ESCOLA DE ESTUDOS AVANÇADOS DAS BEIRAS CURSO:   BIOTECNOLOGIA E INOVAÇÃO VITIVINÍCOLA  UNIDADE CURRICULAR:   POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS DE MARKETING NA INDÚSTRIA VITIVINÍCOLA
Estrutura da apresentação Empreendedorismo; Formação em empreendedorismo; Modelos de formação em empreendedorismo; Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo.
Empreendedorismo Pessoas (empreendedor - palavra de origem francesa “entrepreneur” que designa a pessoa que organiza, lidera, opera e assume riscos); Empresas (estratégias empresariais).
As competências de empreendedor: Nascem com as pessoas?; Adquirem-se?.
Formação em empreendedorismo
Importância dos empreendedores Construtores das economias; Aproveitam as oportunidades; Aceitam o risco; Jogam no mercado global; Atingem os objectivos (ficam ricos).
Factos Um emprego para toda a vida já não existe; 80% dos novos empregos são criados em empresas com 10 ou menos trabalhadores; Existe a necessidade de se ser adaptável, flexível e empreendedor; 45% dos europeus gostam de ter o seu próprio negócio; 61% dos americanos estão prontos para tentar ser empreendedores.
Evolução das sociedades Mudanças na sociedade originam mudanças paralelas na economia e na educação.
Realidade do ensino Ainda ensinamos: Usando o horário agrícola (de acordo com a a hora solar); De forma industrial; Numa era de construção e empreendimento individual.
A “velha” e a “nova” Economia
A “velha” e a “nova” Educação
Formas de aprendizagem aprendizagem Percentagem retida das diferentes formas de aprendizagem
Desenvolvimento profissional Consiste num conceito mais abrangente do que ler livros e assistir a aulas teóricas; O modelo de educação experimental é a chave para o ensino de uma educação empreendedora; Empreendedorismo torna-se o veículo de aprendizagem.
Os efeitos 1989 – menos de 5% dos jovens sabiam o que era o empreendedorismo; 1999 – 64% consideraram-no a 1ª escolha de carreira; Crescimento quatro vezes maior nos negócios iniciados por jovens; 50% dos impostos provieram de pequenas e micro-empresas; “ Wise Man takes All” (“reality show” chinês, em que os concorrentes dão o seu melhor para criar o seu próprio negócio).
Citações Mitos: “Os erros têm custos” ; Realidade: “Os erros feitos cedo são lucrativos” ; “ você falha 100% dos remates que não tenta”; “ Não faça a gestão dos falhanços. Faça a gestão do custo do falhanço”; “ Apply yourself. Get all the education you need, by then, by God, do something. Don´t just stand there, make it happen!” Lee Lacocca, Chairman Chrysler Motors Steve   jobs  1 ; Steve   jobs  2 .
Modelos de formação em empreendedorismo
CG International O modelo de empreendedorismo da CG International (há outros, nomeadamente o da GEM – Global Entrepreneurship Monitor, que é um consórcio académico de investigação) é baseado em 15 anos de experiência no desenvolvimento da educação em empreendedorismo; Os consultores da CGI têm uma experiência   acumulada em trabalhos efectuados em mais de 65 países; Os consultores da CGI estiveram directa ou indirectamente envolvidos na formação de 500 000 jovens empreendedores.
Modelo da CGI Tem sido testado ao longo dos últimos 15 anos em todos os continentes, com enorme sucesso; Lida com as pessoas, com a sua aprendizagem e com o desenvolvimento cíclico do empreendedor; É orientado para a acção, reflectivo e aplica-se ao desenvolvimento, quer da vida pessoal, quer profissional.
Modelo de empreendedorismo Centrado no participante (centra-se no desenvolvimento da pessoa e nas características necessárias para ser empreendedor; Desmistifica o empreendedorismo (divide o processo em pequenos passos, facilmente atingíveis); Adapta-se às várias formas de aprendizagem; Baseado na experiência.
Ciclo de desenvolvimento empreendedor Acho que quero ser um empreendedor (pré-aspiração e aspiração); Preciso de uma ideia que me inspire (geração de ideias) Modos de gerar ideias: Copiar; Combinar; Resolver problemas; Fazer algo melhor;
Utilizar os tempos de lazer; Estruturar capacidades; Reciclar; Viajar e procurar ideias; Reflexão em grupo; Falar e escutar; Elaborar listagens; Encontrar alternativas; Melhorar alguma coisa; Sonhar acordado; Fazer os “se e só ses”.
Método SCAMPER para gerar ideias: S ubstituir; C ombinar; A daptar; M odificar  M inimizar  M aximizar; P ôr outras utilizações; E liminar; R everter.
