Equídeos
A evolução dos equídeos Os  equídeos*  (do latim  Equidae ) constituem uma família de mamíferos perissodátilos (o grupo inclui animais importantes para o homem como o cavalo e o jumento, e selvagens como as zebras. São ungulados  perissodáctilos  com um só dedo funcional). Atualmente esta família compreende apenas o gênero  Equus , onde se classificam o cavalo ( E. caballus ), jumento ( E. asinus ), a zebra ( Equus zebra ) e o burro** ( E. mullus ) por exemplo. A família  Equidae  evoluiu ao longo de vários milhões de anos, desde animais florestais de pequenas dimensões até ao cavalo moderno e seus contemporâneos do gênero  Equus. * Na Bíblia, os  equídeos  são citados por sua importância: 115 registros para: Cavalos, 45 para Jumentos, 5 para as mulas e 5  para os Burros. ** O burro é um híbrido  (muá), cruzamento entre jumento e égua e pertence também ao gênero  Equus  embora não constitua uma espécie.
Equídeos Classificação taxonômica  Reino:  Animalia  Filo:  Chordata Classe:  Mammalia Ordem:  Perissodactila Família:  Equidae Gênero:  Equus  (Cavalos e afins) Espécie : Equus giganteus (Cavalo-gigante)  Subgênero:  asinus Subgênero : quagga Foto 1.
Asnos ou Jumentos  ( Asinus) Subgênero:  Asinus  (Asnos africanos) Espécie:  Equus africanus  (Asno-selvagem-africano);  Espécie:  Equus africanus africanus  (Asno-selvagem-da-Núbia);  Espécie:  Equus africanus atlanticus  (Asno-selvagem-da-Algéria);  Espécie:  Equus africanus somalicus  (Asno-selvagem-da-Somália); *Subespécie:  Equus hemionus onagro; Subespécies:  Equus onager somaliensis ;  Subespécie:  Equus onager arabe ONAGRO:  Sobre a identidade taxonômica do  Equus onagro , (Bennett, 1980) considera como  uma espécie extinta, no entanto, muitos especialistas consideram que se trata de uma subespécie do asno selvagem da Ásia ( E. hemionus onagro).  Segundo  Domingues (1968),  o  Onagro foi amansado pelos Sumerianos (povo do vale do Eufrates) e largamente utilizado como besta de carga.
Zebras  - Equus quagga ( Boddaert, 1785)   Subgênero:  Dolichohippus  (Zebras-de-Grévy e afins) Espécie:  Equus grevyi  (Zebra-de-Grévy) Foto 2.  Figura 1: Diferentes espécies de zebras:  Equus grevyi ,  Equus zebra ,  Equus burchelli,  Equus quagga.  A partir de um desenho. Fotografia de Bard (1977), com permissão do autor.
Zebras  - Equus quagga ( Boddaert, 1785)   Subgênero:  Quagga  (Zebras-das-planícies e afins) Espécie:  Equus quagga  (Zebra-das-planícies) Subespécie:  Equus quagga antiquorum  (Zebra-de-Damara) Subespécie  Equus quagga burchelli  (Zebra-de-Burchell) Subespécie:  Equus quagga bohemi  (Zebra-de-Grant)  Subespécie:  Equus quagga chapmani  (Zebra-de-Chapman) Subespécie:  Equus quagga quagga  (Cuaga) Subespécie  Equus quagga selousi  (Zebra-de-Selous)
Zebras  - Equus quagga ( Boddaert, 1785)   Subgênero:  Hippotigris  (Zebras-das-montanhas e afins) Espécie:  Equus zebra  (Zebra-das-montanhas) Subespécie:  Equus zebra  hartmannae (Zebra-de-Hartmann) Subespécie  Equus zebra zebra  (Zebra-do-Cabo)  Foto  3.
Evolução dos Equídeos
Evolução Ao longo da sua evolução, os  equídeos  foram diminuindo o número de dedos e adaptando a dentição para uma alimentação à base de vegetação rasteira. a , " Eohippus ";  b ,  Merychippus ;  c ,  Equus.
Eohippus – o cavalo da alvorada  Hyracotherium  Em 1876 Othniel C. Marsh encontrou um esqueleto completo na América, ao qual deu o nome de  Eohippus  ("cavalo da madrugada ou cavalo do amanhecer"). Quando se deu conta que os dois achados eram o mesmo animal o nome  Hyracotherium  tornou-se oficial e  Eohippus  acabou por ser um sinônimo. Eoceno   -  (de 35 a 55 milhões de anos atrás) Foto  4.
Período do Eoceno  (Entre  35 a 55 milhões de anos atrás) Segundo, Domingues (1968),  a seguir, verifica-se um aumento do porte e a redução dos dedos. Surge formas, os corpos e membros mantiveram-se praticamente inalterados, apenas com ligeiras diferenças nos dedos. A maior alteração deu-se ao nível da dentição. À medida que os  equídeos  começavam a comer mais plantas e menos frutas, começaram a desenvolver mais dentes de moer, para melhor lidar com o novo tipo de alimentação, dentre eles o  Epihippus , com forma não bem determinada, por ser um fóssil muito incompleto, mas pensa-se ser ainda nesse período.
Orohippus:  Era em tudo semelhante ao Hyracotherium, costas arqueadas, pescoço curto, “patas de cão”, focinho curto. Epihippus:  Surgiu do Orohippus. Tal como os seus antecessores, possuía ainda bastantes semelhanças com um cão. Cérebro pequeno, quatro dedos nos anteriores e três nos posteriores, patas com almofadas plantares. No entanto a forma dentária continuava a evoluir. Duchesnehippus:  Fase posterior do Epihippus. Não está provado se seria um sub-gênero ou uma espécie de Epihippus.
Mesohippus O  Mesohippus  era um herbívoro que se alimentava de frutas e verduras. Os seus dentes eram largos e perfaziam um total de 6. O seu hemisfério cerebral era maior do que o dos seus antecessores, sendo do tamanho do cérebro do atual cavalo.  Dedos mais reduzidos, em número de 3 . Que segundo (Domingues, 1968) continua a evoluir dando origem o  Protohippus , já altamente especializado para a vida das planícies, forma semelhante  quase de um Jumento. Oligoceno  -  ( 40 milhões de anos atrás) Foto  5
Miohippus celer As costas não eram mais arqueadas. Além disso, as pernas estavam um pouco mais abertas, ele tinha ainda 3 dedos. Miohippus que significa "pequeno cavalo" foi um gênero pré-histórico que viveram no que é hoje a América do Norte, entre o  Oligoceno  e o  Eoceno,   cerca 36 milhões de anos atrás. Foto  6.
