Sistemas de informaçãoNPA 810Professor Mateus t. S. CozerColaboraçãoeInclusão Digital
AlunosDiego Henrique de Miranda – 12107075-9Marina Moreno Teixeira – 12205543-7
Web 2.0"Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva” – TimO’Reillyhttp://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html
Colaboração"A própria raiz da palavra colaboração significa “trabalhar juntos”. Portanto acredito que colaboração seja essencialmente trabalhar junto, mas acho que, na verdade, significa trabalhar junto de forma independente para chegar a uma meta comum” – Thomas Malone
ColaboraçãoWikipedia e comunidades WikiWikiWiki = Rápido em Maorihttp://stats.wikimedia.org/EN/TablesWikipediaPT.htm#distributionKernel - Software colaborativo que permite a edição coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação.http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/Main_Page
ColaboraçãoSETI@home - http://setiathome.berkeley.edu/BOINC - http://boinc.berkeley.edu/MIT’s CCI - http://cci.mit.edu/index.html
Colaboração e Software LivreQuatro tipos de liberdade para os usuários do software:A liberdade de executar, para qualquer uso; A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades;A liberdade de redistribuir cópias;A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que todos se beneficiem das melhorias.
Colaboração e Software LivreArtesanato ColetivoResgate do “espírito aventureiro” do início da informáticaMonopólios e produção em série de softwares ruinsPadrões OSI (Open Source Iniciative) - http://www.opensource.org/docs/osdSENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.
Colaboração e Software Livre“A pessoa que entende e conserta o problema não é necessariamente o mesmo que o caracterizou.”– Linus TorvaldsEric Steven Raymond – A Catedral e o Bazar"Havendo olhos suficientes, todos os erros são óbvios"Modelo Catedral – caracterizado por uma estrutura de planejamento e esforço centralizada com uma equipe especializadaModelo Bazar – forma de trabalho descentralizada e o esforço de voluntários são as principais característicasGerald Weinberg – Egoless ProgrammingFetchmail / Netscapehttp://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/index.html
Colaboração e Software Livrehttp://www.brod.com.br/node/536
Colaboração e Software Livre - MotivaçõesInteresse no desafio e fuga de uma rotina de trabalhoVisão a Longo Prazo  de uma futura colocação no mercado de trabalho por conta de suas colaboraçõesSer reconhecido pelo público-alvo da plataforma trabalhadaInteresses Governamentais e Inclusão DigitalLerner, J. & Tirole, J. (2004) “The Economics of Technology Sharing: Open Source and Beyond”Staff, (2005), “The economics of sharing,” The Economist.
Colaboração e Software Livre - ExemplosSistemas Operacionais (GNU/Linux, OpenBSD);Servidores Web (Apache, Abyss);Servidores de Aplicação (TomCat, JBOSS);SGBD (MySQL, Postgresql);Navegadores (Firefox, Opera, Konqueror);Suíte de Escritório (Open Office, Koffice);Editores e Processadores de Texto (Emacs, Vi, Kile,LaTex);Gráficos (Gimp);Multimídia (Xine, XMMS).http://www.deinf.ufma.br/~fssilva/palestras/2009/sl.pdf
Sistemas ColaborativosFerramentas de software utilizadas em redes de computadores para facilitar a execução de trabalhos em grupos. O objetivo dos Sistemas Colaborativos é diminuir as barreiras impostas pelo espaço físico e o tempo
CSCWCSCW = ComputerSupportedCooperative Work - Trabalho Cooperativo Apoiado por ComputadorÁrea de pesquisa que estuda o uso das tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam atividades de grupos de usuários. 80’s – Office Automationhttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
GroupwareGroupware = Group + SoftwareSão os sistemas baseados em tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam grupos de usuários a exercer uma atividade.Lei de Metcalfe – Quanto mais pessoas usam um sistema de comunicação, mais valioso ele se tornahttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
Groupware / CSCWGroupware e CSCW são dois termos distintos que frequentemente são confundidos. No entanto, a idéia inerente a ambos é auxiliar o trabalho de grupos de usuários.“Sistemas baseados em computador que auxiliam grupos de pessoas envolvidas em tarefas comuns (ou objetivos) e que provê interface para um ambiente compartilhado“ – Clarence (Skip) Ellishttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdfA Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques Wainer
Groupware / CSCWCSCW é o contexto mais amplo onde o Groupware está incluído.
Groupware – Ferramentas SíncronasExigem resposta imediataMessenger, Conferências e Vídeo Conferências
Groupware – Ferramentas AssíncronasNão exigem resposta curta ou imediataE-mails, fóruns e ferramentas de workflow
Groupware – Quadro Esquemáticohttp://www.usabilityfirst.com/glossary/groupware-term/
Groupware – Quadro EsquemáticoSARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
Por Que o Groupware é Necessário?Para tornar o trabalho em grupo mais eficiente:TEMPO gasto nas atividades em grupoCUSTO de realização das atividades em grupoPara atingir melhores resultadosQUALIDADE dos resultadosPara possibilitar certos tipos de tarefas em grupo que seriam impossíveis (ou quase) de ser realizadas sem o suporte computacionalhttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
Vantagens do Groupware Melhor Controle de CustoProdutividade CrescenteMelhor serviço ao clienteMenos reuniõesAutomação de processos rotineirosIntegração de equipes distribuídasNovos serviços que diferenciarão a organizaçãoAumenta o conhecimento profissionalhttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
Desvantagens do GroupwareAumento no volume de informação a ser tratadaUtilização para assuntos pessoais (no ambiente empresarial)Diferenças de habilidades em um mesmo ambienteDesvios e ambiguidades de informaçõesManipulação de dados confidenciaisImpessoalidade na comunicaçãoResistência à implantação deste sistemaDificuldade de IntegraçãoSARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
Funcionalidades do GroupwareAgendaBanco de dados (Repositório de Documentos)Áudio e Vídeo ConferênciaReuniões virtuaisSuporte à DecisãoFóruns de Discussão / ChatCorreio eletrônicoCo-Autoria de DocumentosWorkflowGeradores de Formulários de IntegraçãoJUNGER, Andréia Lima, et al., Sistemas Colaborativos. Trabalho de Graduação. Vitória. 2007
Exemplo GW Integrado - TUTOSTutos é um programa para atender às necessidades organizacionais de pequenos grupos, equipes de trabalho e departamentos. Para atingir esses objetivos, inclui algumas ferramentas baseadas em web, tais como: Gerenciador de tarefasGerenciador de projetos ("timeline")Gerenciador de documentosGerenciador de instalaçõesCorreio eletrônico para usuários e gruposRepositório de projetos e arquivos Com este sistema, todos os membros do grupo de trabalho ficarão sempre imformados sobre o status de todos os projetos em andamento. Todas as ferramentas foram desenvolvidas com uma consistência tal que proporciona uma interface única para as necessidades do dia a dia de pessoas envolvidas em um projeto.