Processo Walt Disney para gerar ideias: O Sonhador, É a criança que existe dentro de nós; Vê as oportunidades, não os problemas; Nenhuma ideia é má. O Designer, É o criador inovador que existe dentro de nós; Analisa ideias com a atitude de que é possível; Centra-se na forma de como as coisas podem ser feitas. O Detalhe, Avalia as ideias sistematicamente; Acredita que todas as ideias necessitam de ser avaliadas a analisadas logicamente; Considera potenciais problemas e possíveis soluções para os mesmos.
Brainstorming: Regras para reflexão, Os participantes deverão sugerir o maior número possível de ideias originais que possam funcionar como soluções, assim como estimular as ideias dos outros.
Há uma oportunidade nessa ideia? (identificação de oportunidades); Vou planear e conseguir o financiamento; É tempo de agir (início).
Como aprendem os empreendedores Orientação/coaching; Ajuda dos pares; Experiência; Conhecimento; Planeamento.
As 4 componentes de um empreendedor Qualidades pessoais; Atitudes; Competências; Informação.
Acção: a base do empreendedorismo Um empreendedor deve ser decidido; Devem ter em atenção que existem muitos factores à sua volta que o irão destabilizar; E depois actuar! Levar a cabo uma acção, mesmo sem ter toda a informação, é o passo ideal para se atingir o sucesso.
Modelo de aprendizagem da CGI O que vai acontecer; Baseado na experiência; A experiência torna-se o livro de texto; Interiorização através da reflexão; Apreende-se o conhecimento através da acção; Contínuo, passando de uma esperiência para outra; Natureza cíclica.
Técnicas utilizadas Actividades práticas (abordagem “learning by doing”); Trabalho em pequenos grupos; Recurso aos meios audiovisuais; Torna os participantes “donos” do processo de aprendizagem, sendo eles próprios os líderes; Minimiza o tempo de ensino tradicional, em, que o formador ministra os conceitos teóricos.
Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo
Etapas do modelo da CGI na formação Introdução: Corresponde a uma breve introdução ao assunto. Deve focar a acção que vai ter lugar. Clarificação: Deverá assegurar-se que o formando percebeu a tarefa que tem pela frente. Acção: O formando executará as tarefas que lhe permitirão aperceber do contexto da aprendizagem.
Revisão: Os formandos devem contar as suas histórias, transmitindo de forma simplificada o que se passou na acção. Reflexão: É orientada pelo formador que deverá utilizar os pontos expostos na revisão para construir pontes entre as acções e a matéria.
Análise: Deverá funcionar como um sumário de tudo o que se passou, pelo que deverá consistir num ponto único. Generalização: Ponte entre esta acção específica e as aplicações em diversas áreas.
Citações “ The best way to predict the future is to create it”. Peter  Drucker  1 ; Peter  Drucker  2 .
Plano da formação Pontos-chave: Atrair e apoiar os formandos no seu próprio processo de aprendizagem (aprendizagem individualizada); Facilitar um ambiente onde os formandos aprendem fazendo; Facilitar uma abordagem com diferentes modos de aprendizagem; Heterogeneidade do grupo de formandos (têm diferentes características, histórias de vida distintas, etc).
Resultados de aprendizagem: Compreender o emprendedorismo; Modelo pessoal para o empreendedorismo; Ideias e oportunidades; Estratégias empreendedoras e empresariais; Competência empreendedora pessoal;
Estilos de aprendizagem: Aprendizagem visual; Aprendizagem auditiva; Aprendizagem táctil/cinética.
Dinâmica dos grupos Formação/constituição; Confusão/explosão; Normalização; Execução; Dissolução/suspensão.
Guia para a etapa da reflexão O que se está a passar?; Como é que se sente em relação a isto?; O que é que precisa para saber…; Poderá fazer-se de outra forma?; Qual é a pior/melhor coisa que pode acontecer?; Teve alguma surpresa?; O que é que verificou?
Guia para a etapa da generalização Como é que foi a experiência? Boa/má?; Poderia ter sido diferente?; O que é que a mesma lhe diz sobre si próprio ou ao grupo?; O que é que conhece melhor sobre si ou ao grupo?; Que conclusões é que pode retirar daí?; O que é que aprendeu?; O que é que isto lhe diz sobre…?; Estas actividades lembram-lhe alguma coisa?; Quais os princípios que vê implícitos?; Isto ajuda-o a explicar alguma coisa?; Isto relaciona-se com outras experiências?; O que é associa a isto?; E então?.
