Difteria e Coqueluche
Alunos: Cristiano Gabriel Nº 05, Hermione Fênix Nº 08, Isadora Carvalho Nº 09, Kaio Rhuan Nº 15,
Lis Santos Nº 17, Miliana Stefanelly Nº 20.
Professor: Victor
Turma: 8º A
Introdução
A coqueluche é uma doença infecciosa, transmissível e
causada pela bactéria Bordetella pertussis. É caracterizada por
crises de tosse seca, que podem evoluir para tosse paroxística
ou espasmódica, seguida de uma inspiração prolongada e
estridente.
Já a difteria é uma doença bacteriana transmissível
que afeta o trato respiratório superior, podendo ser fatal. A
principal forma de prevenção é a vacinação, que deve ser
mantida atualizada ao longo da vida.
E ao longo dessa apresentação veremos mais
detalhadamente sobre seu agente etiológico, transmissão,
sintomas, tratamentos e profilaxia.
Agente Etiológico-Coqueluche
O agente etiológico da coqueluche é a bactéria
Bordetella pertussis, um cocobacilo Gram-negativo,
aeróbio, não esporulado, imóvel e pequeno.
A Bordetella pertussis é um pequeno
cocobacilo (meio micrómetro), Gram-negativo e
imóvel, sendo um dos agentes causadores da tosse
convulsa. É um aeróbio estrito, não fermentador da
lactose. Metaboliza aminoácidos, daí que necessite de
meios nutricionalmente exigentes para sobreviver. Têm
factores de adesão à mucosa as seguintes adesinas:
fímbrias, hemaglutininas filamentosas, a porção B da
toxina pertussis e a pertactina ou proteína P69.
Agente Etiológico-Difteria
O agente etiológico da difteria é a bactéria
Corynebacterium diphtheriae. Esta bactéria é gram-
positiva e produz uma toxina que pode danificar o
coração, os nervos e os rins.
Corynebacterium diphtheriae é uma espécie de
bactérias bacilares gram-positivas, quimiorganotrópicas,
catalase positivo, oxidase negativos, imóveis,
anaeróbicos facultativos, não formadoras de esporos,
que causam difteria. As cepas podem ou não ser
produtoras de toxinas (toxina diftérica). Suas colônias
são marrom escuras ou negras, por produzir H2S e
formam ângulos que parecem "letras chinesas" ou letras
como "V", "Y" ou "X".
Transmissão-Coqueluche
A coqueluche é uma doença infecciosa
respiratória e altamente contagiosa, transmitida
principalmente por meio de gotículas de saliva
expelidas por tosse, espirro ou fala:
 A transmissão ocorre principalmente quando o
doente está em contato direto com uma pessoa
não vacinada;
 A transmissão pode ocorrer também por objetos
recentemente contaminados com secreções do
doente, mas é pouco frequente;
 A transmissão é mais fácil em locais com
aglomeração de pessoas.
Transmissão-Difteria
A difteria é uma doença bacteriana
transmitida por meio de contato direto com pessoas
doentes ou portadoras, ou por objetos contaminados:
 Contato direto: A transmissão ocorre por meio de
gotículas eliminadas ao tossir, espirrar ou falar.
 Contato indireto: A transmissão ocorre por meio de
objetos contaminados com secreções da orofaringe
ou de lesões em outras partes do corpo.
A difteria é mais comum em ambientes
fechados e nos meses frios, devido à aglomeração e à
maior ocorrência de infecções respiratórias.
Sinais e Sintomas-Coqueluche
 A coqueluche, também conhecida como tosse comprida, é
uma infecção respiratória altamente contagiosa e que
apresenta os seguintes sintomas:
 Tosse seca que evolui para crises de tosse mais intensa e
frequente;
 Febre baixa ou ausência de febre;
 Mal-estar geral;
 Corrimento nasal;
 Em bebês, a coqueluche pode se manifestar por meio de:
Pausas na respiração (apneia), Pele azulada devido à falta de
oxigênio (cianose), Exaustão após os episódios de tosse.
Sinais e Sintomas-Difteria
Alguns dos principais sinais e sintomas da difteria são:
 Placas branco-acinzentadas nas amígdalas, que podem se
espalhar para outras partes da garganta;
 Dor de garganta discreta;
 Glânglios inchados no pescoço;
 Dificuldade para respirar ou respiração rápida em casos
graves;
 Palidez;
 Febre não muito elevada;
Os sintomas da difteria costumam surgir entre 1 a 6
dias após o contágio.
Diagnóstico e Tratamento-Coqueluche
O diagnóstico da coqueluche é feito
por um médico especialista, como um
pediatra, pneumologista ou infectologista,
após a análise de sintomas e exames. O
tratamento é feito com antibióticos, e deve ser
iniciado assim que os primeiros sinais da
doença aparecerem.