Merychippus O cavalo ancestral  Merychippus,  em uma concepção  artística, existiam os ossos do “antepé”  para fora do centro do corpo, ou seja, mais lateral ou intermédio em seu plano mediano. Mioceno  – ( 30 milhões de anos  atrás) Foto  7.
Nos fins do Mioceno o  Merychippus   foi um dos primeiros animais a habitar as planícies.  Este animal rapidamente evoluiu e deu origem a 19 novas espécies de equídeos que se dividiram em três grandes grupos: 1º - Os herbívoros de três falanges. Este gênero era extremamente resistente e adaptou-se bem ao seu novo habitat. O  Merychippus  dividiu-se em 4 diferentes gêneros e cerca de 16 espécies. Estes espalharam-se desde o Novo mundo até ao velho mundo, em várias épocas de migração conjunta. 2º - Uma linha de cavalos mais pequenos que incluía os  Protohippus  e os  Calippus . 3º - Uma linha de “verdadeiros equinos”, nos quais as falanges laterais estavam a diminuir de tamanho. O  Merychippus  deu origem a duas novas espécies: O  M. sejunctus  e o  M. isonesus . Estes por sua vez deram origem ao  M. intermontanus ,  M. stylodontus  e  M. carrizoensis .
O Cuaga  ( Equus quagga quagga ) Equideo extinto, relacionado com a zebra da planície ( Equus quagga burchelli  -Gray, 1824). Numerosos no passado, os  quaggas  viviam na  África do Sul na região do Cabo e de Orange. Ao contrário das zebras, estes animais apresentavam listas apenas na metade da frente do corpo, enquanto que os costados eram de cor castanha lisa. O último animal foi caçado em 1878 e o último exemplar morreu no Jardim Zoológico de Amisterdan em 1883. Foto  8
Zebras  Equus Hippotigris quagga ( Boddaert, 1785) Foto  9.
As zebras  (Quagga )   foi inicialmente classificada como uma  espécie,  Equus quagga , em 1778. Nos  cinquenta anos seguintes, muitas outras especies de zebras foram descritas por naturalistas e exploradores. Devido à grande variação nos padrões de revestimento (duas zebras não são similares), taxonomistas ficaram com um grande número descritos de "espécie", e não houve nenhuma maneira fácil de saber quais dessas espécies eram verdadeiras, que foram classificadas como subespécies, e que foram simplesmente variantes naturais.
Pliohippus   (Equus ferus przewalski ) Pliohippus   já no desenvolvimento do cavalo (equíno). Os dentes já estavam completos.  O tamanho da  Pliohippus  ascendeu a cerca de 1,22 m, na segunda metade da idade do gelo (cerca de 1 milhão de anos). Este cavalo é usado por cientistas  já considerado  Equus caballus  mencionados.  Muito difundido na Europa. Segundo  Domingues (1968). Parece ter  sido domesticado 2 a 3 mil anos a.C Plioceno  – ( 10 milhões de anos atrás) Foto  10.
Tarpan  Equus ferus ferus  (Boddaert,1785) O  Tarpan  foi um cavalo selvagem que habitou a Eurásia. O último espécime morreu em 1875, em um zoológico de Moscou. Foto  11
Cavalo moderno Equus caballus  (Linnaeus, 1758) Pleistoceno  –  ( 1 milhão de anos atrás) Foto  12.
Algumas raças de cavalos (Equus caballus) Alter-Real É uma raça portuguesa relativamente desconhecida que foi desenvolvida para servir a realeza. Foi trazida para o Brasil por D. João VI. Utilizados por tropas napoleônicas do general Junot (1804-14), após serem roubados. Foto 13.
Anglo Árabe  Cruza de um puro sangue Árabe, com um Puro  Sangue Inglês-PSI. Foto 14.
Cavalo Árabe Carga Genética:  Trata-se da raça básica que deu carga genética às demais cultivadas na atualidade . Foto 15.
Ardenês Carga Genética:  Trata-se de uma raça autóctone da França e da Bélgica, uma linhagem que evoluiu no Norte da Europa a partir da milenar migração do Berbere, cuja rota se fez da Ásia Central para o Oeste, transformando-se num ramo do chamado Cavalo Nórdico. Foto 16
Mangalarga Marchador A raça passou a ser cultivada a partir da crianção do barão de Alfenas, cruzando um garanhão Alter Real, presente de D. Pedro II, com o rebanho mineiro dos Junqueira, de origem também ibérica.  Foto 17
PAINT HORSE  Em 1519 o explorador espanhol Hernando Cortes velejou ao continente Norte Americano para achar fama e fortuna. Junto com a companhia, ele trouxe cavalos para ajudar seus homens a viajar por um mundo novo à procura de riquezas. De acordo com o historiador espanhol Diaz del Castillo que viajou com a expedição, um dos 16 cavalos de guerra que levaram Cortes e seus homens era um cavalo marrom-avermelhado e branco com manchas em sua barriga. Esses cavalos cruzaram com os cavalos nativos americanos "os Mustangs" e criou-se, o que hoje é chamado , "Paint Horse". Foto 18 e 19
Quarto de Milha  O  Quarto de Milha  é o primeiro de todos os cavalos americanos de raça, é tido como  "o  mais  popular do mundo". Mais  de três milhões  estão  registrados na American Quarter Horse Association, fundada em Fort Worth em 1941.  Produto de cruza do  Mustang  com o PSI, descende do Andaluz,  possui sangue Berbere e Árabe em todas as suas origens.    Foto 20.
Pônei Literaturas descrevem os ancestrais dos pônei,domesticados durante a Era do Bronze (2500 a. C). Alguns pesquisadores afirmam que os ancestrais desses pôneis tiveram origem em regiões inóspitas da Inglaterra e por deficiências nutricionais foram diminuindo seu tamanho a cada geração.  Foto  21.
Onagro Equus onager ( Boddaert , 1785) O Onagro ( Equus onager ) é uma espécie de jumento selvagem da família dos equídeos que é encontrado nos desertos da Ásia.O Onagro se divide em duas subespécies, elas são: o  somalia  equus onager somaliensis  e o árabe  Equus onager arabe Foto  22
Esqueletos dos mais antigos jumentos domésticos.  Vividos em Abidos, no Médio Egito, há cerca de 5.000 anos. Conforme publicação da revista "PNAS",  relatam que os asininos ainda se parecem muito com seus primos selvagens da Etiópia e da Núbia (atual Sudão), mas já apresentavam lesões em seus ossos e cartilagens que indicam uma vida inteira carregando peso, tal como os jumentos modernos. Mesmo assim, os animais eram honrados pelos antigos egípcios. Foram enterrados no cemitério de um Faraó, em túmulos só para eles.  Foto  23.