Guia para a etapa da aplicação Como é que pode aplicar estas actividades e os ensinamentos daí recorrentes a …?; O que é que gostaria de fazer com elas?; O que é que poderia fazer para ajudar a aplicar metodologias ensinadas?; Como é que se poderia fazer melhor? Qual é que seria a consequência de fazer alguma coisa com isto?; Como é que esta experiência foi para si?; Quais é que foram os pontos positivos e negativos?; Como é que poderia ser mais significativo?; Que mudanças é que faria?; O que é que faria diferente?; Se tivesse de fazer tudo outra vez, o que é que faria?; Algumas sugestões?.
Bibliografia GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt
Fim!!!!
Empreendedor por UM DIA: Instruções Trabalhar em grupo; Planear operar o negócio durante 3-4 horas; Planear obter lucro; Não recorrer a lotarias nem jogos; Não desenvolver actividades ilegais; Estar ciente dos negócios existentes e não interferir com eles; Tentar fazer qualquer coisa diferente que nunca tenha feito anteriormente; Não invocar a caridade como método de venda; Divertir-se!!
Empreendedor por UM DIA: Preparação Responda às seguintes questões, quando estiver a prepara o negócio: Qual é (o produto/serviço)?; Quem são (os promotores do negócio e os clientes)?; Onde é (localização do negócio)?; Quando (horário)?; Porquê (razão do negócio)?; Como (saberão os clientes o que estão a vender)?; Quanto (custo do negócio).
Reflexão pessoal PNI: P- Positivo, O que correu bem?; Que forças utilizei?; Estou impressionado com?; Fui bem sucedido em?. N- Negativo, O que precisa ser melhorado?; O que poderia ter sido diferente?; O que me desapontou?; Teria sido melhor se?: I- Interessante, O que me surpreendeu?; O que é que pensei mudar?; É interessante que?.
Bibliografia GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt

Aulas de Empreendedorismo na Pós-Graduação da EAB (Março de 2009)

  • 1.
    ESCOLA DE ESTUDOSAVANÇADOS DAS BEIRAS CURSO: BIOTECNOLOGIA E INOVAÇÃO VITIVINÍCOLA UNIDADE CURRICULAR: POLÍTICAS E ESTRATÉGIAS DE MARKETING NA INDÚSTRIA VITIVINÍCOLA
  • 2.
    Estrutura da apresentaçãoEmpreendedorismo; Formação em empreendedorismo; Modelos de formação em empreendedorismo; Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo.
  • 3.
    Empreendedorismo Pessoas (empreendedor- palavra de origem francesa “entrepreneur” que designa a pessoa que organiza, lidera, opera e assume riscos); Empresas (estratégias empresariais).
  • 4.
    As competências deempreendedor: Nascem com as pessoas?; Adquirem-se?.
  • 5.
  • 6.
    Importância dos empreendedoresConstrutores das economias; Aproveitam as oportunidades; Aceitam o risco; Jogam no mercado global; Atingem os objectivos (ficam ricos).
  • 7.
    Factos Um empregopara toda a vida já não existe; 80% dos novos empregos são criados em empresas com 10 ou menos trabalhadores; Existe a necessidade de se ser adaptável, flexível e empreendedor; 45% dos europeus gostam de ter o seu próprio negócio; 61% dos americanos estão prontos para tentar ser empreendedores.
  • 8.
    Evolução das sociedadesMudanças na sociedade originam mudanças paralelas na economia e na educação.
  • 9.
    Realidade do ensinoAinda ensinamos: Usando o horário agrícola (de acordo com a a hora solar); De forma industrial; Numa era de construção e empreendimento individual.
  • 10.
    A “velha” ea “nova” Economia
  • 11.
    A “velha” ea “nova” Educação
  • 12.
    Formas de aprendizagemaprendizagem Percentagem retida das diferentes formas de aprendizagem
  • 13.
    Desenvolvimento profissional Consistenum conceito mais abrangente do que ler livros e assistir a aulas teóricas; O modelo de educação experimental é a chave para o ensino de uma educação empreendedora; Empreendedorismo torna-se o veículo de aprendizagem.
  • 14.
    Os efeitos 1989– menos de 5% dos jovens sabiam o que era o empreendedorismo; 1999 – 64% consideraram-no a 1ª escolha de carreira; Crescimento quatro vezes maior nos negócios iniciados por jovens; 50% dos impostos provieram de pequenas e micro-empresas; “ Wise Man takes All” (“reality show” chinês, em que os concorrentes dão o seu melhor para criar o seu próprio negócio).
  • 15.
