Comunidades de Prática Palestrante: Alcebíades Araújo
Agenda Introdução Conceitos Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Características Essenciais do Moderador de CdPs Benefícios das Comunidades de Prática As Comunidades de Prática e a Web 2.0 Referências
Introdução Comunidades  de  Prática  (CdP)  são conhecidas  e  estudadas  há  muito  tempo em  um  contexto  mais  histórico, econômico-social e antropológico. Concepções de trabalho baseados em grupos ou equipes foram introduzidas, muito estudadas e teorizadas nas décadas de 70 e 80 Desde essa época, tarefas com essa característica foram motivos de investigação acadêmica e muitas teorias surgiram.
Introdução As comunidades de prática são essenciais na  Era  do Conhecimento O  conhecimento  humano não  faz  sentido  sem  o  contexto  de comunidades.  O  conhecimento  humano evolui  a  partir  do  reconhecimento  e validação  de  nossos  pares  nas comunidades  das  quais  participamos.  Parte do que “sabemos” vem, ademais, da nossa  aceitação  do  conhecimento validado  por  outras  comunidades  que respeitamos, mas das quais não  fazemos parte  e  nem  mesmo  entendemos  seus mecanismos  de  geração  e  validação  de conhecimento.
Conceitos
Conceito O conceito foi “cunhado” Etienne Wenger (1952)  Teórico organizacional e educacional Suíço que atualmente vive na Califórnia  Comunidades que reúnem pessoas unidas informalmente ou em um contexto – com responsabilidades no processo – por interesses comuns no aprendizado e principalmente na aplicação prática do aprendido.
Conceito “ Comunidades de Prática” é um termo que se  refere  às  maneiras  como  as  pessoas trabalham  em  conjunto  e/ou  se  associam a  outras  naturalmente.  Ele  reconhece  e celebra  o  poder  das  comunidades informais  de  colegas,  sua  criatividade  e recursos  para  resolver  problemas,  e  sua habilidade de  inventar maneiras melhores e mais fáceis de resolver seus desafios.  O que mantém os membros da CdP juntos é um  sentido  comum  de  propósito  e  uma necessidade real de saber o que os outros membros sabem.
Conceito Não é tão somente comunidade de “aprendizes”. Não é tão somente um agregado de pessoas definidas por algumas características. Comunidades de Prática (CdP) são “estruturas que aprendem”, pois são compostas por pessoas que têm compromisso de agregar as melhores práticas.  São pessoas que aprendem, constroem e “fazem” a gestão do conhecimento (Wenger, 1998)
Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática
Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática O membro precisa ter uma identidade definida pelo interesse compartilhado.  Ser membro significa um compromisso com o grupo e competências que diferem seus membros de outras pessoas.
Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática Precisa proporcionar interação.  Aprender é um ato social.  As pessoas na comunidade de prática são atores que buscam, juntas, formas de superar um problema.
Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática Os membros de uma comunidade de prática desenvolvem um repertório de experiências, histórias e ferramentas, as quais os qualificam para enfrentar certas situações que se tornem recorrentes.
