O documento discute a importância da vida em comunidade na fé cristã, exemplificada pelas primeiras comunidades descritas em Atos dos Apóstolos, que viviam em união, partilhavam bens e se dedicavam à oração. Ele também aborda a realidade contemporânea, marcada pelo individualismo e pela falta de diálogo, e destaca o papel das comunidades eclesiais de base na evangelização e no acolhimento ao povo mais sofrido. Por fim, enfatiza que a verdadeira vida cristã não pode existir fora da comunidade, onde se manifesta o amor fraterno e a missão.