A coqueluche é uma doença
respiratória que pode ser diagnosticada por
meio de exames laboratoriais. A coleta de
material para o exame deve ser feita antes ou
até 3 dias após o início do tratamento com
antibióticos.
Diagnóstico e Tratamento-Difteria
O diagnóstico da difteria é clínico e feito por um profissional
de saúde, que analisa os sintomas e características da doença. Para
confirmar o diagnóstico, o médico solicita uma cultura de secreção da
nasofaringe.
O tratamento da difteria consiste em:
• Administração de antibióticos como eritromicina, clindamicina,
penicilina G cristalina ou procaína, por um período de 14 dias
• Soro antidiftérico, que deve ser administrado em casos graves
• Repouso no leito
• Manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico
• Nebulização ou vaporização
• Aspiração das secreções
Profilaxia-Coqueluche
A principal forma de prevenção da coqueluche é a
vacinação, que deve ser administrada na infância e em gestantes.
A imunidade natural da vacina dura aproximadamente 20 anos.
Crianças de até 6 anos, 11 meses e 29 dias devem ser vacinadas
contra a coqueluche.
A gestante deve tomar uma dose da vacina a partir da 20ª
semana de gestação, de preferência entre a 27ª e a 35ª semana.
A vacina estimula a produção de anticorpos na mãe, que
são transferidos para o bebê pela placenta e pela amamentação.
A imunidade não é permanente, e a proteção pode ser
pouca ou inexistente após 5 a 10 anos.
Profilaxia-Difteria
A vacina é a principal forma de prevenir a difteria:
• Crianças: A vacina DTaP é aplicada em crianças menores de 7 anos.
• Adolescentes e adultos: A vacina Tdap é aplicada em adolescentes
a partir de 11 ou 12 anos e em adultos que nunca receberam a
Tdap ou cujo estado vacinal é desconhecido.
• Reforços: Após a vacinação inicial, é recomendado um reforço da
vacina Td a cada 10 anos.
• Gravidez: A vacina dTpa é segura e importante para a saúde da
mãe e do bebê.
Pessoas que convivem com crianças: A vacina dTpa é
recomendada para pessoas que convivem com crianças menores de 2
anos, como familiares, babás, cuidadores e profissionais da saúde.

Difteria e Coqueluche doenças apresentaçao

  • 1.
    Difteria e Coqueluche Alunos:Cristiano Gabriel Nº 05, Hermione Fênix Nº 08, Isadora Carvalho Nº 09, Kaio Rhuan Nº 15, Lis Santos Nº 17, Miliana Stefanelly Nº 20. Professor: Victor Turma: 8º A
  • 2.
    Introdução A coqueluche éuma doença infecciosa, transmissível e causada pela bactéria Bordetella pertussis. É caracterizada por crises de tosse seca, que podem evoluir para tosse paroxística ou espasmódica, seguida de uma inspiração prolongada e estridente. Já a difteria é uma doença bacteriana transmissível que afeta o trato respiratório superior, podendo ser fatal. A principal forma de prevenção é a vacinação, que deve ser mantida atualizada ao longo da vida. E ao longo dessa apresentação veremos mais detalhadamente sobre seu agente etiológico, transmissão, sintomas, tratamentos e profilaxia.
  • 3.
    Agente Etiológico-Coqueluche O agenteetiológico da coqueluche é a bactéria Bordetella pertussis, um cocobacilo Gram-negativo, aeróbio, não esporulado, imóvel e pequeno. A Bordetella pertussis é um pequeno cocobacilo (meio micrómetro), Gram-negativo e imóvel, sendo um dos agentes causadores da tosse convulsa. É um aeróbio estrito, não fermentador da lactose. Metaboliza aminoácidos, daí que necessite de meios nutricionalmente exigentes para sobreviver. Têm factores de adesão à mucosa as seguintes adesinas: fímbrias, hemaglutininas filamentosas, a porção B da toxina pertussis e a pertactina ou proteína P69.
  • 4.
    Agente Etiológico-Difteria O agenteetiológico da difteria é a bactéria Corynebacterium diphtheriae. Esta bactéria é gram- positiva e produz uma toxina que pode danificar o coração, os nervos e os rins. Corynebacterium diphtheriae é uma espécie de bactérias bacilares gram-positivas, quimiorganotrópicas, catalase positivo, oxidase negativos, imóveis, anaeróbicos facultativos, não formadoras de esporos, que causam difteria. As cepas podem ou não ser produtoras de toxinas (toxina diftérica). Suas colônias são marrom escuras ou negras, por produzir H2S e formam ângulos que parecem "letras chinesas" ou letras como "V", "Y" ou "X".
