ/09 DEZ/10 DEZ/11 DEZ/12 DEZ/13 DIEESE IBGE Fonte: IBGE e DIEESE
  • 25. Evoluçãodo Estoquedo EmpregoFormal Brasil,2005 a 2013* (emmilhões) 33.2 35.2 37.6 39.4 41.2 44.1 46.3 47.5 48.6 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013* O Saldo entre admitidos e desligados de janeiro a abril de 2014 no Brasil foi de 458,0 mil. CE – 6,6 mil.
  • 26. 100.0 113.7 119.3 123.8 131.3 138.4 137.2 150.0 153.3 155.6 Base: Maio/2005=100 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego Elaboração: DIEESE OBS: Em valores de janeiro de 2014 – INPC/IBGE Evolução do Salário Mínimo Real Brasil, maio/2005 – janeiro/2014
  • 28. Evolução do Emprego, Massa Salarial Real e Remuneração Média Real¹ dos Trabalhadores Formais Brasil, 2005 a 2012 Fonte: MTE. RAIS Elaboração: DIEESE Nota (1): Valor em 31/12. Não consta os vínculos ignorados para o cálculo da remuneração média. Valores a reais pelo IPCA/IBGE de dezembro de 2012 Base: 2005=100 142.8 123.7 100.0 176.7 95.0 105.0 115.0 125.0 135.0 145.0 155.0 165.0 175.0 185.0 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Emprego Rendimento Médio Real Massa de Rendimentos Reais
  • 29. Evolução do Emprego, Massa Salarial Real e Remuneração Média Real¹ dos Trabalhadores Formais Ceará, 2003 a 2012 172.6 239.5 138.8 - 50.0 100.0 150.0 200.0 250.0 300.0 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Nº de Vículos Massa Salarial Salário Médio Fonte: MTE. RAIS Elaboração: DIEESE Nota (1): Valor em 31/12. Não consta os vínculos ignorados para o cálculo da remuneração média. Valores a reais pelo IPCA/IBGE de dezembro de 2012
  • 30. Distribuição dos reajustes salariais e valor do aumento real médio, em comparação com o INPC-IBGE – Brasil, 2005/2013 Fonte: DIEESE. SAS-DIEESE – Sistema de Acompanhamento de Salários Obs.: Foram considerados todos os reajustes registrados no SAS-DIEESE 12.0 3.1 4.1 11.6 8.7 4.5 6.0 1.4 6.5 16.3 10.7 8.3 11.8 11.8 7.8 7.1 4.7 7.3 71.7 86.3 87.7 76.6 79.5 87.7 86.9 93.9 86.2 0.8 1.5 1.2 0.9 0.9 1.7 1.3 1.9 1.2 - 0.5 1.0 1.5 2.0 2.5 - 20.0 40.0 60.0 80.0 100.0 120.0 640 reaj. 2005 655 reaj. 2006 715 reaj. 2007 819 reaj. 2008 814 reaj. 2009 803 reaj. 2010 803 reaj. 2011 784 reaj. 2012 710 reaj. 2013 Acima do INPC-IBGE Igual ao INPC-IBGE Abaixo do INPC-IBGE Aumento Real Médio
  • 31. Alguns desafios para o MS • Conjuntura intencional não é favorável e forte pressão para adoção de politicas conservadoras. • Continuar pautando políticas que aumentem/mantenham as conquistas dos últimos anos (salário mínimo, reajustes salariais, fóruns de negociação de políticas públicas, combate a pobreza, entre outros). • “O mercado” já ataca políticas como o salário mínimo e os ganhos reais (alegam baixa produtividade e fator inflacionário). • Diminuir gastos públicos (o que inclui não dar reajustes e não fazer novas contratações. Além de precarizar). • “É preciso diminuir o consumo para conter a inflação” (diminuir renda). • REFORMA TRIBUTÁRIA DISTRIBUTIVA (NÃO SOMENTE DESONERAÇÕES PONTUAIS, SEM CONTRAPARTIDAS SOCIAIS)
  • 32. A discussão das Regulamentações no Setor Público • REGULAMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO 151 DA OIT: NEGOCIAÇÃO COLETIVA PARA SERVIDORES PÚBLICOS • A LUTA PELO DIREITO A NEGOCIAÇÃO COLETIVA NO SETOR PÚBLICO É ANTIGA E REMONTA A LUTA PELO DIREITO A ORGANIZAÇÃO SINDICAL. • COM A PROMULGAÇÃO DA ATUAL CONSTITUIÇÃO EM 1988, OS TRABALHADORES DO SETOR PÚBLICO CONQUISTARAM O DIREITO A ASSOCIAÇÃO SINDICAL E A GREVE: • ARTIGO 37 (...) • “VI - É GARANTIDO AO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL O DIREITO À LIVRE ASSOCIAÇÃO SINDICAL” • “VII – O DIREITO DE GREVE SERÁ EXERCIDO NOS TERMOS E NOS LIMITES DEFINIDOS EM LEI ESPECÍFICA (NR – EC-191998)” • APESAR DISSO, A CF NÃO EXPLICITOU EM SEU TEXTO O DIREITO A NEGOCIAÇÃO COLETIVA PARA O SETOR PÚBLICO O QUE VEM GERANDO POLÊMICAS JURÍDICAS ATÉ HOJE.