Conceito As CdPs oferecem um ambiente de aprendizado forte,  baseado  em  trocas  de  informação sincronizadas ou assíncronas.  É  no  contexto  de  suas múltiplas CdPs  que o  conhecimento  organizacional  se desenvolve.  Ao  apoiar  ou institucionalizar  CdPs,  as  organizações  estarão promovendo  o  aprendizado  coletivo  e  a inovação  organizacional.  É  um  fato conhecido  que  as  conexões  significativas levam  os  indivíduos  a  níveis  de criatividade  bem  além  daqueles  que  eles alcançariam isolados. Nenhum de nós é melhor que todos nós.  O aprendizado é um ato social.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 1: Desenhar a CdP pensando na sua evolução Permita  que  novas  pessoas  se  envolvam  e  que  novos interesses  sejam  explorados.  Aceite  que  haverá  diferentes níveis de atividade e diferentes tipos de apoio serão necessários durante a vida da CdP.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 2: Manter  o  diálogo  entre  a perspectiva interna e externa  Encoraje  discussões  entre  as  pessoas  de  dentro  e  de  fora  da comunidade  sobre  os  resultados  esperados  para  a  CdP.  Por exemplo,  encoraje  ligações  com  outras  comunidades  da organização.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 3: Convidar  para  diferentes níveis  de  participação  na CdP Algumas  pessoas  serão  bastante  ativas  na  comunidade, enquanto outras parecerão passivas.  Aceite que contribuições e aprendizado  ocorrem  de  maneira  distinta  dependendo  da pessoa.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 4: Desenvolver  espaços abertos  e  fechados  para  a Comunidade Relacionamentos  são  formados  a  partir  de  eventos  informais das  comunidades  e  comunicação  um-a-um.  Eventos  formais  e organizados  e  espaços  públicos  comuns  de  discussão  são necessários  para  ajudar  as  pessoas  se  sentirem  parte  das CdPs.  Ambos tipos de abordagens são importantes.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 5: Focar no valor da CdP  O verdadeiro valor da comunidade pode emergir à medida que ela  se  desenvolve  e  amadurece.  Membros  da  comunidade precisam  ser  explícitos  quanto  aos  valores  que  estão  sendo gerados. No  início,  isto pode ser útil para ajudar os membros a compreenderem melhor as CdPs.  Com o tempo, o valor gerado pela CdP precisa se  tornar mais evidente e medidas concretas precisam ser buscadas e analisadas.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 6: Combinar  familiaridade  e estimulação  Espaços comunitários comuns e atividades ajudam as pessoas se  sentirem  confortáveis  em  participar.  A  introdução  de  novas idéias  para  desafiar  o  pensamento  vigente  também  estimula  o interesse e mantém as pessoas engajadas.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 7: Criar  um  ritmo  para  a comunidade Eventos  regulares,  com  uma  freqüência  que  evite  a  sensação de  sobrecarga,  criam  pontos  de  convergência.  Eles  encorajam as pessoas a continuarem a participar, ao invés de se distanciar gradativamente.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 8: Valorizar  também  a  comunicação oral É  importante  notar  que  até  que  as  pessoas  desenvolvam  um certo grau de confiança entre elas, a comunicação oral  tende a ser  menos  arriscada  para  os  membros  da  comunidade.  A comunicação  escrita  tem  um  sentido  de  permanência  e  de disseminação  que  nem  todos  os  membros  estão  dispostos  a correr.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 9:  Desenvolver  as  regras  de participação  para  a comunidade Entrar  em  uma  Comunidade,  principalmente  quando  estas incluem  um  ambiente  on-line  é  como  entrar  em  para  qualquer ambiente  novo. As  pessoas  precisam  aprender  as  regras  de participação  ou  a  “código de ética”  da  Comunidade  (por  exemplo, quanto,  quando  e  como  contribuir).  O  líder  (ou  os  líderes)  da comunidade deve reprimir qualquer atividade que seja contra os princípios ou que não pertença à comunidade
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 10:  Desenvolver  Mapas  de Especialização e garantir que os  Perfis  dos  Usuários estejam atualizados Mapas  de  especialização  podem  incluir  bancos  de  dados  com listas  e  descrições  das  competências  de  indivíduos  de  dentro e/ou  de  fora  da  organização.  Esses mapas  de  especialização facilitam  o  compartilhamento  de  conhecimento  tácito  e  o desenvolvimento  de  comunidades,  ao  permitir  que  as  pessoas encontrem  e  estabeleçam  contato  pessoal  mais  rapidamente umas  com  as  outras.  Perfis  de  usuários  detalhados,  precisos, atualizados  e  significativos  ajudam  a  fomentar  conexões  e elevar o nível necessário de confiança entre os participantes.  As pessoas  tendem  a  colaborar mais  com  umas  as  outras  se  os relacionamentos se tornarem um pouco mais pessoais.