Charamikin recorda com nostalgia os tempos passados em que a cidade tinha mais vida cultural, com apresentações de atores, cantores e artistas estrangeiros. Ele descreve alguns desses eventos passados, como saraus de beneficência organizados por ele e sua esposa Ana Pavlovna para ajudar feridos de guerra e vítimas de incêndios. No entanto, Charamikin reconhece que a energia e o entusiasmo da juventude já não são os mesmos, explicando a falta de eventos culturais na cidade atualmente.