  • 33. • A luta pelo direito a negociação coletiva no setor público é antiga e remonta a luta pelo direito a organização sindical. • Com a promulgação da atual Constituição em 1988, os trabalhadores do setor público conquistaram o direito a associação sindical e a greve, entretanto não explicitou em seu texto o DIREITO A NEGOCIAÇÃO COLETIVA PARA O SETOR PÚBLICO, o que vem gerando polêmicas jurídicas até hoje. • Foram várias as experiências de mesa de negociação nas diversas esferas de poder (1989- IAMSPE; Prefeitura SP e estados da BA, SE e PE – 2001) • Foram vários os espaços de negociação do tema: - Fórum Reforma Sindical 2004-2006 - PLs em tramitação no Congresso Nacional – 2007-2009 - GT no âmbito do Ministério do Planejamento, desde 2007 - GT no âmbito do Ministério do trabalho, 2010. • Resultados obtidos: Ratificação da Convenção 151 da OIT, que trata do tema: Construção de uma proposta de regulamentação da convenção 151. Regulamentação Da Convenção 151 da OIT: Negociação Coletiva para os Servidores Públicos
  • 34. Negociações da Regulamentação da Convenção 151 da OIT • Durante o ano de 2012 as Centrais Sindicais se reúnem e elaboram uma proposta de regulamentação. • Nessa proposta não entra as questões onde não há consenso: financiamento estrutura sindical (representação) • Em novembro de 2012 entregam à Presidência da Republica através do Ministro Gilberto Carvalho, que propões constituir uma mesa de negociação coordenada pelo MTE. • A Comissão nunca se reuniu. • No âmbito do Conselho de Relações do Trabalho, é constituída a Câmara Bipartite Servidores e Governo. Espaço se constitui um Grupo de Trabalho (GT) de Representação Sindical dos Servidores Públicos e Forma de Financiamento
  • 35. Negociaçõesda Regulamentaçãoda Convenção151 da OIT Financiamento • Esse GT faz uma proposta de consenso entre as 6 centrais Sindicas (CUT, FS, UGT, CTB, NCST e CGTB) e apresentada à Câmara Bipartite e depois ao CRT. • Aprovada à proposta, foi encaminhada a outros órgãos de governo e as centrais deverão discutir internamente. Principais pontos: - Opção entre a contribuição negocial ou sindical, aprovada em assembléia. - O recurso que antes ia ao MTE, agora compõe um fundo de qualificação de servidores públicos (federais, estaduais e municipais); - Quem não repassar os recursos poderá sofrer sanções. Estrutura sindical: - Seminário entre as centrais sindicais marcado para julho. - - Discussão difícil mesmo dentro das centrais.
  • 36. Negociaçõesda Regulamentaçãoda Convenção151 da OIT Iniciativas no Congresso andam. Algumas em discordância comas reivindicações do Trabalhadores. Romero Jucá faz uma proposta de regulamentação da greve no setor público, com base em outra proposta do Senador Aluízio Nunes. Centrais negociam, mas ainda permanecem pontos complicados. Pode ser retomada em breve. Na falta de entidade, comissão de trabalhadores negociam (não federação) Notificar a greve com 10 dias de antecedência. Desconto de dias parados; Amplia atividades essenciais, entre outros (60% devem trabalhar). 50% para os não essenciais.
  • 37. Negociações da Regulamentação da Convenção 151 da OIT • Governo não quer negociar em ano de eleição. • Não há posição unificada dentro do governo. Alguns querem restringir muito o direito de greve. • Dificuldade de pautar a regulamentação da negociação antes do direito de greve. • Querem limitar (ou proibir) a greve no setor armado. SEM RESOLVER A QUESTÃO DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL, FICA DIFICIL RESOLVER A NEGOCIAÇÃO (QUEM NEGOCIA?) TODAS AS AÇÕES UNITÁRIAS OBTEM MAIS EXITO TIRAR PAUTA COMUM DE CONSENSO
  • 38. OBRIGADA Lilian Arruda Marques – Dieese lilian@dieese.org.br

Notas do Editor

  1. Atualizado 08/13