.  Equus asinus  -  Asno-selvagem-da-nubia  Altura da cernelha de 1,0 m - 1,2 m, pesando de 200 a 230 kg. Esta subespécie caracterizada por uma listra preto perpendicular sobre os ombros, está provavelmente extinta, apesar de no Egito terem sido vistos alguns exemplares em liberdade que poderiam pertencer à subespécie núbia. Equus africanus africanus ( Linnaeus, 1758 ) Foto  24
Equus africanus somalicus  (Linnaeus, 1758 ) ( Equus asinus  -Asno-selvagem-da-somália)  Criticamente ameaçado. Atinge até 1,45 m na altura dos ombros e pesa até 275 kg (250 em média). Habita a Somália e a Etiópia. Caracteriza-se por possuir listras horizontais nas extremidades, semelhantes às das zebras. Foto  25.
Asinino Andaluz Origem: Sul da Espanha ( Andalusia ) Temperamento calmo, cor cinzento com manchas escuras  Foto  26.
Asinino  Bourbonnais Nativo da região de Bourbonnais, Origem: França.  Foto  27.
Asinino Catalão  Origem: Sul da Espanha ( Catalunha ) Temperamento calmo, cor marrom escuro  Foto  28.
Asinino Cotetin  Origem: francesa Foto  29
Asinino Indiano  Origem: India  Foto  30.
Asinino  Irlandês Origem: Irlanda Foto  31
Asinino Italiano Raça Amiata Origem da raça: região Tuscana (Montanhas Amiata, Grosseto).  Usado para carregar pesos, puxar carroças e cavalgadura. Tem forma esbelta e muita resistência tornando-o conveniente para o uso em regiões remotas. Temperamento calmo e natureza boa.  Foto  32
Asinino Italiano Raça Asinara Nativo da Ilha Sardínia, na Itália. De tamanho reduzido e pelagem albina, estima-se que foram levados para esta ilha nos anos de 1800. Outros estudos mostram que estes jumentos foram derivados de lote de 120 exemplares egípcios.  Foto  33.
Asinino Italiano Raça Grigio Siciliano  Esta raça também é conhecida como  Ferrante .  Nativa da região Chicoli, foi desenvolvida nos anos de 1800 Foto  34.
Asinino Italiano Raça Martina Franca Raça desenvolvida a partir do Catalão e a raça Apulian Foto  35.
Asinino Italiano Raça Pantelleria  Raça muito antiga nativa da ilha de Pantellaria, na Itália. Os jumentos pantellaria são muitos apreciados nesta parte da Itália por causa da cavalgadura suave e rápida. O hídrido desta raça é um animal possante e muito resistente. Apesar de ser um jumento de grande porte, esta raça caminha para a extinção, há poucos animais vivos.  Foto  36.
Asinino Italiano Raça Romagnolo  Raça derivada do Apulian com Martina Franca. Corre risco de extinção, há aproximadamente 100 animais,. Na há uma estatistica oficial quanto ao números de animais. Foto  37.
Asinino Italiano Raça Sarda Nativo da ilha de Sardinia, raça apropriada para o transporte de cargas e arrasto de carroças.  Foto  38.
Asnino Italiano da Raça Ragusano  Raça relativamente nova, foi desenvolvida em 1953 com base no Catalão e Martina.  Foto  39.
Asinino da raça Maiorca  Nativo das Ilhas Baleari (Maiorcas). É o resultado entre o cruzamento das raças Catalão e Poitou. Jumentos de temperamento nervoso e tamanho enorme. Existe 150 animais  Foto  40.
Asinino da raça Mammoth Americano Origem: Estados Unidos Temperamento calmo, cor marrom escuro, tamanho grande  Foto  41
Asinino da raça Miranda Nativo de Portugal, região de Bragança. Foto  42
Asinino da Raça Nero de Berry  Nativo da França. Extremamente calmo por isso muito usado na montaria de crianças. Raça reconhecida em 1994.  Foto  43
Asinino da Raça Normanno Origem: FRANÇA  Foto  44.
Asinino da Raça Poitou Nativo da França Foto  45.
Asinino da Raça Pireneu Origem francesa Foto  46.
Asinino de origem Francesa ASININO DA RAÇA PROVENZA ASININO DA RAÇA ZAMONARO  Foto  47  Foto  48
Asinino da Raça Pêga O Jumento Pêga é uma raça de asinino brasileira , formada em Lagoa Dourada – MG (exemplar na Fazenda Murubahy/RJ-2008). Foto  49
Os Jumentos da raça Pêga têm diversidades nas pelagens: Pêlo de Rato , Ruça e Ruã, além das pelagens exóticas Pampa e Preta. Asinino de pelagem Pampa – Raça exótica Foto  50.
Asinino de pelagem Preta – Raça exótica Foto  51.
Asinino  de  Pelagem Ruã Foto  52.
Asinino de pelagem  Pêlo-de-Rato Foto  53
Asinino de pelagem Ruça Foto  54
Jumento Nordestino 0 jumento nordestino, vulgarmente chamado de jegue ou jerico no Nordeste brasileiro, é um dos animais que maiores serviços tem prestado naquela região, onde foi introduzido a mais de quatrocentos anos, e onde é utilizado no trabalho e no transporte junto a populações carentes. Mesmo tão útil, está praticamente extinto, tendo sofrido uma redução de seu rebanho, entre 1967 e 1981, de 75%. De lá para cá a população  vem diminuindo ano a ano, principalmente desde que diversos matadouros se estabeleceram naquela região, realizando abates indiscriminados. Também chamado de jerico é utilizado desde o sul da Bahia até o Maranhão, sendo encontrado, também na região Centro-Oeste.  É um animal pouco musculoso, se comparado à outras raças, mas é muito resistente e utilizado para montaria e para o transporte de carga. Sua altura pode variar de 90cm até 1,10m.
Jumento Nordestino Jerico Foto  55
Equídeos  - Hibridos Os cavalos, jumentos e zebras, pertencem à genero  Equus , o que permite  cruzamentos entre si para produzir híbridos. Todos eles diferem ligeiramente em sua herança genética.  Equus caballus  (cavalo) - possui  2n=64 cromossomos; Equus asinus  (Jumento)- possui  2n=62 cromossomos; Equus zebra ( zebras) - tem entre 32 e 46 dependendo da espécie; Equus mullus  (burros, mulas e bardotos) - Devido ao fato de o cavalo possuir 64 cromossomos, enquanto que o jumento possui 62, resultando em 63 cromossomos, dando origem aos muares que são  quase sempre estéreis. No caso dos Zebróides (Equino x Zebras), tendo o cavalo 64 cromossomos, ao passo que a zebra tem entre 2n=32 e 2n=46 (dependendo da espécie;  Equus quagga  com 4 subespécies,  Equus zebra  2 subespécies e  Equus grevyi ). A maior parte dos zebralos, (64 x 44), tem 2n=54 e também irá apresentar problemas de pareamento durante a segunda divisão da meiose.