  • 5.
    Transmissão-Coqueluche A coqueluche éuma doença infecciosa respiratória e altamente contagiosa, transmitida principalmente por meio de gotículas de saliva expelidas por tosse, espirro ou fala:  A transmissão ocorre principalmente quando o doente está em contato direto com uma pessoa não vacinada;  A transmissão pode ocorrer também por objetos recentemente contaminados com secreções do doente, mas é pouco frequente;  A transmissão é mais fácil em locais com aglomeração de pessoas.
  • 6.
    Transmissão-Difteria A difteria éuma doença bacteriana transmitida por meio de contato direto com pessoas doentes ou portadoras, ou por objetos contaminados:  Contato direto: A transmissão ocorre por meio de gotículas eliminadas ao tossir, espirrar ou falar.  Contato indireto: A transmissão ocorre por meio de objetos contaminados com secreções da orofaringe ou de lesões em outras partes do corpo. A difteria é mais comum em ambientes fechados e nos meses frios, devido à aglomeração e à maior ocorrência de infecções respiratórias.
  • 7.
    Sinais e Sintomas-Coqueluche A coqueluche, também conhecida como tosse comprida, é uma infecção respiratória altamente contagiosa e que apresenta os seguintes sintomas:  Tosse seca que evolui para crises de tosse mais intensa e frequente;  Febre baixa ou ausência de febre;  Mal-estar geral;  Corrimento nasal;  Em bebês, a coqueluche pode se manifestar por meio de: Pausas na respiração (apneia), Pele azulada devido à falta de oxigênio (cianose), Exaustão após os episódios de tosse.
  • 8.
    Sinais e Sintomas-Difteria Algunsdos principais sinais e sintomas da difteria são:  Placas branco-acinzentadas nas amígdalas, que podem se espalhar para outras partes da garganta;  Dor de garganta discreta;  Glânglios inchados no pescoço;  Dificuldade para respirar ou respiração rápida em casos graves;  Palidez;  Febre não muito elevada; Os sintomas da difteria costumam surgir entre 1 a 6 dias após o contágio.
  • 9.
    Diagnóstico e Tratamento-Coqueluche Odiagnóstico da coqueluche é feito por um médico especialista, como um pediatra, pneumologista ou infectologista, após a análise de sintomas e exames. O tratamento é feito com antibióticos, e deve ser iniciado assim que os primeiros sinais da doença aparecerem. A coqueluche é uma doença respiratória que pode ser diagnosticada por meio de exames laboratoriais. A coleta de material para o exame deve ser feita antes ou até 3 dias após o início do tratamento com antibióticos.
  • 10.
    Diagnóstico e Tratamento-Difteria Odiagnóstico da difteria é clínico e feito por um profissional de saúde, que analisa os sintomas e características da doença. Para confirmar o diagnóstico, o médico solicita uma cultura de secreção da nasofaringe. O tratamento da difteria consiste em: • Administração de antibióticos como eritromicina, clindamicina, penicilina G cristalina ou procaína, por um período de 14 dias • Soro antidiftérico, que deve ser administrado em casos graves • Repouso no leito • Manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico • Nebulização ou vaporização • Aspiração das secreções
  • 11.
    Profilaxia-Coqueluche A principal formade prevenção da coqueluche é a vacinação, que deve ser administrada na infância e em gestantes. A imunidade natural da vacina dura aproximadamente 20 anos. Crianças de até 6 anos, 11 meses e 29 dias devem ser vacinadas contra a coqueluche. A gestante deve tomar uma dose da vacina a partir da 20ª semana de gestação, de preferência entre a 27ª e a 35ª semana. A vacina estimula a produção de anticorpos na mãe, que são transferidos para o bebê pela placenta e pela amamentação. A imunidade não é permanente, e a proteção pode ser pouca ou inexistente após 5 a 10 anos.
  • 12.
    Profilaxia-Difteria A vacina éa principal forma de prevenir a difteria: • Crianças: A vacina DTaP é aplicada em crianças menores de 7 anos. • Adolescentes e adultos: A vacina Tdap é aplicada em adolescentes a partir de 11 ou 12 anos e em adultos que nunca receberam a Tdap ou cujo estado vacinal é desconhecido. • Reforços: Após a vacinação inicial, é recomendado um reforço da vacina Td a cada 10 anos. • Gravidez: A vacina dTpa é segura e importante para a saúde da mãe e do bebê. Pessoas que convivem com crianças: A vacina dTpa é recomendada para pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos, como familiares, babás, cuidadores e profissionais da saúde.