❉ Sexta - Estudo adicional
Provérbios: As bênçãos dos justos - Lição 512015
O JUSTO E O PERVERSO NO LIVRO DE PROVÉRBIOS CAPÍTULOS 10 a 15
COMPARATIVO
JUSTO/RECOMPENSA PERVERSO/RECOMPENSA
“O SENHOR não deixa ter fome o justo” Pv. 10:2 “Mas rechaça a avidez dos perversos” Pv. 10:2
“Sobre a cabeça do justo há bênçãos” Pv. 10:6 “Mas na boca dos perversos mora a violência” Pv. 10:6
“A memória do justo é abençoada” Pv. 10:7 “Mas o nome dos perversos cai em podridão” Pv. 10:7
“A boca do justo é manancial de vida” Pv. 10:11 “Mas na boca dos perversos mora a violência” Pv. 10:11
“A obra do justo conduz à vida” Pv. 10:16 “O rendimento do perverso, ao pecado” Pv. 10:16
“Prata escolhida é a língua do justo” Pv. 10:20 “Mas o coração dos perversos vale mui pouco” Pv. 10:20
“O anelo dos justos Deus o cumpre” Pv. 10:24 “Aquilo que teme o perverso isso lhe sobrevém” Pv. 10:24
“O justo tem perpétuo fundamento” Pv. 10:25 “Como passa a tempestade, assim desaparece o perverso”
Pv. 10:25
“A esperança dos justos é alegria” Pv. 10:28 “Mas a expectação dos perversos perecerá” Pv. 10:28
“O justo jamais será abalado” Pv. 10:30 Mas os perversos não habitarão a terra” Pv. 10:30
“A boca do justo produz sabedoria” Pv. 10:31 “Mas a língua da perversidade será desarraigada” Pv. 10:31
“Os lábios do justo sabem o que agrada” Pv. 10:32 “Mas a boca dos perversos, somente o mal” Pv. 10:32
“O justo é libertado da angústia” Pv. 11:8 “O perverso a recebe em seu lugar” Pv. 11:8
“No bem estar dos justos exulta a cidade” Pv. 11:10 “Perecendo os perversos, há júbilo” Pv. 11:10
“O desejo dos justos tende somente para o bem” Pv. 11:23 “Mas a expectação dos perversos redunda em ira” Pv. 11:23
“Se o justo é punido na terra” Pv. 11:31 “Quanto mais o perverso e o pecador” Pv. 11:31
“Os pensamentos do justo são retos” Pv. 12:5 “Mas os conselhos do perverso, engano” Pv. 12:5
“O justo atenta para a vida dos seus animais” Pv. 12:10 “Mas o coração dos perversos é cruel” Pv. 12:10
“A raiz dos justos produz o seu fruto” Pv. 12:12 “O perverso quer viver do caçam os maus” Pv. 12:12
“Nenhum agravo sobrevirá ao justo” Pv. 12:21 “Mas os perversos, o mal os apanhará em cheio” Pv. 12:21
“O justo serve de guia para o seu companheiro” Pv. 12:26 “Mas o caminho dos perversos os faz errar” Pv. 12:26
“O justo aborrece a palavra de mentira” Pv. 13:5 “Mas o perverso faz vergonha e se desonra” Pv. 13:5
“A luz dos justos brilha intensamente” Pv.13:9 “Mas a lâmpada dos perversos se apagará” Pv. 13:9
“O justo tem o bastante para satisfazer o seu apetite”
Pv. 13:25
“Mas o estômago dos perversos passa fome” Pv. 13:25
“O justo ainda morrendo tem esperança” Pv. 14:32 “Pela sua malicia é derribado o perverso” Pv. 14:32
“Na casa do justo há grande tesouro” Pv. 15:6 “Mas na renda dos perversos há perturbação” Pv. 15:6
“O coração do justo medita o que há de responder”
Pv. 15:28
“Mas a boca dos perversos transborda maldades” Pv. 25:28
“O SENHOR atende à oração do justo” Pv. 15:29 “Mas o SENHOR está longe dos perversos” Pv. 15:29
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Tema: justiça
O Desejado de Todas as Nações, págs. 309-314. “O Sermão da Montanha”.