Número de cromossomos da família  Equidae     NOME COMUM NOME CIENTÍFICO NÚMERO DE CROMOSSOMOS (2n)  NÚMERO FUNDAMENTAL CAVALO SELVAGEM Equus przewalskii 66 94 CAVALO DOMÉSTICO Equus caballus 64 94 JUMENTO Equus asinus 62 104 JUMENTO AFRICANO Equus asinus africans 62 104 HEMÍONO Equus hemionus 56 104 HEMIPO ou QUIANG Equus kiang 56 104 ONAGRO Equus onager 56 104 ZEBRA de GREVY Equus grevyi 46 78 ZEBRA AFRICANA Equus burchelli 44 82 ZEBRA de GRANT Equus burchelli boehmi 44 82 ZEBRA de MONTANHA Equus zebra 34(?) 60
Equus caballus x Equus burchelli Adaptação Foto  56
Híbridos  Cruzamento entre asininos, equínos e Quagga pertencem também ao gênero  Equus  embora não constitua uma espécie. Fotografia do Museu da Universidade Martin Luther Halle / Saale /Alemanha  (0 2/ 8/1920) –  Zebronkey . Foto  57
Zebronkey - Zebralo  Zebralo: Foto de 1899 (autoria desconhecida) Foto  58
“ Neunkirchen”  (nome de estima) Zebroide:  Foto de   Dr. Fritz Wollinger. Cruzamento feito no hospital veterinário austríaco, no Quênia, em 1984. Foto  59
Zetlandy Cruzamento de égua  pônei Shetland (Equino) e  garanhão Zebra (Quagga) O nome aplica-se a partes da expressão "Zebra" e "Shetland pônei. Foto  60
O híbrido de uma zebra macho com uma égua é denominado  zébrulo , o de um cavalo e uma zebra fêmea,  zebróide . Existem poucas citações de registro de cruzamento de Jumento ( Equus asinus ) com Zebra ( Equus quagga  ou  Equus zebra ) Foto  61.  Foto  62
Híbridos   Equus asinos  +  Equus caballus = Equus mullus Há referencias de melhoramento genético (cruzamento) entre equínos e asininos na Mesopotâmia ou Anotólia. Nas citações Bíblicas,  há referencias  mais antigas  para os Asininos (Jumentos): “ ...por causa dela, Abrão foi bem tratado pelo faraó, e recebeu ovelhas, bois,  jumentos , servos e servas,  jumentas  e camelos (Gênesis 12,16)” ,. No entanto, os muares, nos parece , terem  sidos mais valorizados, tendo em vista a sua robustez,  importância econômica, beleza  e religiosidade. Nas citações Bíblicas, há referência mais antiga para os muares  (burros e mulas): ” ... Os servos de Absalão fizeram a Amnon conforme o seu senhor lhes ordenara. Então todos os filhos do rei se levantaram, montaram nas suas  mula s e fugiram (II Samuel 13,29)”.  “ ... E cada um lhe trazia presentes: objetos de prata e ouro, vestes, armas, aromas, cavalos e  burros . Assim, cada ano. (I Reis 10,25)
Mulinha Cruzamento: Jumento nordestino x Égua pônei (Brasília/DF) Foto  63
Superburro Jumento Pêga x Égua  Bretã Universidade Federal de Viçosa/MG Foto  64
Bardoto Foto  65
Muar (macho) com pelagem Pêlo-de-rato escuro Foto  66
Mula branca Foto  67
Bardoto Foto  68
Fontes das fotos disponiveis em: Foto 1 – slide 1:  http://www.passeiweb.com/saiba_mais/arte_cultura/galeria/open_art/1663   Foto 2  - slides 5:  http://8e.devbio.com/article.php?id=5   Foto 3 – slide 7: João Felix Vieira Foto 4 – slide 10:  http://www.tierheilkunde-hellabella.de/historie/pferd.html Foto 5 – slide 13:  http://bioclima.info/equinos.php   Foto 6  e 7  –  slides 14 e 15:  http://br.geocities.com/rsn_biodata/Data/Equus_quagga.htm   Foto 8 – slide 16:  http://sciencegnus.com/Quagga.jpg   Foto 9 – slides 15:  http://www.physorg.com/newman/gfx/news/2005/zebra_01_quaggahisres.jpg   Foto 10 – slide 20:  http://www.science-fair.ws/earth-science/fauna/history-of-the-horse.html   Foto 11 – slide 21:  http://againess.wikidot.com/polska-czerwona-ksiega   Fotos  12 a 21 -  slides 19 27:  http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/cavalos/index-cavalos.php   Fotos 26 a 48 – slides 32 a 53:  http://www.geocities.com/agra1net/   Foto 21 – Slide 30: João Felix Vieira Foto 49 – slide 54: João Felix Vieira Fotos 50 a 54 – slides 55 a 59: cedidas por Valter Barbosa de Oliveira Foto 55 – slide 61: João Felix Vieira Fotos 56  -  slide 67: João Felix Vieira Fotos 57 a 59 – slides 65 a 67:  http://www.shetlands.org/   Fotos 60 e 61 – slide 68:  http://xmb.stuffucanuse.com/xmb/viewthread.php?tid=4125   Fotos  62 a 67 – slides 70 a 75: cedidas por: Valter Barbosa de Oliveira
Fontes:  REVISTA VIRTUAL INFORMAÇÕES AGROPECUÁRIAS :  http://www.geocities.com/asininos/  http://pt.wikipedia.org/wiki/Mula   PROAGRI :  http://www.geocities.com/agra1net/   Donkev Breeds in Europe:  http://www.save-foundation.net/pdf/donkey.pdf   Valter Barbosa de Oliveira – Zootecnista  Professor  do CTUR/UFRRJ João Felix Vieira  Técnico em Agropecuária BioData :  http://br.geocities.com/rsn_biodata/Data/Menu_taxonomia.htm   http://www.asinus.fr/histoire/info.html   EDGE of existence:   http://www.edgeofexistence.org/index.php HAFEZ, E.S.E.-  Reprodução Animal . 4 ed, São Paulo, Br, Monde 1982/8.  INTRODUÇÃO A ZOOTECNIA. -  Prof. OCTAVIO DOMINGUES , SÉRIE DIDÁTICA  n. 5  - 3ª edição  -  Serviço de Informação Agricola  - Ministério da Agricultura -1968  Die Geschichte des Pferdes  http://www.tierheilkunde-hellabella.de/historie/pferd.htm  l Mundo dos animais:   http://www.mundodosanimais.com/portal/cavalos/artigos/707-origem-e-evolucao-do-cavalo.html   Bard, J. B. L. 1977. A unity underlying the different zebra striping patterns.  J. Zool.  (London) 183: 527-539 .

Eqüídeos

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  • 2.
