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Formador
Tema História do Hino nacional,
interpretação do hino
português
Realizado por Artur
Data 2012-09-07
A Portuguesa (hino nacional português)
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
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Tema História do Hino nacional,
interpretação do hino
português
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Data 2012-09-07
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
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O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
História do Hino nacional
A autoria da letra é de Henrique Lopes de Mendonça e a música de
Alfredo Keil.
Henrique Lopes de Mendonçafoi encarregue de escrever a letra do hino
português em 1890 eAlfredo Keilencarregou-se de escrever a música onde
se encaixam as estrofes do mesmo.
Foi escrito após o ultimato inglês ter despertado em Portugal uma onda
de nacionalismo. A aceitação do ultimato por parte de D.Carlos gerou uma
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onda de protesto e o aumento do movimento republicano. O sentimento
de revolta por parte do povo, inspirou Henrique Lopes de Mendonça a
escrever um poema que incentivava o povo a lutar pela sua pátria e
apelava á tradição naval portuguesa. Alfredo Keil escreveu a música e
assim nasceu o hino que rapidamente se tornou popular entre os cidadãos
revoltados e descontentes com o que consideravam ser uma situação
humilhante e submissiva de Portugal perante os ingleses.
Em 1981 rebentou uma revolução republicana no Porto e "A Portuguesa"
foi adoptado pelos rebeldes como o hino da revolução. A revolução foi
esmagada e a canção banida. No entanto, com a implantação da
república, "A Portuguesa" foi oficialmente adoptado como o hino nacional
em 17 de Novembro de 1910.
Em 1956, existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha
melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda,
pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma
versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que
seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957,
mantendo-se o hino inalterado deste então.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Portuguesa
A minha interpretação do hino português é a seguinte
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“Heróis do mar, nobre povo,”
Heróis do mar, Nação valente, imortal, quer dizer que somos uma nação
que no passado revelou valentia ao ariscarmos por esses mares fora á
procura de novos países e rotas marítimas que levou á expansão do
império português sendo um povo honroso que cumpre sempre os seus
compromissos, tornando-se estes reis e navegadores marítimos os heróis
do passado.
“Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal!”
Interpreto como o acordar de novo e voltarmos a ser o que fomos no
passado como os nosso reis e navegadores que nos tornaram uma nação
valente sem medo de nada, com fulgor e grandeza, sem ter que estarmos
a espera que um outro pais ou instituição nos estipule o que devemos de
fazer que é o que se passa agora em 2012 mais concretamente O FMI e a
união europeia.
“Entre as brumas da memória, Ó Pátria sente-se a voz Dos teus egrégios
avós, Que há-de guiar-te à vitória!”
Interpreto como, o passado glorioso que já tivemos.Como um nevoeiro
constante que paira sobre as nossas cabeças e que devemos sentir a voz
do passado, as suas atitudes que levaram Portugal a tornar-se num grande
império e que nos poderá servir de exemplo a nos inspirarmos para
futuramente nos levar a vitória que é tornarmo-nos um país independente
financeiramente e justo.
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Data 2012-09-07
“Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!”
Interpreto como pegar nas nossas capacidades de desenrasca,
inteligência, força, nas nossas terras, nas nossas águas territoriais e
produzir, produzir e pelo nosso país lutar contras todas as políticas
externas europeias que nos querem tirar a nossa autonomia.
“Desfralda a invicta bandeira, À luz viva do teu Ceo! Brade a Europa à
terra inteira: Portugal não pereceu! Beija o teu solo jucundo O Oceano, a
rugir de amor; E o teu braço vencedor Deu mundos novos ao mundo!”
Interpreto como mandar para fora todas as nossas capacidades
portuguesas para todo o nosso país e mundo verem. Dizer estamos, aqui
bem vivos e prontos para a luta. Amar o nosso solo e Oceano e a força que
nos deu novos mundos ao mundo poderá vir a voltar a dar novos frutos
noutro contexto.
“Saudai o Sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma
afronta O sinal de ressurgir. Raios dessa aurora forte São como beijos de
mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injúrias da sorte.”
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Receber o futuro que se aproxima sobre o signo da boa esperança, que
seja uma voz no nosso íntimo a espicaçar para nos voltarmos a erguer, e a
força desta vontade seja como uma mãe Super carinhosa que nos protege
de qualquer coisa nos fazendo enfrentar sem qualquer preconceito e
medo todo os problemas que nos apareçam pela frente.

Cp1 hino nacional

  • 1.
    UFCD CP-1 Página 1de7 Formador Tema Históriado Hino nacional, interpretação do hino português Realizado por Artur Data 2012-09-07 A Portuguesa (hino nacional português) Heróis do mar, nobre povo, Nação valente, imortal, Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ó Pátria sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te à vitória! Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar
  • 2.
    UFCD CP-1 Página 2de7 Formador Tema Históriado Hino nacional, interpretação do hino português Realizado por Artur Data 2012-09-07 Contra os canhões marchar, marchar! Desfralda a invicta Bandeira, À luz viva do teu céu! Brade a Europa à terra inteira: Portugal não pereceu Beija o solo teu jucundo O Oceano, a rugir d'amor, E teu braço vencedor Deu mundos novos ao Mundo! Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar! Saudai o Sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma afronta
  • 3.