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O maior dos enganos do espírito humano, nos dias de Cristo, era que um mero assentimento à verdade
constituísse justiça. Em toda experiência humana, o conhecimento teórico da verdade se tem demonstrado
insuficiente para a salvação da alma. Não produz os frutos de justiça. Uma cuidadosa consideração pelo que
é classificado verdade teológica, acompanha frequentemente o ódio pela verdade genuína, segundo se
manifesta na vida. Os mais tristes capítulos da História acham-se repletos do registro de crimes cometidos
por fanáticos adeptos de religiões. Os fariseus pretendiam ser filhos de Abraão, e vangloriavam-se de
possuir os oráculos de Deus; todavia, essas vantagens não os preservavam do egoísmo, da malignidade, da
ganância e da mais baixa hipocrisia. Julgavam-se os maiores religiosos do mundo, mas sua chamada
ortodoxia os levou a crucificar o Senhor da glória.
O mesmo perigo existe ainda. Muitos se têm na conta de cristãos, simplesmente porque concordam com
certos dogmas teológicos. Não introduziram, porém, a verdade na vida prática. Não creram nela nem a
amaram; não receberam, portanto, o poder e a graça que advêm mediante a santificação da verdade. Os
homens
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podem professar fé na verdade; mas, se ela não os torna sinceros, bondosos, pacientes, dominados,
tomando prazer nas coisas de cima, é uma maldição a seu possuidor e, por meio de sua influência, uma
maldição ao mundo.
A justiça ensinada por Cristo é conformidade de coração e de vida com a revelada vontade de Deus. Os
pecadores só se podem tornar justos, à medida que têm fé em Deus, e mantêm vital ligação com Ele. Então
a verdadeira piedade lhes elevará os pensamentos e enobrecerá a vida. Então, as formas externas da
religião se harmonizam com a interior pureza cristã. As cerimônias exigidas no serviço de Deus não são
nesse caso ritos destituídos de sentido, como os dos fariseus hipócritas.
Jesus toma separadamente os mandamentos, e expõe-lhes a profundidade e a largura das reivindicações.
Em lugar de remover um jota de sua força, mostra quão vasto é o alcance de seus princípios, e expõe o erro
fatal dos judeus em sua ostentação exterior de obediência. Declara que, pelo mau pensamento ou o
cobiçoso olhar, é transgredida a lei divina. Uma pessoa que se torna participante da mínima injustiça, está
violando a lei e degradando sua própria natureza moral. O homicídio existe primeiro na mente. Aquele que
dá ao ódio um lugar no coração, está pondo o pé no caminho do assassínio, e suas ofertas são aborrecíveis
a Deus.
Os judeus cultivavam um espírito de vingança. Em seu ódio aos romanos, proferiam duras acusações e
agradavam ao maligno pela manifestação de seus atributos. Estavam assim se preparando para praticar as
terríveis ações a que ele os levou. Não havia, na vida religiosa dos fariseus, nada que recomendasse a
piedade aos olhos dos gentios. Jesus declarou-lhes que se não enganassem com a idéia de poderem
revoltar-se no coração contra seus opressores, e acariciar o anseio de vingar-se de suas injustiças.
É verdade que há uma indignação justificável, mesmo nos seguidores de Cristo. Quando vêem que Deus é
desonrado, e Seu serviço exposto ao descrédito; quando vêem o inocente opresso, uma justa indignação
agita a alma. Tal ira, nascida da sensibilidade moral, não é pecado. Mas os que, a qualquer suposta
provocação, se sentem em liberdade de condescender com a zanga ou o ressentimento, estão abrindo o
coração a Satanás. Amargura e animosidade devem ser banidas da alma, se queremos estar em harmonia
com o Céu.
O Salvador vai além disso. Diz Ele: "Se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão
tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te
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primeiro com teu irmão, e depois vem e apresenta a tua oferta." Mat. 5:23 e 24. Muitos são zelosos nos
cultos, ao passo que entre eles e seus irmãos existem lamentáveis diferenças, as quais poderiam
harmonizar. Deus exige que façam tudo ao seu alcance para restaurar a concórdia. Antes que isso façam,
não lhes pode aceitar a adoração. O dever do cristão a esse respeito é claramente indicado.
Deus derrama Suas bênçãos sobre todos. "Faz que o Seu Sol se levante sobre maus e bons, e a chuva
desça sobre justos e injustos." É "benigno até para com os ingratos e maus". Luc. 6:35. Pede-nos que
sejamos semelhantes a Ele. "Bendizei os que vos maldizem", disse Jesus: "Fazei bem aos que vos
odeiam,... para que sejais filhos do vosso Pai que está nos Céus." Mat. 5:44. Eis os princípios da lei, e são
as fontes da vida.