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 11:  Reconhecer  níveis diferentes de participação  O  reconhecimento  e  a  identificação  dos  diferentes  níveis  de contribuição  (tanto  quantitativa,  quanto  qualitativa)  de  cada indivíduo são especialmente  importantes para  comunidades de troca de conhecimento.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 12:  Liderar pelo exemplo A  participação,  freqüente,  dos  líderes  de  comunidade  nas atividades da comunidade (especialmente se o líder também for um  especialista  em  alguma  área  estratégica)  certamente promoverá níveis mais altos de participação entre os membros da  comunidade  em  geral.  Em  particular,  no  início  do funcionamento de comunidades de prática a participação direta e  visível  de  líderes  (pessoas  respeitadas,  não  chefes)  é essencial  para  que  as CdPs  decolem.  Os  primeiros meses  de funcionamento de uma comunidade de prática são críticos.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 13:  Criar, treinar e motivar um grupo central de pessoas que irão “gerir” a comunidade Embora  dependam  da  participação  voluntária  de muitas  pessoas,  com  freqüência  o  desenvolvimento  das CdPs se  beneficiam  da  existência  de  moderadores  formais designados pelas  organizações.  O  trabalho destes moderadores  não  é,  porém,  um  trabalho  solitário.  Seu sucesso  depende,  freqüentemente,  do  apoio  e  participação direta de um grupo central de co-moderadores ou participantes centrais  que  estão  sempre  atentos  às  necessidades  das comunidades,  não  deixando,  por  exemplo,  que  nenhuma questão fique sem resposta ou comentários.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 14:  Estabelecer  um sentimento  de  identidade para a comunidade Um  sentimento  de  identidade  pode  ser  criado  através  do estabelecimento  de  um  propósito  claro,  metas  e  objetivos específicos  para  a  comunidade,  assim  como  através  do desenvolvimento e fomento de uma história para a comunidade.  Informar  aos  novos membros  como  a  comunidade  teve  início, quem  estava  envolvido  no  começo,  etc. Também  é  importante criar um esforço forte de mensagem e marca (com pistas visuais adequadas).  Isso  desempenha um  papel  crucial ao  lembrar os membros de sua afiliação e promover os objetivos e valores da comunidade.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 15:  Promover os Sucessos da Comunidade Líderes  de  comunidade  astutos  entendem,  claramente, que  na criação  ou  compartilhamento  de  conhecimento,  as  pessoas precisam  ser  voluntárias,  e  que  os  membros  só  podem  ser encorajados,  e  não  forçados,  a  participar.  Conseqüentemente, promover os sucessos da comunidade (on-line ou off-line) mexe com  os membros  e  funciona  como  anúncio  para  participantes em potencial que ainda não entraram para a comunidade.
Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Princípio 16:  Monitorar  o  nível  de atividade e satisfação Líderes  ativos  monitoram  as  estatísticas  sobre  o  nível  de participação  dos  usuários,  as  áreas  de  conteúdo  mais procuradas  e  visitadas,  a  freqüência  das  contribuições.  Eles também  fazem  pesquisas  on-line  e  off-line,  de  tempos  em tempos,  para  compreender  as  necessidades  e  os  níveis  de satisfação dos usuários.  Com este tipo de dados nas mãos, eles podem  guiar  suas  ações  para  as  causas  dos  problemas ocasionais e/ou diminuição na participação.
Características Essenciais do Moderador de CdPs
Características Essenciais do Moderador de CdPs Habilidades  de  Liderança O moderador  deve  abrir  canais  de comunicação  com  os participantes,  permitindo absorver  as  suas  demandas  e construir  uma  visão  que  reflita  o pensamento  da  Comunidade.  Dessa  forma,  os  liderados sentirão  que  os  seus  objetivos foram considerados e apoiarão a missão do líder.
Características Essenciais do Moderador de CdPs Habilidades de Negociação Deve  constantemente negociar com os  participantes  as  demandas relacionadas  à participação.  Deve  ser  ciente  da escassez  do recurso  tempo  e  mostrar  boa argumentação  para  seduzir  as pessoas  a  participarem.  A negociação  não  se  limita somente  ao  aspecto  interno  dos participantes,  uma  vez  que  o moderador  deverá  negociar constantemente  com organizações  externas, representando a Comunidade.
Características Essenciais do Moderador de CdPs Habilidades de Comunicação Envolve a boa comunicação com os  diferentes  membros  da Comunidade,  alguns  com posições  de  destaque  e relevância  no  ambiente  e  outros com  pouca  experiência.  A comunicação das regras e limites deve  ser  clara  e  explicitada  a todos.  Deve possuir boa  redação para  evitar  interpretações  dúbias e  facilidade de comunicação oral para  representar  a  comunidade nos  eventos pertinentes.