Exemplo GW Integrado - TUTOS
Workflow“Automatização de um processo de negócio, no todo ou em parte, através da gestão da sequência de atividades de trabalho e a invocação dos recursos humanos e /ou das tecnologias de informação apropriadas, associados aos vários passos de atividade.”Workflow Management Coalition    [WfMC, 1997]
WorkflowSistemas de gestão proativos; Com capacidade para armazenar as regras (planos de trabalho, prioridades, encaminhamentos, autorizações, segurança etc.) e os procedimentos dos processos; Automatizam os processos de negócio; Geram fluxos de trabalho entre participantes; Coordenam recursos de informação, utilizadores e tarefas baseadas em informação. SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
 Os 3 R’s do WorkflowEm Inglês : Rules, Routesand Roleshttp://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
Vantagens do WorkflowReduzir os tempos de cicloMinimizar errosMelhorar as condições de trabalho e aumentar a eficiência operacionalDirecionamento automático dos documentos necessários a cada ponto da cadeia de produçãoGerenciar o processo completohttp://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
Classificações do Sistema WorkflowAd HocAdministrativoProdução ou TransaçãoOrientado para o ObjetoBaseado no ConhecimentoColaborativoSARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
Classificações do Sistema Workflow – Ad HocDesenvolvido para grupos de trabalho dinâmico que necessitam de executar processos altamente individualizados para cada documento.SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
Classificações do Sistema Workflow  AdministrativoOrientado para as rotinas administrativas.Ideal para tratamento de documentos e formulários.Gerenciamento de prazos com todos os tipos de alarmes possíveis.SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
Classificações do Sistema Workflow Produção ou TransaçãoOrientado para aplicações que envolvem grandes quantidades de dados, muitas políticas de negócio e recursos financeiros em grande escala.http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
Classificações do Sistema Workflow ObjetoUm objeto é o conjunto de atributos, ou dados, e instruções sobre como os dados e os atributos devem ser processados, estocados, recuperados e visualizados pelo usuário.http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
Classificações do Sistema Workflow ConhecimentoAprende com seus próprios erros e acertos.Vai além da execução pura e simples das regras preestabelecida e incorpora exceções a seus procedimentos.http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
Classificações do Sistema Workflow ColaborativoA solução apresentada preserva a integridade do documento, bem como a do processo. Limitado a um grupo de funcionários na organização, envolvendo, sobretudo os mais conhecedores do processo em causa. É importante ser maleável. Normalmente, estes processos envolvem grande criatividade e reflexão, portanto não devem ser muito regulamentados. SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
Comunidades On-Linehttp://xkcd.com/256/
Comunidades On-LineTeoria dos “Seis Graus de Separação” - São necessários apenas seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer, em qualquer lugar do mundo, estejam interligadas – Stanley MilgramAtravés das Comunidades OnLine as pessoas se tornam cada vez mais próximas, ou seja, reduzem seus graus de separaçãoOracle of Bacon - http://www.oracleofbacon.org/IMDB - http://www.imdb.com/Zagat’sSurveys – http://www.zagat.com/Review/Index.aspx
Comunidades On-LineObtiveram maior reconhecimento após a maior acessibilidade aos computadores e à internetReduzem as distâncias geográficasAmpliam as distâncias do conhecimento, selecionando áreas de interesse comumLevam à uma fragmentação social e intelectual (Cyber – Balkanization)VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-BalkansAldeia GlobalMarshall McLuhanConceito ideal de colaboração, aproximação e uniãoInter Relacionamento entre diversas áreas do conhecimento para um bem comumDeterminação da estrutura do DNA – Zoologia+ Física (Difração de Raios X)Guerra e Paz na Aldeia Global. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de MartinsVanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-BalkansCyber - BalkansRegião dos Bálcãs – Sudeste EuropeuFragmentação e EspecializaçãoConflitos VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
Comunidades On-Line Aldeia Global x Cyber-BalkansPode ser economicamente viável a super especialização derivada da fragmentação. Os benefícios remetem ao trabalho de Adam SmithNem sempre as conexões interdisciplinares são claras, isolando áreas do conhecimentoComunidades Científicas x Grupos terroristasVanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
FacebookFacebook é uma rede social que tem como missão dar às pessoas o poder de partilhar e tornar o mundo mais aberto e conectado socialmente.		Atualmente são milhões de pessoas conectadas que usam o Facebook diariamente para manter o contato entre amigos e pessoas, fazer upload de um número ilimitado de álbuns de fotos, compartilhar muitos links e vídeos, fazer amizades e saber mais sobre as pessoas que encontram no mundo virtual http://sobretudo.org/facebook-login-brasil.html
Comunidades On-Line - FacebookInício em 2004 por Mark ZuckerbergInicialmente restrito aos alunos de Harvard e, posteriormente, da IvyLeague antes de se tornar popularMais de 400M de usuários ativosLíder de acessos em 2010Ultrapassou a AOL em buscas nos EUAhttp://www.facebook.com/press/info.php?statistics
Comunidades On-Line - FacebookPromoção de conectividade entre as pessoas de forma prática. Aplicativos eficientes e de boa qualidadeExcelente ferramenta de divulgação de empresas (Facebookads)Integração com diversos sites
Facebook2009 foi o ano que o Facebook daria inicio a grande tendência de jogos nas redes, pois abriu espaço para que fosse criado aplicativos independentes, e assim surgiu:MafiaWarsFarmVilleE redes sociais como:LinkedIn“Em 2010 podemos esperar muitas surpresas ou não, aqui no Brasil, O twitter e Facebook com certeza irão crescer, mas o Google certamente manterá sua supremacia de logins no Orkut”.http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
Comunidades On-Line - Facebook
Facebook2010 foi o ano que a quantidade de logins criados no Facebook foram tão altos que ultrapassou facilmente o MySpace“se o Facebook fosse um país seria a quarta nação mais populosa”(Scott Stanzel)http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
Facebookefeito de rede (network effect); Quanto mais os usuários utilizarem o serviço, maior o valor para todos usuários. No começo = desvantagem À medida que mais amigos entram no Facebook, mais atraente ele se torna. Acelera cada vez mais o ritmo de crescimento até chegar a um ponto no qual o crescimento passa a ser exponencial.http://oglobo.globo.com/blogs/inovacao/posts/2009/08/12/o-facebook-ultrapassara-orkut-no-brasil-em-2010-213334.asp
O que as empresas podem fazer pela inclusão digitalHá no Brasil dezenas de empresas que estão inovando e fazendo muito mais pela inclusão digital, não esperando resoluções do governo, que na maioria das vezes não é capaz de dar solução aos grandes problemas nacionais.Cenário: 148 milhões de brasileiros não têm acesso a internet.Políticas e ações de inclusão digital: capacitar para o uso das tecnologias e promover o desenvolvimento da cidadania.Importância: governos e empresas oferecem serviços em meios digitais.Motivação e capacitação para utilização das tecnologias da informação e comunicação de forma crítica e empreendedora
O que as empresas podem fazer pela inclusão digitalEmpresasGanham em questão de:Conhecimento.Qualificação da mão de obra.Auto-estima de funcionários.
O que é inclusão digital?“ A inclusão digital e o combate à exclusão social e econômica estão intimamente ligados, em uma sociedade onde cada vez mais o conhecimento é considerado riqueza e poder.”“A inclusão digital deve favorecer a apropriação da tecnologia de forma consciente, que torne o indivíduo capaz de decidir quando, como e para que utilizá-la”(Cristina de Luca)
O que é inclusão digital?Comunidade: Aplicar as tecnologias a processos que contribuam para o fortalecimento de:Atividades econômicasCapacidade de organizaçãoNível educacional e auto-estimaComunicação com outros gruposEntidades, serviços e qualidade de vida
O que é inclusão digital?	Promoção da inclusão digital: Motivação e capacidade para utilização das tecnologias da informação e comunicação, para desenvolvimento pessoal e comunitário.Novos conhecimentos e ferramentas.Consciência histórica, política e ética. Ações cidadãs Qualificação profissional
Como?Doações ConectividadeVoluntariadoIncentivo à produção e troca de conhecimento e compartilhamento de experiências.Dicas profissionaisProjetosAuto-sustentabilidadeApoio tecnológico“Do ponto de vista de uma empresa com responsabilidade social, investirem programas de inclusão digital significa entender “solidariedade” não só comomero conceito assistencialista, mas como promoção de oportunidades para aprodução e a disseminação de conhecimento e renda.”(Cristina de Luca)
Importância da inclusãoDireito básico à informação, liberdade de opinião e expressão!Dificuldade do cidadão em conhecer e exercer seus direitos.Capacitação em informática.Preparação educacional.Benefícios ao indivíduo, empresa, sociedade e país.
Para um acesso realBridges.orgAjudar na melhora da qualidade de vida nos países em desenvolvimento com a informática e as comunicações.Definição de 12 critérios para avaliar se existe acesso real à tecnologia.