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O ideal de Deus para Seus filhos é mais alto do que pode alcançar o pensamento humano. "Sede vós pois
perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos Céus." Mat. 5:48. Este mandamento é uma promessa. O
plano da redenção visa ao nosso completo libertamento do poder de Satanás. Cristo separa sempre do
pecado a alma contrita. Veio para destruir as obras do diabo, e tomou providências para que o Espírito Santo
fosse comunicado a toda alma arrependida, para guardá-la de pecar.
A influência do tentador não deve ser considerada desculpa para qualquer má ação. Satanás rejubila quando
ouve os professos seguidores de Cristo apresentarem desculpas quanto à sua deformidade de caráter. São
essas escusas que levam ao pecado. Não há desculpas para pecar. Uma santa disposição, uma vida cristã,
são acessíveis a todo filho de Deus, arrependido e crente.
O ideal do caráter cristão, é a semelhança com Cristo. Como o Filho do homem foi perfeito em Sua vida,
assim devem Seus seguidores ser perfeitos na sua. Jesus foi em todas as coisas feito semelhante a Seus
irmãos. Tornou-Se carne, da mesma maneira que nós. Tinha fome, sede e fadiga. Sustentava-Se com
alimento e refrigerava-Se pelo sono. Era Deus em carne. Ele compartilhou da sorte do homem; não
obstante, foi o imaculado Filho de Deus. Seu caráter deve ser o nosso. Diz o Senhor dos que nEle crêem:
"Neles habitarei, e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus e eles serão o Meu povo." II Cor. 6:16.
Cristo é a escada que Jacó viu, tendo a base na Terra, e o topo chegando à porta do Céu, ao próprio limiar
da glória. Se aquela escada houvesse deixado de chegar à Terra, por um único degrau que fosse, teríamos
ficado perdidos. Mas Cristo vem ter conosco
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onde nos achamos. Tomou nossa natureza e venceu, para que, revestindo-nos de Sua natureza, nós
pudéssemos vencer. Feito "em semelhança da carne do pecado" (Rom. 8:3), viveu uma vida isenta de
pecado. Agora, por Sua divindade, firma-Se ao trono do Céu, ao passo que, pela Sua humanidade, Se liga a
nós. Manda-nos que, pela fé nEle, atinjamos à glória do caráter de Deus. Portanto, devemos ser perfeitos,
assim como "é perfeito vosso Pai que está nos Céus". Mat. 5:48.
Jesus mostrara em que consiste a justiça, e indicara Deus como fonte da mesma. Voltou-Se então para os
deveres práticos. Em dar esmolas, orar, jejuar, disse Ele, que nada seja feito com o intuito de atrair atenção
ou louvores para o próprio eu. Dai em sinceridade, para benefício do pobre sofredor. Na oração, comungue a
alma com Deus. Ao jejuar, não andeis cabisbaixos, a mente ocupada com vós mesmos. O coração do
fariseu é um solo árido e inútil, em que nenhuma semente de vida divina pode crescer. Aquele que mais
completamente se entrega a Deus, é que mais aceitável serviço Lhe presta. Pois, mediante a comunhão
com Ele, os homens se tornam coobreiros Seus em manifestar-Lhe o caráter na humanidade.
A adoração prestada em sinceridade de coração tem grande recompensa. "Teu Pai, que vê em segredo, te
recompensará publicamente." Mat. 6:6. Pela vida que vivemos mediante a graça de Cristo, forma-se o
caráter. A beleza original começa a ser restaurada na alma. São comunicados os atributos do caráter de
Cristo, começando a refletir-se a imagem do Divino. A fisionomia dos homens e mulheres que andam e
trabalham com Deus, exprime a paz do Céu. São circundados da atmosfera celeste. Para essas pessoas
começou o reino de Deus. Possuem a alegria de Cristo, a satisfação de ser uma bênção à humanidade. Têm
a honra de ser aceitos para o serviço do Mestre; é-lhes confiado o fazer Sua obra em Seu nome.
"Ninguém pode servir a dois senhores." Não podemos servir a Deus com coração dividido. A influência da
religião bíblica não é uma influência entre outras: tem de ser suprema, penetrando em todas as outras e
dominando-as. Não deverá ser uma pincelada dando aqui e ali cor a uma tela, mas encher a vida toda, como
se a mesma tela fosse imergida na tinta até que cada fio houvesse tomado profundo e firme colorido.