    Citações Mitos: “Oserros têm custos” ; Realidade: “Os erros feitos cedo são lucrativos” ; “ você falha 100% dos remates que não tenta”; “ Não faça a gestão dos falhanços. Faça a gestão do custo do falhanço”; “ Apply yourself. Get all the education you need, by then, by God, do something. Don´t just stand there, make it happen!” Lee Lacocca, Chairman Chrysler Motors Steve jobs 1 ; Steve jobs 2 .
  • 16.
    Modelos de formaçãoem empreendedorismo
  • 17.
    CG International Omodelo de empreendedorismo da CG International (há outros, nomeadamente o da GEM – Global Entrepreneurship Monitor, que é um consórcio académico de investigação) é baseado em 15 anos de experiência no desenvolvimento da educação em empreendedorismo; Os consultores da CGI têm uma experiência acumulada em trabalhos efectuados em mais de 65 países; Os consultores da CGI estiveram directa ou indirectamente envolvidos na formação de 500 000 jovens empreendedores.
  • 18.
    Modelo da CGITem sido testado ao longo dos últimos 15 anos em todos os continentes, com enorme sucesso; Lida com as pessoas, com a sua aprendizagem e com o desenvolvimento cíclico do empreendedor; É orientado para a acção, reflectivo e aplica-se ao desenvolvimento, quer da vida pessoal, quer profissional.
  • 19.
    Modelo de empreendedorismoCentrado no participante (centra-se no desenvolvimento da pessoa e nas características necessárias para ser empreendedor; Desmistifica o empreendedorismo (divide o processo em pequenos passos, facilmente atingíveis); Adapta-se às várias formas de aprendizagem; Baseado na experiência.
  • 20.
    Ciclo de desenvolvimentoempreendedor Acho que quero ser um empreendedor (pré-aspiração e aspiração); Preciso de uma ideia que me inspire (geração de ideias) Modos de gerar ideias: Copiar; Combinar; Resolver problemas; Fazer algo melhor;
  • 21.
    Utilizar os temposde lazer; Estruturar capacidades; Reciclar; Viajar e procurar ideias; Reflexão em grupo; Falar e escutar; Elaborar listagens; Encontrar alternativas; Melhorar alguma coisa; Sonhar acordado; Fazer os “se e só ses”.
  • 22.
    Método SCAMPER paragerar ideias: S ubstituir; C ombinar; A daptar; M odificar M inimizar M aximizar; P ôr outras utilizações; E liminar; R everter.
  • 23.
    Processo Walt Disneypara gerar ideias: O Sonhador, É a criança que existe dentro de nós; Vê as oportunidades, não os problemas; Nenhuma ideia é má. O Designer, É o criador inovador que existe dentro de nós; Analisa ideias com a atitude de que é possível; Centra-se na forma de como as coisas podem ser feitas. O Detalhe, Avalia as ideias sistematicamente; Acredita que todas as ideias necessitam de ser avaliadas a analisadas logicamente; Considera potenciais problemas e possíveis soluções para os mesmos.
  • 24.
    Brainstorming: Regras parareflexão, Os participantes deverão sugerir o maior número possível de ideias originais que possam funcionar como soluções, assim como estimular as ideias dos outros.
  • 25.
    Há uma oportunidadenessa ideia? (identificação de oportunidades); Vou planear e conseguir o financiamento; É tempo de agir (início).
  • 26.
    Como aprendem osempreendedores Orientação/coaching; Ajuda dos pares; Experiência; Conhecimento; Planeamento.
  • 27.
    As 4 componentesde um empreendedor Qualidades pessoais; Atitudes; Competências; Informação.
  • 28.
    Acção: a basedo empreendedorismo Um empreendedor deve ser decidido; Devem ter em atenção que existem muitos factores à sua volta que o irão destabilizar; E depois actuar! Levar a cabo uma acção, mesmo sem ter toda a informação, é o passo ideal para se atingir o sucesso.
  • 29.
    Modelo de aprendizagemda CGI O que vai acontecer; Baseado na experiência; A experiência torna-se o livro de texto; Interiorização através da reflexão; Apreende-se o conhecimento através da acção; Contínuo, passando de uma esperiência para outra; Natureza cíclica.
  • 30.
    Técnicas utilizadas Actividadespráticas (abordagem “learning by doing”); Trabalho em pequenos grupos; Recurso aos meios audiovisuais; Torna os participantes “donos” do processo de aprendizagem, sendo eles próprios os líderes; Minimiza o tempo de ensino tradicional, em, que o formador ministra os conceitos teóricos.
  • 31.
    Aplicação dos modelosna organização da formação em empreendedorismo
  • 32.