Características Essenciais do Moderador de CdPs Solução de Conflitos Alguns temas  conflitantes,  competições entre  membros/instituições  e características  pessoais  dos participantes  conduzem  para  a instauração  de  conflitos.  O moderador  deve  procurar conhecer  características  dos participantes  e  evitar  que  focos de  conflito  sejam  constantes  no ambiente  da  Comunidade.  O moderador  deve  ser  um  grande “apagador  de  incêndios”  e, sobretudo,  utilizar  positivamente situações  conflituosas  que possam existir.
Características Essenciais do Moderador de CdPs Habilidades Técnicas O ambiente  virtual  exige,  a utilização  adequada  de ferramentas  específicas,  o  que exige  do  moderador  habilidades técnicas  para  conseguir  transitar livremente  por  esse  ambiente.  A técnica  não  significa  dominar regras  de  computação  e programação,  mas  sim  saber interagir,  sem  problemas,  pelo ambiente  virtual  e  conseguir aproveitar os  recursos da melhor maneira possível.
Benefícios das Comunidades de Prática
Benefícios das CdPs Para as Organizações Agilizam a detecção e registro  de  sinais  de  novas tendências no mercado;  Ajudam  a  melhor  servir clientes existentes;  Ajudam  a  desenvolver relacionamentos mais  fortes com clientes;  Reduzem  as  barreiras culturais entre áreas  funcionais e localidades distintas;  Podem  desempenhar  um papel  em  atividades  de  fusão  e aquisição;  Melhoram o capital social da organização;  Servem  como  fórum  para apoio  a  decisões  tomadas  em consenso;
Benefícios das CdPs Para os Indivíduos CdPs,  por  outro  lado,  só  trazem  os resultados  apresentados se  houver  uma  efetiva participação  das  pessoas;  Por  isso,  é preciso  entender  como  as  CdPs  podem gerar  benefícios  para  as  pessoas  que participam  das  mesmas;  Embora  a perspectiva  mais  óbvia  é  que  as comunidades  de  mais  sucesso  têm  um forte  fator  de  “o  que  isso  traz  para mim” envolvido,  é  possível  argumentar  que inúmeras  razões  mais  psicológicas também  desempenham  um  importante papel  para  vários  indivíduos;
Benefícios das CdPs Para os Indivíduos Em  várias  empresas  com experiência  em  CdP,  ser  um “membro  de  equipe”  e  um “indivíduo  com  bons  contatos” são critérios chave para contratar ou promover funcionários; Oferecem ambientes de aprendizado  confiáveis  e  a oportunidade  de  entrar  em contato  com  outros  indivíduos com  interesses,  projetos, desafios  e/ou  motivações similares;  Oferecem  aos funcionários  filtros  que  ajudam  a lidar  com  o  excesso  de informação;
Benefícios das CdPs Para os Indivíduos Aprender  com  especialistas  e colegas  mantendo-se  atualizado na área de atuação pessoal;  Apelam  para  a necessidade  humana  de socializar,  pertencer  e  se identificar  com  um  grupo  de pessoas; Ampliam  a  capacidade  de resolução  de  problemas complexos Capacidade  de utilizar  a  inteligência  coletiva  da CdP,  ao  invés  de  depender  do próprio conhecimento;
Benefícios das CdPs Para os Indivíduos Favorecem o reconhecimento  por habilidades  e  conhecimentos específicos,  não  diretamente relacionados  à  descrição principal do próprio cargo;  Melhoram os elos com colegas de outros locais e organizações;  Desenvolvem  redes  pessoais  de longo prazo; Oferecem  o  espaço  ideal para  auto-realização  e  a  busca de paixões pessoais;
Comunidades de Prática e a Web 2.0
As CdPs e a Web 2.0 As Plataformas para Redes Sociais são as principais ferramentas para o suporte de CdPs Estruturas de interação Interação entre os membros da comunidade; Interação entre os membros de comunidades distintas; Estruturas de Feedback; Monitoramento; Páginas Pessoais e Perfis;
As CdPs e a Web 2.0 www.ning.com
As CdPs e a Web 2.0 http://www.brainreactions.net/
As CdPs e a Web 2.0 http://www.crowdspring.com/
As CdPs e a Web 2.0 http://www.innocentive.com/
As CdPs e a Web 2.0 http://www.fellowforce.com/
As CdPs e a Web 2.0 http://www.thelivebook.com/
As CdPs e a Web 2.0 http://www.webook.com/
As CdPs e a Web 2.0 http://www.openinnovators.net/list-open-innovation-crowdsourcing-examples/
As CdPs e a Web 2.0 http://www.go2web20.net/
Referências
Referências Indicado para “practitioners” que querem cultivar comunidades de prática  Ele demonstra como as comunidades podem ajudar na gestão do conhecimento
Referências Fala sobre o aprendizado social com base nas comunidades de prática