"De sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus,
o teu corpo será tenebroso." Mat. 6:22. Pureza e firmeza de propósito são condições para receber luz de
Deus. Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo que ela mostra. Não pode
ter
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nenhuma transigência com o erro. Estar vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e
o engano de Satanás.
Os métodos mundanos e os retos princípios da justiça não se misturam imperceptivelmente, como as cores
do arco-íris. Há entre eles, traçada pelo eterno Deus, vasta e distinta linha divisória. A semelhança de Cristo
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ressalta tão marcadamente em contraste com a de Satanás, como o meio-dia em face da meia-noite. E
unicamente os que vivem a vida de Cristo, são coobreiros Seus. Se um pecado é nutrido na alma, ou uma
prática errônea conservada na vida, todo o ser é contaminado. O homem torna-se instrumento de injustiça.
Todos quantos escolheram o serviço de Deus, devem descansar em Seu cuidado. Cristo apontou os
pássaros voando no espaço, as flores no campo, pedindo a Seus ouvintes que considerassem essas
criaturas de Deus. "Não tendes vós muito mais valor do que elas?" (Mat. 6:26) disse Ele. A medida da
atenção divina concedida a qualquer criatura, é proporcional a sua posição na escala dos seres. A
pequenina andorinha é velada pela Providência. As flores do campo, a relva que atapeta o solo, partilham da
atenção e cuidado do Pai celeste. O grande Artista, o Artista-Mestre, teve pensamentos para os lírios,
fazendo-os tão bonitos que ultrapassam a glória de Salomão. Quanto mais cuida Ele do homem, a imagem e
glória divinas! Anela ver Seus filhos revelarem um caráter à Sua semelhança. Como a luz solar comunica às
flores seus múltiplos e delicados matizes, assim transmite Ele à alma a beleza de Seu próprio caráter.
Todos quantos preferem o reino de Cristo - reino de amor e justiça e paz - colocando os interesses do
mesmo acima de todos os outros, acham-se ligados ao mundo do alto, e pertencem-lhes todas as bênçãos
necessárias a esta vida. No livro da providência de Deus, o volume da vida, a cada um de nós é dada uma
página. Essa página contém cada particularidade de nossa história; até os cabelos da cabeça estão
contados. Os filhos de Deus nunca Lhe estão ausentes do pensamento.
"Não vos inquieteis pois pelo dia de amanhã." Devemos seguir a Cristo dia a dia. Deus não provê auxílio
para amanhã. Não dá a Seus filhos imediatamente todas as instruções para a jornada da vida, para que não
fiquem confundidos. Diz-lhes apenas quanto possam conservar na memória e realizar. A força e a sabedoria
comunicadas destinam-se à emergência do momento. "Se algum de vós tem falta de sabedoria" - para o dia
de hoje - "peça a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada." Tia. 1:5.
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Não julgueis, para que não sejais julgados." Não vos julgueis melhores que outros homens, nem vos arvoreis
em juízes seus. Uma vez que não vos é dado discernir os motivos, sois incapazes de julgar um ao outro. Ao
criticá-lo, estais-vos sentenciando a vós mesmos; pois mostrais ter parte com Satanás, o acusador dos
irmãos. O Senhor diz: "Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos." II
Cor. 13:5. Eis nossa tarefa. "Se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados." I Cor. 11:31.
A boa árvore produzirá bom fruto. Se o fruto for de sabor desagradável e sem valor, a árvore é má. Assim o
fruto dado na vida testifica das condições do coração e da excelência do caráter. As boas obras jamais
poderão comprar a salvação; são, porém, um indício da fé que opera por amor e purifica a alma. E se bem
que a recompensa eterna não seja concedida em virtude de nossos méritos, será todavia em proporção à
obra realizada por meio da graça de Cristo.
Cristo apresentou assim os princípios de Seu reino, e mostrou serem eles a grande norma da vida. Para
fazer gravar melhor a lição, dá um exemplo. Não vos basta, diz Ele, ouvirdes Minhas palavras. Cumpre-vos,
pela obediência, torná-las o fundamento de vosso caráter. O próprio eu não passa de areia movediça. Se
edificardes sobre teorias e invenções humanas, vossa casa ruirá. Pelos ventos da tentação, pelas
tempestades das provas, será varrida. Mas estes princípios que vos dei permanecerão. Recebei-Me; edificai
sobre Minhas palavras.
"Todo aquele, pois, que escuta estas Minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que
edificou a sua casa sobre a rocha; e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram
aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha." Mat. 7:24 e 25.