    UFCD CP-1 Página 3de7 Formador Tema Históriado Hino nacional, interpretação do hino português Realizado por Artur Data 2012-09-07 O sinal do ressurgir. Raios dessa aurora forte São como beijos de mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injúrias da sorte. Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar! História do Hino nacional A autoria da letra é de Henrique Lopes de Mendonça e a música de Alfredo Keil. Henrique Lopes de Mendonçafoi encarregue de escrever a letra do hino português em 1890 eAlfredo Keilencarregou-se de escrever a música onde se encaixam as estrofes do mesmo. Foi escrito após o ultimato inglês ter despertado em Portugal uma onda de nacionalismo. A aceitação do ultimato por parte de D.Carlos gerou uma
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    UFCD CP-1 Página 4de7 Formador Tema Históriado Hino nacional, interpretação do hino português Realizado por Artur Data 2012-09-07 onda de protesto e o aumento do movimento republicano. O sentimento de revolta por parte do povo, inspirou Henrique Lopes de Mendonça a escrever um poema que incentivava o povo a lutar pela sua pátria e apelava á tradição naval portuguesa. Alfredo Keil escreveu a música e assim nasceu o hino que rapidamente se tornou popular entre os cidadãos revoltados e descontentes com o que consideravam ser uma situação humilhante e submissiva de Portugal perante os ingleses. Em 1981 rebentou uma revolução republicana no Porto e "A Portuguesa" foi adoptado pelos rebeldes como o hino da revolução. A revolução foi esmagada e a canção banida. No entanto, com a implantação da república, "A Portuguesa" foi oficialmente adoptado como o hino nacional em 17 de Novembro de 1910. Em 1956, existiam no entanto várias versões do hino, não só na linha melódica, mas também nas instrumentações, especialmente para banda, pelo que o governo nomeou uma comissão encarregada de estudar uma versão oficial de A Portuguesa. Essa comissão elaborou uma proposta que seria aprovada em Conselho de Ministros a 16 de Julho de 1957, mantendo-se o hino inalterado deste então. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Portuguesa A minha interpretação do hino português é a seguinte
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    UFCD CP-1 Página 5de7 Formador Tema Históriado Hino nacional, interpretação do hino português Realizado por Artur Data 2012-09-07 “Heróis do mar, nobre povo,” Heróis do mar, Nação valente, imortal, quer dizer que somos uma nação que no passado revelou valentia ao ariscarmos por esses mares fora á procura de novos países e rotas marítimas que levou á expansão do império português sendo um povo honroso que cumpre sempre os seus compromissos, tornando-se estes reis e navegadores marítimos os heróis do passado. “Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal!” Interpreto como o acordar de novo e voltarmos a ser o que fomos no passado como os nosso reis e navegadores que nos tornaram uma nação valente sem medo de nada, com fulgor e grandeza, sem ter que estarmos a espera que um outro pais ou instituição nos estipule o que devemos de fazer que é o que se passa agora em 2012 mais concretamente O FMI e a união europeia. “Entre as brumas da memória, Ó Pátria sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te à vitória!” Interpreto como, o passado glorioso que já tivemos.Como um nevoeiro constante que paira sobre as nossas cabeças e que devemos sentir a voz do passado, as suas atitudes que levaram Portugal a tornar-se num grande império e que nos poderá servir de exemplo a nos inspirarmos para futuramente nos levar a vitória que é tornarmo-nos um país independente financeiramente e justo.
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    UFCD CP-1 Página 6de7 Formador Tema Históriado Hino nacional, interpretação do hino português Realizado por Artur Data 2012-09-07 “Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar!” Interpreto como pegar nas nossas capacidades de desenrasca, inteligência, força, nas nossas terras, nas nossas águas territoriais e produzir, produzir e pelo nosso país lutar contras todas as políticas externas europeias que nos querem tirar a nossa autonomia. “Desfralda a invicta bandeira, À luz viva do teu Ceo! Brade a Europa à terra inteira: Portugal não pereceu! Beija o teu solo jucundo O Oceano, a rugir de amor; E o teu braço vencedor Deu mundos novos ao mundo!” Interpreto como mandar para fora todas as nossas capacidades portuguesas para todo o nosso país e mundo verem. Dizer estamos, aqui bem vivos e prontos para a luta. Amar o nosso solo e Oceano e a força que nos deu novos mundos ao mundo poderá vir a voltar a dar novos frutos noutro contexto. “Saudai o Sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma afronta O sinal de ressurgir. Raios dessa aurora forte São como beijos de mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injúrias da sorte.”
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    UFCD CP-1 Página 7de7 Formador Tema Históriado Hino nacional, interpretação do hino português Realizado por Artur Data 2012-09-07 Receber o futuro que se aproxima sobre o signo da boa esperança, que seja uma voz no nosso íntimo a espicaçar para nos voltarmos a erguer, e a força desta vontade seja como uma mãe Super carinhosa que nos protege de qualquer coisa nos fazendo enfrentar sem qualquer preconceito e medo todo os problemas que nos apareçam pela frente.