Referências Nesse pequeno livro, Wenger introduz o conceito de Comunidades de Prática Compara os métodos tradicionais de aprendizado com o “aprendizado social”
Referências Aborda o uso de IA em sistemas educacionais Escreveu em preparação de sua dissertação
Referências About us Who we are : We are a diverse community of practitioners that has gathered to share knowledge and build a practice around our passion for and belief in the potential of communities of practice as a vehicle for positive organizational and world change. http://cpsquare.org/
Referências http://technologyforcommunities.com/ Aborda as tecnologias utilizadas em comunidades de prática
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Comunidades de Pratica

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    Comunidades de PráticaPalestrante: Alcebíades Araújo
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    Agenda Introdução ConceitosDesenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática Características Essenciais do Moderador de CdPs Benefícios das Comunidades de Prática As Comunidades de Prática e a Web 2.0 Referências
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    Introdução Comunidades de Prática (CdP) são conhecidas e estudadas há muito tempo em um contexto mais histórico, econômico-social e antropológico. Concepções de trabalho baseados em grupos ou equipes foram introduzidas, muito estudadas e teorizadas nas décadas de 70 e 80 Desde essa época, tarefas com essa característica foram motivos de investigação acadêmica e muitas teorias surgiram.
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    Introdução As comunidadesde prática são essenciais na Era do Conhecimento O conhecimento humano não faz sentido sem o contexto de comunidades. O conhecimento humano evolui a partir do reconhecimento e validação de nossos pares nas comunidades das quais participamos. Parte do que “sabemos” vem, ademais, da nossa aceitação do conhecimento validado por outras comunidades que respeitamos, mas das quais não fazemos parte e nem mesmo entendemos seus mecanismos de geração e validação de conhecimento.
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    Conceito O conceitofoi “cunhado” Etienne Wenger (1952) Teórico organizacional e educacional Suíço que atualmente vive na Califórnia Comunidades que reúnem pessoas unidas informalmente ou em um contexto – com responsabilidades no processo – por interesses comuns no aprendizado e principalmente na aplicação prática do aprendido.
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    Conceito “ Comunidadesde Prática” é um termo que se refere às maneiras como as pessoas trabalham em conjunto e/ou se associam a outras naturalmente. Ele reconhece e celebra o poder das comunidades informais de colegas, sua criatividade e recursos para resolver problemas, e sua habilidade de inventar maneiras melhores e mais fáceis de resolver seus desafios. O que mantém os membros da CdP juntos é um sentido comum de propósito e uma necessidade real de saber o que os outros membros sabem.
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    Conceito Não étão somente comunidade de “aprendizes”. Não é tão somente um agregado de pessoas definidas por algumas características. Comunidades de Prática (CdP) são “estruturas que aprendem”, pois são compostas por pessoas que têm compromisso de agregar as melhores práticas. São pessoas que aprendem, constroem e “fazem” a gestão do conhecimento (Wenger, 1998)
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    Conceito Comunidades DePrática Domínio Comunidade Prática
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    Conceito Comunidades DePrática Domínio Comunidade Prática O membro precisa ter uma identidade definida pelo interesse compartilhado. Ser membro significa um compromisso com o grupo e competências que diferem seus membros de outras pessoas.
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    Conceito Comunidades DePrática Domínio Comunidade Prática Precisa proporcionar interação. Aprender é um ato social. As pessoas na comunidade de prática são atores que buscam, juntas, formas de superar um problema.
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    Conceito Comunidades DePrática Domínio Comunidade Prática Os membros de uma comunidade de prática desenvolvem um repertório de experiências, histórias e ferramentas, as quais os qualificam para enfrentar certas situações que se tornem recorrentes.