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Estudo adicional_As bênçãos dos justos_512015

  • 1.
    ❉ Sexta -Estudo adicional Provérbios: As bênçãos dos justos - Lição 512015 O JUSTO E O PERVERSO NO LIVRO DE PROVÉRBIOS CAPÍTULOS 10 a 15 COMPARATIVO JUSTO/RECOMPENSA PERVERSO/RECOMPENSA “O SENHOR não deixa ter fome o justo” Pv. 10:2 “Mas rechaça a avidez dos perversos” Pv. 10:2 “Sobre a cabeça do justo há bênçãos” Pv. 10:6 “Mas na boca dos perversos mora a violência” Pv. 10:6 “A memória do justo é abençoada” Pv. 10:7 “Mas o nome dos perversos cai em podridão” Pv. 10:7 “A boca do justo é manancial de vida” Pv. 10:11 “Mas na boca dos perversos mora a violência” Pv. 10:11 “A obra do justo conduz à vida” Pv. 10:16 “O rendimento do perverso, ao pecado” Pv. 10:16 “Prata escolhida é a língua do justo” Pv. 10:20 “Mas o coração dos perversos vale mui pouco” Pv. 10:20 “O anelo dos justos Deus o cumpre” Pv. 10:24 “Aquilo que teme o perverso isso lhe sobrevém” Pv. 10:24 “O justo tem perpétuo fundamento” Pv. 10:25 “Como passa a tempestade, assim desaparece o perverso” Pv. 10:25 “A esperança dos justos é alegria” Pv. 10:28 “Mas a expectação dos perversos perecerá” Pv. 10:28 “O justo jamais será abalado” Pv. 10:30 Mas os perversos não habitarão a terra” Pv. 10:30 “A boca do justo produz sabedoria” Pv. 10:31 “Mas a língua da perversidade será desarraigada” Pv. 10:31 “Os lábios do justo sabem o que agrada” Pv. 10:32 “Mas a boca dos perversos, somente o mal” Pv. 10:32 “O justo é libertado da angústia” Pv. 11:8 “O perverso a recebe em seu lugar” Pv. 11:8 “No bem estar dos justos exulta a cidade” Pv. 11:10 “Perecendo os perversos, há júbilo” Pv. 11:10 “O desejo dos justos tende somente para o bem” Pv. 11:23 “Mas a expectação dos perversos redunda em ira” Pv. 11:23 “Se o justo é punido na terra” Pv. 11:31 “Quanto mais o perverso e o pecador” Pv. 11:31 “Os pensamentos do justo são retos” Pv. 12:5 “Mas os conselhos do perverso, engano” Pv. 12:5 “O justo atenta para a vida dos seus animais” Pv. 12:10 “Mas o coração dos perversos é cruel” Pv. 12:10 “A raiz dos justos produz o seu fruto” Pv. 12:12 “O perverso quer viver do caçam os maus” Pv. 12:12 “Nenhum agravo sobrevirá ao justo” Pv. 12:21 “Mas os perversos, o mal os apanhará em cheio” Pv. 12:21 “O justo serve de guia para o seu companheiro” Pv. 12:26 “Mas o caminho dos perversos os faz errar” Pv. 12:26 “O justo aborrece a palavra de mentira” Pv. 13:5 “Mas o perverso faz vergonha e se desonra” Pv. 13:5 “A luz dos justos brilha intensamente” Pv.13:9 “Mas a lâmpada dos perversos se apagará” Pv. 13:9 “O justo tem o bastante para satisfazer o seu apetite” Pv. 13:25 “Mas o estômago dos perversos passa fome” Pv. 13:25 “O justo ainda morrendo tem esperança” Pv. 14:32 “Pela sua malicia é derribado o perverso” Pv. 14:32 “Na casa do justo há grande tesouro” Pv. 15:6 “Mas na renda dos perversos há perturbação” Pv. 15:6 “O coração do justo medita o que há de responder” Pv. 15:28 “Mas a boca dos perversos transborda maldades” Pv. 25:28 “O SENHOR atende à oração do justo” Pv. 15:29 “Mas o SENHOR está longe dos perversos” Pv. 15:29 Quadro comparativo do site: http://cirilogoncalves.blogspot.com.br/ Tema: justiça O Desejado de Todas as Nações, págs. 309-314. “O Sermão da Montanha”. ramos@advir.comramos@advir.com
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    O maior dosenganos do espírito humano, nos dias de Cristo, era que um mero assentimento à verdade constituísse justiça. Em toda experiência humana, o conhecimento teórico da verdade se tem demonstrado insuficiente para a salvação da alma. Não produz os frutos de justiça. Uma cuidadosa consideração pelo que é classificado verdade teológica, acompanha frequentemente o ódio pela verdade genuína, segundo se manifesta na vida. Os mais tristes capítulos da História acham-se repletos do registro de crimes cometidos por fanáticos adeptos de religiões. Os fariseus