12 Critérios de AvaliaçãoAcesso físicoAdequaçãoPreço acessívelCapacidadeConteúdo relevanteIntegração
12 Critérios de AvaliaçãoFatores socioculturaisConfiançaEstrutura real e regulatóriaAmbiente econômico localAmbiente macroeconômicoVontade política
Situação no Brasil28º lugar64 países com condições melhores que a nossa0,5 ponto numa escala de 0~1.Nível altoDisponibilidade de infra-estruturaPoder aquisitivo do usuárioNível educacional do usuárioQualidade dos serviçosUso efetivo da internet(União Internacional das Telecomunicações (UIT) - Novembro de 2003)
Situação no Brasil82 países conforme aptidão para integrar redes: 	Capacidade para ter acesso e utilizar de maneira 	eficiente as 	tecnologias da informação e comunicação;AmbienteAptidão Uso(Relatório Global de Tecnologia da Informação, 2002-2003)
Situação no BrasilIndicadores do desenvolvimento da rede mundial: N° de hosts
 10° colocado – mundial
 3° colocado – nas Américas 1° EUA	2° CanadáPosição dos países por número de hostsFonte: Network Wizards
Situação no Brasil148 milhões de brasileiros sem acesso à InternetMesmo para as empresas brasileiras, a inclusão digital não é um problema resolvido46% delas não têm acesso à Internet e que 16% dependem de acesso fora da empresa para se comunicar.Acesso nas pequenas e médias empresasFonte: Sebrae - SP
Situação no BrasilApesar do acesso limitado à tecnologia na sociedade brasileira, aA informática e as telecomunicações já são um  segmento importante da economia.  O mercado local de TI movimentou cerca de US$ 18  bilhões em 2001, ou R$ 42,3 bilhões, em 2001. Os serviços de telecomunicações  tiveram receita de US$ 7,3 bilhões no mesmo ano, ou R$ 17,2 bilhões,  enquanto a indústria de  equipamentos faturou R$ 11,4 bilhões. O agregado  tecnologia da informação e  telecomunicações somou então R$ 70,9 bilhões, o  que representa 6% do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), que acumulou R$ 1,2 trilhão em 2001, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Desafios“O incluído digital precisa ser capacitado para usar a tecnologia e ter um grau de educação, no sentido amplo, que permita aplicá-lo de forma efetiva”Má distribuição de rendaBaixa taxa de escolaridadeAcesso à internetDisponibilidade de computadores e telefonia - preço
Acesso à InternetApesar de a Internet comercial existir no Brasil desde 1995, somente 30,3 milhões usavam a rede mundial em janeiro de 2004
Acesso à Internet
Acesso aos Computadoreshttp://www.abinee.org.br/informac/arquivos/pan2010.pdf
Acesso à Telefonia
Histórico
Histórico
Software Livre X Software ProprietárioDefensores do software proprietário: Adesão da maioriapreparação para o mercadoDefensores do software livre: monopóliosoftware livre pode ser utilizado gratuitamente, tem código aberto (instruções e modificações)Definição de uma política de informática: usuário geralmente tem uma transição tranqüila de um tipo de software a outroCasos bem-sucedidos tanto com software proprietário (Windows, Photoshop)
Capacitação em TecnologiaNão basta ter acesso à infra-estrutura; o essencial é saber como usá-laênfase na educaçãoTreinamento X Conhecimento integradoProposta do Comitê para a Democratização da Informática (CDI): Repense seu contexto e suas necessidades.Use a informática como uma ferramenta em ações concretas.Fundação Vale do Rio Doce (FVRD)
Educação a DistânciaFerramenta importante de aprendizadoRegulamentado no País em 1998Infra-estrutura física disponívele-learningCursos que não estão disponíveis presencialmente onde vive o estudanteconvívio e da troca de experiênciasEx: TV Digital Interativa - parceria com a Universidade MackenzieEducadoresMais viávelNecessáriaEmpresas; funcionários e parceirosEx: Cisco
Novas alternativas tecnológicasTV digital89% das residências do País possuem televisão, enquanto somente 12,6% têm computadorCanal de retornoCelularesBarreira: preçoRedes locais sem fioSatélitePLC (Powerline Communications): usa a rede de energia elétrica para a comunicação de dados
Papel das Empresas“deixado por sua própria conta, o mercado de informação aumentará a brecha entre países ricos e pobres, e entre pessoas ricas e pobres”Prof. Michael Dertouzos, Massachusetts Institute of Technology (MIT)Computador no trabalhomuitas vezes como a única porta de entrada para o mundo digital.melhores resultados na gestão do conhecimentoqualificação da mão-de-obraAcesso da informaçãodesenvolvimento da comunidadeEx: Philips e da Alstom, em parceria com o CDIDoações de equipamentosciclo de substituição: 2~3 anosCampanha Megajuda, Criada pelo CDI: captar computadores e mobilizar voluntários para a manutenção e apoio técnico – 8300 computadores, 256.500 beneficiados
Papel das EmpresasPresença e apoio na comunidadeauxiliam o desenvolvimento comunitáriomelhoram o capital social e humanofortalecem a marca da empresaincentivam a diversidadeestimulam o voluntariado corporativoajudam a reter talentos fortalecem os funcionários para enfrentar desafios, aumentando sua auto-estima.Política de capacitação e emprego: ferramentas tecnológicas devem ser colocadas à disposição do cidadão não apenas como trabalhador, mas também para suas necessidades pessoaisContribui para a empregabilidade (capacitação do funcionário para que ele enfrente desafios tanto na empresa quanto no mercado de trabalho)Realização de um investimento socialmente responsávelDiversidade internafortalece sua marca na comunidadeestimula o desenvolvimento comunitário e descobre novos talentosMuitas empresas vão além da capacitação funcional e adotam uma política de emprego para quem passa pelos cursos
Papel das EmpresasVoluntariado ensino de informática ou manutenção dos computadoresensino de informática ou a manutenção dos computadoresestreita os vínculos entre empresa e comunidadeInternet pode ser um instrumento, ex: e-Voluntários (IBM)Inclusão de pessoas com deficiênciaacesso à tecnologia para pessoas com deficiênciameio importante para os deficientes físicos trocarem experiências e informaçõesIBM Home Page ReaderMotivar a ação do EstadoPatrocínio do desenvolvimento
Governo e terceiro setorcolaborar em projetos existentes1% do faturamento de empresas de telecomunicação é arrecadado para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para ser aplicado aplicado em projetos para levar a Internet a escolas, hospitais, bibliotecas e outras instituiçõesAcessa São PauloTelecentrosSua escola a 2000 por horaCidade Escola AprendizAssociação Meninos do MorumbiDigitando o futuroCidade do conhecimentoInstituto Porto Digital
Comitê para Democratização da Informática (CDI)Criado em 1995 pelo empreendedor social Rodrigo Baggio, o CDI é uma organização não-governamental, que tem como missão promover a inclusão digital, usando as tecnologias da informação e da comunicação como instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Atende a comunidades de baixa renda e a públicos com necessidades especiais, como pessoas com deficiência, pacientes psiquiátricos, jovens moradores de rua, presidiários e população indígena, entre outros.837 Escolas de Informáticae Cidadadania (EICs)575,8 mil pessoas já foram capacitadas por 1.674 educadores de comunidades de baixa rendaconceitos e valores da pedagogia de Paulo Freireformação técnica: ferramenta para que os trabalhadores possam desenvolver, a partir do próprio trabalho, a sua cidadania.cidadania não se constrói somente com empregabilidade e salários melhores, mas com a luta política para a criação de uma sociedade mais justa e mais humanaeducação deve estar ligada à mudança estrutural da sociedade.Apoio inicial:Núcleo de Informática Educativa (Nied)Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Comitê para Democratização da Informática (CDI)Objetivo: 		Motivar e capacitar seus educandos e educadores a usarem as tecnologias de informação e comunicação de forma crítica e empreendedora, com a finalidade de promover o desenvolvimento pessoal e comunitário.Alguns Projetos:CDI na Empresa: modelo de inclusão digital do comitê para o mundo corporativoFebem de São PauloProjeto Mais em parceria com a EssoInstituto de Competências e Cidadania (ICC), do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) do Rio de Janeiroprojetos especiais em penitenciárias e institutos psiquiátricos, para pessoas com deficiência auditiva e física, para jovens infratores e em aldeias indígenasApoiadores do CDI: 	Fundação Avina,  Fundação W. K. Kellog,a Usaid,  Philips,  Banco Interamericano de Desenvolvimento  (BID),  Accenture,  Fundação Vale do Rio Doce,  Microsoft,  Fundação Telefônica,  Esso, Banco UBS,  Banco Mundial/Infodev, Unibanco,  Xerox,  Fundação EDS,  Politec, Unicef/Unesco, a Ernst & Young, a Barbosa, Mussnich & Aragão e a Contemporânea.