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    Conceito As CdPsoferecem um ambiente de aprendizado forte, baseado em trocas de informação sincronizadas ou assíncronas. É no contexto de suas múltiplas CdPs que o conhecimento organizacional se desenvolve. Ao apoiar ou institucionalizar CdPs, as organizações estarão promovendo o aprendizado coletivo e a inovação organizacional. É um fato conhecido que as conexões significativas levam os indivíduos a níveis de criatividade bem além daqueles que eles alcançariam isolados. Nenhum de nós é melhor que todos nós. O aprendizado é um ato social.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 1: Desenhar a CdP pensando na sua evolução Permita que novas pessoas se envolvam e que novos interesses sejam explorados. Aceite que haverá diferentes níveis de atividade e diferentes tipos de apoio serão necessários durante a vida da CdP.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 2: Manter o diálogo entre a perspectiva interna e externa Encoraje discussões entre as pessoas de dentro e de fora da comunidade sobre os resultados esperados para a CdP. Por exemplo, encoraje ligações com outras comunidades da organização.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 3: Convidar para diferentes níveis de participação na CdP Algumas pessoas serão bastante ativas na comunidade, enquanto outras parecerão passivas. Aceite que contribuições e aprendizado ocorrem de maneira distinta dependendo da pessoa.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 4: Desenvolver espaços abertos e fechados para a Comunidade Relacionamentos são formados a partir de eventos informais das comunidades e comunicação um-a-um. Eventos formais e organizados e espaços públicos comuns de discussão são necessários para ajudar as pessoas se sentirem parte das CdPs. Ambos tipos de abordagens são importantes.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 5: Focar no valor da CdP O verdadeiro valor da comunidade pode emergir à medida que ela se desenvolve e amadurece. Membros da comunidade precisam ser explícitos quanto aos valores que estão sendo gerados. No início, isto pode ser útil para ajudar os membros a compreenderem melhor as CdPs. Com o tempo, o valor gerado pela CdP precisa se tornar mais evidente e medidas concretas precisam ser buscadas e analisadas.
  • 20.
    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 6: Combinar familiaridade e estimulação Espaços comunitários comuns e atividades ajudam as pessoas se sentirem confortáveis em participar. A introdução de novas idéias para desafiar o pensamento vigente também estimula o interesse e mantém as pessoas engajadas.
  • 21.
    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 7: Criar um ritmo para a comunidade Eventos regulares, com uma freqüência que evite a sensação de sobrecarga, criam pontos de convergência. Eles encorajam as pessoas a continuarem a participar, ao invés de se distanciar gradativamente.
  • 22.
    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 8: Valorizar também a comunicação oral É importante notar que até que as pessoas desenvolvam um certo grau de confiança entre elas, a comunicação oral tende a ser menos arriscada para os membros da comunidade. A comunicação escrita tem um sentido de permanência e de disseminação que nem todos os membros estão dispostos a correr.
  • 23.
    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 9: Desenvolver as regras de participação para a comunidade Entrar em uma Comunidade, principalmente quando estas incluem um ambiente on-line é como entrar em para qualquer ambiente novo. As pessoas precisam aprender as regras de participação ou a “código de ética” da Comunidade (por exemplo, quanto, quando e como contribuir). O líder (ou os líderes) da comunidade deve reprimir qualquer atividade que seja contra os princípios ou que não pertença à comunidade
  • 24.
    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 10: Desenvolver Mapas de Especialização e garantir que os Perfis dos Usuários estejam atualizados Mapas de especialização podem incluir bancos de dados com listas e descrições das competências de indivíduos de dentro e/ou de fora da organização. Esses mapas de especialização facilitam o compartilhamento de conhecimento tácito e o desenvolvimento de comunidades, ao permitir que as pessoas encontrem e estabeleçam contato pessoal mais rapidamente umas com as outras. Perfis de usuários detalhados, precisos, atualizados e significativos ajudam a fomentar conexões e elevar o nível necessário de confiança entre os participantes. As pessoas tendem a colaborar mais com umas as outras se os relacionamentos se tornarem um pouco mais pessoais.
  • 25.