    A evolução dosequídeos Os equídeos* (do latim Equidae ) constituem uma família de mamíferos perissodátilos (o grupo inclui animais importantes para o homem como o cavalo e o jumento, e selvagens como as zebras. São ungulados perissodáctilos com um só dedo funcional). Atualmente esta família compreende apenas o gênero Equus , onde se classificam o cavalo ( E. caballus ), jumento ( E. asinus ), a zebra ( Equus zebra ) e o burro** ( E. mullus ) por exemplo. A família Equidae evoluiu ao longo de vários milhões de anos, desde animais florestais de pequenas dimensões até ao cavalo moderno e seus contemporâneos do gênero Equus. * Na Bíblia, os equídeos são citados por sua importância: 115 registros para: Cavalos, 45 para Jumentos, 5 para as mulas e 5 para os Burros. ** O burro é um híbrido (muá), cruzamento entre jumento e égua e pertence também ao gênero Equus embora não constitua uma espécie.
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    Equídeos Classificação taxonômica Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Mammalia Ordem: Perissodactila Família: Equidae Gênero: Equus (Cavalos e afins) Espécie : Equus giganteus (Cavalo-gigante) Subgênero: asinus Subgênero : quagga Foto 1.
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    Asnos ou Jumentos ( Asinus) Subgênero: Asinus (Asnos africanos) Espécie: Equus africanus (Asno-selvagem-africano); Espécie: Equus africanus africanus (Asno-selvagem-da-Núbia); Espécie: Equus africanus atlanticus (Asno-selvagem-da-Algéria); Espécie: Equus africanus somalicus (Asno-selvagem-da-Somália); *Subespécie: Equus hemionus onagro; Subespécies: Equus onager somaliensis ; Subespécie: Equus onager arabe ONAGRO: Sobre a identidade taxonômica do Equus onagro , (Bennett, 1980) considera como uma espécie extinta, no entanto, muitos especialistas consideram que se trata de uma subespécie do asno selvagem da Ásia ( E. hemionus onagro). Segundo Domingues (1968), o Onagro foi amansado pelos Sumerianos (povo do vale do Eufrates) e largamente utilizado como besta de carga.
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    Zebras -Equus quagga ( Boddaert, 1785) Subgênero: Dolichohippus (Zebras-de-Grévy e afins) Espécie: Equus grevyi (Zebra-de-Grévy) Foto 2. Figura 1: Diferentes espécies de zebras: Equus grevyi , Equus zebra , Equus burchelli, Equus quagga. A partir de um desenho. Fotografia de Bard (1977), com permissão do autor.
  • 6.
    Zebras -Equus quagga ( Boddaert, 1785) Subgênero: Quagga (Zebras-das-planícies e afins) Espécie: Equus quagga (Zebra-das-planícies) Subespécie: Equus quagga antiquorum (Zebra-de-Damara) Subespécie Equus quagga burchelli (Zebra-de-Burchell) Subespécie: Equus quagga bohemi (Zebra-de-Grant) Subespécie: Equus quagga chapmani (Zebra-de-Chapman) Subespécie: Equus quagga quagga (Cuaga) Subespécie Equus quagga selousi (Zebra-de-Selous)
  • 7.
    Zebras -Equus quagga ( Boddaert, 1785) Subgênero: Hippotigris (Zebras-das-montanhas e afins) Espécie: Equus zebra (Zebra-das-montanhas) Subespécie: Equus zebra hartmannae (Zebra-de-Hartmann) Subespécie Equus zebra zebra (Zebra-do-Cabo) Foto 3.
  • 8.
  • 9.
    Evolução Ao longoda sua evolução, os equídeos foram diminuindo o número de dedos e adaptando a dentição para uma alimentação à base de vegetação rasteira. a , " Eohippus "; b , Merychippus ; c , Equus.
  • 10.
    Eohippus – ocavalo da alvorada Hyracotherium Em 1876 Othniel C. Marsh encontrou um esqueleto completo na América, ao qual deu o nome de Eohippus ("cavalo da madrugada ou cavalo do amanhecer"). Quando se deu conta que os dois achados eram o mesmo animal o nome Hyracotherium tornou-se oficial e Eohippus acabou por ser um sinônimo. Eoceno - (de 35 a 55 milhões de anos atrás) Foto 4.
  • 11.
    Período do Eoceno (Entre 35 a 55 milhões de anos atrás) Segundo, Domingues (1968), a seguir, verifica-se um aumento do porte e a redução dos dedos. Surge formas, os corpos e membros mantiveram-se praticamente inalterados, apenas com ligeiras diferenças nos dedos. A maior alteração deu-se ao nível da dentição. À medida que os equídeos começavam a comer mais plantas e menos frutas, começaram a desenvolver mais dentes de moer, para melhor lidar com o novo tipo de alimentação, dentre eles o Epihippus , com forma não bem determinada, por ser um fóssil muito incompleto, mas pensa-se ser ainda nesse período.
  • 12.
    Orohippus: Eraem tudo semelhante ao Hyracotherium, costas arqueadas, pescoço curto, “patas de cão”, focinho curto. Epihippus: Surgiu do Orohippus. Tal como os seus antecessores, possuía ainda bastantes semelhanças com um cão. Cérebro pequeno, quatro dedos nos anteriores e três nos posteriores, patas com almofadas plantares. No entanto a forma dentária continuava a evoluir. Duchesnehippus: Fase posterior do Epihippus. Não está provado se seria um sub-gênero ou uma espécie de Epihippus.
  • 13.
    Mesohippus O Mesohippus era um herbívoro que se alimentava de frutas e verduras. Os seus dentes eram largos e perfaziam um total de 6. O seu hemisfério cerebral era maior do que o dos seus antecessores, sendo do tamanho do cérebro do atual cavalo. Dedos mais reduzidos, em número de 3 . Que segundo (Domingues, 1968) continua a evoluir dando origem o Protohippus , já altamente especializado para a vida das planícies, forma semelhante quase de um Jumento. Oligoceno - ( 40 milhões de anos atrás) Foto 5
  • 14.
    Miohippus celer Ascostas não eram mais arqueadas. Além disso, as pernas estavam um pouco mais abertas, ele tinha ainda 3 dedos. Miohippus que significa "pequeno cavalo" foi um gênero pré-histórico que viveram no que é hoje a América do Norte, entre o Oligoceno e o Eoceno, cerca 36 milhões de anos atrás. Foto 6.
  • 15.
    Merychippus O cavaloancestral Merychippus, em uma concepção artística, existiam os ossos do “antepé” para fora do centro do corpo, ou seja, mais lateral ou intermédio em seu plano mediano. Mioceno – ( 30 milhões de anos atrás) Foto 7.
  • 16.