Acessa São PauloIniciativa do governo estadual, tem como objetivo levar os recursos da Internet à população de baixa renda e estimular o desenvolvimento humano e social das comunidadesInfocentros comunitários, em parceria com entidades como associações de bairro Infocentros municipais, em parceria com prefeituras;  postos públicos de acesso à Internet, em parceria com órgãos do próprio governo estadual, em locais onde circulam muitas pessoas.144 infocentros1,4 mil computadores para acesso público à Internet6 milhões de atendimentos 320 mil pessoas cadastradas e criou mais de 200 mil contas gratuitas de correio eletrônico.
Telecentros — Prefeitura de São Pauloespaços públicos de acesso à Internet, que oferecem cursos e permitem também o uso livre dos computadores. Cada unidade possui de 10 a 20 microstodos os telecentros usam software livre, como o sistema operacional GNU/Linux, o pacote de aplicativos OpenOffice, o browser Galeon e o software de ilustrações Gpaint
Sua Escola a 2000 por HoraO programa Sua Escola a 2000 por Hora, parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Microsoft, é uma rede virtual que envolve 66,3 mil alunos e 975 educadores, de 54 municípios em 11 estados, que emprega a tecnologia para desenvolver o potencial das novas gerações.Alunos e professores implementem em suas instituições projetos interativos e multidisciplinares,Com base nas necessidades de cada escola e de seus estudantespesquisas, interação virtual (salas de bate-papo e fóruns), troca de mensagens de correio eletrônico que promovam o encontro entre as escolas, os educadores e os estudantes.
Cidade Escola AprendizBusca integrar a escola e a comunidade, com o conceito de bairro-escola mais de dez programas, nas áreas de arte, meio ambiente, esporte, comunicação, tecnologia e geração de renda, em parceria com empresas, entidades de ensino, institutos e fundações, governos federal, estadual e municipal, além de outras ONGsEntre os programas da entidade estão oSite Aprendiz, produzido por jovens, com reportagens sobre educação, cidadania e trabalho;Expressões Digitais, para o ensino de língua portuguesa por meio da leitura de jornais e revistas e da produção de fanzines; Oldnet, em que jovens ensinam idosos a navegar na Internet;Incubadora, para apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho;  Histórias de Vida, em que jovens desenvolvem páginas pessoais na Internet, relacionando sua história pessoal a momentos da História do Brasil e do mundo.
Associação Meninos do Morumbiatende a cerca de 4 mil crianças e adolescentes de baixa renda, em situações consideradas de risco, ou seja, expostos às drogas e à delinqüência juvenil. O projeto busca, por meio da prática musical e outras diversas atividades artísticas e culturais, gerar alternativas para integrá-los à sociedade. A HP Brasil apóia as iniciativas da associação, por intermédio das leis de incentivo fiscal e pela doação de equipamentos para a sala de informática do projeto.
Cidade do Conhecimentocriado em 1999 pelo economista, sociólogo e jornalista Gilson SchwartzObjetivo: formar redes digitais cooperativas que unam os mundos do trabalho e da escola, para incluir mais pessoas em processos de produção de conhecimento e, desta forma, ampliar as oportunidades de emprego e renda.conectada laboratórios de diversos paísesNo Brasil, desenvolve projetos em parceria com governos federal, estaduais e municipais, ONGs e outras instituições acadêmicas e de pesquisa.Educar na Sociedade da Informação: rede formada por pesquisadores da USP e outras instituições e professores dos ensinos médio e fundamental, sobretudo da rede públicaGestão de Mídias Digitais: conecta a USP a infocentros, telecentros e outros locais de acesso público à Internet.
Roteiro para uma política de inclusão digital corporativaElaborado em conjunto pelo CDI e Instituto EthosObjetivo:Ajudar as empresas a criarem ações de inclusão digital como parte de seu programa de responsabilidade social, orientando o empresário a identificar diretrizes e promover soluções criativas e inovadoras, muitas vezes em parceria com instituições do primeiro e do terceiro setor.O que fazer?Onde? Com que objetivos?
Roteiro para uma política de inclusão digital corporativaIdentifique parceirosSensibilize a empresaDefina objetivos clarosFaça um diagnósticoDentro da empresaNa comunidadeNa sociedade
Experiências de EmpresasAccentureBradescoCompanhia Vale do Rio DoceEssoHPIBMMicrosoftPhilipsPolitecPricewaterhouseCoopersProdemgeSadiaSebraeTelefônicaTelemar
IBM		Mais de 100 projetos sociais, com foco em educação básica, capacitação de professores e inclusão digital.KidSmart: 225 centros, tem 880 professores capacitados e beneficia 12,9 mil alunos.e-Voluntários810 participantesReinventando a Educação:2.250 professores capacitados, em aproximadamente cem escolas, beneficiando 67,5 mil alunos.IBM doou mais de 500 computadores reciclados e 300 novos no programa de profissionalização entre 2001 e 2003, criando 80 laboratórios com dez máquinas, que atendem a 38,4 mil pessoasParcerias: CDI, a Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits), o Instituto Avisa Lá, o Instituto de Qualidade no Ensino, a Cidade do Conhecimento, a Rede Saci e secretarias de Educação de diversos estados do País.
MicrosoftA Microsoft doa software para todos os microcomputadores instalados nas Escolas de Informática e Cidadania (EICs) do CDI no Brasil, em países da América Latina e na África.Colabora com a disseminação de EICs em São Paulo, no Paraná, na Bahia e no Distrito Federal e com o financiamento da operação de CDIs Regionais, da confecção de materiais de comunicação e da reforma da sede do CDI Matriz.Além do CDI, a empresa também é parceira do Instituto Ayrton Senna, no Programa Sua Escola a 2000 por Hora.Parcerias com universidades. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal de Pernambuco foram selecionadas pela empresa, num grupo de cinco em todo o mundo, para aperfeiçoarem componentes do software Visual Studio.Criação de centros de pesquisa, para qualificação de profissionais
BibliografiaEntrevista com Thomas Malone, Cisco ExecutiveMembership – 2008SENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002A Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques WaineVanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science

Colaboração e Inclusão Digital - Completo

  • 1.
    Sistemas de informaçãoNPA810Professor Mateus t. S. CozerColaboraçãoeInclusão Digital
  • 2.
    AlunosDiego Henrique deMiranda – 12107075-9Marina Moreno Teixeira – 12205543-7
  • 3.
    Web 2.0"Web 2.0é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva” – TimO’Reillyhttp://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html
  • 4.
    Colaboração"A própria raizda palavra colaboração significa “trabalhar juntos”. Portanto acredito que colaboração seja essencialmente trabalhar junto, mas acho que, na verdade, significa trabalhar junto de forma independente para chegar a uma meta comum” – Thomas Malone
  • 5.
    ColaboraçãoWikipedia e comunidadesWikiWikiWiki = Rápido em Maorihttp://stats.wikimedia.org/EN/TablesWikipediaPT.htm#distributionKernel - Software colaborativo que permite a edição coletiva dos documentos usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação.http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/Main_Page
  • 6.
    ColaboraçãoSETI@home - http://setiathome.berkeley.edu/BOINC- http://boinc.berkeley.edu/MIT’s CCI - http://cci.mit.edu/index.html
  • 7.