pretendiam ser filhos de Abraão, e vangloriavam-se de possuir os oráculos de Deus; todavia, essas vantagens não os preservavam do egoísmo, da malignidade, da ganância e da mais baixa hipocrisia. Julgavam-se os maiores religiosos do mundo, mas sua chamada ortodoxia os levou a crucificar o Senhor da glória. O mesmo perigo existe ainda. Muitos se têm na conta de cristãos, simplesmente porque concordam com certos dogmas teológicos. Não introduziram, porém, a verdade na vida prática. Não creram nela nem a amaram; não receberam, portanto, o poder e a graça que advêm mediante a santificação da verdade. Os homens Pág. 310 podem professar fé na verdade; mas, se ela não os torna sinceros, bondosos, pacientes, dominados, tomando prazer nas coisas de cima, é uma maldição a seu possuidor e, por meio de sua influência, uma maldição ao mundo. A justiça ensinada por Cristo é conformidade de coração e de vida com a revelada vontade de Deus. Os pecadores só se podem tornar justos, à medida que têm fé em Deus, e mantêm vital ligação com Ele. Então a verdadeira piedade lhes elevará os pensamentos e enobrecerá a vida. Então, as formas externas da religião se harmonizam com a interior pureza cristã. As cerimônias exigidas no serviço de Deus não são nesse caso ritos destituídos de sentido, como os dos fariseus hipócritas. Jesus toma separadamente os mandamentos, e expõe-lhes a profundidade e a largura das reivindicações. Em lugar de remover um jota de sua força, mostra quão vasto é o alcance de seus princípios, e expõe o erro fatal dos judeus em sua ostentação exterior de obediência. Declara que, pelo mau pensamento ou o cobiçoso olhar, é transgredida a lei divina. Uma pessoa que se torna participante da mínima injustiça, está violando a lei e degradando sua própria natureza moral. O homicídio existe primeiro na mente. Aquele que dá ao ódio um lugar no coração, está pondo o pé no caminho do assassínio, e suas ofertas são aborrecíveis a Deus. Os judeus cultivavam um espírito de vingança. Em seu ódio aos romanos, proferiam duras acusações e agradavam ao maligno pela manifestação de seus atributos. Estavam assim se preparando para praticar as terríveis ações a que ele os levou. Não havia, na vida religiosa dos fariseus, nada que recomendasse a piedade aos olhos dos gentios. Jesus declarou-lhes que se não enganassem com a idéia de poderem revoltar-se no coração contra seus opressores, e acariciar o anseio de vingar-se de suas injustiças. É verdade que há uma indignação justificável, mesmo nos seguidores de Cristo. Quando vêem que Deus é desonrado, e Seu serviço exposto ao descrédito; quando vêem o inocente opresso, uma justa indignação agita a alma. Tal ira, nascida da sensibilidade moral, não é pecado. Mas os que, a qualquer suposta provocação, se sentem em liberdade de condescender com a zanga ou o ressentimento, estão abrindo o coração a Satanás. Amargura e animosidade devem ser banidas da alma, se queremos estar em harmonia com o Céu. O Salvador vai além disso. Diz Ele: "Se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te Pág. 311 primeiro com teu irmão, e depois vem e apresenta a tua oferta." Mat. 5:23 e 24. Muitos são zelosos nos cultos, ao passo que entre eles e seus irmãos existem lamentáveis diferenças, as quais poderiam harmonizar. Deus exige que façam tudo ao seu alcance para restaurar a concórdia. Antes que isso façam, não lhes pode aceitar a adoração. O dever do cristão a esse respeito é claramente indicado. Deus derrama Suas bênçãos sobre todos. "Faz que o Seu Sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos." É "benigno até para com os ingratos e maus". Luc. 6:35. Pede-nos que sejamos semelhantes a Ele. "Bendizei os que vos maldizem", disse Jesus: "Fazei bem aos que vos odeiam,... para que sejais filhos do vosso Pai que está nos Céus." Mat. 5:44. Eis os princípios da lei, e são as fontes da vida. ramos@advir.comramos@advir.com
  • 3.
