O documento compara o processo evolutivo espiritual humano ao polimento natural de pedras em rios, no qual o atrito entre as pedras arredonda suas arestas ao longo do tempo. Da mesma forma, as interações humanas ao longo de vidas sucessivas ajudam a suavizar nossas imperfeições. O documento defende que o caminho da evolução espiritual é escolha entre a dor dos atritos ou o amor, que proporciona um polimento indolor.