    Colaboração e SoftwareLivreQuatro tipos de liberdade para os usuários do software:A liberdade de executar, para qualquer uso; A liberdade de estudar o funcionamento de um programa e de adaptá-lo às suas necessidades;A liberdade de redistribuir cópias;A liberdade de melhorar o programa e de tornar as modificações públicas de modo que todos se beneficiem das melhorias.
  • 8.
    Colaboração e SoftwareLivreArtesanato ColetivoResgate do “espírito aventureiro” do início da informáticaMonopólios e produção em série de softwares ruinsPadrões OSI (Open Source Iniciative) - http://www.opensource.org/docs/osdSENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.
  • 9.
    Colaboração e SoftwareLivre“A pessoa que entende e conserta o problema não é necessariamente o mesmo que o caracterizou.”– Linus TorvaldsEric Steven Raymond – A Catedral e o Bazar"Havendo olhos suficientes, todos os erros são óbvios"Modelo Catedral – caracterizado por uma estrutura de planejamento e esforço centralizada com uma equipe especializadaModelo Bazar – forma de trabalho descentralizada e o esforço de voluntários são as principais característicasGerald Weinberg – Egoless ProgrammingFetchmail / Netscapehttp://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/index.html
  • 10.
    Colaboração e SoftwareLivrehttp://www.brod.com.br/node/536
  • 11.
    Colaboração e SoftwareLivre - MotivaçõesInteresse no desafio e fuga de uma rotina de trabalhoVisão a Longo Prazo de uma futura colocação no mercado de trabalho por conta de suas colaboraçõesSer reconhecido pelo público-alvo da plataforma trabalhadaInteresses Governamentais e Inclusão DigitalLerner, J. & Tirole, J. (2004) “The Economics of Technology Sharing: Open Source and Beyond”Staff, (2005), “The economics of sharing,” The Economist.
  • 12.
    Colaboração e SoftwareLivre - ExemplosSistemas Operacionais (GNU/Linux, OpenBSD);Servidores Web (Apache, Abyss);Servidores de Aplicação (TomCat, JBOSS);SGBD (MySQL, Postgresql);Navegadores (Firefox, Opera, Konqueror);Suíte de Escritório (Open Office, Koffice);Editores e Processadores de Texto (Emacs, Vi, Kile,LaTex);Gráficos (Gimp);Multimídia (Xine, XMMS).http://www.deinf.ufma.br/~fssilva/palestras/2009/sl.pdf
  • 13.
    Sistemas ColaborativosFerramentas desoftware utilizadas em redes de computadores para facilitar a execução de trabalhos em grupos. O objetivo dos Sistemas Colaborativos é diminuir as barreiras impostas pelo espaço físico e o tempo
  • 14.
    CSCWCSCW = ComputerSupportedCooperativeWork - Trabalho Cooperativo Apoiado por ComputadorÁrea de pesquisa que estuda o uso das tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam atividades de grupos de usuários. 80’s – Office Automationhttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 15.
    GroupwareGroupware = Group+ SoftwareSão os sistemas baseados em tecnologias de computação e telecomunicações que auxiliam grupos de usuários a exercer uma atividade.Lei de Metcalfe – Quanto mais pessoas usam um sistema de comunicação, mais valioso ele se tornahttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 16.
    Groupware / CSCWGroupwaree CSCW são dois termos distintos que frequentemente são confundidos. No entanto, a idéia inerente a ambos é auxiliar o trabalho de grupos de usuários.“Sistemas baseados em computador que auxiliam grupos de pessoas envolvidas em tarefas comuns (ou objetivos) e que provê interface para um ambiente compartilhado“ – Clarence (Skip) Ellishttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdfA Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques Wainer
  • 17.
    Groupware / CSCWCSCWé o contexto mais amplo onde o Groupware está incluído.
  • 18.
    Groupware – FerramentasSíncronasExigem resposta imediataMessenger, Conferências e Vídeo Conferências
  • 19.
    Groupware – FerramentasAssíncronasNão exigem resposta curta ou imediataE-mails, fóruns e ferramentas de workflow
  • 20.
    Groupware – QuadroEsquemáticohttp://www.usabilityfirst.com/glossary/groupware-term/
  • 21.
    Groupware – QuadroEsquemáticoSARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 22.
    Por Que oGroupware é Necessário?Para tornar o trabalho em grupo mais eficiente:TEMPO gasto nas atividades em grupoCUSTO de realização das atividades em grupoPara atingir melhores resultadosQUALIDADE dos resultadosPara possibilitar certos tipos de tarefas em grupo que seriam impossíveis (ou quase) de ser realizadas sem o suporte computacionalhttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 23.
    Vantagens do GroupwareMelhor Controle de CustoProdutividade CrescenteMelhor serviço ao clienteMenos reuniõesAutomação de processos rotineirosIntegração de equipes distribuídasNovos serviços que diferenciarão a organizaçãoAumenta o conhecimento profissionalhttp://www.ufpa.br/cdesouza/teaching/cscw-2006-2/1-introduction.pdf
  • 24.
    Desvantagens do GroupwareAumentono volume de informação a ser tratadaUtilização para assuntos pessoais (no ambiente empresarial)Diferenças de habilidades em um mesmo ambienteDesvios e ambiguidades de informaçõesManipulação de dados confidenciaisImpessoalidade na comunicaçãoResistência à implantação deste sistemaDificuldade de IntegraçãoSARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 25.
    Funcionalidades do GroupwareAgendaBancode dados (Repositório de Documentos)Áudio e Vídeo ConferênciaReuniões virtuaisSuporte à DecisãoFóruns de Discussão / ChatCorreio eletrônicoCo-Autoria de DocumentosWorkflowGeradores de Formulários de IntegraçãoJUNGER, Andréia Lima, et al., Sistemas Colaborativos. Trabalho de Graduação. Vitória. 2007
  • 26.
    Exemplo GW Integrado- TUTOSTutos é um programa para atender às necessidades organizacionais de pequenos grupos, equipes de trabalho e departamentos. Para atingir esses objetivos, inclui algumas ferramentas baseadas em web, tais como: Gerenciador de tarefasGerenciador de projetos ("timeline")Gerenciador de documentosGerenciador de instalaçõesCorreio eletrônico para usuários e gruposRepositório de projetos e arquivos Com este sistema, todos os membros do grupo de trabalho ficarão sempre imformados sobre o status de todos os projetos em andamento. Todas as ferramentas foram desenvolvidas com uma consistência tal que proporciona uma interface única para as necessidades do dia a dia de pessoas envolvidas em um projeto.
  • 27.
  • 28.
    Workflow“Automatização de umprocesso de negócio, no todo ou em parte, através da gestão da sequência de atividades de trabalho e a invocação dos recursos humanos e /ou das tecnologias de informação apropriadas, associados aos vários passos de atividade.”Workflow Management Coalition [WfMC, 1997]
  • 29.
    WorkflowSistemas de gestãoproativos; Com capacidade para armazenar as regras (planos de trabalho, prioridades, encaminhamentos, autorizações, segurança etc.) e os procedimentos dos processos; Automatizam os processos de negócio; Geram fluxos de trabalho entre participantes; Coordenam recursos de informação, utilizadores e tarefas baseadas em informação. SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 30.
    Os 3R’s do WorkflowEm Inglês : Rules, Routesand Roleshttp://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 31.
    Vantagens do WorkflowReduziros tempos de cicloMinimizar errosMelhorar as condições de trabalho e aumentar a eficiência operacionalDirecionamento automático dos documentos necessários a cada ponto da cadeia de produçãoGerenciar o processo completohttp://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 32.
    Classificações do SistemaWorkflowAd HocAdministrativoProdução ou TransaçãoOrientado para o ObjetoBaseado no ConhecimentoColaborativoSARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 33.
    Classificações do SistemaWorkflow – Ad HocDesenvolvido para grupos de trabalho dinâmico que necessitam de executar processos altamente individualizados para cada documento.SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 34.
