COMUNICAÇÃO E INTERNET COLEÇÃO EDUCAREDE –  VOL 2 – por Mílada Tonarelli Gonçalves
Quem já parou para pensar no tipo de comunicação  que experimenta na escola ou em casa? Ou no  processo de comunicação que define nossa  relação com a televisão, o jornal, o rádio?
As invenções tecnológicas dos séculos 19 e 20  criaram um cotidiano permeado de novas linguagens e possibilidades comunicacionais.  Vimos o surgimento do computador pessoal (PC), da conexão de vários computadores a um servidor e da Rede Mundial de  Computadores, a Internet, que,  desde a década de 1990, com a  popularização da World Wide Web (WWW),  vem ganhando grande  espaço em nossas vidas.
O mundo de hoje requer do jovem (e de todos nós) a capacidade não só de se comunicar com cada  vez mais pessoas, como também de lidar com um  volume de informação cada vez maior e mais  rapidamente. O crescente acesso aos meios  tecnológicos também possibilita que a produção e  emissão da comunicação seja realizada por mais  atores. Vemos o crescimento de canais de TV, da  produção de vídeos, das rádios educativas, de jornais locais...
Porém, com a facilidade de publicação possibilitada pela Internet, temos um aumento extraordináriona diversificação dos pontos emissores de mensagens. Nesse sentido, a Internet tem se mostrado um meio propício para a efetivação do modelo de comunicação em rede,uma vez que o educador pode:
utilizar o computador conectado à Rede como  recurso para seu desenvolvimento pessoal, ao buscar formação continuada e conteúdos  de seu interesse; 2)  integrar comunidades virtuais de troca de  aprendizagem, partilhando informações com outros educadores; 3)  construir roteiros de atividades para seus alunos  a partir tanto de hipertextos,quanto da seleção,  recorte, organização e edição de informações coletadas na Rede;
4)  avaliar o desenvolvimento do aluno, acompanhando o processo de construção do conhecimento, por meio de roteiros orientados  pelo professor ou definidos pelo aluno; 5)  publicar na Web produções de alunos e educadores, disponibilizando-as, gratuitamente, a qualquer pessoa que tenha acesso à Rede, em qualquer parte do mundo.
Por fim, outro aspecto que a escola não pode ignorar é o interesse dos alunos em explorar o ciberespaço. Para a escola, que há tanto tempo reclama da falta de interesse dos alunos, está aí uma oportunidade de reverter esse quadro: o educador que conseguir encarar a Internet como sua aliada estará à frente daqueles que a encaram como problema. Texto publicado  originalmente no  EducaRede  em 25/9/2003 .

Comunicação e Internet

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    COMUNICAÇÃO E INTERNETCOLEÇÃO EDUCAREDE – VOL 2 – por Mílada Tonarelli Gonçalves
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    Quem já paroupara pensar no tipo de comunicação que experimenta na escola ou em casa? Ou no processo de comunicação que define nossa relação com a televisão, o jornal, o rádio?
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    As invenções tecnológicasdos séculos 19 e 20 criaram um cotidiano permeado de novas linguagens e possibilidades comunicacionais. Vimos o surgimento do computador pessoal (PC), da conexão de vários computadores a um servidor e da Rede Mundial de Computadores, a Internet, que, desde a década de 1990, com a popularização da World Wide Web (WWW), vem ganhando grande espaço em nossas vidas.
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    O mundo dehoje requer do jovem (e de todos nós) a capacidade não só de se comunicar com cada vez mais pessoas, como também de lidar com um volume de informação cada vez maior e mais rapidamente. O crescente acesso aos meios tecnológicos também possibilita que a produção e emissão da comunicação seja realizada por mais atores. Vemos o crescimento de canais de TV, da produção de vídeos, das rádios educativas, de jornais locais...
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    Porém, com afacilidade de publicação possibilitada pela Internet, temos um aumento extraordináriona diversificação dos pontos emissores de mensagens. Nesse sentido, a Internet tem se mostrado um meio propício para a efetivação do modelo de comunicação em rede,uma vez que o educador pode:
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    utilizar o computadorconectado à Rede como recurso para seu desenvolvimento pessoal, ao buscar formação continuada e conteúdos de seu interesse; 2) integrar comunidades virtuais de troca de aprendizagem, partilhando informações com outros educadores; 3) construir roteiros de atividades para seus alunos a partir tanto de hipertextos,quanto da seleção, recorte, organização e edição de informações coletadas na Rede;
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    4) avaliaro desenvolvimento do aluno, acompanhando o processo de construção do conhecimento, por meio de roteiros orientados pelo professor ou definidos pelo aluno; 5) publicar na Web produções de alunos e educadores, disponibilizando-as, gratuitamente, a qualquer pessoa que tenha acesso à Rede, em qualquer parte do mundo.
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    Por fim, outroaspecto que a escola não pode ignorar é o interesse dos alunos em explorar o ciberespaço. Para a escola, que há tanto tempo reclama da falta de interesse dos alunos, está aí uma oportunidade de reverter esse quadro: o educador que conseguir encarar a Internet como sua aliada estará à frente daqueles que a encaram como problema. Texto publicado originalmente no EducaRede em 25/9/2003 .