    O ideal deDeus para Seus filhos é mais alto do que pode alcançar o pensamento humano. "Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos Céus." Mat. 5:48. Este mandamento é uma promessa. O plano da redenção visa ao nosso completo libertamento do poder de Satanás. Cristo separa sempre do pecado a alma contrita. Veio para destruir as obras do diabo, e tomou providências para que o Espírito Santo fosse comunicado a toda alma arrependida, para guardá-la de pecar. A influência do tentador não deve ser considerada desculpa para qualquer má ação. Satanás rejubila quando ouve os professos seguidores de Cristo apresentarem desculpas quanto à sua deformidade de caráter. São essas escusas que levam ao pecado. Não há desculpas para pecar. Uma santa disposição, uma vida cristã, são acessíveis a todo filho de Deus, arrependido e crente. O ideal do caráter cristão, é a semelhança com Cristo. Como o Filho do homem foi perfeito em Sua vida, assim devem Seus seguidores ser perfeitos na sua. Jesus foi em todas as coisas feito semelhante a Seus irmãos. Tornou-Se carne, da mesma maneira que nós. Tinha fome, sede e fadiga. Sustentava-Se com alimento e refrigerava-Se pelo sono. Era Deus em carne. Ele compartilhou da sorte do homem; não obstante, foi o imaculado Filho de Deus. Seu caráter deve ser o nosso. Diz o Senhor dos que nEle crêem: "Neles habitarei, e entre eles andarei; e Eu serei o seu Deus e eles serão o Meu povo." II Cor. 6:16. Cristo é a escada que Jacó viu, tendo a base na Terra, e o topo chegando à porta do Céu, ao próprio limiar da glória. Se aquela escada houvesse deixado de chegar à Terra, por um único degrau que fosse, teríamos ficado perdidos. Mas Cristo vem ter conosco Pág. 312 onde nos achamos. Tomou nossa natureza e venceu, para que, revestindo-nos de Sua natureza, nós pudéssemos vencer. Feito "em semelhança da carne do pecado" (Rom. 8:3), viveu uma vida isenta de pecado. Agora, por Sua divindade, firma-Se ao trono do Céu, ao passo que, pela Sua humanidade, Se liga a nós. Manda-nos que, pela fé nEle, atinjamos à glória do caráter de Deus. Portanto, devemos ser perfeitos, assim como "é perfeito vosso Pai que está nos Céus". Mat. 5:48. Jesus mostrara em que consiste a justiça, e indicara Deus como fonte da mesma. Voltou-Se então para os deveres práticos. Em dar esmolas, orar, jejuar, disse Ele, que nada seja feito com o intuito de atrair atenção ou louvores para o próprio eu. Dai em sinceridade, para benefício do pobre sofredor. Na oração, comungue a alma com Deus. Ao jejuar, não andeis cabisbaixos, a mente ocupada com vós mesmos. O coração do fariseu é um solo árido e inútil, em que nenhuma semente de vida divina pode crescer. Aquele que mais completamente se entrega a Deus, é que mais aceitável serviço Lhe presta. Pois, mediante a comunhão com Ele, os homens se tornam coobreiros Seus em manifestar-Lhe o caráter na humanidade. A adoração prestada em sinceridade de coração tem grande recompensa. "Teu Pai, que vê em segredo, te recompensará publicamente." Mat. 6:6. Pela vida que vivemos mediante a graça de Cristo, forma-se o caráter. A beleza original começa a ser restaurada na alma. São comunicados os atributos do caráter de Cristo, começando a refletir-se a imagem do Divino. A fisionomia dos homens e mulheres que andam e trabalham com Deus, exprime a paz do Céu. São circundados da atmosfera celeste. Para essas pessoas começou o reino de Deus. Possuem a alegria de Cristo, a satisfação de ser uma bênção à humanidade. Têm a honra de ser aceitos para o serviço do Mestre; é-lhes confiado o fazer Sua obra em Seu nome. "Ninguém pode servir a dois senhores." Não podemos servir a Deus com coração dividido. A influência da religião bíblica não é uma influência entre outras: tem de ser suprema, penetrando em todas as outras e dominando-as. Não deverá ser uma pincelada dando aqui e ali cor a uma tela, mas encher a vida toda, como se a mesma tela fosse imergida na tinta até que cada fio houvesse tomado profundo e firme colorido. "De sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso." Mat. 6:22. Pureza e firmeza de propósito são condições para receber luz de Deus. Aquele que deseja conhecer a verdade, deve estar disposto a aceitar tudo que ela mostra. Não pode ter Pág. 313 nenhuma transigência com o erro. Estar vacilante e morno para com a verdade, é preferir as trevas do erro e o engano de Satanás. Os métodos mundanos e os retos princípios da justiça não se misturam imperceptivelmente, como as cores do arco-íris. Há entre eles, traçada pelo eterno Deus, vasta e distinta linha divisória. A semelhança de Cristo ramos@advir.comramos@advir.com
  • 4.