    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 11: Reconhecer níveis diferentes de participação O reconhecimento e a identificação dos diferentes níveis de contribuição (tanto quantitativa, quanto qualitativa) de cada indivíduo são especialmente importantes para comunidades de troca de conhecimento.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 12: Liderar pelo exemplo A participação, freqüente, dos líderes de comunidade nas atividades da comunidade (especialmente se o líder também for um especialista em alguma área estratégica) certamente promoverá níveis mais altos de participação entre os membros da comunidade em geral. Em particular, no início do funcionamento de comunidades de prática a participação direta e visível de líderes (pessoas respeitadas, não chefes) é essencial para que as CdPs decolem. Os primeiros meses de funcionamento de uma comunidade de prática são críticos.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 13: Criar, treinar e motivar um grupo central de pessoas que irão “gerir” a comunidade Embora dependam da participação voluntária de muitas pessoas, com freqüência o desenvolvimento das CdPs se beneficiam da existência de moderadores formais designados pelas organizações. O trabalho destes moderadores não é, porém, um trabalho solitário. Seu sucesso depende, freqüentemente, do apoio e participação direta de um grupo central de co-moderadores ou participantes centrais que estão sempre atentos às necessidades das comunidades, não deixando, por exemplo, que nenhuma questão fique sem resposta ou comentários.
  • 28.
    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 14: Estabelecer um sentimento de identidade para a comunidade Um sentimento de identidade pode ser criado através do estabelecimento de um propósito claro, metas e objetivos específicos para a comunidade, assim como através do desenvolvimento e fomento de uma história para a comunidade. Informar aos novos membros como a comunidade teve início, quem estava envolvido no começo, etc. Também é importante criar um esforço forte de mensagem e marca (com pistas visuais adequadas). Isso desempenha um papel crucial ao lembrar os membros de sua afiliação e promover os objetivos e valores da comunidade.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 15: Promover os Sucessos da Comunidade Líderes de comunidade astutos entendem, claramente, que na criação ou compartilhamento de conhecimento, as pessoas precisam ser voluntárias, e que os membros só podem ser encorajados, e não forçados, a participar. Conseqüentemente, promover os sucessos da comunidade (on-line ou off-line) mexe com os membros e funciona como anúncio para participantes em potencial que ainda não entraram para a comunidade.
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    Desenvolvimento e Suporteàs Comunidades de Prática Princípio 16: Monitorar o nível de atividade e satisfação Líderes ativos monitoram as estatísticas sobre o nível de participação dos usuários, as áreas de conteúdo mais procuradas e visitadas, a freqüência das contribuições. Eles também fazem pesquisas on-line e off-line, de tempos em tempos, para compreender as necessidades e os níveis de satisfação dos usuários. Com este tipo de dados nas mãos, eles podem guiar suas ações para as causas dos problemas ocasionais e/ou diminuição na participação.
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    Características Essenciais doModerador de CdPs Habilidades de Liderança O moderador deve abrir canais de comunicação com os participantes, permitindo absorver as suas demandas e construir uma visão que reflita o pensamento da Comunidade. Dessa forma, os liderados sentirão que os seus objetivos foram considerados e apoiarão a missão do líder.
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    Características Essenciais doModerador de CdPs Habilidades de Negociação Deve constantemente negociar com os participantes as demandas relacionadas à participação. Deve ser ciente da escassez do recurso tempo e mostrar boa argumentação para seduzir as pessoas a participarem. A negociação não se limita somente ao aspecto interno dos participantes, uma vez que o moderador deverá negociar constantemente com organizações externas, representando a Comunidade.
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    Características Essenciais doModerador de CdPs Habilidades de Comunicação Envolve a boa comunicação com os diferentes membros da Comunidade, alguns com posições de destaque e relevância no ambiente e outros com pouca experiência. A comunicação das regras e limites deve ser clara e explicitada a todos. Deve possuir boa redação para evitar interpretações dúbias e facilidade de comunicação oral para representar a comunidade nos eventos pertinentes.
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    Características Essenciais doModerador de CdPs Solução de Conflitos Alguns temas conflitantes, competições entre membros/instituições e características pessoais dos participantes conduzem para a instauração de conflitos. O moderador deve procurar conhecer características dos participantes e evitar que focos de conflito sejam constantes no ambiente da Comunidade. O moderador deve ser um grande “apagador de incêndios” e, sobretudo, utilizar positivamente situações conflituosas que possam existir.