    Classificações do SistemaWorkflow AdministrativoOrientado para as rotinas administrativas.Ideal para tratamento de documentos e formulários.Gerenciamento de prazos com todos os tipos de alarmes possíveis.SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 35.
    Classificações do SistemaWorkflow Produção ou TransaçãoOrientado para aplicações que envolvem grandes quantidades de dados, muitas políticas de negócio e recursos financeiros em grande escala.http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 36.
    Classificações do SistemaWorkflow ObjetoUm objeto é o conjunto de atributos, ou dados, e instruções sobre como os dados e os atributos devem ser processados, estocados, recuperados e visualizados pelo usuário.http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 37.
    Classificações do SistemaWorkflow ConhecimentoAprende com seus próprios erros e acertos.Vai além da execução pura e simples das regras preestabelecida e incorpora exceções a seus procedimentos.http://www.idoc.inf.br/pdf/Workflow.pdf
  • 38.
    Classificações do SistemaWorkflow ColaborativoA solução apresentada preserva a integridade do documento, bem como a do processo. Limitado a um grupo de funcionários na organização, envolvendo, sobretudo os mais conhecedores do processo em causa. É importante ser maleável. Normalmente, estes processos envolvem grande criatividade e reflexão, portanto não devem ser muito regulamentados. SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002
  • 39.
  • 40.
    Comunidades On-LineTeoria dos“Seis Graus de Separação” - São necessários apenas seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer, em qualquer lugar do mundo, estejam interligadas – Stanley MilgramAtravés das Comunidades OnLine as pessoas se tornam cada vez mais próximas, ou seja, reduzem seus graus de separaçãoOracle of Bacon - http://www.oracleofbacon.org/IMDB - http://www.imdb.com/Zagat’sSurveys – http://www.zagat.com/Review/Index.aspx
  • 41.
    Comunidades On-LineObtiveram maiorreconhecimento após a maior acessibilidade aos computadores e à internetReduzem as distâncias geográficasAmpliam as distâncias do conhecimento, selecionando áreas de interesse comumLevam à uma fragmentação social e intelectual (Cyber – Balkanization)VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 42.
    Comunidades On-Line AldeiaGlobal x Cyber-BalkansAldeia GlobalMarshall McLuhanConceito ideal de colaboração, aproximação e uniãoInter Relacionamento entre diversas áreas do conhecimento para um bem comumDeterminação da estrutura do DNA – Zoologia+ Física (Difração de Raios X)Guerra e Paz na Aldeia Global. Ed. Record. Tradução: Ivan Pedro de MartinsVanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 43.
    Comunidades On-Line AldeiaGlobal x Cyber-BalkansCyber - BalkansRegião dos Bálcãs – Sudeste EuropeuFragmentação e EspecializaçãoConflitos VanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 44.
    Comunidades On-Line AldeiaGlobal x Cyber-BalkansPode ser economicamente viável a super especialização derivada da fragmentação. Os benefícios remetem ao trabalho de Adam SmithNem sempre as conexões interdisciplinares são claras, isolando áreas do conhecimentoComunidades Científicas x Grupos terroristasVanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science, 51(6), 851-868
  • 45.
    FacebookFacebook é umarede social que tem como missão dar às pessoas o poder de partilhar e tornar o mundo mais aberto e conectado socialmente. Atualmente são milhões de pessoas conectadas que usam o Facebook diariamente para manter o contato entre amigos e pessoas, fazer upload de um número ilimitado de álbuns de fotos, compartilhar muitos links e vídeos, fazer amizades e saber mais sobre as pessoas que encontram no mundo virtual http://sobretudo.org/facebook-login-brasil.html
  • 46.
    Comunidades On-Line -FacebookInício em 2004 por Mark ZuckerbergInicialmente restrito aos alunos de Harvard e, posteriormente, da IvyLeague antes de se tornar popularMais de 400M de usuários ativosLíder de acessos em 2010Ultrapassou a AOL em buscas nos EUAhttp://www.facebook.com/press/info.php?statistics
  • 47.
    Comunidades On-Line -FacebookPromoção de conectividade entre as pessoas de forma prática. Aplicativos eficientes e de boa qualidadeExcelente ferramenta de divulgação de empresas (Facebookads)Integração com diversos sites
  • 48.
    Facebook2009 foi oano que o Facebook daria inicio a grande tendência de jogos nas redes, pois abriu espaço para que fosse criado aplicativos independentes, e assim surgiu:MafiaWarsFarmVilleE redes sociais como:LinkedIn“Em 2010 podemos esperar muitas surpresas ou não, aqui no Brasil, O twitter e Facebook com certeza irão crescer, mas o Google certamente manterá sua supremacia de logins no Orkut”.http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
  • 49.
  • 50.
    Facebook2010 foi oano que a quantidade de logins criados no Facebook foram tão altos que ultrapassou facilmente o MySpace“se o Facebook fosse um país seria a quarta nação mais populosa”(Scott Stanzel)http://www.alandavid.com.br/facebook-login-brasil/
  • 51.
    Facebookefeito de rede(network effect); Quanto mais os usuários utilizarem o serviço, maior o valor para todos usuários. No começo = desvantagem À medida que mais amigos entram no Facebook, mais atraente ele se torna. Acelera cada vez mais o ritmo de crescimento até chegar a um ponto no qual o crescimento passa a ser exponencial.http://oglobo.globo.com/blogs/inovacao/posts/2009/08/12/o-facebook-ultrapassara-orkut-no-brasil-em-2010-213334.asp
  • 52.
    O que asempresas podem fazer pela inclusão digitalHá no Brasil dezenas de empresas que estão inovando e fazendo muito mais pela inclusão digital, não esperando resoluções do governo, que na maioria das vezes não é capaz de dar solução aos grandes problemas nacionais.Cenário: 148 milhões de brasileiros não têm acesso a internet.Políticas e ações de inclusão digital: capacitar para o uso das tecnologias e promover o desenvolvimento da cidadania.Importância: governos e empresas oferecem serviços em meios digitais.Motivação e capacitação para utilização das tecnologias da informação e comunicação de forma crítica e empreendedora
  • 53.
    O que asempresas podem fazer pela inclusão digitalEmpresasGanham em questão de:Conhecimento.Qualificação da mão de obra.Auto-estima de funcionários.
  • 54.
    O que éinclusão digital?“ A inclusão digital e o combate à exclusão social e econômica estão intimamente ligados, em uma sociedade onde cada vez mais o conhecimento é considerado riqueza e poder.”“A inclusão digital deve favorecer a apropriação da tecnologia de forma consciente, que torne o indivíduo capaz de decidir quando, como e para que utilizá-la”(Cristina de Luca)
  • 55.
    O que éinclusão digital?Comunidade: Aplicar as tecnologias a processos que contribuam para o fortalecimento de:Atividades econômicasCapacidade de organizaçãoNível educacional e auto-estimaComunicação com outros gruposEntidades, serviços e qualidade de vida
  • 56.
    O que éinclusão digital? Promoção da inclusão digital: Motivação e capacidade para utilização das tecnologias da informação e comunicação, para desenvolvimento pessoal e comunitário.Novos conhecimentos e ferramentas.Consciência histórica, política e ética. Ações cidadãs Qualificação profissional
  • 57.
    Como?Doações ConectividadeVoluntariadoIncentivo àprodução e troca de conhecimento e compartilhamento de experiências.Dicas profissionaisProjetosAuto-sustentabilidadeApoio tecnológico“Do ponto de vista de uma empresa com responsabilidade social, investirem programas de inclusão digital significa entender “solidariedade” não só comomero conceito assistencialista, mas como promoção de oportunidades para aprodução e a disseminação de conhecimento e renda.”(Cristina de Luca)
  • 58.
    Importância da inclusãoDireitobásico à informação, liberdade de opinião e expressão!Dificuldade do cidadão em conhecer e exercer seus direitos.Capacitação em informática.Preparação educacional.Benefícios ao indivíduo, empresa, sociedade e país.
  • 59.