    Nos fins doMioceno o Merychippus foi um dos primeiros animais a habitar as planícies. Este animal rapidamente evoluiu e deu origem a 19 novas espécies de equídeos que se dividiram em três grandes grupos: 1º - Os herbívoros de três falanges. Este gênero era extremamente resistente e adaptou-se bem ao seu novo habitat. O Merychippus dividiu-se em 4 diferentes gêneros e cerca de 16 espécies. Estes espalharam-se desde o Novo mundo até ao velho mundo, em várias épocas de migração conjunta. 2º - Uma linha de cavalos mais pequenos que incluía os Protohippus e os Calippus . 3º - Uma linha de “verdadeiros equinos”, nos quais as falanges laterais estavam a diminuir de tamanho. O Merychippus deu origem a duas novas espécies: O M. sejunctus e o M. isonesus . Estes por sua vez deram origem ao M. intermontanus , M. stylodontus e M. carrizoensis .
  • 17.
    O Cuaga ( Equus quagga quagga ) Equideo extinto, relacionado com a zebra da planície ( Equus quagga burchelli -Gray, 1824). Numerosos no passado, os quaggas viviam na África do Sul na região do Cabo e de Orange. Ao contrário das zebras, estes animais apresentavam listas apenas na metade da frente do corpo, enquanto que os costados eram de cor castanha lisa. O último animal foi caçado em 1878 e o último exemplar morreu no Jardim Zoológico de Amisterdan em 1883. Foto 8
  • 18.
    Zebras EquusHippotigris quagga ( Boddaert, 1785) Foto 9.
  • 19.
    As zebras (Quagga ) foi inicialmente classificada como uma espécie, Equus quagga , em 1778. Nos cinquenta anos seguintes, muitas outras especies de zebras foram descritas por naturalistas e exploradores. Devido à grande variação nos padrões de revestimento (duas zebras não são similares), taxonomistas ficaram com um grande número descritos de "espécie", e não houve nenhuma maneira fácil de saber quais dessas espécies eram verdadeiras, que foram classificadas como subespécies, e que foram simplesmente variantes naturais.
  • 20.
    Pliohippus (Equus ferus przewalski ) Pliohippus já no desenvolvimento do cavalo (equíno). Os dentes já estavam completos. O tamanho da Pliohippus ascendeu a cerca de 1,22 m, na segunda metade da idade do gelo (cerca de 1 milhão de anos). Este cavalo é usado por cientistas já considerado Equus caballus mencionados. Muito difundido na Europa. Segundo Domingues (1968). Parece ter sido domesticado 2 a 3 mil anos a.C Plioceno – ( 10 milhões de anos atrás) Foto 10.
  • 21.
    Tarpan Equusferus ferus (Boddaert,1785) O Tarpan foi um cavalo selvagem que habitou a Eurásia. O último espécime morreu em 1875, em um zoológico de Moscou. Foto 11
  • 22.
    Cavalo moderno Equuscaballus (Linnaeus, 1758) Pleistoceno – ( 1 milhão de anos atrás) Foto 12.
  • 23.
    Algumas raças decavalos (Equus caballus) Alter-Real É uma raça portuguesa relativamente desconhecida que foi desenvolvida para servir a realeza. Foi trazida para o Brasil por D. João VI. Utilizados por tropas napoleônicas do general Junot (1804-14), após serem roubados. Foto 13.
  • 24.
    Anglo Árabe Cruza de um puro sangue Árabe, com um Puro Sangue Inglês-PSI. Foto 14.
  • 25.
    Cavalo Árabe CargaGenética: Trata-se da raça básica que deu carga genética às demais cultivadas na atualidade . Foto 15.
  • 26.
    Ardenês Carga Genética: Trata-se de uma raça autóctone da França e da Bélgica, uma linhagem que evoluiu no Norte da Europa a partir da milenar migração do Berbere, cuja rota se fez da Ásia Central para o Oeste, transformando-se num ramo do chamado Cavalo Nórdico. Foto 16
  • 27.
    Mangalarga Marchador Araça passou a ser cultivada a partir da crianção do barão de Alfenas, cruzando um garanhão Alter Real, presente de D. Pedro II, com o rebanho mineiro dos Junqueira, de origem também ibérica. Foto 17
  • 28.
    PAINT HORSE Em 1519 o explorador espanhol Hernando Cortes velejou ao continente Norte Americano para achar fama e fortuna. Junto com a companhia, ele trouxe cavalos para ajudar seus homens a viajar por um mundo novo à procura de riquezas. De acordo com o historiador espanhol Diaz del Castillo que viajou com a expedição, um dos 16 cavalos de guerra que levaram Cortes e seus homens era um cavalo marrom-avermelhado e branco com manchas em sua barriga. Esses cavalos cruzaram com os cavalos nativos americanos "os Mustangs" e criou-se, o que hoje é chamado , "Paint Horse". Foto 18 e 19
  • 29.
    Quarto de Milha O Quarto de Milha é o primeiro de todos os cavalos americanos de raça, é tido como "o mais popular do mundo". Mais de três milhões estão registrados na American Quarter Horse Association, fundada em Fort Worth em 1941. Produto de cruza do Mustang com o PSI, descende do Andaluz, possui sangue Berbere e Árabe em todas as suas origens. Foto 20.
  • 30.
    Pônei Literaturas descrevemos ancestrais dos pônei,domesticados durante a Era do Bronze (2500 a. C). Alguns pesquisadores afirmam que os ancestrais desses pôneis tiveram origem em regiões inóspitas da Inglaterra e por deficiências nutricionais foram diminuindo seu tamanho a cada geração. Foto 21.
  • 31.
    Onagro Equus onager( Boddaert , 1785) O Onagro ( Equus onager ) é uma espécie de jumento selvagem da família dos equídeos que é encontrado nos desertos da Ásia.O Onagro se divide em duas subespécies, elas são: o somalia equus onager somaliensis e o árabe Equus onager arabe Foto 22
  • 32.
    Esqueletos dos maisantigos jumentos domésticos. Vividos em Abidos, no Médio Egito, há cerca de 5.000 anos. Conforme publicação da revista "PNAS", relatam que os asininos ainda se parecem muito com seus primos selvagens da Etiópia e da Núbia (atual Sudão), mas já apresentavam lesões em seus ossos e cartilagens que indicam uma vida inteira carregando peso, tal como os jumentos modernos. Mesmo assim, os animais eram honrados pelos antigos egípcios. Foram enterrados no cemitério de um Faraó, em túmulos só para eles. Foto 23.
  • 33.
    . Equusasinus - Asno-selvagem-da-nubia Altura da cernelha de 1,0 m - 1,2 m, pesando de 200 a 230 kg. Esta subespécie caracterizada por uma listra preto perpendicular sobre os ombros, está provavelmente extinta, apesar de no Egito terem sido vistos alguns exemplares em liberdade que poderiam pertencer à subespécie núbia. Equus africanus africanus ( Linnaeus, 1758 ) Foto 24
  • 34.
