CRISES
HIPERTENSIVAS
Acadêmica: Nátilla Francine Dias
Internato de Clínica Médica II – Cardiologia
Professor: Dr. Henderson Barbosa Pimenta
Introdução
• A CH caracteriza-se por uma elevação aguda e
sintomática da pressão arterial (PA), geralmente
com pressão arterial diastólica (PAD) ≥ 110 – 120
mmHg, com ou sem risco de deterioração rápida
dos órgãos-alvo (coração, cérebro, rins e
artérias), e alto risco de evento cardiovascular, o
que torna necessária a redução imediata da
pressão.
Epidemiologia
• A prevalência da HAS é de 20%-30% (mais de 34
milhões de brasileiros);
• Pacientes apresentando hipertensão severa podem
representar mais de 25% dos indivíduos que chegam a
um serviço urbano de emergência;
• A CH é mais frequente entre negros, fumantes, mulheres
em uso de anticoncepcional, classe social de baixo poder
aquisitivo,alto grau de estresse; portadores de
hipertensão secundária ;uso de cocaína; pacientes que
suspenderam abruptamente o uso de α2-agonistas ou
betabloqueadores ou álcool; e aqueles não aderentes ao
tratamento com anti-hipertensivos orais.
A CH é subdividida em duas categorias
(urgência e emergência)
• . Urgências hipertensivas são as situações associadas
às elevações importantes da PAD (≥ 120 mmHg), sem
disfunção progressiva de órgãos-alvo ou risco iminente
de vida.
• sinais e sintomas: cefaleia, tontura, dispneia, déficit
neurológico, dor torácica, vômitos e ansiedade severa.
• A medicação empregada, em geral, inclui as formulações
administradas por via oral (VO), seguida de um período
de observação.
• Emergências hipertensivas são caracterizadas por
elevação acentuada da PA (≥ 180/120 mmHg) e
acompanhadas pela evidência de disfunção iminente ou
progressiva em órgãos-alvo e risco de vida.
• Sinais e sintomas, na ordem decrescente de prevalência,
são déficit neurológico, dispneia, cefaleia e dor torácica.
• a administração de medicação por via parenteral.
• pseudocrise hipertensiva há uma elevação acentuada
da PA que, independentemente do valor, não representa
risco de deterioração aguda de órgãos-alvo ou risco
imediato de vida.
• Em geral, ocorre em pacientes hipertensos em
tratamento, não controlados e com queixas de cefaleia,
dor torácica atípica, dispneia, estresse psicológico agudo
e síndrome de pânico associada.
Etiologias
Aspectos fisiopatológicos
Quadro Clinico
Avaliação clinica
Diagnóstico
• Todos os pacientes com emergências hipertensivas
devem realizar os seguintes exames:
• hemograma completo,
• ureia sérica; creatinina sérica, eletrólitos (sódio, potássio,
• magnésio)
• urina tipo I (pesquisa de proteinuria ou hematúria
microscópica),
• radiografia de tórax,
• eletrocardiograma
• glicemia capilar
• Fundo de olho
Tratamento
• As recomendações gerais de redução da PA sugeridas
pelo VII JNC – USA para EHs foram sumarizadas da
seguinte forma:
• • ↓ PA ≤ 25% na 1ª hora;
• • ↓ PA 160/100 – 110 mmHg: 2 – 6 horas;
• • PA 135/85 mmHg: 24 – 48 horas.
Tratamento
Crises hipertensivas

Crises hipertensivas

  • 1.
    CRISES HIPERTENSIVAS Acadêmica: Nátilla FrancineDias Internato de Clínica Médica II – Cardiologia Professor: Dr. Henderson Barbosa Pimenta
  • 2.
    Introdução • A CHcaracteriza-se por uma elevação aguda e sintomática da pressão arterial (PA), geralmente com pressão arterial diastólica (PAD) ≥ 110 – 120 mmHg, com ou sem risco de deterioração rápida dos órgãos-alvo (coração, cérebro, rins e artérias), e alto risco de evento cardiovascular, o que torna necessária a redução imediata da pressão.
  • 3.
    Epidemiologia • A prevalênciada HAS é de 20%-30% (mais de 34 milhões de brasileiros); • Pacientes apresentando hipertensão severa podem representar mais de 25% dos indivíduos que chegam a um serviço urbano de emergência; • A CH é mais frequente entre negros, fumantes, mulheres em uso de anticoncepcional, classe social de baixo poder aquisitivo,alto grau de estresse; portadores de hipertensão secundária ;uso de cocaína; pacientes que suspenderam abruptamente o uso de α2-agonistas ou betabloqueadores ou álcool; e aqueles não aderentes ao tratamento com anti-hipertensivos orais.
  • 4.
    A CH ésubdividida em duas categorias (urgência e emergência) • . Urgências hipertensivas são as situações associadas às elevações importantes da PAD (≥ 120 mmHg), sem disfunção progressiva de órgãos-alvo ou risco iminente de vida. • sinais e sintomas: cefaleia, tontura, dispneia, déficit neurológico, dor torácica, vômitos e ansiedade severa. • A medicação empregada, em geral, inclui as formulações administradas por via oral (VO), seguida de um período de observação.
  • 5.
    • Emergências hipertensivassão caracterizadas por elevação acentuada da PA (≥ 180/120 mmHg) e acompanhadas pela evidência de disfunção iminente ou progressiva em órgãos-alvo e risco de vida. • Sinais e sintomas, na ordem decrescente de prevalência, são déficit neurológico, dispneia, cefaleia e dor torácica. • a administração de medicação por via parenteral.
  • 6.
    • pseudocrise hipertensivahá uma elevação acentuada da PA que, independentemente do valor, não representa risco de deterioração aguda de órgãos-alvo ou risco imediato de vida. • Em geral, ocorre em pacientes hipertensos em tratamento, não controlados e com queixas de cefaleia, dor torácica atípica, dispneia, estresse psicológico agudo e síndrome de pânico associada.
  • 7.
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  • 9.
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    Diagnóstico • Todos ospacientes com emergências hipertensivas devem realizar os seguintes exames: • hemograma completo, • ureia sérica; creatinina sérica, eletrólitos (sódio, potássio, • magnésio) • urina tipo I (pesquisa de proteinuria ou hematúria microscópica), • radiografia de tórax, • eletrocardiograma • glicemia capilar • Fundo de olho
  • 13.
    Tratamento • As recomendaçõesgerais de redução da PA sugeridas pelo VII JNC – USA para EHs foram sumarizadas da seguinte forma: • • ↓ PA ≤ 25% na 1ª hora; • • ↓ PA 160/100 – 110 mmHg: 2 – 6 horas; • • PA 135/85 mmHg: 24 – 48 horas.
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