    Para um acessorealBridges.orgAjudar na melhora da qualidade de vida nos países em desenvolvimento com a informática e as comunicações.Definição de 12 critérios para avaliar se existe acesso real à tecnologia.
  • 60.
    12 Critérios deAvaliaçãoAcesso físicoAdequaçãoPreço acessívelCapacidadeConteúdo relevanteIntegração
  • 61.
    12 Critérios deAvaliaçãoFatores socioculturaisConfiançaEstrutura real e regulatóriaAmbiente econômico localAmbiente macroeconômicoVontade política
  • 62.
    Situação no Brasil28ºlugar64 países com condições melhores que a nossa0,5 ponto numa escala de 0~1.Nível altoDisponibilidade de infra-estruturaPoder aquisitivo do usuárioNível educacional do usuárioQualidade dos serviçosUso efetivo da internet(União Internacional das Telecomunicações (UIT) - Novembro de 2003)
  • 63.
    Situação no Brasil82países conforme aptidão para integrar redes: Capacidade para ter acesso e utilizar de maneira eficiente as tecnologias da informação e comunicação;AmbienteAptidão Uso(Relatório Global de Tecnologia da Informação, 2002-2003)
  • 64.
    Situação no BrasilIndicadoresdo desenvolvimento da rede mundial: N° de hosts
  • 65.
    10° colocado– mundial
  • 66.
    3° colocado– nas Américas 1° EUA 2° CanadáPosição dos países por número de hostsFonte: Network Wizards
  • 67.
    Situação no Brasil148milhões de brasileiros sem acesso à InternetMesmo para as empresas brasileiras, a inclusão digital não é um problema resolvido46% delas não têm acesso à Internet e que 16% dependem de acesso fora da empresa para se comunicar.Acesso nas pequenas e médias empresasFonte: Sebrae - SP
  • 68.
    Situação no BrasilApesardo acesso limitado à tecnologia na sociedade brasileira, aA informática e as telecomunicações já são um segmento importante da economia. O mercado local de TI movimentou cerca de US$ 18 bilhões em 2001, ou R$ 42,3 bilhões, em 2001. Os serviços de telecomunicações tiveram receita de US$ 7,3 bilhões no mesmo ano, ou R$ 17,2 bilhões, enquanto a indústria de equipamentos faturou R$ 11,4 bilhões. O agregado tecnologia da informação e telecomunicações somou então R$ 70,9 bilhões, o que representa 6% do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), que acumulou R$ 1,2 trilhão em 2001, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
  • 69.
    Desafios“O incluído digitalprecisa ser capacitado para usar a tecnologia e ter um grau de educação, no sentido amplo, que permita aplicá-lo de forma efetiva”Má distribuição de rendaBaixa taxa de escolaridadeAcesso à internetDisponibilidade de computadores e telefonia - preço
  • 70.
    Acesso à InternetApesarde a Internet comercial existir no Brasil desde 1995, somente 30,3 milhões usavam a rede mundial em janeiro de 2004
  • 72.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
  • 77.
  • 80.
    Software Livre XSoftware ProprietárioDefensores do software proprietário: Adesão da maioriapreparação para o mercadoDefensores do software livre: monopóliosoftware livre pode ser utilizado gratuitamente, tem código aberto (instruções e modificações)Definição de uma política de informática: usuário geralmente tem uma transição tranqüila de um tipo de software a outroCasos bem-sucedidos tanto com software proprietário (Windows, Photoshop)
  • 81.
    Capacitação em TecnologiaNãobasta ter acesso à infra-estrutura; o essencial é saber como usá-laênfase na educaçãoTreinamento X Conhecimento integradoProposta do Comitê para a Democratização da Informática (CDI): Repense seu contexto e suas necessidades.Use a informática como uma ferramenta em ações concretas.Fundação Vale do Rio Doce (FVRD)
  • 82.
    Educação a DistânciaFerramentaimportante de aprendizadoRegulamentado no País em 1998Infra-estrutura física disponívele-learningCursos que não estão disponíveis presencialmente onde vive o estudanteconvívio e da troca de experiênciasEx: TV Digital Interativa - parceria com a Universidade MackenzieEducadoresMais viávelNecessáriaEmpresas; funcionários e parceirosEx: Cisco
  • 83.
    Novas alternativas tecnológicasTVdigital89% das residências do País possuem televisão, enquanto somente 12,6% têm computadorCanal de retornoCelularesBarreira: preçoRedes locais sem fioSatélitePLC (Powerline Communications): usa a rede de energia elétrica para a comunicação de dados
  • 84.
    Papel das Empresas“deixadopor sua própria conta, o mercado de informação aumentará a brecha entre países ricos e pobres, e entre pessoas ricas e pobres”Prof. Michael Dertouzos, Massachusetts Institute of Technology (MIT)Computador no trabalhomuitas vezes como a única porta de entrada para o mundo digital.melhores resultados na gestão do conhecimentoqualificação da mão-de-obraAcesso da informaçãodesenvolvimento da comunidadeEx: Philips e da Alstom, em parceria com o CDIDoações de equipamentosciclo de substituição: 2~3 anosCampanha Megajuda, Criada pelo CDI: captar computadores e mobilizar voluntários para a manutenção e apoio técnico – 8300 computadores, 256.500 beneficiados
  • 85.
    Papel das EmpresasPresençae apoio na comunidadeauxiliam o desenvolvimento comunitáriomelhoram o capital social e humanofortalecem a marca da empresaincentivam a diversidadeestimulam o voluntariado corporativoajudam a reter talentos fortalecem os funcionários para enfrentar desafios, aumentando sua auto-estima.Política de capacitação e emprego: ferramentas tecnológicas devem ser colocadas à disposição do cidadão não apenas como trabalhador, mas também para suas necessidades pessoaisContribui para a empregabilidade (capacitação do funcionário para que ele enfrente desafios tanto na empresa quanto no mercado de trabalho)Realização de um investimento socialmente responsávelDiversidade internafortalece sua marca na comunidadeestimula o desenvolvimento comunitário e descobre novos talentosMuitas empresas vão além da capacitação funcional e adotam uma política de emprego para quem passa pelos cursos
  • 86.
    Papel das EmpresasVoluntariadoensino de informática ou manutenção dos computadoresensino de informática ou a manutenção dos computadoresestreita os vínculos entre empresa e comunidadeInternet pode ser um instrumento, ex: e-Voluntários (IBM)Inclusão de pessoas com deficiênciaacesso à tecnologia para pessoas com deficiênciameio importante para os deficientes físicos trocarem experiências e informaçõesIBM Home Page ReaderMotivar a ação do EstadoPatrocínio do desenvolvimento
  • 87.
    Governo e terceirosetorcolaborar em projetos existentes1% do faturamento de empresas de telecomunicação é arrecadado para o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para ser aplicado aplicado em projetos para levar a Internet a escolas, hospitais, bibliotecas e outras instituiçõesAcessa São PauloTelecentrosSua escola a 2000 por horaCidade Escola AprendizAssociação Meninos do MorumbiDigitando o futuroCidade do conhecimentoInstituto Porto Digital
  • 88.
    Comitê para Democratizaçãoda Informática (CDI)Criado em 1995 pelo empreendedor social Rodrigo Baggio, o CDI é uma organização não-governamental, que tem como missão promover a inclusão digital, usando as tecnologias da informação e da comunicação como instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Atende a comunidades de baixa renda e a públicos com necessidades especiais, como pessoas com deficiência, pacientes psiquiátricos, jovens moradores de rua, presidiários e população indígena, entre outros.837 Escolas de Informáticae Cidadadania (EICs)575,8 mil pessoas já foram capacitadas por 1.674 educadores de comunidades de baixa rendaconceitos e valores da pedagogia de Paulo Freireformação técnica: ferramenta para que os trabalhadores possam desenvolver, a partir do próprio trabalho, a sua cidadania.cidadania não se constrói somente com empregabilidade e salários melhores, mas com a luta política para a criação de uma sociedade mais justa e mais humanaeducação deve estar ligada à mudança estrutural da sociedade.Apoio inicial:Núcleo de Informática Educativa (Nied)Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
  • 89.
