Teresa Costa
A educação da afectividade, educação para o  amor como parte integrante e pano de fundo da sexualidade  prepara o jovem para a vida adulta, consciente e responsável através de uma vida afectiva estável e equilibrada, gerador de qualidade existencial.  (BASTOS, 2003)
Quando falamos em Educação Sexual falamos também em Educação dos afectos no sentido de ajudar o adolescente a construir uma identidade sexual, uma auto-estima estável, a promover o amor por si próprio e pelos outros, bem como valorizar-se com base em valores éticos, morais, intelectuais e sociais, em atitudes e comportamentos responsáveis, transmitidos fundamentalmente no seio da família e pelos meios de socialização no quais se encontra inserido (Escola, Igreja…)
A afectividade é vivida pelo adolescente através do namoro que irá permitir o desenvolvimento emocional e a capacidade de Amar. Descobrir que Amar e não ser amado pode ser uma experiência traumatizante e angustiante mas principalmente irá aprender o que é a culpa, a responsabilidade, o lugar do outro ficando com a noção que não se deve brincar com os sentimentos.
Os jovens têm que se sentir acompanhados por pessoas em quem confiem( família), para um melhor desenvolvimento psicossocial bem como permitir a conquista da sua autonomia.   Um ambiente familiar aberto para conversar sobre a Sexualidade/Afectividade, permite que os jovens que recebem uma educação sexual bem orientada, tendem a iniciar a vida sexual mais tarde.
A sexualidade é um fenómeno normal da vida humana. Falar sobre sexualidade, longe de fomentar a promiscuidade, é acima de tudo formar os adolescentes para atitudes e comportamentos conscientes e responsáveis na vivência da sua sexualidade, adiando o início da sua vida sexual para mais tarde e de forma mais segura.

Edsexual

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    A educação daafectividade, educação para o amor como parte integrante e pano de fundo da sexualidade prepara o jovem para a vida adulta, consciente e responsável através de uma vida afectiva estável e equilibrada, gerador de qualidade existencial. (BASTOS, 2003)
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    Quando falamos emEducação Sexual falamos também em Educação dos afectos no sentido de ajudar o adolescente a construir uma identidade sexual, uma auto-estima estável, a promover o amor por si próprio e pelos outros, bem como valorizar-se com base em valores éticos, morais, intelectuais e sociais, em atitudes e comportamentos responsáveis, transmitidos fundamentalmente no seio da família e pelos meios de socialização no quais se encontra inserido (Escola, Igreja…)
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    A afectividade évivida pelo adolescente através do namoro que irá permitir o desenvolvimento emocional e a capacidade de Amar. Descobrir que Amar e não ser amado pode ser uma experiência traumatizante e angustiante mas principalmente irá aprender o que é a culpa, a responsabilidade, o lugar do outro ficando com a noção que não se deve brincar com os sentimentos.
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    Os jovens têmque se sentir acompanhados por pessoas em quem confiem( família), para um melhor desenvolvimento psicossocial bem como permitir a conquista da sua autonomia. Um ambiente familiar aberto para conversar sobre a Sexualidade/Afectividade, permite que os jovens que recebem uma educação sexual bem orientada, tendem a iniciar a vida sexual mais tarde.
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    A sexualidade éum fenómeno normal da vida humana. Falar sobre sexualidade, longe de fomentar a promiscuidade, é acima de tudo formar os adolescentes para atitudes e comportamentos conscientes e responsáveis na vivência da sua sexualidade, adiando o início da sua vida sexual para mais tarde e de forma mais segura.