    ressalta tão marcadamenteem contraste com a de Satanás, como o meio-dia em face da meia-noite. E unicamente os que vivem a vida de Cristo, são coobreiros Seus. Se um pecado é nutrido na alma, ou uma prática errônea conservada na vida, todo o ser é contaminado. O homem torna-se instrumento de injustiça. Todos quantos escolheram o serviço de Deus, devem descansar em Seu cuidado. Cristo apontou os pássaros voando no espaço, as flores no campo, pedindo a Seus ouvintes que considerassem essas criaturas de Deus. "Não tendes vós muito mais valor do que elas?" (Mat. 6:26) disse Ele. A medida da atenção divina concedida a qualquer criatura, é proporcional a sua posição na escala dos seres. A pequenina andorinha é velada pela Providência. As flores do campo, a relva que atapeta o solo, partilham da atenção e cuidado do Pai celeste. O grande Artista, o Artista-Mestre, teve pensamentos para os lírios, fazendo-os tão bonitos que ultrapassam a glória de Salomão. Quanto mais cuida Ele do homem, a imagem e glória divinas! Anela ver Seus filhos revelarem um caráter à Sua semelhança. Como a luz solar comunica às flores seus múltiplos e delicados matizes, assim transmite Ele à alma a beleza de Seu próprio caráter. Todos quantos preferem o reino de Cristo - reino de amor e justiça e paz - colocando os interesses do mesmo acima de todos os outros, acham-se ligados ao mundo do alto, e pertencem-lhes todas as bênçãos necessárias a esta vida. No livro da providência de Deus, o volume da vida, a cada um de nós é dada uma página. Essa página contém cada particularidade de nossa história; até os cabelos da cabeça estão contados. Os filhos de Deus nunca Lhe estão ausentes do pensamento. "Não vos inquieteis pois pelo dia de amanhã." Devemos seguir a Cristo dia a dia. Deus não provê auxílio para amanhã. Não dá a Seus filhos imediatamente todas as instruções para a jornada da vida, para que não fiquem confundidos. Diz-lhes apenas quanto possam conservar na memória e realizar. A força e a sabedoria comunicadas destinam-se à emergência do momento. "Se algum de vós tem falta de sabedoria" - para o dia de hoje - "peça a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada." Tia. 1:5. Pág. 314 Não julgueis, para que não sejais julgados." Não vos julgueis melhores que outros homens, nem vos arvoreis em juízes seus. Uma vez que não vos é dado discernir os motivos, sois incapazes de julgar um ao outro. Ao criticá-lo, estais-vos sentenciando a vós mesmos; pois mostrais ter parte com Satanás, o acusador dos irmãos. O Senhor diz: "Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos." II Cor. 13:5. Eis nossa tarefa. "Se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados." I Cor. 11:31. A boa árvore produzirá bom fruto. Se o fruto for de sabor desagradável e sem valor, a árvore é má. Assim o fruto dado na vida testifica das condições do coração e da excelência do caráter. As boas obras jamais poderão comprar a salvação; são, porém, um indício da fé que opera por amor e purifica a alma. E se bem que a recompensa eterna não seja concedida em virtude de nossos méritos, será todavia em proporção à obra realizada por meio da graça de Cristo. Cristo apresentou assim os princípios de Seu reino, e mostrou serem eles a grande norma da vida. Para fazer gravar melhor a lição, dá um exemplo. Não vos basta, diz Ele, ouvirdes Minhas palavras. Cumpre-vos, pela obediência, torná-las o fundamento de vosso caráter. O próprio eu não passa de areia movediça. Se edificardes sobre teorias e invenções humanas, vossa casa ruirá. Pelos ventos da tentação, pelas tempestades das provas, será varrida. Mas estes princípios que vos dei permanecerão. Recebei-Me; edificai sobre Minhas palavras. "Todo aquele, pois, que escuta estas Minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha." Mat. 7:24 e 25. ramos@advir.comramos@advir.com