    Comitê para Democratizaçãoda Informática (CDI)Objetivo: Motivar e capacitar seus educandos e educadores a usarem as tecnologias de informação e comunicação de forma crítica e empreendedora, com a finalidade de promover o desenvolvimento pessoal e comunitário.Alguns Projetos:CDI na Empresa: modelo de inclusão digital do comitê para o mundo corporativoFebem de São PauloProjeto Mais em parceria com a EssoInstituto de Competências e Cidadania (ICC), do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) do Rio de Janeiroprojetos especiais em penitenciárias e institutos psiquiátricos, para pessoas com deficiência auditiva e física, para jovens infratores e em aldeias indígenasApoiadores do CDI: Fundação Avina, Fundação W. K. Kellog,a Usaid, Philips, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Accenture, Fundação Vale do Rio Doce, Microsoft, Fundação Telefônica, Esso, Banco UBS, Banco Mundial/Infodev, Unibanco, Xerox, Fundação EDS, Politec, Unicef/Unesco, a Ernst & Young, a Barbosa, Mussnich & Aragão e a Contemporânea.
  • 90.
    Acessa São PauloIniciativado governo estadual, tem como objetivo levar os recursos da Internet à população de baixa renda e estimular o desenvolvimento humano e social das comunidadesInfocentros comunitários, em parceria com entidades como associações de bairro Infocentros municipais, em parceria com prefeituras; postos públicos de acesso à Internet, em parceria com órgãos do próprio governo estadual, em locais onde circulam muitas pessoas.144 infocentros1,4 mil computadores para acesso público à Internet6 milhões de atendimentos 320 mil pessoas cadastradas e criou mais de 200 mil contas gratuitas de correio eletrônico.
  • 91.
    Telecentros — Prefeiturade São Pauloespaços públicos de acesso à Internet, que oferecem cursos e permitem também o uso livre dos computadores. Cada unidade possui de 10 a 20 microstodos os telecentros usam software livre, como o sistema operacional GNU/Linux, o pacote de aplicativos OpenOffice, o browser Galeon e o software de ilustrações Gpaint
  • 92.
    Sua Escola a2000 por HoraO programa Sua Escola a 2000 por Hora, parceria entre o Instituto Ayrton Senna e a Microsoft, é uma rede virtual que envolve 66,3 mil alunos e 975 educadores, de 54 municípios em 11 estados, que emprega a tecnologia para desenvolver o potencial das novas gerações.Alunos e professores implementem em suas instituições projetos interativos e multidisciplinares,Com base nas necessidades de cada escola e de seus estudantespesquisas, interação virtual (salas de bate-papo e fóruns), troca de mensagens de correio eletrônico que promovam o encontro entre as escolas, os educadores e os estudantes.
  • 93.
    Cidade Escola AprendizBuscaintegrar a escola e a comunidade, com o conceito de bairro-escola mais de dez programas, nas áreas de arte, meio ambiente, esporte, comunicação, tecnologia e geração de renda, em parceria com empresas, entidades de ensino, institutos e fundações, governos federal, estadual e municipal, além de outras ONGsEntre os programas da entidade estão oSite Aprendiz, produzido por jovens, com reportagens sobre educação, cidadania e trabalho;Expressões Digitais, para o ensino de língua portuguesa por meio da leitura de jornais e revistas e da produção de fanzines; Oldnet, em que jovens ensinam idosos a navegar na Internet;Incubadora, para apoiar a inserção de jovens no mercado de trabalho; Histórias de Vida, em que jovens desenvolvem páginas pessoais na Internet, relacionando sua história pessoal a momentos da História do Brasil e do mundo.
  • 94.
    Associação Meninos doMorumbiatende a cerca de 4 mil crianças e adolescentes de baixa renda, em situações consideradas de risco, ou seja, expostos às drogas e à delinqüência juvenil. O projeto busca, por meio da prática musical e outras diversas atividades artísticas e culturais, gerar alternativas para integrá-los à sociedade. A HP Brasil apóia as iniciativas da associação, por intermédio das leis de incentivo fiscal e pela doação de equipamentos para a sala de informática do projeto.
  • 95.
    Cidade do Conhecimentocriadoem 1999 pelo economista, sociólogo e jornalista Gilson SchwartzObjetivo: formar redes digitais cooperativas que unam os mundos do trabalho e da escola, para incluir mais pessoas em processos de produção de conhecimento e, desta forma, ampliar as oportunidades de emprego e renda.conectada laboratórios de diversos paísesNo Brasil, desenvolve projetos em parceria com governos federal, estaduais e municipais, ONGs e outras instituições acadêmicas e de pesquisa.Educar na Sociedade da Informação: rede formada por pesquisadores da USP e outras instituições e professores dos ensinos médio e fundamental, sobretudo da rede públicaGestão de Mídias Digitais: conecta a USP a infocentros, telecentros e outros locais de acesso público à Internet.
  • 96.
    Roteiro para umapolítica de inclusão digital corporativaElaborado em conjunto pelo CDI e Instituto EthosObjetivo:Ajudar as empresas a criarem ações de inclusão digital como parte de seu programa de responsabilidade social, orientando o empresário a identificar diretrizes e promover soluções criativas e inovadoras, muitas vezes em parceria com instituições do primeiro e do terceiro setor.O que fazer?Onde? Com que objetivos?
  • 97.
    Roteiro para umapolítica de inclusão digital corporativaIdentifique parceirosSensibilize a empresaDefina objetivos clarosFaça um diagnósticoDentro da empresaNa comunidadeNa sociedade
  • 98.
    Experiências de EmpresasAccentureBradescoCompanhiaVale do Rio DoceEssoHPIBMMicrosoftPhilipsPolitecPricewaterhouseCoopersProdemgeSadiaSebraeTelefônicaTelemar
  • 99.
    IBM Mais de 100projetos sociais, com foco em educação básica, capacitação de professores e inclusão digital.KidSmart: 225 centros, tem 880 professores capacitados e beneficia 12,9 mil alunos.e-Voluntários810 participantesReinventando a Educação:2.250 professores capacitados, em aproximadamente cem escolas, beneficiando 67,5 mil alunos.IBM doou mais de 500 computadores reciclados e 300 novos no programa de profissionalização entre 2001 e 2003, criando 80 laboratórios com dez máquinas, que atendem a 38,4 mil pessoasParcerias: CDI, a Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits), o Instituto Avisa Lá, o Instituto de Qualidade no Ensino, a Cidade do Conhecimento, a Rede Saci e secretarias de Educação de diversos estados do País.
  • 100.
    MicrosoftA Microsoft doasoftware para todos os microcomputadores instalados nas Escolas de Informática e Cidadania (EICs) do CDI no Brasil, em países da América Latina e na África.Colabora com a disseminação de EICs em São Paulo, no Paraná, na Bahia e no Distrito Federal e com o financiamento da operação de CDIs Regionais, da confecção de materiais de comunicação e da reforma da sede do CDI Matriz.Além do CDI, a empresa também é parceira do Instituto Ayrton Senna, no Programa Sua Escola a 2000 por Hora.Parcerias com universidades. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal de Pernambuco foram selecionadas pela empresa, num grupo de cinco em todo o mundo, para aperfeiçoarem componentes do software Visual Studio.Criação de centros de pesquisa, para qualificação de profissionais
  • 102.
    BibliografiaEntrevista com ThomasMalone, Cisco ExecutiveMembership – 2008SENNETT, Richard. O Artífice. Record, 2009.SARMENTO, Anabela Mesquita Teixeira. Impacto dos Sistemas Colaborativos nas Organizações - Estudo de Casos de Adopção e Utilização de Sistemas Workflow. Dissertação de Doutorado. Universidade do Minho. 2002A Conceptual Model of Groupware (1994). Clarence (Skip) Ellis ,  Jacques WaineVanAlstyne, M., & Brynjolffson, E. (2005). Global village or cyber-balkans? Modeling and measuring the integration of electronic communities. Management Science