    Equus africanus somalicus (Linnaeus, 1758 ) ( Equus asinus -Asno-selvagem-da-somália) Criticamente ameaçado. Atinge até 1,45 m na altura dos ombros e pesa até 275 kg (250 em média). Habita a Somália e a Etiópia. Caracteriza-se por possuir listras horizontais nas extremidades, semelhantes às das zebras. Foto 25.
  • 35.
    Asinino Andaluz Origem:Sul da Espanha ( Andalusia ) Temperamento calmo, cor cinzento com manchas escuras Foto 26.
  • 36.
    Asinino BourbonnaisNativo da região de Bourbonnais, Origem: França. Foto 27.
  • 37.
    Asinino Catalão Origem: Sul da Espanha ( Catalunha ) Temperamento calmo, cor marrom escuro Foto 28.
  • 38.
    Asinino Cotetin Origem: francesa Foto 29
  • 39.
    Asinino Indiano Origem: India Foto 30.
  • 40.
    Asinino IrlandêsOrigem: Irlanda Foto 31
  • 41.
    Asinino Italiano RaçaAmiata Origem da raça: região Tuscana (Montanhas Amiata, Grosseto). Usado para carregar pesos, puxar carroças e cavalgadura. Tem forma esbelta e muita resistência tornando-o conveniente para o uso em regiões remotas. Temperamento calmo e natureza boa. Foto 32
  • 42.
    Asinino Italiano RaçaAsinara Nativo da Ilha Sardínia, na Itália. De tamanho reduzido e pelagem albina, estima-se que foram levados para esta ilha nos anos de 1800. Outros estudos mostram que estes jumentos foram derivados de lote de 120 exemplares egípcios. Foto 33.
  • 43.
    Asinino Italiano RaçaGrigio Siciliano Esta raça também é conhecida como Ferrante . Nativa da região Chicoli, foi desenvolvida nos anos de 1800 Foto 34.
  • 44.
    Asinino Italiano RaçaMartina Franca Raça desenvolvida a partir do Catalão e a raça Apulian Foto 35.
  • 45.
    Asinino Italiano RaçaPantelleria Raça muito antiga nativa da ilha de Pantellaria, na Itália. Os jumentos pantellaria são muitos apreciados nesta parte da Itália por causa da cavalgadura suave e rápida. O hídrido desta raça é um animal possante e muito resistente. Apesar de ser um jumento de grande porte, esta raça caminha para a extinção, há poucos animais vivos. Foto 36.
  • 46.
    Asinino Italiano RaçaRomagnolo Raça derivada do Apulian com Martina Franca. Corre risco de extinção, há aproximadamente 100 animais,. Na há uma estatistica oficial quanto ao números de animais. Foto 37.
  • 47.
    Asinino Italiano RaçaSarda Nativo da ilha de Sardinia, raça apropriada para o transporte de cargas e arrasto de carroças. Foto 38.
  • 48.
    Asnino Italiano daRaça Ragusano Raça relativamente nova, foi desenvolvida em 1953 com base no Catalão e Martina. Foto 39.
  • 49.
    Asinino da raçaMaiorca Nativo das Ilhas Baleari (Maiorcas). É o resultado entre o cruzamento das raças Catalão e Poitou. Jumentos de temperamento nervoso e tamanho enorme. Existe 150 animais Foto 40.
  • 50.
    Asinino da raçaMammoth Americano Origem: Estados Unidos Temperamento calmo, cor marrom escuro, tamanho grande Foto 41
  • 51.
    Asinino da raçaMiranda Nativo de Portugal, região de Bragança. Foto 42
  • 52.
    Asinino da RaçaNero de Berry Nativo da França. Extremamente calmo por isso muito usado na montaria de crianças. Raça reconhecida em 1994. Foto 43
  • 53.
    Asinino da RaçaNormanno Origem: FRANÇA Foto 44.
  • 54.
    Asinino da RaçaPoitou Nativo da França Foto 45.
  • 55.
    Asinino da RaçaPireneu Origem francesa Foto 46.
  • 56.
    Asinino de origemFrancesa ASININO DA RAÇA PROVENZA ASININO DA RAÇA ZAMONARO Foto 47 Foto 48
  • 57.
    Asinino da RaçaPêga O Jumento Pêga é uma raça de asinino brasileira , formada em Lagoa Dourada – MG (exemplar na Fazenda Murubahy/RJ-2008). Foto 49
  • 58.
    Os Jumentos daraça Pêga têm diversidades nas pelagens: Pêlo de Rato , Ruça e Ruã, além das pelagens exóticas Pampa e Preta. Asinino de pelagem Pampa – Raça exótica Foto 50.
  • 59.
    Asinino de pelagemPreta – Raça exótica Foto 51.
  • 60.
    Asinino de Pelagem Ruã Foto 52.
  • 61.
    Asinino de pelagem Pêlo-de-Rato Foto 53
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    Asinino de pelagemRuça Foto 54
  • 63.
    Jumento Nordestino 0jumento nordestino, vulgarmente chamado de jegue ou jerico no Nordeste brasileiro, é um dos animais que maiores serviços tem prestado naquela região, onde foi introduzido a mais de quatrocentos anos, e onde é utilizado no trabalho e no transporte junto a populações carentes. Mesmo tão útil, está praticamente extinto, tendo sofrido uma redução de seu rebanho, entre 1967 e 1981, de 75%. De lá para cá a população vem diminuindo ano a ano, principalmente desde que diversos matadouros se estabeleceram naquela região, realizando abates indiscriminados. Também chamado de jerico é utilizado desde o sul da Bahia até o Maranhão, sendo encontrado, também na região Centro-Oeste. É um animal pouco musculoso, se comparado à outras raças, mas é muito resistente e utilizado para montaria e para o transporte de carga. Sua altura pode variar de 90cm até 1,10m.
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  • 65.
    Equídeos -Hibridos Os cavalos, jumentos e zebras, pertencem à genero Equus , o que permite cruzamentos entre si para produzir híbridos. Todos eles diferem ligeiramente em sua herança genética. Equus caballus (cavalo) - possui 2n=64 cromossomos; Equus asinus (Jumento)- possui 2n=62 cromossomos; Equus zebra ( zebras) - tem entre 32 e 46 dependendo da espécie; Equus mullus (burros, mulas e bardotos) - Devido ao fato de o cavalo possuir 64 cromossomos, enquanto que o jumento possui 62, resultando em 63 cromossomos, dando origem aos muares que são quase sempre estéreis. No caso dos Zebróides (Equino x Zebras), tendo o cavalo 64 cromossomos, ao passo que a zebra tem entre 2n=32 e 2n=46 (dependendo da espécie; Equus quagga com 4 subespécies, Equus zebra 2 subespécies e Equus grevyi ). A maior parte dos zebralos, (64 x 44), tem 2n=54 e também irá apresentar problemas de pareamento durante a segunda divisão da meiose.
