Este documento discute as contribuições do feminismo para uma cultura de paz através da revolução das mentalidades e da desconstrução de conceitos binários. Argumenta que ensinar requer questionar certezas, permitir a dúvida e praticar o autoconhecimento. Defende que a educação deve promover a autonomia, a esperança e a mudança social através do diálogo e da reflexão crítica.