O documento descreve a história do ensino jurídico no Brasil desde a época colonial, quando as elites eram formadas em Coimbra, até a República, quando as faculdades de direito se tornaram livres e passaram a admitir mulheres. Ele também detalha a estrutura dos cursos jurídicos no Império e na Primeira República, com matérias como Direito Romano, Civil e Processual. Por fim, reflete sobre o papel histórico e crítico das faculdades de direito.