  • 66.
    Número de cromossomosda família Equidae   NOME COMUM NOME CIENTÍFICO NÚMERO DE CROMOSSOMOS (2n) NÚMERO FUNDAMENTAL CAVALO SELVAGEM Equus przewalskii 66 94 CAVALO DOMÉSTICO Equus caballus 64 94 JUMENTO Equus asinus 62 104 JUMENTO AFRICANO Equus asinus africans 62 104 HEMÍONO Equus hemionus 56 104 HEMIPO ou QUIANG Equus kiang 56 104 ONAGRO Equus onager 56 104 ZEBRA de GREVY Equus grevyi 46 78 ZEBRA AFRICANA Equus burchelli 44 82 ZEBRA de GRANT Equus burchelli boehmi 44 82 ZEBRA de MONTANHA Equus zebra 34(?) 60
  • 67.
    Equus caballus xEquus burchelli Adaptação Foto 56
  • 68.
    Híbridos Cruzamentoentre asininos, equínos e Quagga pertencem também ao gênero Equus embora não constitua uma espécie. Fotografia do Museu da Universidade Martin Luther Halle / Saale /Alemanha (0 2/ 8/1920) – Zebronkey . Foto 57
  • 69.
    Zebronkey - Zebralo Zebralo: Foto de 1899 (autoria desconhecida) Foto 58
  • 70.
    “ Neunkirchen” (nome de estima) Zebroide: Foto de Dr. Fritz Wollinger. Cruzamento feito no hospital veterinário austríaco, no Quênia, em 1984. Foto 59
  • 71.
    Zetlandy Cruzamento deégua pônei Shetland (Equino) e garanhão Zebra (Quagga) O nome aplica-se a partes da expressão "Zebra" e "Shetland pônei. Foto 60
  • 72.
    O híbrido deuma zebra macho com uma égua é denominado zébrulo , o de um cavalo e uma zebra fêmea, zebróide . Existem poucas citações de registro de cruzamento de Jumento ( Equus asinus ) com Zebra ( Equus quagga ou Equus zebra ) Foto 61. Foto 62
  • 73.
    Híbridos Equus asinos + Equus caballus = Equus mullus Há referencias de melhoramento genético (cruzamento) entre equínos e asininos na Mesopotâmia ou Anotólia. Nas citações Bíblicas, há referencias mais antigas para os Asininos (Jumentos): “ ...por causa dela, Abrão foi bem tratado pelo faraó, e recebeu ovelhas, bois, jumentos , servos e servas, jumentas e camelos (Gênesis 12,16)” ,. No entanto, os muares, nos parece , terem sidos mais valorizados, tendo em vista a sua robustez, importância econômica, beleza e religiosidade. Nas citações Bíblicas, há referência mais antiga para os muares (burros e mulas): ” ... Os servos de Absalão fizeram a Amnon conforme o seu senhor lhes ordenara. Então todos os filhos do rei se levantaram, montaram nas suas mula s e fugiram (II Samuel 13,29)”. “ ... E cada um lhe trazia presentes: objetos de prata e ouro, vestes, armas, aromas, cavalos e burros . Assim, cada ano. (I Reis 10,25)
  • 74.
    Mulinha Cruzamento: Jumentonordestino x Égua pônei (Brasília/DF) Foto 63
  • 75.
    Superburro Jumento Pêgax Égua Bretã Universidade Federal de Viçosa/MG Foto 64
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    Muar (macho) compelagem Pêlo-de-rato escuro Foto 66
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  • 80.
    Fontes das fotosdisponiveis em: Foto 1 – slide 1: http://www.passeiweb.com/saiba_mais/arte_cultura/galeria/open_art/1663 Foto 2 - slides 5: http://8e.devbio.com/article.php?id=5 Foto 3 – slide 7: João Felix Vieira Foto 4 – slide 10: http://www.tierheilkunde-hellabella.de/historie/pferd.html Foto 5 – slide 13: http://bioclima.info/equinos.php Foto 6 e 7 – slides 14 e 15: http://br.geocities.com/rsn_biodata/Data/Equus_quagga.htm Foto 8 – slide 16: http://sciencegnus.com/Quagga.jpg Foto 9 – slides 15: http://www.physorg.com/newman/gfx/news/2005/zebra_01_quaggahisres.jpg Foto 10 – slide 20: http://www.science-fair.ws/earth-science/fauna/history-of-the-horse.html Foto 11 – slide 21: http://againess.wikidot.com/polska-czerwona-ksiega Fotos 12 a 21 - slides 19 27: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/cavalos/index-cavalos.php Fotos 26 a 48 – slides 32 a 53: http://www.geocities.com/agra1net/ Foto 21 – Slide 30: João Felix Vieira Foto 49 – slide 54: João Felix Vieira Fotos 50 a 54 – slides 55 a 59: cedidas por Valter Barbosa de Oliveira Foto 55 – slide 61: João Felix Vieira Fotos 56 - slide 67: João Felix Vieira Fotos 57 a 59 – slides 65 a 67: http://www.shetlands.org/ Fotos 60 e 61 – slide 68: http://xmb.stuffucanuse.com/xmb/viewthread.php?tid=4125 Fotos 62 a 67 – slides 70 a 75: cedidas por: Valter Barbosa de Oliveira
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    Fontes: REVISTAVIRTUAL INFORMAÇÕES AGROPECUÁRIAS : http://www.geocities.com/asininos/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Mula PROAGRI : http://www.geocities.com/agra1net/ Donkev Breeds in Europe: http://www.save-foundation.net/pdf/donkey.pdf Valter Barbosa de Oliveira – Zootecnista Professor do CTUR/UFRRJ João Felix Vieira Técnico em Agropecuária BioData : http://br.geocities.com/rsn_biodata/Data/Menu_taxonomia.htm http://www.asinus.fr/histoire/info.html EDGE of existence: http://www.edgeofexistence.org/index.php HAFEZ, E.S.E.- Reprodução Animal . 4 ed, São Paulo, Br, Monde 1982/8. INTRODUÇÃO A ZOOTECNIA. - Prof. OCTAVIO DOMINGUES , SÉRIE DIDÁTICA n. 5 - 3ª edição - Serviço de Informação Agricola - Ministério da Agricultura -1968 Die Geschichte des Pferdes http://www.tierheilkunde-hellabella.de/historie/pferd.htm l Mundo dos animais: http://www.mundodosanimais.com/portal/cavalos/artigos/707-origem-e-evolucao-do-cavalo.html Bard, J. B. L. 1977. A unity underlying the different zebra striping patterns. J. Zool. (London) 183: 527-539 .