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    Características Essenciais doModerador de CdPs Habilidades Técnicas O ambiente virtual exige, a utilização adequada de ferramentas específicas, o que exige do moderador habilidades técnicas para conseguir transitar livremente por esse ambiente. A técnica não significa dominar regras de computação e programação, mas sim saber interagir, sem problemas, pelo ambiente virtual e conseguir aproveitar os recursos da melhor maneira possível.
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    Benefícios das CdPsPara as Organizações Agilizam a detecção e registro de sinais de novas tendências no mercado; Ajudam a melhor servir clientes existentes; Ajudam a desenvolver relacionamentos mais fortes com clientes; Reduzem as barreiras culturais entre áreas funcionais e localidades distintas; Podem desempenhar um papel em atividades de fusão e aquisição; Melhoram o capital social da organização; Servem como fórum para apoio a decisões tomadas em consenso;
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    Benefícios das CdPsPara os Indivíduos CdPs, por outro lado, só trazem os resultados apresentados se houver uma efetiva participação das pessoas; Por isso, é preciso entender como as CdPs podem gerar benefícios para as pessoas que participam das mesmas; Embora a perspectiva mais óbvia é que as comunidades de mais sucesso têm um forte fator de “o que isso traz para mim” envolvido, é possível argumentar que inúmeras razões mais psicológicas também desempenham um importante papel para vários indivíduos;
  • 40.
    Benefícios das CdPsPara os Indivíduos Em várias empresas com experiência em CdP, ser um “membro de equipe” e um “indivíduo com bons contatos” são critérios chave para contratar ou promover funcionários; Oferecem ambientes de aprendizado confiáveis e a oportunidade de entrar em contato com outros indivíduos com interesses, projetos, desafios e/ou motivações similares; Oferecem aos funcionários filtros que ajudam a lidar com o excesso de informação;
  • 41.
    Benefícios das CdPsPara os Indivíduos Aprender com especialistas e colegas mantendo-se atualizado na área de atuação pessoal; Apelam para a necessidade humana de socializar, pertencer e se identificar com um grupo de pessoas; Ampliam a capacidade de resolução de problemas complexos Capacidade de utilizar a inteligência coletiva da CdP, ao invés de depender do próprio conhecimento;
  • 42.
    Benefícios das CdPsPara os Indivíduos Favorecem o reconhecimento por habilidades e conhecimentos específicos, não diretamente relacionados à descrição principal do próprio cargo; Melhoram os elos com colegas de outros locais e organizações; Desenvolvem redes pessoais de longo prazo; Oferecem o espaço ideal para auto-realização e a busca de paixões pessoais;
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    As CdPs ea Web 2.0 As Plataformas para Redes Sociais são as principais ferramentas para o suporte de CdPs Estruturas de interação Interação entre os membros da comunidade; Interação entre os membros de comunidades distintas; Estruturas de Feedback; Monitoramento; Páginas Pessoais e Perfis;
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    As CdPs ea Web 2.0 www.ning.com
  • 46.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.brainreactions.net/
  • 47.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.crowdspring.com/
  • 48.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.innocentive.com/
  • 49.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.fellowforce.com/
  • 50.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.thelivebook.com/
  • 51.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.webook.com/
  • 52.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.openinnovators.net/list-open-innovation-crowdsourcing-examples/
  • 53.
    As CdPs ea Web 2.0 http://www.go2web20.net/
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    Referências Indicado para“practitioners” que querem cultivar comunidades de prática Ele demonstra como as comunidades podem ajudar na gestão do conhecimento
  • 56.
    Referências Fala sobreo aprendizado social com base nas comunidades de prática
  • 57.
    Referências Nesse pequenolivro, Wenger introduz o conceito de Comunidades de Prática Compara os métodos tradicionais de aprendizado com o “aprendizado social”
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    Referências Aborda ouso de IA em sistemas educacionais Escreveu em preparação de sua dissertação
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    Referências About usWho we are : We are a diverse community of practitioners that has gathered to share knowledge and build a practice around our passion for and belief in the potential of communities of practice as a vehicle for positive organizational and world change. http://cpsquare.org/
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    Referências http://technologyforcommunities.com/ Abordaas tecnologias utilizadas em comunidades de prática
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