O documento discute a lei de adoração, enfatizando que é um sentimento inato ao ser humano que deve ser expressado com sinceridade e por meio de boas ações, e não apenas através de rituais externos. A verdadeira adoração ocorre no coração e envolve amor, caridade e uma vida voltada para o bem. Além disso, o autor refuta a ideia de que existam povos sem adoração, afirmando que todos reconhecem a presença de um ser supremo.