O documento discute a relação entre a antropologia e a medicina legal no início do século 20 no Brasil. A Escola de Raimundo Nina Rodriguez foi fundamental para o desenvolvimento destas áreas, focando no estudo do corpo humano e das determinações sociais. A questão racial esteve no centro dos debates da época, influenciando o trabalho dos médicos legistas na criação da identidade civil obrigatória e na transformação de crianças em menores.