    Etapas do modeloda CGI na formação Introdução: Corresponde a uma breve introdução ao assunto. Deve focar a acção que vai ter lugar. Clarificação: Deverá assegurar-se que o formando percebeu a tarefa que tem pela frente. Acção: O formando executará as tarefas que lhe permitirão aperceber do contexto da aprendizagem.
  • 33.
    Revisão: Os formandosdevem contar as suas histórias, transmitindo de forma simplificada o que se passou na acção. Reflexão: É orientada pelo formador que deverá utilizar os pontos expostos na revisão para construir pontes entre as acções e a matéria.
  • 34.
    Análise: Deverá funcionarcomo um sumário de tudo o que se passou, pelo que deverá consistir num ponto único. Generalização: Ponte entre esta acção específica e as aplicações em diversas áreas.
  • 35.
    Citações “ Thebest way to predict the future is to create it”. Peter Drucker 1 ; Peter Drucker 2 .
  • 36.
    Plano da formaçãoPontos-chave: Atrair e apoiar os formandos no seu próprio processo de aprendizagem (aprendizagem individualizada); Facilitar um ambiente onde os formandos aprendem fazendo; Facilitar uma abordagem com diferentes modos de aprendizagem; Heterogeneidade do grupo de formandos (têm diferentes características, histórias de vida distintas, etc).
  • 37.
    Resultados de aprendizagem:Compreender o emprendedorismo; Modelo pessoal para o empreendedorismo; Ideias e oportunidades; Estratégias empreendedoras e empresariais; Competência empreendedora pessoal;
  • 38.
    Estilos de aprendizagem:Aprendizagem visual; Aprendizagem auditiva; Aprendizagem táctil/cinética.
  • 39.
    Dinâmica dos gruposFormação/constituição; Confusão/explosão; Normalização; Execução; Dissolução/suspensão.
  • 40.
    Guia para aetapa da reflexão O que se está a passar?; Como é que se sente em relação a isto?; O que é que precisa para saber…; Poderá fazer-se de outra forma?; Qual é a pior/melhor coisa que pode acontecer?; Teve alguma surpresa?; O que é que verificou?
  • 41.
    Guia para aetapa da generalização Como é que foi a experiência? Boa/má?; Poderia ter sido diferente?; O que é que a mesma lhe diz sobre si próprio ou ao grupo?; O que é que conhece melhor sobre si ou ao grupo?; Que conclusões é que pode retirar daí?; O que é que aprendeu?; O que é que isto lhe diz sobre…?; Estas actividades lembram-lhe alguma coisa?; Quais os princípios que vê implícitos?; Isto ajuda-o a explicar alguma coisa?; Isto relaciona-se com outras experiências?; O que é associa a isto?; E então?.
  • 42.
    Guia para aetapa da aplicação Como é que pode aplicar estas actividades e os ensinamentos daí recorrentes a …?; O que é que gostaria de fazer com elas?; O que é que poderia fazer para ajudar a aplicar metodologias ensinadas?; Como é que se poderia fazer melhor? Qual é que seria a consequência de fazer alguma coisa com isto?; Como é que esta experiência foi para si?; Quais é que foram os pontos positivos e negativos?; Como é que poderia ser mais significativo?; Que mudanças é que faria?; O que é que faria diferente?; Se tivesse de fazer tudo outra vez, o que é que faria?; Algumas sugestões?.
  • 43.
    Bibliografia GestEntrepreneur (2007).Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt
  • 44.
  • 45.
    Empreendedor por UMDIA: Instruções Trabalhar em grupo; Planear operar o negócio durante 3-4 horas; Planear obter lucro; Não recorrer a lotarias nem jogos; Não desenvolver actividades ilegais; Estar ciente dos negócios existentes e não interferir com eles; Tentar fazer qualquer coisa diferente que nunca tenha feito anteriormente; Não invocar a caridade como método de venda; Divertir-se!!
  • 46.
    Empreendedor por UMDIA: Preparação Responda às seguintes questões, quando estiver a prepara o negócio: Qual é (o produto/serviço)?; Quem são (os promotores do negócio e os clientes)?; Onde é (localização do negócio)?; Quando (horário)?; Porquê (razão do negócio)?; Como (saberão os clientes o que estão a vender)?; Quanto (custo do negócio).
  • 47.
    Reflexão pessoal PNI:P- Positivo, O que correu bem?; Que forças utilizei?; Estou impressionado com?; Fui bem sucedido em?. N- Negativo, O que precisa ser melhorado?; O que poderia ter sido diferente?; O que me desapontou?; Teria sido melhor se?: I- Interessante, O que me surpreendeu?; O que é que pensei mudar?; É interessante que?.
  • 48.
    Bibliografia GestEntrepreneur (2007).Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt